Arquivo para 5 de agosto de 2009

HENRIQUE OLIVEIRA E TRE-AM SOB JUÍZO DO CNJ

Dito popular enuncia que “mentira tem pernas curtas”. E quando é uma mentira contra a democracia, aí que as pernas são mais curtas. Por haver omitido – no entendimento do insigne ministro Joaquim Barbosa, mentido – ser funcionário do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas quando tirou seu registro de candidato para concorrer eleições, concedido pelo próprio TRE-AM, o ex-vereador, cassado dia 3, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Henrique Oliveira, do PP – o mesmo partido dos irmãos Souza –, está sendo submetido no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), juntamente com o TRE-AM, a uma apreciação jurídica quanto ao seu ato. Enquanto o TRE-AM pode ter sua decisão de arquivar o procedimento administrativo contra o ex-vereador anulada.

O CASO DAS PERNAS CURTAS

No afã de prestar “relevantes serviços” à “democracia manauara”, Henrique Oliveira, ao tentar obter – como obteve – seu registro para participar de eleições, apresentou documentos afirmando que era jornalista. Quando foi feito seu ajuste anual do Imposto de Renda 2008, descobriu-se que a fonte pagadora é o TRE-AM, onde ele ocupa o cargo de técnico judiciário da Justiça Federal. Não deu outra: as perninhas, para o bem da democracia, ficaram expostas.

A INCANSÁVEL LUTA DO MPE-AM PELA DEMOCRACIA

Como um órgão público de essencialidade Republicana Democrática, o Ministério Público Eleitoral do Amazonas, nas pessoas dos procuradores-gerais Edmilson Barreiros e Athayde, pediu em decisão liminar que o Conselho Nacional de Justiça anule a decisão de arquivamento que é contra lei, e ainda proíba que o ex-vereador assuma seu cargo na Justiça Federal até o término dos procedimentos. “A decisão pelo arquivamento do procedimento, por inexistência de infração disciplinar, foi contrária à conclusão da comissão processante, constituída pelo TRE-AM para analisar o caso”, afirma o pedido de anulação.

Para o MPE-AM, a decisão do TER-AM foi ilegal, porque o Código Eleitoral proíbe a filiação partidária de servidores da Justiça Eleitoral.

Eis aí um dito popular verdadeiramente filosófico. Verdadeiramente racional. A mentira – segundo o ministro Joaquim Barbosa, do TSE – de Henrique Oliveira durou somente 7 meses, graças ao MPE-AM e ao TSE. O que não era para durar nenhum mês, se não fosse a aquiescência do TRE-AM. Mas como diz outro dito popular: “Democracia também é feita com o povo corporificado nas instituições”. O que faz o MPE-AM e o TSE pulsarem.

QUANDO A DIREITA É DEMOCRATA

O filósofo francês Deleuze, de seus estudos marxistas, extrai o princípio socialista de que a função revolucionária da esquerda é mostrar o que a direita esconde. Os predicados que a faz reacionária fixa em seus interesses totalitários. Todavia, às vezes não é só a esquerda que mostra o que se encontra escondido pela direita. Às vezes, a própria direita mostra o que esconde. Mostra seus predicados ambiciosos.

No Brasil, volta e meia, isto ocorre. A direita ofuscada por sua própria ambição passa a enunciar temas que lhes parecem favoráveis quando, em verdade, lhes são desfavoráveis. Na tal “crise” do Senado, tirando a atuação calculista do senador José Sarney, já conhecida de grande parte do povo brasileiro por suas marcas demagogicamente reacionária, a grande mídia atrofiada surge nesta performance reveladora.

