Arquivo para 31 de maio de 2010

AÇÃO CONJUNTA AMAZONINO-OMAR OTIMIZA MANAUS-GAME

I SEMINÁRIO DE PERSONALIDADES NEGRAS NO AMAZONAS

Os Negros Minas, tão fortes e valentes,

onde não alcançaram com os braços,

alcançarão com sua fé e tradição em seus ancestrais.”

A Associação Movimento Orgulho Negro do Amazonas (AMONAM) organizou na sexta-feira passada, o I Seminário de Personalidades Negras do Amazonas, que contou com a presença de diversas pessoas que estão inseridas nas tradições da cultura negra, que são ligadas ao movimento negro na cidade de Manaus e que vêm fazendo um trabalho para diminuição do racismo no estado e cumprimento das leis que garantem o estatuto da cidadania ao negro no Brasil.

Nochê Hunjaí Emília de Toy e Lissá, presidnete da Fucabeam, juntamente com Pai Dantas e Pai Tota.

Além das palestras, juntamente com a Federação de Umbanda e Cultos Afros Brasileiros do Estado do Amazonas (FUCABEAM), o AMONAM conferiu o Prêmio Personalidade Negra do Estado do Amazonas – Nestor Nascimento para aqueles que têm “relevantes trabalhos prestados e militância em defesa da cultura afrobrasileira em sua plenitude no Estado do Amazonas”. Vários babalorixás e pessoas atuantes quanto às causas negras receberam o prêmio. Neste caso, este bloguinho intempestivo também recebeu pelo contínuo trabalho que vêm realizando nos terreiros com as religiões afro, além do trabalho com a capoeira e na defesa dos direitos humanos das minorias excluídas de forma geral.

Conversamos com o presidente do AMONAM, Luiz Costa, que fez uma avaliação sobre os trabalhos realizados e os objetivos do movimento.

O AMONAM foi constituído oficialmente em 2006, e a gente se propõe a fazer uma luta contra a discriminação em todos os sentidos. Ele também tem por finalidade proteger e fazer todo um processo histórico sobre a cultura africana e afro-brasileira no estado do Amazonas. Ele foi criado para que a gente pudesse falar sobre a história, falar um pouco da influência dos africanos aqui no Brasil. Há sérios problemas aqui no Amazonas, porque pela forte presença indígena aqui muitas pessoas acabam por propagar que não tem negro no estado, o que uma visão mentirosa. Há muitos indígenas, mas há também muitos negros, a ponto, é preciso saber, que nós temos remanescentes no Amazonas de quinze quilombos, inclusive remanescentes urbanos de quilombos. A gente opera então de uma forma de levar educação, porque a Lei 10.639, que foi criada em 2003, que contempla a história e a cultura afro-brasileira, que partiu da cobrança da ONU em Dubai, para que os países fizessem uma reparação histórica com os descendentes africanos. Isso foi importante se reuniram as principais entidades que já militavam na causa negra desde o tempo da repressão. E eles conseguiram elaborar um plano nacional que contempla muita coisa mesmo. Então a gente procura trabalhar de forma, além de efetivar a Lei, também sensibilizar a população a perceber isso. E é isso que a gente tem feito, trabalhado para que as pessoas entendam e compreendam a necessidade de compreender e interpretar essa Lei.

