Arquivo para 14 de dezembro de 2009

RIA AGORA, PARA A GENTE, SILVIO BERLUSCONI!

“Berlusconi representa uma experiência extremamente interessante do ponto de vista da ciência política. A Itália tem uma história que foi populista, fascista — ela inventou o fascismo — e hoje está inventando o populismo midiático. Berlusconi é isso: um homem de televisão que dirige um país a partir de técnicas de marketing, de gestão de imagem — a começar pela sua.” (Jean Baudrillard)

Só há um responsável pela agressão sofrida pelo premier italiano Silvio Berlusconi: Silvio Berlusconi.

Em seu Tratado Político, Spinoza descreve as principais formas de governo – aristocracia, monarquia, democracia – e como deve agir um governante se quer preservar a sua integridade e a de seus governados ou não as quer preservar. “A cidade fundada na Razão e dirigida por ela é a que é mais poderosa e mais dependente de si própria.”

Uma cidade, um Estado governado pelas paixões tristes de uma mente doentia e sequelada não poderá manter a constituição de um Direito Civil. É o caso da Itália, que elege e reelege mais de uma vez um dos representantes da classe política mais bufão e grotesco que existem na era da Globalitarização: il caimano Silvio Berlusconi.

Assim a democracia representativa capenga num impotente virtual levado ao ar de dentro de um salão de beleza. Silvio Berlusconi não é Silvio Berlusconi. Ele não se utiliza de fraudes. Ele é a própria fraude. Mais do que um rosto risonho, a rostidade empregada na formação de uma subjetividade que “cristaliza o conjunto das redundâncias, emite e recebe, libera e recaptura os signos significantes” (Deleuze e Guattari) autoritários sob os quais sua imagem opera de forma infinita e perene. A massa, em sua inteligência fascinada, sabe disso, e o elegeu seu bobo-da-corte.

Ele já tinha tinha sofrido um catiripapo em 2004, com a qual seu rosto foi fragmentado e Romano Prodi ganhou a eleição. Mas ele a reconstituiu com lentes e pó-de-arroz. Agora novamente seu des-governo tornou-se o show business no qual ele é apresentador e comediante. Que ele seja perseguidor de imigrantes, gays, negros, afeito a orgias pedofílicas, ligação direta com a máfia, faz parte, mas que fique na tela total do monitor para deleite dos telespectadores-eleitores. Então ele, populisticamente tem a ideia de andar no meio da multidão como se tivesse existência real.

Alguém pode até dizer que a desconjuntura do seu rosto físico faz parte da estratégia de manter intacto a rostidade subjetiva ou uma tentativa de apropriar-se novamente de seu corpo a partir do contato nas ruas. De qualquer forma, ele não compreendeu que a massa sabe que o sujeito não existe fora da coletividade e, por isso, se Berlu quer realidade, tiramo-lhe dois dentes e o escorraçamos. Queremo-lhe bufão atrás da televisão. É sintomático que o próprio Berlusconi, ao acordar remendado no hospital, a primeira coisa que pediu foi o jornal.

Diz-se que o agressor, Massimo Tartaglia, de 42 anos, que atingiu Berlusconi com uma miniatura feita com que chamam metal de Duomo, está sob análise psicológica. Mas a psicologia nada pode nem compreende o que está acontecendo. Por traz desse aparente ódio, compreendem-no mais os internautas que formaram uma rede mundial de apoio ao “herói” da Praça de Duomo ou os repentinos jogos que surgiram, onde ganha quem mais fizer Berlusconi sangrar e quebrar maior quantidade de dentes.