Assim como se conhece a atuação personalista de Sarney, senhor de grandes feudos eleitorais, conhece-se muito a atuação desta mídia com seu estômago insaciável. Conhece-se, por exemplo, suas conspirações para colocar no poder governamental figuras suas semelhantes capazes de lhes proporcionar grandes privilégios. Tem sido assim desde os tempos imperiais. E na República chamada de Nova, muito mais. O que faz com que brasileiros desconfiem dos interesses “democráticos” de mídias como Globo, Folha de São Paulo, Estadão, Veja, Época, como vem ocorrendo nestes últimos meses. São cenas historicamente repetidas. Cenas que mostram seus tratamentos acolhedores aos personagens que lhes interessam em determinado momento, e depois seus desprezos e perseguições a estes personagens. Já que eles não possuem mais os predicados de seus interesses. E é neste momento que ela, ambiciosa, não percebe que está se revelando à sociedade sem qualquer pudor.

POR QUE COLLOR TEM RAZÃO

Quando Sarney era presidente do Brasil, em razão de sua postura política de populista ambicioso, estas mídias lhe concederam o maior apoio. Sarney alimentava seus interesses. Nisto, ele era necessário. Depois veio a ameaça de Lula ser eleito presidente, elas se uniram e fabricaram Fernando Collor, “O Caçador de Marajá”. Principalmente a Globo, que foi capaz de escamotear uma programa inteiro em que Collor perde um debate para Lula. Collor, no poder, eram elas que lá estavam.

Veio a campanha do impeachment de Collor, elas relutaram em aderir, mormente a Globo, que só aderiu – a contra gosto – depois que viu que era a vontade popular que pretendia depor Collor. Mas, enquanto deu, elas se mantiveram na Corte. Hoje, elas conspiram contra aquele que sempre lhes serviu, coadjuvadas por seu partidos prediletos, seus representantes no legislativo, tendo como seus garotos (arcaicos) de recado Agripino Maia (PFL), Álvaro Dias (PSDB) e Arthur Neto (PSDB). Este, livre de qualquer conspiração futura por partes delas, visto ser impossível chegar a um cargo que lhes interesse.

Mas grande parte do povo brasileiro sabe que o alvo é outro: o governo Lula. O que, para o desespero delas, nada lhe atinge. Mas elas continuam. Querem mais, sempre muito mais. Acusam antigos parceiros, e os antigos parceiros que continuam com as mesmas consciências antigas, mostram o que elas são, no mesmo momento que também se mostram. Mostram a direita cristalina em seus pútridos predicados. Que, se fosse a esquerda que mostrasse, elas não iriam acreditar que são assim. Esta sua grande contribuição pedagógica para a democracia.

Assim, não custa nada ler o libelo de Collor sobre elas. Quer dizer, sobre ele mesmo. Uma grande contribuição para se conhecer mais a direita brasileira, e impedir que ela floresça em sua avidez irracional.

Então, disse, Collor?

Eu hoje defendo a permanência do presidente Sarney nesta Casa. Não há ninguém com mais experiência para dirigi-la do que ele: duas vezes presidente desta Casa e presidente do República. Eu já passei por isso, sei como essas coisas são urdidas, fabricadas, sei como essas coisas correm nos subterrâneos dessa imprensa que deseja que o Senado se agache a elas, que acham que podem mandar em Casa democrática, livre e independente como o Senado.”

Iguais, quando se manifestam, ajudam a democracia.

POR FORA DE FUTEBOL

Por fora de futebol “Eu entro em campo para ser feliz.”

Valdivia, craque chileno.

Trave BREVE ENTREVISTA COM A TRAVE

POR FORA DE FUTEBOL – Inicialmente gostaríamos de dizer que é um prazer imenso estar perto de ti e poder tocar em teu corpo inteiro. Travessão-horizontal e duas colunas. Mesmo por fora de futebol, acreditamos que é válida nossa opinião sobre ti: Tu és mais linda de perto e ao vivo do que de longe e televisada.

TRAVE (Sorrindo) – Sinto-me tão lisonjeada como quando da cobrança de um pênalti batido em mim.

PFF – Trave, quando tu sabes que um jogador vai fazer um gol?

T – Quando ele pega a bola e carrega-a dando a entender ao adversário que quer se afastar de mim. Ele parece que não quer chegar ao gol. Aí o adversário cai no truque, ele manda ver.