Sobre o Prêmio Nestor Nascimento

Hoje esse prêmio fala de um grupo de pessoas que chegaram por aqui, uma parte maçons, outros eram militares que vieram de outros estados, criaram um grupo para defender e proteger esses grupos, e desde lá a gente vem trabalhando sucessivamente até chegar a mim agora, a minha presidência, que vai ser oficializada agora no final do mês. Desde o ano passado nós temos ido às escolas e outras instituições dando uma série de palestras. O Fórum ao qual o AMONAM está ligado tem uma parceria com o Ministério da Educação e Cultura (MEC) e mais a Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH). Há muitas dificuldades na luta pela diminuição dessa condição de sub à qual a raça negra é submetida. A gente precisa aglutinar as ações, para que elas não fiquem isoladas. É importante dizer também que a gente tem avançado pelos interiores. Já fomos a Presidente Figueiredo, já fomos ao Novo Airão, já fomos a Manacapuru. No caso de Novo Airão, é muito importante porque lá tem um quilombo. O único quilombo com certificado aqui no estado do Amazonas está lá. Agora pro segundo semestre, estamos indo pra Barreirinha, que é um local que tem quinze comunidades. O AMONAM não é uma luta só de negros; é uma lutar para propagar informações e lutar de forma geral pra tornar a sociedade um pouco mais igualitária e um pouco justa. Quando eu falo pouco, é para inquietar, para que as pessoas comecem a pensar até onde vai esse pouco, levando-a com esse processo a questionar os mecanismos de segregação e preconceito que nós temos.

Sobre a intolerância religiosa

As religiões afro foram colocadas como demoníacas. O grande processo da Igreja Católica era baseado sobretudo naquilo que ela não reconhecia como sendo próprio da Igreja. Então houve a caça às bruxas, houve a inquisição, e os grupos negros também entraram nesse processo, a ponto de as pessoas não poderem demonstrar nenhuma capacidade fazer chás e outras práticas, pois já era chamado de mago e muito mais. A religião afro mexe, então, com uma coisa que as outras pessoas não tem domínio. Às vezes desperta a curiosidade, mas geralmente desperta um medo porque as pessoas não compreendem os mecanismos ali envolvidos. Por isso é necessário que as pessoa conheçam a religião com certa profundidade. Teria que ser assim com qualquer religião. A gente está avançando também na luta pelo respeito à religião. Hoje as pessoas viram e ouviram vários pais e mães de santo, e as pessoas receberam com muita simpatia.

Também conversamos com a atuante Joana Carmem Machado, que foi uma das palestrantes do seminário e que atua no movimento negro no estado vizinho Pará, envolvida em diversos projetos de inclusão sócio-cultural dos negros no Estado Democrático de Direito.

Eu sou do movimento negro do Estado do Pará, do CEDENPA (Centro de Defesa e Estudo do Negro do Pará). E na Universidade Federal do Pará (UFPA) nós temos o Grupo de Estudos Afro-Amazônicos, que é o NEAB. É o Movimento Negro dentro da academia discutindo as relações das questões etno-raciais, discutindo o papel do negro na sociedade, principalmente discutindo o acesso do negro dentro da universidade e a permanência dele dentro da universidade, como a ação do Gean, que é o Grupo de Estudo Afro-Amazônico. Em 2006, a gente entrou com processo de cotas da universidade. Demorou muito para o conselho votar, demorou 3 anos para o conselho colocar em votação, quando colocou, não foi a proposta que a gente tinha pautado. Já em 2008 quando, enfim, as cotas foram implementadas, onde 50% ou 40% é negra, o restante é escola pública. No outro dia as escolas particulares fizeram uma manifestação na rua, e tal, contra as cotas. Mas, enfim, já era fato consumado. E esse ano houve vestibular índigena. As primeiras turmas ingressaram com reserva de vagas para indígenas, 2 vagas dentro de cada curso da universidade. E agora a gente teve uma audiência com o reitor, no dia 25 agora, de maio, Dia da África, em que a gente entregou uma solicitação de cota para quilombolas. O reitor está convencido de que são necessárias, mas precisa levar para discussão do conselho. E agora a gente vai fazer uma ação via Ministério Público Federal, para a criação de cotas quilombolas na UFPA.

O intercâmbio com a África

Em 2006, três professores da UFPA foram para Guiné-Bissau como consultores do Unicef para fazer um trabalho com formação de professores e elaboração de material didático. A Jaqueline Serra-Freire, Salomão Lage e o Ilton Pereira da Silva. Os dois primeiros são do Centro de Educação, são pedagogos. E o Ilton, ele é do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UFPA. E na volta deles para o Brasil começou um trabalho de estreitar as relações com a Guiné pela necessidade de implementação da lei 10639, e pela necessidade que a Guiné-Bissau têm na área educacional. Há um alto índice de analfabetismo, professores sem formação e nós estamos pretendendo fazer um intercâmbio de professores do Pará com a Guiné-Bissau. É uma proposta de fazer um ensino técnico e tecnológico na Guiné-Bissau com a estrutura que se tem no IFPA – Pará, onde têm os cursos de pesca, agricultura e agro-ecologia. Os professores de lá vindo para o Brasil com a experiência deles para serem formados, também aqui pelo IFPA – Pará. É uma proposta que nós estamos pautando agora dia 22, numa reunião que a gente vai para Brasília, conversar com a CETEC e com a CECAD.