E assim até a periferia de Manaus, onde um homem conversa alegremente próximo a uma taberna sobre um político que levou uma “porrada segura no meio da cara.” “Quem?, pergunta outro. “Parece que era um presidente das Europa. Aparece ele na televisão com a cara esbagaçada, os dente tudo quebrado. Ficou muito engraçado.” Ao que o outro secunda: “Assim ele vai ter que usar uma dentadura que sobrou da eleição.” Ou seja, Berlusconi acabou vítima de sua própria armadilha midiática. Imediatamente excluídos de todo o mundo atacaram seu rosto “com a mesma naturalidade que o leão despedaça o cordeiro” (Toni Negri).

A ele, que acreditava ter o controle das massas, ela não o largará nem morto. Aliás, ele será imortalizado na imagem do rosto destroçado, a boca desdentada.

Ria, para nós, Berlusconi! Click!

Bansky“Ria agora, mas um dia atacaremos!”

Graffiti de Bansky

CAIXA ECONÔMICA FINANCIA MATERIAL DE CONSTRUÇÃO

O Crediário Caixa Fácil será o responsável pela transação financeira do valor de R$ 1 bilhão para compra de material de construção no novo crédito lançado hoje, dia 14, pela Caixa Econômica. As compras serão efetuadas nas próprias lojas do setor.

Segundo a Caixa Econômica, que tenciona no próximo ano abrir um crédito de R$ 5 bilhões para o setor, esse novo crédito apresenta as seguintes particularidades: a linha de crédito das taxas de juros são prefixadas e flexíveis; a data do pagamento da primeira prestação será escolhida pelo cliente em até 59 dias, após a contratação; o pagamento poderá ser feito por débito em conta corrente ou boleto; o valor do financiamento é de R$ 10 mil, com prazo de pagamento em até 24 meses.

Fábio Lenza, vice-presidente de Pessoa Física do banco, afirmou: “Nosso objetivo é expandir o volume de concessão de crédito no segmento, atendendo as necessidades do público de menor renda, com taxas bastantes competitivas. Mais uma vez a caixa está alinhada à política do governo federal, que recentemente propôs a ampliação do prazo de redução do IPI até 2010.″

OS PREMIADOS DA 5ª OLIMPÍADA DE MATEMÁTICA

Segundo notícia da Agência Brasil, ainda há pouco pela manhã, os ministros da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, e da Educação, Fernando Haddad, anunciam hoje (14), às 10h30, a relação dos estudantes vencedores da 5ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep).

E o resultado já se encontra no sítio do governo federal, onde você, aluno, pode conferir se você foi um dos premiados. Clique no logo abaixo!

Dos 19,2 milhões de alunos inscritos, cerca de 850 mil participaram da segunda fase da olimpíada em outubro. A cerimônia nacional de premiação está prevista para março de 2010. A 5ª Obmep premiará 300 estudantes com medalhas de ouro, 900 com prata e 1,8 mil com bronze.”

E COMO FICA A OBMEP NO AMAZONAS?

Como sempre que ocorre algum concurso de nível nacional que de alguma forma avalia o desempenho das escolas públicas: na lanterna!

E não dizemos lanterna numa competição com outros estados. Dizemos lanterna na qualidade de ensino oferecido pelo estado. Das poucas medalhas que o Amazonas conseguiu, quase na totalidade são de Manaus, e a ampla maioria é do Colégio Militar de Manaus. Ora, para quem conhece as escolas de Manaus, sabe que o Colégio Militar funciona praticamente com as normas de escola particular, inclusive a Seduc-AM não pode tirar daí nenhum auspício, já que a escola é totalmente  custeada e dirigida pelo Exército. Isso, é claro não tira o mérito dos alunos ganhadores e muito menos diminui-lhes os nossos parabéns!

Confira o de seu estado, mas observando mais do que a premiação competitiva, o nível de qualidade com que o processo educacional das crianças e adolescentes no ensino estatal público está sendo desenvolvida com ou sem inteligência. Se a escola está ao nível dos alunos que têm ou se está mais é atrapalhando no desenvolvimento natural de seus saberes…

Parabéns aos alunos premiados!