PFF – Se tu tivesse que escolher um chute forte em ti, que parte tu gostarias que os jogadores acertassem mais?

T – No travessão. Por que no travessão eu fico equilibrada pelas minhas duas colunas e sinto pouco a porrada. Agora, quando é em uma coluna, eu me tremo toda. Parece que vou desabar.

PFF – Mas houve um tempo em que tu desabavas?

T – Certo. Quando eu era de perna-manca e prego. Como me envergonhava quando desabava. Principalmente quando caía de colunas abertas. Muito erótica.

PFF – Qual é o melhor jogo para ti?

T (Sorrindo) – Jogo não, partida. Quando termina do jeito que começou: 0X0, e ninguém conseguiu me acerta um chute. Eu tremo de rir. Por que, vou te contar, passar mais de 90 minutos, não conseguir fazer um gol, e não dá um chute na trave, manos, é muita ruindade. E fico mais feliz ainda quando é um clássico.

PFF – Em uma partida de futebol, tu és a mais privilegiada. Tu és uma espécie de olho de Deus: vê tudo. Vê os jogadores, juiz, bandeirinhas, torcidas, gandulas, a Dendeca, tudo. Tu não pensas em escrever um livro sobre tudo que já viste.

T (Se benzendo) – Deus me livre, e me guarde! Ia ser uma catástrofe. O que já vi de ruindade não quero para ninguém nem em livro. O torcedor já sofre demais.

PFF – Tu gostaria de mudar de cor?

T – Nunca pensei nisto. Não sou racista.

PFF – O que tu achas de um jogador que está a centímetros perto de ti e perde um gol acertando em ti?

T – É muito amor, né? Estou brincando. Mas de qualquer forma é um prazer saber que não se trata de um jogador, mas de um perna de pau. Mas eu gosto de uma roçada de perto.

PFF – Quando tu te sentes sádica?

T – Quando a Dendeca bate em mim e sai.

PFF – E quando ela te bate e entra?

T – Mais ainda, porque o cara fica sofrendo na expectativa que a Dendeca não vai entrar.

PFF – Tem jogadas em que os jogadores ficam muito próximos de ti, tu sentes o cheiro deles?

T – Deus me acuda! Às vezes é insuportável, eu só não corro por que não posso. Principalmente no momento de escanteio. Exala uma catinga de matar urubu. Não sei se é porque é um lance perigoso e os caras ficam nervosos e se afrouxam todos…

PFF – Finalizando. Quem é o verdadeiro craque, o que chuta do meio do campo e faz o gol, ou o que chuta do meio do campo e te acerta?

T – O segundo.

PFF – Por quê?

T – Por que a distância de minhas colunas, uma para a outra, e minha altura, são imensas, comparadas com minha circunferência. Por isto, é mais fácil fazer o gol. Agora, o cara que me acerta é duas vezes um craque. Uma porque quando a Dendeca chega em mim, parece uma mensagem suave pousando um satisfeito beijo de ternura em mim. Duas, porque me acertar de tão longe, em minhas colunas e meu travessão, tendo largura tão pequenas, só pode ser um craque que realmente me ame, porque me vê intensamente.

PFF – E existe alguém que te ame tanto assim?

T – Existe.

PFF – Quem?

T (Como lembrando-se feliz) – Maradona. Certa vez, jogando aqui no Brasil, ele me beijou desta forma.

PFF – Deve ter sido um prazer sublime.

T – Eu gozei!

