Arquivo para 27 de setembro de 2009

CONVERSANDO COM A NOITE

Fogueira de Dona Mariana 22 por você.

Não somos críticos de literatura para observar aspectos mortos da linguagem cifrada e constituída em artimanhas estilísticas. O que nos interessa é a vida passando através das linhas e entrelinhas de um conto, um romance, um poema.

É nesse sentido que estaremos publicando a partir daqui uma novela (nouvelle) do jovem manauara Alberto de Alencar chamada Conversando com a noite, que ele compilou em uma brochura e distribuiu no ano de 2007.

Candomblecista em culto e estudo, conhecemos Alberto, conhecido por Júnior, no terreiro de Mãe Valkíria, onde, inclusive, colocamos aqui neste bloguinho intempestivo sua saída de santo no Candomblé. Além de candomblecista, ele cultua outras religiões e outras práticas religiosas, faz parte também de uma banda heavy metal, publica com outro parceiro um zine na zona Leste de Manaus e já tem publicada essa novela literária que ora publicamos aqui.

Composta de algumas histórias intercaladas por poemas, contadas em uma espécie de crônica autobiográfica, trabalhadas em sugestões e imagens em névoas que se atualizam como que à procura de uma autenticidade existencial. E é isso que se percebe na escrita de Alberto, que ele busca uma integridade na escritura como um jovem, entre tantas armadilhas existenciais e de estilo, entre loucos e falsos loucos de Manaus, busca uma afirmação autêntica para seus atos, sua trajetória. De qualquer modo, como nas cartas de Rilke, ao menos o exercício literário sirva para fazer uma existência melhor. A dele e a nossa. Se o artista consegue ou não, quem lê o dirá. De início, duas coisas convidam a adentrar nessa Conversa: uma, Alberto consegue escapar aos falsos loucos manoniquins, tanto na arte quanto na existência; outra, ele se distancia do comodismo existencial e da subserviência artística gástrica inútil dos que vão para os simulacros acadêmicos-academicistas.

Hoje, publicamos a imagem da capa, o sumário e o prólogo, e a cada dia publicaremos uma parte da novela.

Conversando com a noite

Sumário

1. Prólogo

2. Orgasmo

3. A Escada

4. O Sorriso

5. Notívago

6. O Conhaque

7. O Anjo Caído

8. Vagido

9. A Kombi

10. A Laje

11. O Inferno

12. A Tesoura

13. Esperma de Tragédia

14. O Amor

15. A Vergonha

16. Soneto de Cauteria

17. A Madona

18. Prelúdio

19. O Reveillon

20. A Casa

21. O Casamento

22. Soneto de Autofagia

23. A Viagem

24. A Traição

25. A Doença

26. Escuridão

27. O Funeral

28. Canto Soturno

29. O Nascimento

Prólogo

Acordei ofegante, atormentado por um pesadelo que corroía minha alma. O agonizante frio rachava minha pele e estalava meus dentes. Minhas mãos, trêmulas. A penumbra das trevas mutava os móveis do quarto e a suave brisa apresentava-se como mau presságio.

Senti sua respiração a meu lado. Coberta por um lençol, em posição fetal, gemia cânticos que meus ouvidos captavam com tesão.

Puxei os panos, então ela cessou os agouros, vagarosamente sentou-se e encostou os lábios em meu rosto. Delicadamente lambeu-me e em seguida introduziu sua quente língua em minha boca, mostrando em um triste e sensual ósculo que não eram lágrimas que desciam de meus cílios.

Pediu-me água, então lhe dei a melhor água que ali havia. Pediu-me um cigarro, então acendi com satisfação um hilton, o melhor segundo havia me dito anteriormente. Pediu-me sangue e perguntei-lhe: Não te satisfez com aquele que agora há pouco levou de meu corpo? Respondeu-me: Quero aquele que sempre me oferece quando deseja minha presença desta forma para ti.

Desci da cama, inebriado pelo toque do demônio, tive dificuldades para sair do quarto. Ao pisar na cozinha, senti o enorme calor e a ferocidade com que a luz dilacerava minha pupila. Voltei à cama trazendo um vinho suave e sua taça, novamente a feminil e tétrica voz cessou seus cânticos de maldição.

Qual o motivo de tua presença? Indaguei-a.

Deu uma forte tragada no cigarro e baforou a nuvem de nicotina em meu rosto. Quero que me conte a história, tua e de tua esposa. Fitei por um instante seus olhos, que de escuros e frios pareciam tornar-se brilhantes e calorentos. Então repliquei: Ninguém melhor do que você para saber dessa história, não acha? Sem mexer os lúridos lábios, sem menção de fala, sua voz chegou a mim. Quero ouvir tuas palavras e guardá-las em minha essência. Acendi outro cigarro, tomei um gole do seu vinho e direcionei-me em seus olhos, penetrando em seu íntimo, ou apenas deixando que fosse levado consigo.

