Arquivo para 30 de agosto de 2009

!!!!! O MUNDO É GAY !!!!!

O RISO E O RISÍVEL NO HUMOR CINE-TELEVISIVO

Uma pergunta incômoda e por isso mesmo não formulada pela chamada inteligência artística brasileira é: por que o humor que é produzido no Brasil não incomoda as autoridades?

Pode-se falar em incômodo num plano da intimidade, quando “humoristas” da lavra de pânico e CQC expõe alguém à dizeres da escatologia ou dos resíduos moralizados do corpo. Mas isso não é incômodo. Hitler por exemplo, odiava os humoristas alemãos, porque faziam o povo rir. E não há nada pior para uma tirania do que um povo que ri.

Na peça teatral “A Exceção e a Regra”, do alemão Bertolt Brecht, o cruel comerciante se incomoda com o riso e o canto do carregador. É que o explorador não deseja apenas se alimentar da força de trabalho do explorado. Ele quer aniquilar todas as suas formas de produção e expressão.

Por que se ri do homossexual afetado que, via de regra, surge nos programas humorísticos? Por que se chegou a um ponto em que o humor árido e esvaziado de um Sacha Baron Cohen e seu Bruno é considerado um humor revolucionário?

Podemos destacar aqui, sem muito aprofundamento teórico, duas características do riso e dois usos que dele se pode fazer. Os especialistas rirão, mas entenderão o que queremos dizer.

O riso, segundo o filósofo francês Henri Bergson, é uma reação social – portanto, humana – ao automatismo, à repetição autômata, quando a plasticidade exigida pela Vida para que o homem à ela se adapte é rompida. A fala desmesurada e initerrupta, o andar “robotizado”, a insistência em realizar a mesma tarefa da mesma forma não obstante encontrar sempre o fracasso. É só lembrar Buster Keaton e Chaplin.

O riso carrega uma potência desestabilizadora da serialidade. Embora se ria do automatismo, o riso provoca um estado de excitação que elimina a letargia. É um pouco aquilo que Reich via no orgasmo: uma força que rompe o serialismo e nos leva a outros territórios. Quando gratuito, o riso é risível. Quando o objeto do riso é algo que está ali gratuitamente, quando se faz uso apenas do estereótipo (a serialidade/seriedade) para reafirmá-la como realidade, então o riso é reacionário. O riso histérico que eclode de uma situação em que o próprio sujeito do riso está preso na teia da serialidade. Ri-se porque não se tem outro remédio, mas o riso não é remédio nestes casos. É sintoma da doença.

Daí a patologia do humor gratuito e esvaziado. Querem um exemplo? Liguem a televisão e não verá um só humorista que carregue conteúdo. Mas o riso é tão revolucionário, que mesmo inadvertidamente, os pseudo-humoristas da televisão, conseguem fazer vibrar. Embora não passe nada, nada transborde ou decline dali. Vide o episódio da frase racista de um membro do CQC, que causou furor nas hostes do politicamente correto, sem que as próprias raízes da discriminação racial e dos mecanismos de segregação e rejeição social do negro, evidenciadas na frase, fossem questionados.

Assim, o humor deprimido da televisão não interessa ao movimento LGBT, que não obstante, tem no humor uma força do seu lado, assim como do lado de todas as chamadas minorias (e minoria tem lado, boneca?). Fazer humor, modificar o estado de coisas, não é para quem lida apenas com o automatismo, mas quem faz dele uma forma de desestabilizar o status quo. E isso incomoda. É como afirma o humorista lusitano Raul Solnado: “o ator cômico é um interventor no plano social, político, e até na vida das pessoas que critica, por isso não pode ter a unanimidade universal. O Chaplin tinha imensos inimigos e esses declaravam-se a cada passo. Os meus inimigos não se declaram, mas sei que os tenho”.

Daí que um riso que não carregue elementos necessários a uma modificação no entendimento do objeto do riso, não é humor. De nada adianta rir das piadas do Jô Soares, porque nelas só se veicula a bílis reacionária da classe média e a xenofobia àquilo que não faz parte da zona de conforto do pensamento senso-comum. Ao contrário, é quando rimos de algo, no entendimento de que este algo é absurdamente existente – e que por isso mesmo é necessário mudar – é que esse riso é humorístico. Escapou e construiu outros mundos possíveis, e neste que é objeto de riso já não é possível estar. Como Brecht, Kafka, Saramago, Dante, Chaplin, o clown shakespeariano, dentre tantos.

Só quando, ao rir, se perceba o absurdo de discriminar alguém pela sexualidade, é que finalmente se poderá falar em humor homoerótico.

Muáh!!! pra vocês! Se joguem nas news!

