Arquivo para 12 de março de 2010

FOLHA MORTA

Como já havíamos no referido neste bloguinho, o jornalista e blogueiro Luis Nassif apresenta atualmente na TV Brasil, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o programa Brasiliana.org. Numa matéria com o hiperbólico título “EBC paga R$ 1,2 mi a jornalista pró-governo”, cada vez mais decadente, o jornal Folha de São Paulo destrinchou os pontos e cláusulas do contrato de Nassif, não apenas numa análise policialesca, mas tentou, de forma irresponsável e estúpida, em frias retaliações“, como postou Leandro Fortes, promover dúvidas sobre os mesmo, tendo como questão principal o fato de o contrato ter sido assinado sem licitação.

Lúcido e íntegro em sua história como jornalista e como pessoa, Nassif, que é conhecido por ser “introdutor do jornalismo de serviços e do jornalismo eletrônico no país”, ganhador de diversos prêmios jornalísticos, ao mesmo tempo que é odiado pela mídia subserviente patronal pelo desmonte de suas falcatruas jornalísticas, como no caso do antológico O Caso de Veja, respondeu aos e-mail da Folha, como também publicou na íntegra sua resposta no portal Luis Nassif.

A escandalização da Folha

Na “denúncia” da Folha, sobre meu contrato com a EBC, uma demonstração do tipo de jornalismo menor a que Otavio Frias Filho levou o jornal. É um suicídio lento, sistemático, sem retorno.

O programa Projeto Brasil seria renovado com a TV Cultura. Não o foi devido a críticas que fiz a José Serra – conforme consta de respostas que dei ao jornal, sobre as razões de minha ida para a EBC e que foram suprimidas da matéria. Se a intenção fosse ser chapa branca, não faria as críticas merecidas à Sabesp e ao Serra.

Não há um elemento que caracterize irregularidade ou proteção no contrato. Os valores estão claros, dentro da lógica de qualquer programa de TV aberto ou fechado. Foram fixados com base no contrato inicial que mantive com a Fundação Padre Anchieta. E o programa tem importância estratégica para a TV Brasil, conforme se confere no comentário do diretor de programação Rogério Brandão, em email à Helena Chagas, diretora de jornalismo (clique aqui):

O Brasilianas tem a cara da TV Pública! É um programa que estaria na PBS americana facilmente. Penso que com o tempo ele crescerá, e terá um papel relevante na grade. Nossa 2ª feira agora tem um concorrente à altura do Roda Viva.

No próprio texto da matéria fica explícito o motivo da escandalização do factóide: o desmonte do falso escândalo que a Folha criou sobre a Eletronet. Fala em defesa de José Dirceu. Falso! Através de um expediente malicioso, foi a Folha quem fez o jogo do empresário que contratou Dirceu. Era interesse de Nelson implodir o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) porque, saindo, matava qualquer possibilidade de ressuscitar a falecida Eletronet e, com isso, de ele ganhar os tais R$ 200 milhões. Se contratou Dirceu para atuar no caso, seria justamente para implodir o PNBL.

Maliciosamente a Folha pegou o contrato dele com Dirceu – passado a ela pelo próprio Nelson dos Santos – para afirmar que visava justamente aprovar o PNBL. A intenção era clara: como Dirceu é estigmatizado, o simples fato de se afirmar que seu lobby seria a favor do PNBL ajudaria a explodir o programa – e, consequentemente, a beneficiar Nelson dos Santos.

Esse tema foi exposto no post “Eletronet: o lobby foi da Folha“. Em “O jogo em torno da Eletronet” avancei hipóteses sobre outros possíveis interesses do grupo em relação ao tema. Em “A falta de rumo do caso Folha-Eletronet” mostrei a tergiversação do jornal, tentando salvar a manobra mudando de direção, mas com os mesmos objetivos, de implodir o PNBL.

Para despertar o espírito corporativo interno, a matéria diz que minhas notas no caso Eletronet tentaram desqualificar jornalistas. Ora, é fato inédito o jornal se levantando em defesa de seus jornalistas. Nesta mesma semana, Otavinho conferiu a terceiro o direito de fuzilar dois jornalistas seus em plenas páginas do jornal, tratando-os como “delinquentes”. Todo jornalista da Folha sabe que, a qualquer momento, poderá ser o alvo da deslealdade de seu chefe, que age assim mesmo.

Quando percebeu que nem os jornalistas suportavam mais o amordaçamento total a que foram submetidos e começavam a pipocar aqui e ali matérias fora desse padrão suicida de manipulação, convocou Demétrio Magnolli para executar exemplarmente dois deles em praça pública: através da página 3 do jornal, em um artigo que os tratava como “delinquentes”. A intenção foi, liquidando covardemente com dois deles (em um tema, cotas raciais, que não tem nenhuma relação com a guerra política empreendida pelo jornal), enquadrar os demais.

