Arquivo para 6 de maio de 2010

O FUTURO MÍSTICO DE SERRA

Em entrevista, o candidato das forças imóveis, representante da direita, José Serra, afirmou que não se coloca como candidato da “oposição e nem da situação”. “Eu me coloco como um candidato do futuro”, exclamou, crente que estava expressando uma máxima revolucionária da filosofia política.

Se o curtidor, talentoso cronista do cotidiano, compositor brasileiro Noel Rosa estivesse vivo e ouvisse ou lesse essa afirmação mística-transtemporal de Serra, iria tirar bons sarros de sua deslocação “futurista”, já que Noel foi um zombeteiro destas questões que tratam o futuro como superioridade ao presente. Como Noel não se encontra por estas bandas, resta aproveitar suas sugestões futuristas e tentar implicá-las com a mistificação-temporal do deslocado Serra.

Serra é candidato da direita nesse exato momento, não numa futura candidatura. Pelo menos é assim que ele é apresentado por seus parceiros ávidos de agarrar o poder há qualquer custo. Quando ele faz tal afirmação, confirma publicamente – sem atos falhos – que não se encontra situado temporalmente em um território presente, e nem preparado para governar o país do presente. O Brasil desenvolvimentista que o presidente Lula colocou no movimento nacional e internacional como nação progressista e respeitada e que precisa ser experimentado como realidade de agora para processar políticas contínuas de desenvolvimento.

Como politicamente os regimes e as administrações governamentais são formados por grupos políticos consignados como situação e oposição, Serra, afirmando que não é uma coisa nem outra, descaracteriza-se da disputa política, afirmando-se como um ausente. Alguém que segue à risca o alheamento que sempre marcou seu partido, e que por isso foi chamado de um partido que fica no muro: nunca toma posições mais profundas sobre às mudanças necessárias ao país. O que significa que não sendo situação nem oposição, Serra não se encontra em nenhum território definido, em um estado de coisas concreto, e uma enunciação objetiva que possam confirmar sua presença como candidato ao cargo de presidente da República. Ou seja, Serra é uma entidade mística-etérea. Não tem identidade corporal para poder participar de ações junto aos homens concretos.

E o que é pior para o futuro do Serra é que o futuro, como bem diz o filósofo francês Bérgson, é uma névoa virtual que, quando é atualizado como real, já é presente. Ou seja, o futuro não existe. Ou melhor, ele é um quase instante. Um movimento efêmero. O fugaz. O não-capturável. Serra é um homem abstrato. Isso ele confirma se lançando para o futuro como uma dimensão temporal produzida por sua imaginação-supersticiosa.

Em sua cápsula futurista evanescente, Serra não percebe que até mesmo de forma simbólica o futuro só pode ser cogitado como processual produtivo, como diz Marx, como movimento contínuo de produção de novas realidades saídas das esferas materiais que as relações reais dos homens representam.

Assim, Serra está enganando seus parceiros, que o veem como capaz de conquistar o poder. Mas o futuro de Serra confirma que ele não está participando da disputa dessa eleição. O que significa que se seu partido não atentar para as afirmações de Serra, a disputa ficará entre as duas mulheres: Dilma e Marina. Serra está fora. Serra está flutuando nas inebriantes fosforescências incorpóreas futuristas, onde nada se torna real.

Serra é o futuro.

AMOR DE MÃE PARALISA GREVE DOS RODOVIÁRIOS

Algo estranho aconteceu na noite do dia (04) na cidade de Manaus, envolvendo o comando de greve dos rodoviários.

Por incrível que pareça, como sempre, na calada da noite, sem ouvir o coletivo, a Diretoria do Sindicato, que durante todo o dia se mostrava intransigente, que chamou o prefeito de mentiroso, que iam partir para tudo ou nada, surpreende sua categoria, as centrais sindicais, sindicatos de outras categorias que os apoiavam. Por míseros 4% de reajuste salarial e as outras reivindicações reduzidas a promessas, a greve é suspensa em 100%.

Comparando essa decisão com outra, lembramos de uma greve que envolvia professores do Estado e do município no início da administração do português Serafim Correa. Uma greve que era geral, bastou o prefeito oferecer R$ 300,00 merrecas de abono que os professores do município abandonaram a greve, fragilizando-a e causando péssima impressão que até hoje fica difícil falar em greve envolvendo professores do Estado e do município e ainda mais quando se tem um SINTEAM atrelado ao governo.

Com relação à greve dos rodoviários, o auditório do Sindicato dos metalúrgicos foi pequeno para acomodá-los. Naquele local, várias decisões foram tomadas, inclusive se cotizarem para pagar as multas que seriam aplicadas, bem como ir para o enfrentamento nessa quarta-feira, caso a polícia fosse autorizada a dirigir os coletivos.

O que pode ter acontecido na reunião envolvendo trabalhadores, patrões e autoridades trabalhistas de nossa cidade? Os patrões declaravam que não tinha como atender as reivindicações. Não havia dinheiro, que as empresas operam no prejuízo, o que levou até uma juíza declarar que: “Se vivem no prejuízo porque não deixam o serviço?”