Educação e diversidade afro-amazônica

Como aqui tem o Fórum Permanente de Educação e Diversidade, no Pará também tem o Fórum Permanente de Educação e Diversidade, em que o Gean, do Grupo de Estudo Afro-Amazônicos faz parte do Fórum. E a gente veio nessa troca de experiência e dizer o que o Fórum de Belém têm feito e o que o Fórum daqui de Manaus está fazendo, para vê se a gente consegue caminhar, dá uma implementação maior na lei 10639, por conta da carência que se tem de estudos africanos e inserção de africanos aqui no Amazonas. No Pará, a gente já tem conseguida andar um pouco mais por conta de estudos, de trabalhos já a nível de pós-graduação, do prof. Vicente Sales, da professora Naísa Virgulino, da professora Marilú Campelo, do professor Ilton da Silva, que é médico e esteve nesse convênio com a Guiné-Bissau. E a gente teve, em 2008, uma turma de especialização específica só para professores da rede estadual de ensino, para a implementação da lei 10639. O fruto dessa especialização, os próprios professores, que são da rede, já disseminaram , no curso de aperfeiçoamento em 5 municípios. E desses 5 municípios, cada um com 60 alunos. Então, já está acontecendo essa multiplicação, a partir dessa especialização. Ano passado se aprovou mais uma especialização pelo UNIAFRO, que é em saberes africanos e afro-brasileiros na Amazônia. E pelo UNIAFRO, agora mais duas turmas com a SEDUC, com recursos da SEDUC, que banca os estudos em 2 municípios, um em Belém e outro em Bragança. E também estamos participando da rede de formação de professores na Educação Básica, com projeto de 200 horas. Esse já vai ser em 4 municípios, um curso de aperfeiçoamento para a educação das relações etno-raciais, que eu vou dá a temática História e Cultura Africana e Afro-brasileira no âmbito do currículo. Então, é pouco ainda, para o contingente de professores, só na rede estadual são 37 mil professores. Então, ainda é pouco, mas a gente tem avançado, principalmente nesses estudos africanos e afro-diaspóricos na Amazônia, tem-se se debruçado. E a Casa Brasil-África, que é uma instituição dentro da UFPA, tá discutindo agora um mestrado, também em nível de intercâmbio, mas já com Cabo Verde. Intercâmbio entre Cabo Verde e Brasil para o curso de mestrado na temática da diáspora africana.

Vim falar disso e mobilizar as pessoas para também comporem o Fórum, não é. E o Movimento Negro na participação dessa construção, dessa participação na formação desses professores. Se você vê a Lei 10.639, você tem que ler a ação do Movimento Negro. Então, se o Movimento Negro foi capaz de mudar, de alterar a legislação brasileira, o Movimento têm também condições de fazer a formação desses professores, de ajudar esses professores por dentro dessas instituições.

