Arquivo para 12 de agosto de 2009

A GLOBO E A FOLHA NÃO SÃO CONTRA A UNIVERSAL, MAS CONTRA A RECORD

O Ministério Público de São Paulo moveu Ação Criminal contra o proprietário da “Igreja Universal do Reino de Deus”, Edir Macedo, e mais nove membros desta igreja. A acusação da Justiça contra Edir Macedo é de formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. Dinheiro este resultado do pagamento dos dízimos feito pelos fiéis, além de outras doações.

Desta forma, em sua competência jurídica, o Ministério Público agiu de acordo com as leis constitucionais para mover a Ação Criminal. Não há o que se contestar quanto ao seu ato jurídico. Mas há o que se observar, analisar e expressar o desdobramento dos rastros deste fato jurídico além de sua orientação constitucional. No caso, o aproveitamento que as mídias, mormente a Rede Globo e o jornal Folha de São Paulo, que embora tenham exacerbado enfaticamente na divulgação da ação do Ministério Público, todavia, seus interesses são outros. Pois as duas não estão contra a Igreja Universal, elas estão contra a Rede Record.

Que a Universal seja igreja ou não, isto não importa para elas. Como não lhes importam as outras igrejas com seus dízimos e doações irracionais. O que importa é a transladação dos corpus sedutores da religião, com seus elementos hipnóticos, para os corpus inebriantes da TV Record. Territórios anestésicos análogos. O que a coloca como competidora no mercado da alienação televisa, ameaçando as duas empresas midiáticas. A Folha no território jornalístico das notícias, e a Globo, neste mesmo território, mas também na chamada grade de entretenimento. É uma peleja imperial para conquistar o Reino Midiático. Onde as duas vêm sofrendo profundos abalos.

MARX: O ÓPIO ALÉM DA IGREJA

Neste entendimento, nos provém a crítica da religião desenvolvida por Marx, onde ele afirma que “ela é o ópio do povo”, mas não acaba, politicamente, nas estruturas alienantes da igreja como território sobrenatural de fé, crença, imortalidade e salvação. Ela toca, também, nos modos de produção de ilusões, ou desejos, realizados pelos aparelhos fantasiosos do capitalismo, que tendem a anestesiar os sentidos e a razão do homem. No que a TV Globo e a Folha são verdadeiras deusas produtoras deste “vale de lágrimas”, drogatizador/consumista, com a intenção da permanência deste “mundo sem coração” habitado pelo “homem desiludido”. Para que permaneça como fonte de renda “o espírito de uma época sem espírito”. O mercado da aparência/fantasmagórica do mundo da comunicação psicótica. Elas se querem religiões para se sacramentarem como igrejas dominantes das comunicações.

O REINO DOS FINS CAPITALISTA

Estruturadas no “vazio de si próprias”, elas pretendem governar o reino do homem perdido. A ordem psicodélica do telespectador-leitor, que alucina vendo e ouvindo objetos vazios, e delirando sob a fantasia de um “pensar” vazio como réplica destes objetos inexistentes. A programação da Globo e os textos conspiradores da Folha, substratos do capitalismo de mercado antropofagicamente insaciável.

Nesta ordem, são realizadas as aspirações teológica (Deus-Mídia) e teleológica (Fim-Midiático) do reino das relações sistemáticas dos entes-midiáticos ligados pela mesma lei comum. Este o reino a que a Globo e a Folha não querem permitir a entrada da Rede Record. Por este corpo capitalista/consumista, elas investem pesado com ataques teo-moralistas contra a Igreja Universal para tocar diretamente na Rede Record, e, quem sabe, de quebra, raspar em Lula, que segundo dizem, a Universal tem certa admiração.

E, nesta “peleja do Diabo com o dono do Céu” (Zé Ramalho), mostram, com ênfase, que a Record é obra de dinheiro suspeito. Esquecendo que grande parte da sociedade sabe que a Globo foi estabelecida com o capital norte-americano, além dela e a Folha terem recebido bons préstimos por parte da ditadura militar com suas notas “divinas”: a força repressora.

Elas não enganam. Sabe-se. A moral é esta: God is Money!

MPE-AM:DOAÇÕES IRREGULARES NAS ELEIÇÕES DE 2006

O Ministério Público Eleitoral do Amazonas enviou ao Tribunal Regional Eleitora do Amazonas 114 representações contra pessoas físicas consideradas isentas do Imposto de Renda, mas que fizeram doações acima do limite a candidatos que disputaram as eleições de 2006.

A fraude foi descoberta pelo cruzamento feito pela Receita Federal com as informações ficais destas pessoas com o valor de seus rendimentos. A lista contendo os nomes de doadores, o MPE-AM recebeu da Justiça Eleitoral, a qual a Refeita Federal enviou ao Tribunal Superior Eleitoral.

