Arquivo para 9 de agosto de 2009

PARA FILÓSOFA SIMONE DE BEAUVOIR, O CANDOMBLÉ MANTÉM EM SEUS PRATICANTES “O SENTIMENTO DE SUA DIGNIDADE”

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Em 1960, depois de visitarem Cuba de Fidel e Che, em pleno “furação’ político social na América Central, os filósofos franceses Sartre e Simone de Beauvoir, chegaram ao Brasil convidados por vários amigos, e visitaram alguns estados, entre eles a Bahia, de Jorge Amado e Zélia Gattai, e o Pernambuco de Gilberto Freire.

Entre muitos locais que tiveram oportunidade de conhecer nestes dois estados, conheceram as comunidades candomblezistas. Observando e participando dos rituais, Beauvoir concebeu alguns conceitos sobre esta manifestação de liberdade dos negros. Então, muito envolvida com o que vira, escreveu um texto fazendo inferências políticas/étnicas e afro/cristã.

Com o interesse de contribuir para uma melhor forma de relação e tolerância de práticas religiosas, principalmente quanto às práticas do Candomblé, Umbanda e Macumba, por parte de outros adeptos de crenças diferentes das afro, este Bloguinho Comunalidade Intempestiva publica o entendimento da filósofa francesa sobre esta expressão afro/cristã religiosa.

O fato é que a população da Bahia, 70% negra – foi a região da cana-de-açúcar e da escravidão -, participa de uma intensa vida coletiva. Os ritos africanos nagôs são ali perpetuados, dissimulados por prudência por trás da liturgia católica, até fundir-se com ela, à maneira do vodu haitiano, numa religião sincrética, o candomblé. É um conjunto complexo de crenças e de práticas, que comporta numerosas variantes, uma vez que os candomblés não estão hierarquizados em igreja. (…) Existe um Deus supremo, pai do Céu e da Terra, cercado de espíritos – os orixás – que correspondem a alguns dos nossos santos; Oxalá está próximo de Jesus, Iemanjá da Virgem Maria, Ogum de São Jorge, Xangô de São Jerônimo, Omolu de São Lázaro. Exu, mais semelhante ao antigo Hermes do que do nosso demônio, serve de intermediário travesso entre os homens e os “encantados”. Estes residem na África, mas seu poder se estende até muito longe. Todo indivíduo pertence a um orixá (os sacerdotes revelam seu nome) que o protege se ele lhe faz as oferendas e os sacrifícios exigidos. Certos privilegiados que se submeteram aos ritos bastante longos e complicados da iniciação são chamados de “cavalos” ao seu deus: fazem com que baixe em seus corpos através de cerimônias que são – como para os católicos a descida de Deus na hóstia – o momento culminante do candomblé.

(…) Sartre me falara do frenesi dos vodus; aqui, a disciplina coletiva controlava as manifestações individuais; estas, em algumas, as dançarinas atingiam uma grande violência, mas sem nunca isolá-las de suas companheiras. Durantes uma das festas, uma jovem negra estava terminando o ciclo de sua iniciação. Com a cabeça raspada, vestida de branco, tremia ligeiramente, com o olhar fixo no invisível, ao mesmo tempo presente e distante, como meu pai em sua agonia. No fim, entrou em transe, e partiu e voltou transfigurada por uma alegria misteriosa.

Fiz a pergunta clássica: “Como se explicam esses transes?” Só a mãe-de santo o tem o direito de simulá-los, para facilitar a descida dos orixás: e me pareceu que uma das duas usou realmente desta permissão. Todos os observadores estão de acordo em afirmar que as outras não trapaceiam, e eu não tinha dúvidas disso: tanto para ele quanto para o espectador, sua metamorfose era uma surpresa; elas também não pareciam neuróticas nem drogadas: as velhas, sobretudo, irônicas e alegres, chegavam ao candomblé com todo o seu bom senso cotidiano.