Há duas maneiras do homem

Viver a vida:

I. Viver como se tudo

Fosse um milagre.

II. Viver como se milagres

Não existissem.”

…………………….Noite.

!!!!! O MUNDO É GAY !!!!!

Pedro Almodóvar. 60tão e tão…

A PSICOLOGIA DO ESTUPRADOR

Existem dois estigmas que carregam a palavra ESTUPRAR, bem como a sua substantivação (estuprador). Um, de ordem da semântica: é uma palavra que ofende, que traz um forte elemento repulsivo socialmente. Não se usa, por exemplo, a palavra estuprador, como se usa a palavra tarado. Enquanto esta ainda, e através de uma banalização, entra até na ordem do humor-sem-humor dos programas televisivos, a palavra estuprar não é bem recebida. É, portanto, da ordem de uma interdição moral, e carrega resquícios da subjetivação apostólica romana-paulina.

Outro, de ordem de uma psicopatologia. O estuprador é um frustrado, um interditado no plano sexual e existencial. Quem usa o verbo estuprar pretende, sem sombra de dúvidas, aniquilar o outro. Aniquilar significa, neste caso, fazer cessar as emanações existenciais, anular o outro a ponto de transformá-lo numa espécie de não-ser. Uma nulidade. Daí o estuprador, no ato criiminoso, abominar qualquer reação de prazer de sua vítima: a ele só é possível realizar o ato a partir da composição teratossexual com sua vítima. Em outras palavras, é preciso que ela sofra. Daí algumas tendências da psicologia policial professar como técnica de evitar ser estuprada, que a mulher finja estar gostando e se excitando com o estupro. Há aí uma certa lógica.

Se intercessor, é porque antes foi interdito. A maior parte dos estupradores – como os pedófilos – tiveram na sua trajetória situações graves de interdição sexual. Não necessariamente abuso, mas uma interrupção dos fluxos existenciais de conhecimento do próprio corpo e da sexualidade. Uma castração estética.

Daí o estupro, enquanto modalidade social de crime, ser na realidade o sintoma de uma sociedade patologizante, que interdita o corpo e o sexo enquanto manifestações livres do existir.

O governador matogrossense, Pucinelli, que quer estuprar o Ministro do Meio Ambiente.

O governador matogrossense, Pucinelli, que quer estuprar o Ministro do Meio Ambiente.

E nem precisa sacar tudo isso para manifestar essa patologia social. Quando se escolhe usar a palavra estupro, assume-se e escolhe para si mesmo uma existência capenga, manca. E aquilo que se escolhe para si, se escolhe para os outros, diz a máxima existencialista. Escolho para mim a má consciência, o grau zero de produção e de sentimento, o ressentimento puro (ou como diria Shakespeare, tomar o veneno e esperar que o inimigo morra).

Agora, se invertermos, e entendermos que ao escolher para representante político um estuprador, um interdito, que carrega a chaga do ressentimento – nada a ver com a política, portanto – uma cidade escolhe para si a aniquilação, teremos que nos preocupar seriamente com o Mato Grosso, que elegeu um governador que carrega, do ponto de vista psicológico, todas essas características, e que as exibe quando afirma que irá estuprar o ministro do meio ambiente. Com essa palavra, como vimos, não se brinca.

Muáh!!! pra vocês! Se joguem nas news!

Φ PERNAMBUCO TEM FRENTE PARLAMENTAR LGBT. A Assembléia Legislativa de Pernambuco acaba de lançar a Frente Parlamentar LGBT. A frente, anunciada no início da semana, tem 15 integrantes, boa parte da bancada da oposição ao governo, e foi criada graças à pressões dos movimentos sociais pernambucanos. Pernambuco tem uma característica que mostra bem o que é o país em relação às políticas LGBT: enquanto a capital, Recife, tem a sua frente parlamentar municipal, já existe a lei que beneficia os parceiros com pensão em caso de morte no funcionalismo público, e duas leis municipais de criminalização da homofobia, no Estado a coisa é diferente. Apesar de ser considerado campeão no quesito assassinato de homossexuais, a secretaria de segurança não dispõe de estatísticas voltadas ao segmento. Um projeto de lei já aprovado na AL aguarda sanção do governador. O fato de que somente cinco dos quinze parlamentares que aderiram à frente estadual participaram do lançamento mostra o quanto é difícil articular representantes legais em relação a uma causa social. Ainda assim, é preciso brigar, e a formação da frente é um ganho em um estado onde o povo não fica à mercê das coisas, e os movimentos sociais fervilham, tirando o sono dos tiranos. Sentiu a brisa, Neném?