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Acrescentamos aqui ao texto o interessante comentário do intempestivo leitor Pita(goras):

O VELHO PITA(GORAS)

UM ESTADO SEM GOVERNO, UMA CIDADE SEM PREFEITO, UMA MATEMÁTICA QUE SERVE APENAS PARA CONTAR OS DIVIDENDOS POLÍTICOS; OU SEJA, UMA AUSÊNCIA TOTAL DE INVESTIMENTOS EM POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS COM INVESTIMENTOS NA BASE SEM MARQUETE UFANISTA OU AFANISTA, O RESULTADO DESTA OLIMPÍADA REVELA MAIS UMA VEZ QUE O NOSSO SISTEMA EDUCACUINAL ESTÁ AINDA NO SOPÉ DO MONTE OLÍMPICO DA MATEMÁTICA. EM TODOS EXAMES QUE O INEP(MEC) REALIZA, NÓS SEMPRE FICAMOS ENTRE OS TRÊS ÚLTIMOS (SAEB, PROVA BRASIL, ENEM). NEM AS QUATRO OPERACÕES BÁSICAS OS DIRIGENTES AINDA NÃO APRENDERAM; OU SEJA, SOMAR COM OS MOVIMENTOS POPULARES PROPOSTAS DE NOVAS POSSIBILIDADES DE MUDANÇAS, SUBTRAIR DO CENÁRIO EDUCACIONAL OS PLANOS MIRABOLANTES QUE SERVEM APENAS PARA ENGANAR PARTE DO ELEITORADO, MULTIPLICAR ATIVIDADES QUE ATRIBUAM À MATEMÁTICA UM PAPEL SOCIAL E, POR FIM, DIVIDAM OU REPARTAM O MATHEMA DE FORMA IGUALITÁRIA.

ELEIÇÕES NO CHILE TERÁ SEGUNDO TURNO DIREITA X ESQUERDA

O candidato da direita tradicional, ligado aos meios de comunicação de massa, da Alianza, Sebastián Piñeira, terminou o primeiro turno com 44,23% dos votos, e terá que disputar o segundo turno com o candidato da Concertación, apoiado pela presidente Michelle Bachelet, ex-presidente Eduardo Frei Ruiz, que ficou com 30,5% dos votos.

Assim, o segundo turno da eleição, que ocorrerá no próximo dia 17 de janeiro, polariza-se entre a direita pós-ditadura e a esquerda democrática, que governou o Chile por duas décadas após a crudelíssima ditadura de Pinochet.

CHANCES DE CONTINUAÇÃO DA LINHA DEMOCRÁTICA

A que se dizer que o Chile, nessas duas décadas de governo de esquerda e centro-esquerda, tornou-se um dos países da América do Sul com melhores índices que comprovam o papel fundamental dessa linha democrática à esquerda: distribuições de renda, respeito aos direitos humanos, liberdade de expressão, educação, saneamento, etc. Por isso, Bachelet, que tem 80% de aprovação de seu governo, está empenhada em conseguir o apoio dos dois outros candidatos, que não passaram ao segundo turno: Marco Henriquez Ominami, candidato independente, que obteve 19,39% dos votos, e Jorge Arrate, da coligação Juntos Podemos Mais, que segurou 5,86%.

Arrate já sinalizou imediatamente em se coligar a Frei Ruiz. A questão fica em torno do expressivo eleiotorado de Ominami, que, embora ligado à esquerda, disse que não subirá em nenhum palanque no segundo turno. Na verdade, a própria candidatura do Ominami saiu das discordâncias com a candidatura de Frei.

Mesmo Ominami não subindo no palanque, a Concertación espera que seu eleitorado vote em Frei Ruiz. Assim é que o presidente do PPD, principal partido da aliança Concertación, Pepe Auth, lembra de quando “Piñeira teve mais votos do que agora quando disputou contra Bachelet: “Piñeira obteve menos votos do que conseguiu no passado. A brigada está aberta.”