(…) O certo é que esses fatos nada têm de patológico, mas de ordem cultural, os negros; encontramos experiências análogas em todos os lugares onde indivíduos estão divididos entre duas civilizações. Obrigados a se dobrarem ao mundo ocidental, os negros da Bahia, outrora escravos, hoje explorados, sofrem uma opressão que chega a lhes tirar a posse de si mesmos; para se defenderem, não lhes basta conservar seus costumes, suas tradições, suas crenças: eles cultivam as técnicas que os ajudam a se arrancar, através do êxtase, da personagem mentirosa na qual foram aprisionados; no instante em que parecem perder-se e se reencontram, eles são possuídos, sim, mas por sua própria verdade. O candomblé, se não transforma os seres humanos em deuses, ao menos, através da cumplicidade de espíritos imaginários, restitui a humanidade a homens rebaixados à categoria de rebanho. O catolicismo lança os pobres de joelhos diante de Deus e de seus sacerdotes. Pelo candomblé, ao contrário, eles experimentam esta soberania que todo o homem deveria poder reivindicar. Nem todos atingem o êxtase, mesmo entre eles que a iniciação predispõe a isso: mas já basta que alguns o experimentem, para salvá-los todos da abjeção. O momento supremo sua vida individual – quando, de vendedora de bolos ou de lavadora de pratos, ela se transforma em Ogum ou Iemanjá – é também aquele em que a filha-de-santo integra-se mais estreitamente em sua comunidade. Poucas sociedades oferecem a seus membros oportunidades semelhantes; realizar sua ligação com todos, não na banalidade cotidiana, mas através daquilo que se experimenta de mais íntimo e mais precioso. (…) Se os intelectuais progressistas lhe dão tanta atenção, é porque – esperando as mudanças às quais aspiram – ele mantém nos deserdados o sentimento de sua dignidade.”

Segundo as mãe de santo, o filósofo Sartre era de Oxalá, e Beauvoir de Oxum.

!!!!! O MUNDO É GAY !!!!!


A SEXUALIDADE DA CRIANÇA E A SEXUALIDADE NA CRIANÇA

Na parede de um botequim de Madri, um cartaz avisa: Proibido cantar. Na parede do aeroporto do Rio de Janeiro, um aviso informa: É proibido brincar com os carrinhos porta-bagagem. Ou seja: ainda existe gente que canta, ainda existe gente que brinca. (Eduardo Galeano, escritor uruguaio).

Que a sexualidade é uma produção humana, muito mais produto cultural que “biológico”, já discutimos aqui (na realidade, aqui, aqui e aqui).

Mas o que acontece com uma sociedade que transforma a sexualidade e a nudez, ao mesmo tempo, num objeto de consumo e numa fonte de medo e ignorância?

Numa escola pública da zona sul de Manaus, esta semana, um caso ilustrativo: um garoto de 07 anos foi levado a conselho de classe e a mãe orientada a procurar ajuda psicológica para ele, porque numa atividade com música, ouvindo o finado Michael Jackson, ele começou a dançar e tirou a roupa, ficando só de cuecas.

O que haverá de tão pernicioso, perigoso e socialmente rejeitável numa criança de sete anos que dança e que tira a roupa? Que ameaça ao quadro social de uma instituição como a escola um corpo de uma criança de 07 anos pode efetivar?

É que a criança, ainda que carregada e capturada pelos signos da sociedade de consumo, carrega no corpo uma sexualidade singular. Cada corpo é único, e é um equívoco da cultura humana reduzi-lo a uma serialidade. Pode servir à medicina e à outras áreas do conhecimento, mas não traduz o real. Não se “descobre” o sexo; produz-se um saber sobre si, produzem-se encontros, afecções, linhas intensivas, conecta-se o corpo em outros corpos. Quais são suas próteses, que conexões você é capaz de fazer? Afirmação da ética espinoziana: ninguém sabe o que pode um corpo.