Φ 8a PARADA GAY DE BELÉM É HOJE!!! Ah, a Belém das mangueiras, dos sorrisos, da alegria, do povo combativo que não fica leso nem com o calor equatorial. A oitava Parada Gay de Belém será, sem dúvida, um espetáculo de cores e envolvimento social. A partir do meio-dia, na Estação da Docas, espaço privilegiado da cidade, onde o turista vai gastar e o local se divertir. Nada de confinamento sambodrômico, nada de submissão aos governos. Com muita alegria e ferveção, mas colocando Um Outro Mundo Possível, Sem Racismo, Machismo e Homofobia, a parada gay de Belém compreendeu a demanda LGBT para além da inscrição biossocial sexual, e coloca todo mundo no mesmo barco. O da existência engajada e o do entendimento que a subjetivação capitalística captura a todos, indiscriminadamente. Assim, percebemos que a parada gay lá pelas bandas mangueirais de Belém do Grão-Pará é fruto do uso da razão e de um movimento maduro e livre. Quem for, foi. E quem não puder ir, vá. Sentiu a brisa, Neném?

Φ ALMODÓVAR, 60 ANOS DE CINEMA NO ARCO-ÍRIS. Se alguém sabe capturar e transformar para o ecrã a potência feminina, é Pedro Almodóvar. Ao completar 60 anos, o mundo rende homenagem àquele que trouxe para o cinema a temática das relações homoeróticas sem cair no engôdo das identidades e rotulações. Com um cinema do afeto pulsante, Almodóvar conseguiu até trabalhar com Antonio Banderas e tirar dele algo para além das caras e bocas do ator hollywoodiano. Fato que fez, por exemplo, que o galã tentasse impedir a distribuição da película A Lei do Desejo, onde aparece em tórridas cenas de homo-sexo. Em cada um de seus filmes, ele constrói uma linguagem própria, e afirma sofrer para realizar cada um. É que cada criação precisa, para se realizar no mundo, adquirir um estatuto, fazer nascer um código. Daí os filmes de Almodóvar jamais caírem na armadilha do cinema coca-pipoca-cola: são corpos afetantes de enfraquecimento dos estigmas e estereótipos, sem precisar serem panfletários. É a diferença, em geral, do cinema de língua espanhola, como o argentino, para outros cinemas, como o estadunidense e o brasileiro. Naqueles, o cinema fala como plurivocidade; nestes, a imagem é árida, e não estimula o olhar. Por isso, babies, que tal alugar um cinema almodovariano para este finde e curtir, a dois, a três, a mil, mesmo num só. Quem viu Almodóvar jamais será o mesmo. Sentiu a brisa, Neném?

E não se perca na balada, querida! Para entender o que as bees estão falando, confere aí embaixo as principais gírias do mundo LGBT! Aloka! Hihihi…

VOCABULÁRIO LGBT

– LETRAS “P, Q e R” –

Panqueca: 100% passivo. Bateu na cama, virou.

PAM: Sigla para passivo até a morte (nem precisa explicar).

Pão com ovo: gay simples… pobre mesmo.

Passada: chocada.

Passar cheque: quando escapa um pouquinho de cocô no ato sexual anal.

Passar um talão: quando não é só um pouquinho…

Passivo: O que é penetrado (gays)/a que se deixa a outra tomar iniciativa (lésbicas).

Passivona: o mesmo que PAM; pessoa que só faz sexo na posição passiva.

Pegação: sexo anônimo, sem compromisso.

Pencas: muito. Ex.: comprei pencas de sapatos.

Penosa: pessoa que não trabalha, dura.

Picumã: peruca, cabelo.

Pintosa: óbvia.

Pirelli: enchimento feito de espuma que drags ou transformistas usam para dar formas femininas ao corpo.

Pivô: dar meia-volta, como as modelos das passarelas.

Playbicha: moço playboy mas que é gay.

Playgay: circuito de clubes e bares dos playbichas.

Pochete: lésbica cafona.

Poc Poc: gays novinhos e bem femininos. O ‘poc poc’ é uma onomatopéia do barulho que os saltinhos dos sapatos desses moços fazem na pista.

Podre: pessoa, fato ou local ruim.

.

Quebrar louça: quando duas bichas transam.

Quá-quá: bicha mulher.

Queen-Size: aquele ou aquela viciado em bem-dotados.

Queer: que se refere à cultura e/ou comportamento próprio da comunidade gay.

Querida: usado para designar pessoas que gosta ou não, como deboche.

.

Racha, rachada: mulher, vagina.

Rebuceteio: troca-troca de namoradas entre as lésbicas.

Ratoburguer: mau hálito.

Rodrigues: situação de alguém casado (ou namorando) cujo/a parceiro/a está viajando.

Beijucas, até a próxima, e lembrem-se, menin@s:

FAÇA O MUNDO GAY!


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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