As eleições do Chile também dão um exemplo de processo eleitoral. Embora as eleições sejam ainda manuais, a contagem dos votos é rápida e organizada, e as fraudes detectadas são mínimas, demonstrando uma Justiça eleitoral atuante e livre de corrupção, muito ao contrário do que ocorre em muitos TRE’s do Brasil.

“TEATRO”, DE HITLER AO PC DO B/AM

O CORTE TRÁGICO DE MARX NA FARSA DE HITLER E STALIN

Há duas formas ontológicas (forma, como reflexão do vivido) de apreender e aprender o sentido do Spatium, Teatro, o Drama (Ação produtiva) como atualização das relações-diferencias, Ideia/Vitual (Multiplicidade–Problema), e os pontos-notáveis (Solução) constituindo-se como realidade.

Uma forma é a que mostra a teatralidade humana processada continuamente como História em seus limiares tidos como objetividade orientadora de cada sujeito em sua experiência no Mundo. A História composta por suas instituições. O hiper-texto das sociedades, modelos que servem de indicadores para formação do “psicologismo social”. Nisso, teatralidade não é nada mais do que produção cultural do homem entrelaçada – algumas vezes – com os atributos e modus de ser da Substância: Natureza-Naturante-Naturada (Spinoza). No caso das sociedades capitalistas, a teatralidade se apresenta como valor-lucro idealizada pela propriedade privada.

Como nessas sociedades, o que se coloca como seu supremo fundamento é a manutenção de sua ordem econômica, a teatralidade manifesta-se como o hiper-texto a ser seguido por todos, na fórmula: Imitação-Repetição do Mesmo. Assim, pais, professores, pastores, patrões, etc – teatralizantes desta ordem – mostram e falam aos seus subalternos o que deve ser visto e ouvido. O que constrói o grau mais baixo do conhecimento, suporte da superstição e imaginação.

A outra forma é o Teatro como Arte, Estética sensibilizadora dos sentidos. Processual de elevação dos sentidos-capturados pela Semiótica dominante figurada em um Significante-Social à condição de sensibilizados para o novo. Todavia, o exercício do Teatro como Arte Educadora do sentidos, dramatizados em um encontro-sensibilizante, foi afastado pela ditadura da Imitação-Repetição do Mesmo propagada pela teatralidade capitalista. O modelo a ser seguido em todas as suas proporções valorativas do lucro. Lucro direto do dinheiro, ou lucro adestrador de subjetividades. Uma espécie de preparação da plateia-pagante futura, exemplificada nos espetáculos “teatrais” gastronômicos, profissionais e amadores.

O “TEATRO” PROPAGANDA PARA AS MASSAS

O Teatro é uma potência produtora do novo social. O que o torna uma arte essencialmente filosófica. Essa a grande sacada de Marx, tomada de Dionísio pelo entendimento do Trágico como o novo. O Trágico não aristotélico da catarse–clímax -, purgação da dor pela identificação com o herói. Mas Trágico como liberação da Vida que ativa o pensamento, e o pensamento que afirma a Vida. O que não se encontra em Aristóteles em sua teoria da tragédia, em que o phatos é a exaltação da dor e não da Vida. Do canto primeiro do Bode, Tragos – de onde surge a palavra Tragédia -, o que leva o filósofo Nietzsche a construir com Marx, a enunciação-coletiva: “Todos os grandes acontecimento e personagens históricos se repetem por assim dizer duas vezes: a primeira vez como tragédia, a segunda vez como farsa”. Como Tragédia, é o novo. A Festa. O Canto de Dionísio. Como farsa, é a repetição. A dor, o ressentimento produzido pelo medo. Como na teatralidade capitalista a primeira vez de uma ocorrência é alienação, sua repetição é apenas a manutenção da abstração alienada da primeira. Por exemplo, o teatro propagandista, ou o personalista.