Segundo a Lei Eleitoral n° 9.504/97, artigo 23, as pessoas físicas só podem doar 10% de seu rendimento bruto. Enquanto pessoas jurídicas 2% do rendimento bruto de acordo com o artigo 18 da Lei Eleitoral.

A multa para estes doadores vai de cinco a dez vezes o quanto foi dado em excesso.

SEM PROJETOS PARA O PRESENTE, LEGISLATIVO HOMENAGEIA O PASSADO

Em sua competência Constitucional de Poder Democrático, o Poder Legislativo avalia as condições de uma Cidade e um Estado para poder criar, elaborar e legislar projetos direcionados aos objetivos por ele avaliados, cuja meta democrática é a satisfação e manutenção do Bem Comum, que só pode tornar-se concreto por força do influxo das políticas públicas oriundas destes projetos políticos-sociais.

Daí que uma Cidade e um Estado, em sua complexidade administrativa, é resultante, também, destas práxis legislativas, que na falta desta competência Constitucional torna-se visível ao olhar do cidadão a sua impotência revelada pelo enfraquecimento dos quadros materiais e imateriais de suas instâncias sociais.

Em uma breve, mas atenciosa observação sobre Manaus e o Amazonas, a sociedade destes rincões, facilmente percebe-se a ausência do Poder Legislativo nos territórios sociais que são de sua competência. Desta forma, é nítida a situação sofrível em que se encontram os setores da educação, saúde, segurança, entretenimento, transportes, habitação, etc, resultante da ausência de um presente legislativo.

Por tal, enfraquecido em suas atribuições políticas atuais, este Poder, para se iludir que é eficaz, usa grande parte de seu tempo funcional a se dedicar a sessões intermináveis de distribuições de medalhas de honra, votos de louvor, e títulos a personagens por suas atuações passadas. Entre elas, aquelas que já morreram. Verdadeiro rito macabro fantasioso, como se a razão suficiente tivesse sucumbido e tivesse permanecido, neste Poder, apenas a imaginação-nostálgica do que passou. Muitas vezes quadros ineptos desnecessários para ser agregado ao corpo-memorial da Cidade e do Estado. Revelando com mais vigor a impotência criativa e intelectiva dos parlamentares, autores e interpretes desta dança macabra de distribuição de medalhas e votos de louvor a desativadas personagens. Enquanto o presente, capturado nesta louvação inerte, projetos para uma sociedade viva não são legislados.

A VELOCIDADE DA INFORMAÇÃO DA IMAGEM FOLHA DE SÃO PAULO

Alguns chamam estes tempos pós-televisão, tempos de internet, de Era da Informação. O filósofo/urbanista Paul Virilio diz que mais certo seria chamar de Era da Velocidade. Ou seja, mais do que o conteúdo/sentido real/verdadeiro da informação, interessa mais o imediatismo da informação e a velocidade de sua difusão.

Assim, em tempos de sintetismos pós-modernos, como diria o subterfúgio/falso-amante, “uma imagem vale mais que mil palavras”. Mas há também casos em que as imagens valem tanto quanto as palavras, numa junção marketeológica capaz de vender mísseis para anti-sionistas, assim como, talvez mais ainda, pedras para o exército israelense. É o caso da imagem e das palavras apresentadas ontem no jornal(?) Folha de São Paulo: enquanto a manchete dizia “UNIVERSAL É ACUSADA DE LAVAR DINHEIRO”, a imagem mostrava, entre risos e abraços, Lula, Rafael Correa e Michele Bachelet durante a 3ª Cúpula da UnaSul.

Mas sob as pedras rústicas estão os armamentos químicos sofisticados. É caso semelhante, embora sem nenhuma sofisticação, da Folha, que, sem criatividade, inteligência e humor, tenta valer-se de uma falseação fascista, mas não consegue, pois quase ninguém, a não ser da classe média reacionária. Quem ainda lê a Folha? Há quem paute seu noticiário nacional neste embuste jornalístico?

Como este bloguinho está certo de estar reproduzindo uma amenidade, não nos prolongaremos, deixamos apenas a imagem que demonstra a velocidade da Folha de São Paulo em veicular as fundamentais informações sintetizadas em sua imagem…

Folha Imagem

A FALSA OPOSIÇÃO ENTRE OS JORNAIS DO AMAZONAS E A IRONIA DO LEITOR

A maior evidência de que um sistema está em decadência iminente é quando seus próprios operadores desconhecem ou não conseguem compreender a mudança de códigos e de fórmula na constitutividade dele.