Quanto às minhas críticas ao Márcio Aith, jamais atacaria um colega por um erro de interpretação de matéria, ainda que grave. Há outras razões bem mais substantivas, sobre as quais Aith poderá fornecer detalhes. Apenas adianto que ele foi testemunha de acusação contra mim em um caso – a série sobre a Veja – em que tinha sido minha fonte.

Já a Folha, em algum momento do futuro terá que se haver e prestar contas de seus próprios escândalos – inclusive com entes públicos -, que não são meros factóides, com os quais tentou me atingir.

Abaixo, o teor do email que recebi do repórter da Folha, seguido das minhas respostas. É um elemento bastante didático para as escolas de jornalismo, sobre como definir, primeiro, o alvo, e depois sair caçando qualquer coisa que possa ser utilizada contra ele. Depois das respostas, a matéria da Folha.

Peço aos colegas que espalhem essa resposta, especialmente em blogs que estão reproduzindo a matéria da Folha.

Então, para ler na íntegra, inclusive com a matéria publicada na Folha e as respostas de Nassif aos dois e-mail enviados pelo vil jornaleco, clique aqui.

DELATOR DURVAL ENTREGA ATÉ RORIZ

Até então as denúncias apuradas pela operação Caixa de Pandora, que contaram com as importantes delações premiadas de Durval Barbosa, egresso do governo de Joaquim Roriz (PSC) e ex-assessor de José Roberto Arruda (ex-DEM), visavam diretamente este. Havia até quem afirmasse que as delações de Durval pretendiam minar a possível candidatura à reeleição de Arruda para que Roriz se candidatasse ao governo do Distrito Federal.

O nome do grande favelizador do DF, quatro vezes governador (uma vez biônica na ditadura e mais três por eleição), passa a aparecer mais consistentemente a partir do aparecimento do vídeo da deputada distrital Euride Brito (PMDB) colocando um calhamaço de dinheiro em uma bolsa, e que ela afirmou que era de Roriz. Agora, as novas delações de Durval, em vistas de mais uma premiação, atingiriam em cheio também o governo de Roriz, é o que afirma o Ministério Público do Distrito Federal.

Segundo a Agência Brasil, que teve acesso aos dez volumes do processo 2010.01.1.017372-4 – ação foi aberta em 26 de janeiro de 2006 contra a diretoria da Codeplan por contrato de prestação de serviço considerado irregular -, atualmente na 5ª Vara Criminal de Brasília, “a Codeplan fechou um contrato no valor de R$ 649.992,00 anuais com a empresa Xerox para ‘locação de sistema de impressão e de acabamento pós-impressão, com fornecimento de material’ para a folha de pagamento do ‘complexo administrativo do Governo do Distrito Federal’.

O contrato contemplava a impressão dos 168 mil contracheques dos funcionários dos 93 órgãos da administração pública atendidos pela Codeplan. A vigência era de 12 meses, prorrogáveis por mais 60 meses. Detectadas as irregularidades, o Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) determinou que não fosse prorrogado.

‘A instrução aponta uma série de irregularidades, desde a ausência de cláusulas necessárias, até a existência de contrato casado e prorrogação indevida. Ademais, no seu entender, os critérios de julgamento não estavam suficientemente claros, com parâmetros objetivos para determinar a licitante vencedora’, diz o parecer da procuradora do MP junto ao TCDF, Cláudia Fernanda de Oliveira Pereira, em 2 de abril de 2001.

A decisão, no entanto, não foi cumprida. Em 28 de dezembro de 2001, a Codeplan fez nova contratação. O argumento da empresa era de que a manutenção dos serviços era ‘absolutamente necessária’ para evitar o ‘colapso administrativo no governo local’.

‘Apesar da decisão do TCDF, os denunciados, de modo proposital, não atenderam à recomendação. Assim, de modo doloso, os denunciados permaneceram inertes por mais três meses’, diz a denúncia do Ministério Público.”

Assim, Durval Barbosa, que ocupava o cargo de diretor-presidente da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) no governo Roriz, segundo o Ministério Público, por nova delação premiada, estaria interessado em esclarecer a corrupção envolvida nestes processos.

Para a população do Distrito Federal, o grande prêmio democrático será não ver estes grupos nas próximas eleições.

NO ESQUIZOFIA: “Se eu fosse o inverno sombrio”, Hamon

II CONFERÊNCIA NACIONAL DE CULTURA

Em meio aos shows de Chico César, António Nóbrega, Congada, performances circenses, e o Hino Nacional cantado por Célia Porto, a II Conferência Nacional de Cultura teve sua abertura ontem, dia 11, com muitas discussões, propostas e otimismo sobre os próximos investimentos nesse setor de magna importância para uma sociedade. Principalmente a brasileira, tão rica de criações e expressividades.

Como cultura demanda também verbas, um dos temas principais foi a PEC-150, Proposta de Emenda à Constituição, que propõe vinculação de percentuais das receitas da União, dos Estados e dos Municípios à cultura, e que é apoiada pelo ministro da Cultura, Juca Ferreira, porém o governo resiste à vinculação.