Diante de tudo isso, divagando sobre as causas de tão despropositada decisão, percebemos que a força do capitalismo é tão sutil e motivou o término da greve.

Dia 08 é o segundo domingo de maio. Nada mais terno, sublime para uma sociedade de consumo, mascarada, egoísta, do que explorar uma data em que depois do natal é a que mais vende produtos no comércio.

O Dia das mães foi a causa do encerramento da greve dos rodoviários. As ruas da cidade, principalmente no centro, estavam desertas e quem consome, quem compra é o povo que anda de ônibus. A elite possui carro e vai ao shopping. O povão vai às antigas ruas de Manaus e ali gasta seu vintém. Os comerciantes estavam chorando que nem a torcida do Corinthians nesta madrugada. A Prefeitura e o Estado também perderiam dinheiro porque sem compra não há circulação de dinheiro e nem pagamento de impostos, e foi aí que a força das mães fez o coração duro do presidente dos rodoviários ceder.

Evidentemente que muitos rodoviários devem estar contrariados e cobrarão do presidente Josildo Oliveira, que poderá se defender dizendo o seguinte: Qualé, meu, tu não tem mãe?

TSE NEGA REPRESENTAÇÃO DO PSDB CONTRA SENSUS, FOLHA DE SÃO PAULO É ATINGIDA E DILMA ESTÁ EMPATADA COM SERRA

O partido da direita gananciosa, o reacionário PSDB, depois de tomar conhecimento da pesquisa feita pelo Instituto Sensus, na qual mostrava empate entre os dois candidatos à Presidência da República, com seu candidato Serra com 32,7%, e a candidata do presidente Lula, e do Partido dos Trabalhadores (PT), Dilma, com 32,3%, tomado de profundo despeito por ver pela primeira vez a realidade da disputa eleitoral, e estimulado por sua assecla Folha de São Paulo, que já havia dado em pesquisa de sua lavra uma diferença de nove pontos percentuais para seu representante, resolveu entrar com uma representação contra o Instituto Sensus no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pedindo uma multa com valor entre R$ 50 mil e R$ 100 mil. Tudo por acreditar que o Sensus não havia respeitado o prazo previsto para divulgação do resultado da pesquisa. Na verdade, uma tentativa de intimidar o Instituto Sensus para que o mesmo não fosse coerente em suas pesquisas e parasse de mostrar a real situação das opiniões dos eleitores brasileiros, que tendem a votar em Dilma.

Todavia, ontem, dia 5 (dia do aniversário de nascimento do filósofo Karl Marx), o mesmo ministro auxiliar do TSE que vem dando parecer favorável às representações dos dois partidos gêmeos ideológicos, PSDB/DEM, Joelson Dias, julgou improcedente a representação.

A decisão do ministro auxiliar Joelson Dias, que nega a representação do PSDB, toca também moralmente na Folha de São Paulo, que foi a primeira a levantar suspeita contra o Sensus. O que força o entendimento de que a suspeita da Folha de São Paulo foi feita exclusivamente por interesses partidários e econômicos, já que ela não está nada preocupada com a democracia, mas com o resultado do Sensus, que colocou por terra a pesquisa anterior do Datafolha, que beneficiava seu candidato Serra. Pesquisa esta já mostrada publicamente cheia de fraudes.

ARGENTINA: PRIMEIRO PAÍS A APROVAR O CASAMENTO GAY NA AMÉRICA LATINA

Final de festa para o casamento gay

Eram 2:25h e se havia passado doze horas de debate, quando a ativista María Rachid e seu companheiro Esteban Paulon saíram de um quarto perto da presidência da Câmara dos Deputados, onde ingressaram como conselheiros, e miraram os olhos dos deputados e deputadas presentes. Estava-se para votar a meia-sanção da reforma que permite o casamento entre personas do mesmo sexo. Foi sobre a taxa de penalização média de reforma, que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo. “Queria ver a cara dos que iriam votar contra, que vissem a quem estavam prejudicando, porque o público estava nas gradas altas e não podiam ser vistos facilmente”, recordou Rachid, presidente da Federação Argentina de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transsexuais (Falgbt). Apenas aqueles que votaram a favor se animaram em olhar em seus olhos, os outros não.

Quando o painel sinalizou que haviam 125 votos a favor, 109 contra e 6 abstenções (depois houve uma correção: os números foram 126, 110 e 4), Rachid e Claudia Castro, sua noiva até que a Suprema Corte ou do Senado diga o contrário, se abraçaram e compartilharam lágrimas de triunfo. A sala estava cheia de pedaços de papel e havia um grito comum entre os militantes e alguns deputados: “Igualdade, igualdade, igualdade!”. Rachid foi até o Salão dos Passos Perdidos, e começou uma série de abraços até perder a conta. Em seguida, desceu as escadas abraçada pela deputada Vilma Ibarra, uma das autoras do projeto. Nesse momento, uma outra reivindicação foi cantada no Congresso: “Documentos legais para travestis e transexuais!”