Esse modelo – seria método? – serviu, serve também para orientações políticas variadas. Serviu para o nazismo e para o comunismo. Hitler, para tornar eficaz sua psicologia e doutrinação das massas, fez uso dele. Sabe-se que o ditador não entrava em cena pública se não fosse por orientação de seu professor de teatro, que lhe ensinou gesticulações psicológicas, físicas e sonoras. Todos seus gestos e palavras eram meticulosamente estudados (?) e condicionados repetitivamente. Nenhum ditador soube, como ele, ser um bem sucedido ator-propagandista de si mesmo. Na Rússia, o outro ditador – nos modelos opressores de Hitler -, Stalin, também lançou mão do teatro como “arte dramática” de doutrinação das massas. O teatro do Estado Russo stalinista, tal como as encenações de Hitler, nada tinham de Trágico, do novo, de Festa, já que a opressão é uma afecção arcaica do homem quando caricatura de si mesmo interpretada – nos momentos necessários – pelos ditadores que se querem deuses.

Eis então que, contam, em Manaus, nos dias e noites misteriosos pelos rios, furos, paranás, igarapés e matas do imenso Amazonas, percorrendo entre curupiras, cobras-grande, botos, iaras, mundo lendário das magias onipotentes, é visto um valente e destemido guerreiro, caboco-macho, contando para os ribeirinhos, através do ‘teatro’, suas aventuras desbravadoras e vitoriosas nas terras do além me quer. Onde, parece, foi enterrado uma carcaça de mula do tamanho dos políticos telúricos. Um dos desafios do caboco-macho: encontrar e desenterrar a carcaça da mula gigantesca para levar o fantástico Amazonas ao progresso.

E assim, de boca em boca – como diz o cantor Anísio Silva -, esse amor amazônico vai por aí. Plágio ajuricabano grotesco. E, de boca em boca, dizem que o caboco-macho é uma referência propagandista do titular da Secretaria de Produção (SEPROR), Eron Bezerra, do PC do B, braço – quiçá corpo inteiro – de sustentação do retrógrado governo Eduardo Braga, cria de Amazonino, tornado inimigo do secretário comunista, Eron, que se esquiva e diz que a encenação não tem nada a ver com ele. Trata-se de um projeto cultural de levar “teatro” para o ribeirinho. Um grande projeto fomentado pelo dinheiro público. Talvez seja por isso que seu responsável pela encenação seja um coadjuvante ator da Globo, em texto, do não menos global, Márcio Souza, o Marcito.

Mas se o secretário comunista estiver certo, que pretende levar “teatro” para os camaradinhas interioranos, por que não colocou o filósofo social, teatrólogo, ator e escritor Rui Brito – filho de D. Minda e seu Milton -, para executar essa estética, se o Rui, no PC do B, é o único que entende de teatro (sem aspas), com talento e inteligência capaz de criar encenações coletivas necessárias às populações que pretendem transformações? O Rui vem de uma vivência teatral política desde os fins da década de 60, passando por 70, como artista engajado do Grupo Universitário de Teatro do Amazonas (GRUTA), chegando em 80 com outras produções cênicas e atuações sociais reivindicatórias que, aliás, permitiram a ascensão de Eron e Vanessa, ilustres desconhecidos da cena política manauara. E sempre movido pela pedagogia do teatro dialético de Brecht, a única diretamente ligada à estética transformadora, iniciada com o Teatro Político de Piscator. O Rui, que qualquer indivíduo atuante na política manauara tem conhecimento.

Agora, se a decisão dessa encenação-propagandista saiu do ranço burocrático – defesa egóica contra as mudanças – do PC do B, aí é outra viajem – como diz Belchior -, só que é uma viagem que não serve para a democracia. Assim, a encenação de Eron não passa de uma bufonada. Repetição do “teatro” capitalista burguês. Nada de Nietzsche, nada de Marx.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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