Conversei com o ministro Mantega e ele me perguntou se a gente podia deixar de lado a vinculação. Disse para ele que, nós da cultura, não temos nenhum amor às vinculações, o que nós precisamos é do dinheiro”, disse o ministro Juca Ferreira.

Na ocasião, o ministro da Cultura rebateu as posições contrárias de alguns que afirmam que a política de cultura sofre de “dirigismo”. A essa posição, ele respondeu: “Fico triste quando ouço dizer que estamos nos conduzindo para o dirigismo estatal. Quando ouço isso, pergunto: dirigir pra onde? Hoje o que caracteriza a política desse governo é o anseio de ver que toda forma de cultura vale a pena”.

No dia 10, alguns artistas “engajados”, como Jair Rodrigues, Danilo Caymmi, foram até o Congresso e se encontraram com deputados e senadores, reclamando que não foram convidados para a Conferência, protestando que a mesma não contempla eles, artistas e produtores que fazem a cultura industrial do país.

Não fomos chamados a opinar. Nós que representamos a indústria cultural estamos fora desta discussão”, afirmou o “engajado” Caymmi, um bom seguidor de Antonio Carlos Magalhães.

Por seu lado, sabendo das declarações do “engajado” baiano, o não menos baiano, Juca Ferreira, ironizou: “Se o mercado não gosta do controle social sobre ele, precisamos do controle social para que sejamos mais democratas”.

CHÁVEZ CONTINUA O DUPLO DE ARTHUR E O PSDB

O filósofo francês Clément Rosset afirma que a inobservância do real é um recurso imaginativo que muitas pessoas fazem uso para negar a realidade. É o duplo do real. Essas pessoas reagem assim porque o real para elas é muito cruel. Daí se defenderem dessa “crueldade” se refugiando – se auto aferrolhando – nesse duplo de si. Um ente imaginário sem essência e existência no mundo das relações entre os homens.

Essa a posição-duplicada auto-imposta pelo senador Arthur 5,5% Neto e o PSDB diante da realidade Chávez. Arthur não consegue lidar com essa realidade venezuelana chamada Hugo Chávez como governante que não quer curvar seu país à história da opressão da força capitalista há décadas comandada pelos Estados Unidos na América Latina. É até compreensivo, já que o seu partido é uma espécie tupiniquim dos partidos Democrata e Republicano – mais Republicano – da América do Norte.

Ontem, dia 11, mais uma vez Arthur 5,5% Neto e seu partido fizeram desfilar na Comissão de Relações Exteriores do Senado, quando votavam a indicação do diplomata José Antonio Marcondes de Carvalho para o cargo de embaixador brasileiro em Caracas, o duplo Chávez. O senador “Orgulho do Amazonas”, negando o Chávez real, correu para se refugiar em sua inobservância do real, depois que seu amicíssimo companheiro de partido, senador Flexa Ribeiro, pediu uma moção contra o governo Chávez, e de lá, crente que se encontrava bem protegido, afirmou que respaldava a moção, porque o Congresso não podia permanecer calado diante do “cerceamento das liberdades” na Venezuela.

Nesse ferrolho que Arthur 5,5% Neto auto-impôs à sua percepção e concepção do real, salta uma ironia aos eleitores do Amazonas nesse período eleitoral. Será que o “Orgulho do Amazonas” vai continuar refugiado onde se encontra, desaparecendo do real? Na inquirição, alguns dizem que da forma que estão se delineando as duas vagas para o Senado no Amazonas, é melhor que ele permaneça em seu ferrolho, porque a realidade que se avizinha não é nada irreal.

LULA VAI CONTINUAR INVESTINDO NA CULTURA EM ESTADOS POBRES

Imaginem o quanto o Gilberto Gil e o Juca Ferreira apanharam quando decidiram priorizar os estados que não têm dinheiro. Nós descobrimos que onde há dinheiro, há muita cultura, mas que também há muita cultura onde não há dinheiro”, disse Lula ao discursar na 2ª Conferência Nacional de Cultura, se comprometendo a priorizar estados que não possuem poder econômico como o Rio de Janeiro e São Pulo.

Diante da reclamação dos conferencistas, reivindicando mais recursos para a cultura, Lula se fez humorista, dizendo que a decisão passará pela ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. “O pessoal da PEC-150 deveria ter levantado a faixa quando a Dilma estava falando. Isso também é cultura”, afirmou levando a plateia às gargalhadas.

Lula se reportava à proposta de emenda à Constituição que compromete 2% da receita da União, 1,5% da receita dos estados, e 1% da receita dos municípios para investimento na cultura. Atualmente, o governo federal só disponibiliza 1%.

Lula aproveitou o momento para se contrapor à posição dos editorias de alguns jornais, afirmando que eles são “falsos democratas”. E exemplificou com a posição da imprensa quando foi contrária à Petrobras explorar petróleo no Brasil. “É que no Brasil a gente tem mania de pequenez. É sempre aquela coisa de segunda classe”.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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