Trave BRASILEIRAaAaAaaaaÃO   B A B A B A B A A A B B B

LUZINHA” VIROU UMA “FABULUSA

Cara, pá, qual é? Como pode, Camões? Como pode, Fernando Pessoa? Como pode uma esquadra que jogou a melhor partida de todos os tempos de todas as séries A, B, C, D, Z, semana passada contra o Bugre, agora é tão somente um espectro ‘assombragético’, de derreter o queijo. Perdeu sexta-feira para o ABC, se arrastando em campo, em partida que a própria Dendeca teve que depois ser internada em uma UTI por sofrer politraumatismo com tanto chutão. Ontem, em pleno Canindé, diante de sua briosa e fiel torcida – que não livrou sua cara de inoperância, e mandou calorosas vaias – fez uma exibição triste, perdendo para o Juve, que se encontra mau das pernas e cabeça, mas mesmo assim sentiu a brisa que canta e realizou um grande feito: uma dendecada de autoria de Zezinho. Uma criança: Zezinho. Pois é, seu Zé, seu Mané e seu Joaquim.

Estes jogadores desaprenderam a jogar, ou acreditam que o campeonato acabou depois da partida contra o Guarani. Que, por sua vez, também desaprendeu o futebó. Fato que os operários não merecem. Então, fica combinado, o luso Fernando Pessoa vai emprestar seus heterônimos para ver se melhora a esquadra lusa. E assim ela deixar de ser “Fabulusa”: uma triste fábula lusa.

BRAGA PERDE O TINO

O Paraná deixou a acomodada estreiteza de sua margens e se meteu a ser rio para cima do Braga. Em seu processo extensivo de rio, foi derrubando as margens uma atrás da outra. Gabriel e Dedimar. Léo Jaime, para Braga, tentou estreitar, mas foi só tentativa. Diego Marcelo e Fabinho completaram o rio Paraná.

O que o Braga tem que entender é que o futebol também precisa de tino. Sem ele, o Braga jamais será Bragantino. Ora, pois!

COPA SUDAMERICANA

Em seu começo, a Universidade do Chile recebeu o Deportivo Cali, que abriu o placar através de uma cabeçada de Sergio Herrera, a esquerda do guarda meta chileno. Time afoito e bem postado, o Cali parecia que estava jogando em sua terra. Só parecia. Logo os universitários lembraram que estavam em casa, e empataram com Oliveira. Com a partida em equilíbrio, os de casa conseguiram um penal e, pronto, dois contra um. E foi só. Dia 12 tem FluMengão.

,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,Uma bola nunca murcha. Quem murcha é a bola.

O ORGULHO DO GOVERNO, OS SISTEMAS E OS TERRORISMOS DE ESTADO COTIDIANOS

A inteligência do Estado se manifesta como imagem do pensamento. Mas o pensamento só existe quando se transborda a imagem para constituir o Novo. No estado capitalista, onde predominam a lógica do lucro e a semiótica laminadora que corta os fluxos intensivos produtores do novo, não pode haver pensamento.

No capitalismo, os objetos não deixam de carregar seu valor de uso; no entanto, não é este valor que predomina nas relações. Por exemplo, o mercado da arte, onde um quadro vale menos como objeto fruto do trabalho intelectivo/cognitivo/ do artista do que o status ilusório, patologia do existir, que os grandes milionários exibem quando adquirem “um legítimo Fulano de Tal”. O que, para a psicanálise existencial, revela a autosabotagem e malogro da existência, má-fé que se traduz no elogio à impotência: “não sou capaz de criar, mas posso, com meu dinheiro, me apossar da criação do outro, e assim me sentir, ainda que falsamente, superior a ele”.

As ultratecnologias são uma das formas de expressão da “inteligência” do sistema capitalista. Submetidas à mesma lógica/fórmula da subversão do objeto ao valor-vazio (o equivalente universal), estas ultratecnologias são também uma ilustração da impotente inteligência do estado e de seus agentes.

O homem cria o objeto-mercadoria tecnológico para que ele substitua uma função “natural”. Suas próteses: máquinas que substituem e fazem com uma eficácia “inumana” a maior parte das atividades humanas. Sistemas de informação e redes de comunicação. A assepssia do conhecimento. Redes poderosíssimas, e nada a dizer. Sem ruído, sem turbulência, não há inteligência. É um pouco o que sacaram alguns jovens, nascidos na era do CD, que recorrem ao velho LP para ouvir uma batida.