Lá fora, centenas de simpatizantes cortaram intermitentemente a Avenida Rivadavia, buzinando saudações. Entre eles estava César Cigluitti, da Comunidade Homossexual Argentina. Dois ativistas pela diversidade sexual do Partido Socialista conversaram com a kirchnerista Silvia Vázquez. “Vocês me surpreenderam, nunca uma ‘barra’ se comportou tão bem como vocês”, disse a deputada. “E olha que havia gente para vaiar entre os deputados”, respondeu uma das jovens.

Logo, ativistas e vários parlamentares como Ibarra, seu colega Martín Sabbatella, a ex-deputada Silvia Augsburguer e os radicais Ricardo Gil Lavedra e Silvia Storni foram festejar no único local aberto às 3:30h: o restaurante Plaza del Carmen. Brindaram, tiraram fotos e houve lugar para pensar sobre a estratégia no Senado. Saíram duas horas depois. Rachid não chegou a dormir meia hora, quando seu celular tocou e começaram a pedir-lhe entrevistas par rádio. “Às 9 já tinha câmeras de TV em casa”, comentou a ativista, que ontem enfrentou, como pode, “a ressaca da felicidade”. Ontem, ela disse, emocionada, que no momento da votação sentia como se lhe caíssem em cima os anos de trabalho. “Recordei de todos os companheiros e companheiras que militaram por isso, dos que se desgastaram no caminho devido à quantidade de obstáculos que tivemos”, analisou.

Rachid passou o longo dia a poucos metros do recinto, nas salas adjacentes onde trabalham os assessores. Dali se aproximaram vários legisladores para cumprimentá-la e felicitá-la, e também recebeu uma surpresa. Foi falar com ela um chefe radical, que há um ano e meio, quando ela levou-lhe o projeto, não se recusou apenas a assinar, se recusou a recebê-la diretamente. Nessa noite, o deputado lhe confessou que havia modificado muito o que pensava, que se havia “sensibilizado”. Era um daqueles que “no princípio não aceitavam nem a união civil”, disse a radical Storni.

Para o líder do Partido Socialista, ganhou-se algo mais importante que a “meia sanção”: “Isso abriu a cabeça de muita gente, permitiu que a sociedade veja o tema de forma diferente”. Nos quatro anos que esteve no Congresso, Augsburguer jura que nunca viu um debate tão forte e comovente. Surpreendeu-lhe Pinky, do PRO, que lembrou o sofrimento de tantos atores e atrizes discriminados por sua orientação sexual e teve uma frase muito precisa para a sessão: “Governar é fazer as pessoas felizes”. A socialista também observou o valente discurso do chefe do bloco de seu partido, Ricardo Cuccovillo, que falou, contendo as lágrimas, referindo-se à injustiça que sentia porque seu filho gay não tinha os mesmos direitos que seu outro filho heterossexual. “Cuccovillo ajudou a mudar muitas mentes no momento da votação”, disse a ex-deputada. “Inclusive o senador Adolfo Rodriguez Saá disse que esse discurso lhe comoveu e o deixou pensando”, acrescentou.

A influência do trabalho de organizações como a Falgbt e a CHA se observou no recinto. Apesar de tudo começar com a declaração da inconstitucionalidade de dois artigos do Código Civil por alguns juízes, houve poucas argumentações jurídicas no debate, donde se mencionaram os artigos 16 e 19 da Constituição Nacional, que levantaram a igualdade perante a lei e o direito à autonomia e à privacidade, respectivamente. Falou-se mais sobre a vida das pessoas e das transformações sociais.

Augsburguer, Rachid e Vilma Ibarra foram os primeiros a reunir-se em outubro passado em um escritório do Congresso, onde decidiram não esperar sobre o que a Suprema Corte decidiria sobre o caso de Rachid e Castro e que se avançasse diretamente no Congresso. Ibarra, que dormiu apenas 15 minutos a mais do que Rachid, disse ontem que, nem bem terminada a votação, foi lançada em um longo abraço com Sabbatella. “Vi tanta gente chorando que senti que para elas esta era uma reparação para tanta discriminação e sofrimento”, disse a deputada do Novo Encontro. Para ela, a mudança deste outubro foi abismal: “Os deputados mais trogloditas defendiam a União Civil como pedindo desculpas por não votar a favor, envergonhados pelo que faziam.”

A partir de agora, a Falgbt começará a rondar o Senado, para prestar informações aos senadores individualmente, como fizeram com os deputados. De acordo com Rachid, se tudo correr bem, dentro de um mês se poderá debater nessa câmara, mais conservadora. “A militância está encorajada por aquilo que foi alcançado e está certa”, disse Augsburguer a respeito. Ibarra lembra que estão a favor o líder da bancada radical, Gerardo Morales; o kirchnerista, Miguel Ángel Pichetto; o socialista Rubén Giustinianni e Maria Ines Estenssoro, da Coalizão Cívica. “Sempre se disse que não era hora de se falar sobre essas coisas”, disse Ibarra, “mas a questão chegou à casa. Eu fui à escola da minha filha falar sobre o Congresso e me perguntaram sobre o casamento gay. Um menino de 10 anos gritou para mim: “Por que não podem se casar?”

Tradução: Afinsophia


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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