Φ ILGA PROMOVE CAMPANHA CONTRA PSIQUIATRIZAÇÃO DO TRANS. A ILGA (Associação Internacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais) iniciou uma campanha que tem como objetivo aprochegar-se à Associação Americana de Psiquiatria (como pode ser uma associação americana se ela pertence somente aos EUA?) e retirar do seu manual a transexualidade como doença. O que, maninha? Os psiquiatras estadunidenses ainda consideram um desvio do comportamento a transexualidade. Bem, se fosse considerado um desvio no sentido de convidar a um jogo onde os signos são descarregados da sua força coercitiva (a verdade) em proveito de um afecto e outros caminhos a percorrer existencialmente, estava valendo. Mas a psiquiatria, em muitas de suas vertentes, ainda insiste em ser o braço da Lei da imagem do pensamento do Estado. A nova versão do DSM deles sai em 2012, e espera-se que o transexualismo seja extinto em nome de um outro modo de existir: a transexualidade. E agora, polícia do pensamento? Sentiu a brisa, Neném?

Φ AVON DISCRIMINA NA COLÔMBIA SE FOSSE SÓ LÁ… A ONG Toque Lésbico, da Colômbia, participou da marcha mundial contra o câncer de mama, promovida pela empresa de cosméticos Avon, e teve que lidar com outro tipo de metástase: a da inteligência. É que a Avon, empresa que discrimina todos os dias nas suas propagandas, pelo mundo inteiro, a velhice, disseminando a geriofobia, sem entender que a velhice é um outro modo de sentir o mundo e a existência, e que, quando linha intensiva que vibra uma biografia ativa, é a expressão do Belo no ser humano, também resolveu discriminar a diversidade. Ao entrar em contato com a empresa, a ONG foi orientada a participar, mas sem nenhum tipo de alusão audiovisual à diversidade, e sequer sem levar um cartaz com o nome da ONG, por ser muito explícito. Daí restou às companheiras do Toque Lésbico dar o toque na passarela da xenofóbica empresa: foram pra rua, levaram seus tambores e um slogan: “O Câncer de Mama não discrimina. E a Avon?”. Sucesso total, vitória do humor sobre a carrancuda seriedade/serialidade empresarial. Queriam o quê, de uma empresa que lucra sobre a estupidez do ideário capitalista do consumo e da fetichização do corpo? Sempre jovem, a Avon é incapaz de perceber o mundo com outros olhos que não os da voracidade aniquiladora da inteligência. Tem dúvida? Fale com a sua consultora. Sentiu a brisa, Neném?

Φ SANTA CATARINA É QUARTO ESTADO A RECONHECER NOME SOCIAL NAS ESCOLAS. Gente, que alegria! Depois do pioneiro Pará (para desespero e mágoa dos ressentidos amazonenses xenofóbicos), Mato Grosso e Goiás, é a vez do conselho estadual de educação de Santa Catarina expedir parecer favorável ao uso do nome social para trans na documentação do sistema público e particular de ensino. Faltam ainda trâmites burocráticos para que a medida entre em vigor, mas agora é questão de tempo. Enquanto isso, a ABGLT continua animando os movimentos estaduais a pressionarem seus governos a adotarem a medida. Em 12 deles, incluindo o atrasado Amazonas, a discussão está rolando. Em outros, a luta está apenas começando, mas a sacar pela onda, deve molhar todo o país. Daí, será um duro golpe na discriminação, ainda que a longo prazo. Sentiu a brisa, Neném?

Φ TREINADOR DA SELEÇÃO ITALIANA NÃO QUER GAYS EM SEU TIME. A Itália tem sido, nos ultimos anos, uma espécie de vitrine social para o futebol. Não porque tenha sido campeã mundial, ou porque tenha revelado craques. Longe disso, é no futebol italiano que tem emergido mais caracaturalmente as contradições da sociedade de consumo que se corporificam no futebol. Principalmente a estupidez, a xenofobia em todas as suas vertentes, e a discriminação. Depois de uma onda de denúncias de resultados arranjados, que levou a Juventus à segunda divisão, à onda de violência entre torcidas, que brigam entre si, brigam contra os vizinhos (Norte rico X Sul pobre), brigam contra os negros, contra as mulheres, contra os LGBT, também no quesito homofobia eles têm mostrado que são craques. Já apareceu por lá garoto de programa que afirmou fazer sexo cotidianamente com grandes jogadores do certame, incluindo selecionáveis e campeões do mundo. Já apareceu dirigente afirmando que não existem gays no futebol. Agora, o treinador da Squadra Azurra, Marcelo Lippi, disse que seria impossível que um jogador da seleção tivesse um relacionamento público homoerótico. Lipp foi até lúcido: afirmou não ser uma questão de cultura, mas de mercado. Os torcedores não gostariam de torcer para um jogador que tivesse um marido ou namorado. No entanto, ele não compreendeu que sua declaração reafirma como verdade tudo o que tem corroído o futebol italiano, e o tem tirado do topo dos certames nacionais europeus de ponta. Nada de potência desestabilizadora do enunciado predominante, nada da potência filosofante de um Dante, de toda uma filosofia, literatura, arte, que encontraram em uma Itália há muito desaparecida, o solo necessário para florescer. E o mais irônico é que enquanto Lippi dizia isso, quantos jogadores na Itália e no mundo inteiro se compraziam nos braços de amados e amantes, no calor consolador do amor que não pode dizer seu nome? Sentiu a brisa, Neném?