Daí o corpo de uma criança, em uma sociedade tomada pela patologia do infantilismo, ser na realidade um anti-corpo: frente à produção social de uma infância domesticada, controlada em seus fluxos criadores, moralizada, bem comportada, com um aparato “científico” de saberes e dizeres que constituem uma positividade sobre o corpo infantil e a infância, da qual xuxas e afins são apenas um signo indicador, um corpo em “descoberta”, na livre expressão dos seus dizeres e fluxos autonômicos (ainda que, neste caso, o elemento seja a música pop de consumo) representa uma ameaça iminente. Para uma sociedade controladora e fóbica, uma carícia pode ser mais perigosa do que mil bombas atômicas.

Mamãe não quer . . . não faça

Papai diz não . . . não fale

Vovó ralhou . . . se cale

Vovô gritou . . . não ande

Placas de rua . . . não corra

Placas no verde . . . não pise

No luminoso : . . não fume

Olha o hospital . . . silêncio

Sinal vermelho . . . não siga

Setas de mão . . . não vire

Vá sempre em frente nem pense

É Contramão”.

(Gonzaguinha, Geraldinos e Arquibaldos).

Daí a necessidade de acionar as ciências psy, na sua vertente policialesca: o psicólogo, o psiquiatra, o psicanalista como agentes de manutenção da moral instituída. Aquele que é acionado quando todos os outros agentes do estado falham, ou “em último caso, chame o psiquiatra ou a polícia”. Até que o enredamento dos saberes sobre o sexo e a sexualidade que carregam estas ciências psy-policiais transformem o pequeno dançarino em um corpo donde não salte sequer um átomo, nem mesmo um elétron de criatividade, de alegria. Um homem sério. Que, por sua vez, capturado pela patologia do infantilismo, perseguirá as crianças da próxima geração. Todo psy-policial foi antes uma vítima do psy-policialismo.

Uma boa indicação kinemo-fílmica sobre os fluxos e a força da psy-psiquiatria é Equus, cinema de Sidney Lumet, de 1977, roteirização da peça teatral do inglês Peter Shaffer, feita pelo próprio. No elenco, Richard Burton, Peter Firth, Colin Blakely, Kate Reid, entre outros.

Daí a luta entre a sexualidade na criança e a sexualidade da criança. Uma produção autônoma, autopoiética, que produz um corpo sadio e suas conexões com outros corpos, outras composições, outros mundos, modos de existir, ética. Versus uma produção coletiva, de uma sociedade patologizada pelas relações de consumo que laminam o valor como produção social, reduzindo-o ao equivalente universal (o capital, o Significante Despótico), e que procuram inscrever nos corpos uma sexualidade positiva, extemporânea, exógena e patológica. Seja ele homo, hétero, bi, trans…

O medo de uma criança sem calças dentro de uma escola é o mesmo que alimenta a homofobia. Ou, como dizia a louca do Michel Foucault:

O comportamento sexual não é, como muito se costuma supor, a superposição, por um lado de desejos oriundos de instintos naturais e, por outro, de leis permissivas e restritivas que ditam o que se deve e o que não se deve fazer. O comportamento sexual é mais que isso. É também a consciência do que se faz, a maneira que se vê a experiência, o valor que se a atribui. É esta idéia de que os homossexuais possam criar relações que não possamos ainda prever, que muitas pessoas não podem suportar. E é possível que mudanças afetem, em maiores proporções, as rotinas estabelecidas, na medida em que os homossexuais aprendam a exprimir seus sentimentos em relação uns aos outros das maneiras mais variáveis e criarem estilos de vida que não se assemelhem aos modelos institucionais.” (Daqui).

Muáh!!! pra vocês! Se joguem nas news!

Φ LIMOEIRO DO NORTE, NO CEARÁ, APROVA DUAS LEIS PRÓ-LGBT.Eu fui pra Limoeiro / E gostei do forró de lá”. E não foi só do forró, não! Foi do engajamento da comunidade LGBT da cidade do interior do Ceará, de 60 mil habitantes. Na câmara municipal de lá, foi votado e aprovado o Dia da Consciência Homossexual, a ser comemorado no primeiro sábado de julho. Além de comemorar um dia para discutir os temas LGBT, a lei 013/2007 foi aprovada a sancionada. O que ela prevê? Punição a quem discriminar com base na orientação sexual. Ai, Manô velha de guerra, que não aprende a se mobilizar… Na terra dos cabras macho, onde a homofobia e o hominismo ainda são presentes no cotidiano, essa conquista mostra que é possível desejar o impossível. Se lá, porque não cá? Eu vou é pra Limoeiro curtir um forró, Boneca! Sentiu a brisa, Neném?