Em Manaus, o tradicional jornal A Crítica, que carregou durante décadas o mote de jornal de maior circulação no Amazonas, agora perde seu status de o mais lido e o mais vendido para um concorrente, que é apresentado em formato tablóide, e em redação alcunhada mais ‘popularesca’, que na realidade se aproveita dos clichês linguísticos da mídia deprimido-humorística, dos signos estereotipados da discriminação e da redução epistemológica. Prova disso é a constante referência que se faz ao preconceito xenofóbico contra os paraenses, sutentado pela mídia e pela parte mais reacionária da classe política amazonense. É bom ainda lembrar que a cidade de Manaus é fértil em surgimento e desaparecimento de publicações de ocasião, voltadas diretamente para a propaganda partidária e/ou eleitoral.

Imagine-se os editores e especialistas em jornalismo de mercado do referido e tradicional veículo se debruçando em mil pesquisas de opinião e tendência, buscando entender o “mercado” a fim de recuperar a fatia perdida para o concorrente. Nem desconfiam, no entanto, que ambos são iguais.

O DESAPARECIMENTO DO FATUAL E A IRRUPÇÃO DO FATAL

A chamada indústria do entretenimento e comunicação de massas, aparato teletecnológico que envolve as mídias e a forma como estas são controladas e geridas no sistema capitalista produziu o fenômeno da transparência da comunicação. A informação superlativa, superfaturada, superestimada, onisciente, onipresente, onipotente. A positividade absoluta traz a informação não mais como produto imaterial que componha com o leitor/telespectador a possibilidade de produção de saberes e dizeres sobre os acontecimentos. Não mais uma versão, mas a versão. A pasteurização da notícia faz com que ela seja mais importante que o fato, e que seja produzida sem os elementos sígnicos necessários à comutação com o receptor. Sem isso, transforma-se em verdade vazia, despida da sua conexão com o real. Antes disso, produz um “real”.

Fato é que o jornalismo político, por exemplo, tem verificado que seus repórteres, de diversos veículos de comunicação, concorrentes ou não, após uma entrevista ou tomada de depoimento, reúnem-se para “trocar informações”: na verdade, constróem em conjunto uma única “versão” para o fato, que será noticiada em todos os veículos de forma igual, temendo perder algum detalhe que lhe faça perder o emprego.

Como efeito reverso desta positividade absoluta, avalanche de notícias, cobertura total e totalitária dos acontecimentos do mundo, vem o princípio da incerteza: com tanta informação, já não se compreende o que realmente está a acontecer. Resta, diante do esgotamento dos recursos imagéticos pela saturação dos signos, que leva à positividade absoluta, o recurso da ironia.

O leitor/telespectador, tomado como passivo de manipulação pela mass media se rebela, como “maioria silenciosa” (Baudrillard), se manifesta de maneira irônica. Através das estatísticas, quimeras da pós-modernidade, o espectador mostra o que especta e o que espera das mídias: absolutamente nada.

No Brasil, em 2002 e 2006, as massas silenciosas, a despeito da maçiça campanha midiática contrária à eleição e reeleição de Lula, mostraram à mídia venal que seu poder de manipulação é esvaziado. Os 61% ainda reverberam na consciência social e na “opinião pública”, que nada mais é do que a opinião financeira dos conglomerados midiáticos. O leitor/espectador aceita passivamente, e até se interessa pelo supérfluo (os reality shows, as fofocas, as novelas, cinema pipocacola, animadores de auditório), mas está longe de ser manipulado. Ao contrário, é quem dá as cartas, num anti-jogo que a própria mídia começou, mas que se perdeu no caminho.

O leitor/espectador é a medusa da mídia: seu olhar petrifica e mata. Ele carrega o sentido do fatal para essa mídia, devolvendo-lhe o seu caráter inerentemente supérfluo enquanto estrutura de poder. A queda constante no índice de vendas de jornais – que de resto nada têm a ver com o índice de leitura e de efetividade social enquanto serviço público de informação – é uma prova disso. Recentemente, uma pesquisa – ironia! O recurso da mídia tradicional: a estatística – mostrou que leitores estão dispostos a pagar mais caro por jornais que enfatizem menos as notícias esvaziadas e mais as opiniões ou análises que carreguem mais detalhes e permitam ao leitor produzir seus próprios dizeres e saberes sobre os acontecimentos.

Daí ser igualmente supérfluo que um jornal tradicionalmente “de mãos dadas… com quem mesmo?”, acreditar-se superado por um igual. Não houve superação. Ambos foram engolidos pela mesma força irônica das massas: são supérfluos.

A reação dos leitores, optando por um jornalismo menos “sério” e “informativo” é menos uma ação-efeito do embrutecimento do leitor que uma reação a um jornalismo tradicional… tradicionalmente comprometido com interesses nada democráticos ou republicanos, que esteve e está à serviço de outros interesses que não os da informação e da composição afetiva-ativa com a inteligência do seu leitor. Em Manaus, no Brasil e no mundo.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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