Φ PROJETO QUE REGULARIZA UNIÕES ESTÁVEIS EXCLUI RELAÇÕES HOMOERÓTICAS. Mais uma evidência de que a Câmara Federal é muito mais perniciosa e daninha à sociedade brasileira do que sonham os vãos detratores de José Sarney. A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou nesta quarta-feira última uma nova versão do projeto de lei que regulamenta a União Estável. A questão é que, por iniciativa do deputado José Linhares (PP/CE), as uniões homoeróticas foram excluídas do texto final. Linhares é padre e deputado (mas a igreja não condena a politização de seus membros? Não foi por isso que o bispo Fernando Lugo, do Paraguai, foi expulso da Santa Sé? Ou será que foi porque ele era de esquerda?) e diz-se não contrário às uniões civis homoeróticas, apenas quer que elas continuem sendo consideradas ilegais. Bom que é, né! Linhares confunde alhos com bugalhos, como diriam os gajos de Portugal. Acredita na família adônica, e quer fazer crer que o discurso teológico compõe com o científico e com o do Direito. Se o Estado é laico, a qualquer deputado que sabe somar dois mais dois, fica claro que os interesses do deputado são um atentado a um dos pilares do Direito moderno. E a modificação não deve passar. Mas em se tratando da câmara que temos, nem espere uma só sinapse, um só lampejo de inteligência: esta câmara contradiz Deleuze. Não há buraquinho por onde passe a inteligência. Vamos nos mobilizar, a inteligência, neste caso, somos nós. Sentiu a brisa, Neném?

Φ MINISTÉRIO DA SAÚDE COMBATE AIDS USANDO MÍDIAS ELETRÔNICAS. Nas últimas eleições brasileiras, bem antes dos EUA descobrirem a internet na eleição de Obama, já se percebia a importância da rede como território de combate à rigidez das mídias tradicionais. Lula venceu, apesar da maçiça campanha contrária em cadeia de rádio e tevê, Jornal Nacional, Band, Record, SBT, Folha, Estadão, Veja, etc. O governo federal tem mostrado que em matéria de mobilização midiática, compreende melhor que a alcunhada oposição que os saberes não tem fonte, e que devem circular nos meios, fazer comum-unidade pelo país afora. Por isso, distribuiu a verba publicitária, tirando a concentração econômica que antes existia em meia-dúzia de jornalões para colocar a propaganda em zil jornais menores e mídias alternativas. Agora, o ministério da saúde embarcou nessa. Tomou o insosso Orkut e o Facebook, duas possibilidades teletecnológicas de ação que são tradicionalmente usadas para o banal e o efêmero, para disseminar o combate ao vírus HIV e o uso do preservativo. Na comunidade “Atitude Contra a AIDS” (aqui, no orkut; aqui, no facebook), discutem-se temas relativos à prevenção, e o pessoal do ministério dá dicas confiáveis. Nada de amadorismo aqui. As comunidades são resultado de uma pesquisa que mostrou que pelo menos um em cada dez jovens já transou com alguém que conheceu na internet. Idéia Mara! O negócio agora é disseminar… A comunidade, meu bem. Disseminando a comunidade, você ajuda a não disseminar o vírus. É batalha virótica nos planos virtuais! Mande bronca, Matilda! Sentiu a brisa, Neném?

E não se perca na balada, querida! Para entender o que as bees estão falando, confere aí embaixo as principais gírias do mundo LGBT! Aloka! Hihihi…

VOCABULÁRIO LGBT

– LETRA “D” –

Dadeira: gay que adora ser passivo e pratica muuuuito

Dar a elza: roubar.

Dar close: ficar poucos minutos em algum lugar. Dar pinta

Dar o truque: enganar

Dar pinta: mostrar afetação

Débora Kerr: o mesmo que Betty Faria.

Desencanado: mais que simpatizante, não está nem aí

Desaquendar: desapegar, desembaçar

Descolado: que não é tímido, expansivo e integrado a algum círculo.

Derreter: quando alguém se colocou muito e fica em algum canto esperando a bebedeira passar

Dildo: Vibrador ou outro objeto utilizado para estimular o ânus ou vagina

Do além: pessoa, fato ou lugar estranho, chato, incompreensível

Do bem: pessoa, fato lugar legal, amigo (antônimo: do mal)

Drag Queen: homem que se veste com roupas geralmente associadas ao sexo feminino mas sem esconder que é homem, também associado a maior espalhafato. No original inglês, drag queen é utilizado como o mesmo significado de Travesti (homens que parecem mulheres)

Drag King: versão feminina de Drag Queen, i.e. mulher que se veste de homem

Drama: situação trágica ou tragicômica. Própria das dramáticas.

Fazer drama: exagerar no sentimentalismo ao contar/interpretar um fato; dramatizar

Dramática: para Johny Luxo, o mundo se divide em dramáticos e exóticos. Também utilizado como expressão tanto de contentamento como de espanto, alegria, satisfação e tristeza. Pode ser usado como elogio para alguém.

Dun-dun: negro ou muito bronzeado

Dyke: o inglês lésbica.

Dzarm: versão light de cafona.

.

Beijucas, até a próxima, e lembrem-se, menin@s:

FAÇA O MUNDO GAY!


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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