UMA ANEDOTA DA INTELIGÊNCIA DO GOVERNO DO AMAZONAS

O governo do Amazonas, capturado pela ilusão do afeto-orgulho, lança um sistema informatizado para marcação de consultas e exames na rede pública de atendimento. Logo nos primeiros dias, as notícias de que o sistema não funciona geram filas enormes nos pontos tradicionais de marcação de exames, como o PAM da Codajás, zona sul de Manaus.

Orgulhoso de sua inteligência asséptica, que elimina o tempo e o espaço, fazendo com que os exames e consultas necessárias aos pacientes ocorram automaticamente, sem o indesejado fator de incerteza da “falha humana” – como se não fossem humanos os criadores das máquinas, materiais e imateriais, os representantes do governo do estado atribuem o problema a uma fase de adaptação.

No dia 06 de julho deste ano, um leitor intempestivo deste bloguinho foi até uma unidade básica de saúde na zona sul de Manaus, para uma consulta. Realizada a mesma, foi passado pelo médico um exame simples, um raio-X. O leitor/paciente deixou a guia de requisição do exame com o atendente da UBS para que ele marcasse, via sistema, o local e a data do exame.

Na quinta-feira, dia 08, o exame ainda não havia sido marcado. O leitor/paciente retornou ainda à UBS nos dias 10, 13, 15, 20, 23 e 29 de julho, e em nenhuma destas datas obteve resposta para o seu exame. A justificativa era sempre a de que o sistema estava fora do ar, fosse por telefone, pelo computador, e até diretamente, quando a própria diretora da unidade, em ato contrito, levou todas as guias ao DISA-Sul para tentar marcar.

No dia 31, quando esteve pela última vez na UBS, o leitor/paciente soube que o exame tinha sido finalmente marcado, mas para o dia anterior, 30, às 07h da manhã. O sistema não falha…

Sem ruído, é a lógica da assepssia, um violento desequilíbrio na correlação de forças, que gera, como terapêutica, o surgimento dos fenômenos extremos. Assim, por exemplo, as doutrinas de segurança e de vigilância do tempo e espaço para a garantia da segurança absoluta gera o terrorismo. O terrorismo que encontra no próprio estado a sua maior expressão, a hostilidade ao cidadão, que se manifesta no paradoxo: a justiça informatizada que não escapa ao labirinto kafkiano da Lei e da Injustiça, a saúde que cria doença, a educação que embrutece, o entretenimento que embota as consciências, a comunicação que desorienta, o transporte que imobiliza…

São as armadilhas que os governantes insistem em preparar para os seus cidadãos, em um sistema de governo antidemocrático. Enquanto isso, as costas do leitor/paciente só…

PROJOVEM TRABALHADOR AMAZONAS – LISTA DE PRÉ-APROVADOS DISPONÍVEL

O site do Instituto Catarinense de Crédito e Gestão de Recursos, ICG-SC, divulgou ontem que a lista dos pré-aprovados para o Projovem Trabalhador já deve estar no site nas primeiras horas desta quarta-feira. As mudanças no cronograma são as seguintes:

Divulgação da lista de candidatos aptos: 05 de agosto.

Inscrição (para os candidatos aptos): Clique aqui e selecione seu município para ver local e data.

LEMBRANDO…

Cursos oferecidos: Alimentação, Arte e Cultura, Esporte e Lazer, Transporte, Madeira e Móveis, Construção e Reparos, Turismo e Hospitalidade.

Os critérios para ser estudante do Projovem Trabalhador são:

  • Ter entre 18 e 29 anos;

  • Estar desempregado;

  • Ter renda per capita de até um salário-mínimo (some a renda de todos os familiares que trabalham e divida pela quantidade de membros da sua família – o salário-mínimo atual é de R$ 465,00);

Será oferecida também uma bolsa-auxílio para os estudantes, e o objetivo do programa é incluir no mínimo 30% deles no mercado de trabalho ao término do curso.

Clique na imagem para ir ao site e conferir a lista dos pré-aprovados:


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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