Φ BIBLIOTECA INGLESA CENSURA E DEPOIS LIBERA PUBLICAÇÃO LGBT. A Biblioteca Pública de Liverpool, terra dos Beatles, desculpou-se publicamente com o escritor John Harris, famoso ambientalista, por ter tirado de suas prateleiras a revista Gay Times. A justificativa da direção da entidade era a de que um outro frequentador ficou ofendido com as capas da revista (hmmm, sei, sei…, ofendido…). Harris foi taxativo: “daqui a pouco vão banir os livros de Oscar Wilde”. Um soco intelectivo na ignorância, baby! A biblioteca reconheceu o leseirol e colocou de volta a revista para apreciação pública. ! Sentiu a brisa, Neném?

Φ ROB HALFORD É O ROCK N ROLL INTELIGENTE E ENGAJADO. Quando o tema ainda era tabu na comunidade heavy metal do mundo, ele foi e se assumiu gay. Rob Halford, machão, cercado de motocicletas poderosas, couro preto, chicotes e outros ícones do hominismo, declarou-se gay. E os amigos da banda, que sempre souberam, não se espantaram. E nem a banda, Judas Priest, perdeu fãs. Halford, esta semana, em uma entrevista, afirmou que o casamento gay “é um contrato feito entre duas pessoas que se amam e se respeitam e querem demonstrar publicamente o que sentem uma pela outra”. Para Halford, a discussão sobre casamento nem deveria passar pela esfera do religioso, já que o casamento nada tem a ver com isso. Um exemplo do rock engajado e que bate-cabeça, mas não é cabeça oca! Sentiu a brisa, Neném?

E não se perca na balada, querida! Para entender o que as bees estão falando, confere aí embaixo as principais gírias do mundo LGBT! Aloka! Hihihi…

VOCABULÁRIO LGBT

– LETRA “A” –

A Bete Faria: modo de se referir a um homem que cobiça

Abafar: pode ser usado de duas formas: como sinônimo de arrasar (ex.: cheguei linda e abafando) ou para encerrar um assunto indesejado (ex.: abafa o caso)

Abalar: arrasar, fazer algo direito (abalou)

Abilolado: abestalhado, lesado, louco do bem

Agasalhar: ato de envolver um pênis com o ânus ou boca

Ai meu edi: expressão que significa “ai que saco”!

Afofi: cheiro ruim

Ajeum: comida ou despacho

Alibã – policial; polícia; o carro patrulha

Agaraneime: dentes podres

Aleijo: problema

Alice: bicha tola

Almôndega: aglomeração de homens que se juntam para um esfrega-esfrega básico. Começou no começo dos anos 90 nos clubes de SP, mas as barbies ainda fazem.

Alôca: finaliza frases que pretendem ser bem humoradas. Ex: Você não é feia, é exótica, alôca!

Amapô: mulher

Apatá: sapato; calçado.

Apodrecer: falar mal alguém.

Aqüendar: palavra multiuso, dependendo da sua utilização. Ex: Aquendar um sanduíche (comer), aquendar um bofe (trepar), aquendar a conversa (escutar ou participar)

Aqué: dinheiro (10 aqueres+10 reais).

Armário: enrustido, Sair do armário: se assumir

Arrasar: fazer algo bem-feito; Arrasa: vai lá, se joga

Arrombada(o): aquela ou aquele que já fez muito sexo anal

Atacada: louca, nervosa

Atender: fazer sexo com

Ativo: O que penetra (gays)/a que toma iniciativa (lésbicas)

Avoa: quando alguém chato ou inconveniente se aproxima e você diz: avoa bicha!

.

Beijucas, até a próxima, e lembrem-se, menin@s:

FAÇA O MUNDO GAY!


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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