A questão da mestiçagem

Eu acho que o preconceito contra os paraenses tem menos perigo aqui que a questão dos mestiços. Mas isso é uma questão tão ampla. A mestiçagem, ela apaga qualquer ato de diferença. Você já viu branco dizer que é mestiço? Ah, somos um país de mestiços. O IBGE não tem nenhum instrumento estatístico que trata a mestiçagem como uma série de identificação. Não há nenhuma política voltada para a questão mestiça. Quem é que vai se identificar enquanto mestiço? Não tem nenhum dado, nenhum instrumento estatístico que faça a diferença entre branco, negro e mestiço. Porque a mestiçagem é um projeto que foi posto neste país para apagar as diferenças. Hoje na apresentação dos meninos, em que eles cantavam ao Amazonas, que se referia aos rios, a floresta e o fenótipo das crianças muito mais ameríndios que negros. Tu vias nitidamente as marcas diferentes ali. O fenótipo ameríndio mais o som, o ritmo africano. E eu vou dizer que isto é mestiçagem? Não. Eu tenho que dá a César o que é de César, não é camarada? O ritmo é africano, isso aqui é africanidade na Amazônia. Eu não posso apagar isso e colocar na vala da mestiçagem. Por que a mestiçagem acaba com toda essa diversidade. Por que tenta unificar. Nós somos diferentes, nós não somos iguais. Nós somos diferentes. Agora os tratamentos precisam ser iguais. A igualdade de direitos são iguais. Agora é preciso marcar diferenças, e a mestiçagem, ela destrói as diferenças.

SEGUNDA-FEIRA DOMINICAL

O dia das boas almas

£ Segundo estimativas dos órgãos econômicos internacionais, o Brasil deverá, no primeiro trimestre, alcançar a segunda maior taxa de crescimento no mundo, superior à China. O que significa dizer que o Brasil será um dos líderes de expansão mundial.

As avaliações consideram que dado o crescimento do PIB nos meses de janeiro, fevereiro e março, o Brasil poderá chegar a 3,6% no trimestre, o que em uma soma anual a taxa de crescimento colocará o país entre os três principais países da economia mundial. Tudo que contribui para a direita invejosa se rasgar de dor-impotente. Tudo que deixa a certeza que não há lugar para Serra nessa eleição.

£ Juan Manoel Santos, candidato à Presidência da Colômbia, nessas eleições de 2010, segundo opiniões não oficiais, logrou nas eleições desse domingo passado 46,57% dos votos dos eleitores colombianos. Já o seu principal adversário, Atanas Mockus, do Partido Verde, teve 21,48% dos votos. Mas a soma dos votos dos outros candidatos vai levar as eleições ao segundo turno.

Juan Manoel Santos é o candidato oficial do presidente da direita sulamericana pró Estados Unidos da América, Uribe, o mais comprometido dos governantes da América do Sul com a ditadura civil, daí que já existam informações que o pleito foi marcado por fraudes, ameaças e violências contra eleitores.

Nada fora dos moldes das eleições colombianas nesse últimos anos em que Uribe governa o país junto com as forças mais reacionárias e violentas da América do Sul. Entretanto, apesar da política ditatorial de Uribe, a ida das eleições para o segundo turno já é, para sua prepotência, um fortíssimo golpe. Mesmo que ele tenha declarado, em forma de chantagem, sua autopromoção. “A Colômbia recuperou a liberdade política que estava sequestrada pelo terrorismo. Graças às Forças Armadas, graças à cidadania.”

£ O Instituto Datafolha, requentando resíduos velhos de sua pesquisa dos dias 20 e 21, do mês passado, afirmou o óbvio: A maioria dos eleitores do PSDB é de direita. O fino do supérfluo, visto que qualquer brasileiro é sabedor dessa triste realidade que só retarda a construção da democracia real no Brasil.

A pesquisa retardada vem apenas solidificar que a direita brasileira é aquela, como poderia afirmar o filósofo Nietzsche, que sofre do pathos da proximidade. Só lhe importa o que se encontra em seu território particular. O que gratifica sua voracidade privada. Nada do pathos da distância. Lá onde se encontra o povo. Aquele que cria e move o processo democrático de uma sociedade.

Uma pesquisa para embalar bocejos de uma elite – e seus imitadores – entorpecida por seus tédios ontológicos.

£ A missionária da igreja Assembleia de Deus – igreja que no Amazonas faz parte do corpo “político” reacionário que sustenta parlamentares e governantes da direita -, Marina Silva, candidata do Partido Verde (PV) à Presidência da República, mostrando sua preocupação evangélica com a união da “política” com “religião”, em visita à igreja Assembleia de Deus, em Mogi Guaçu, em São Paulo, pediu para seus “irmãos” da igreja não “satanizassem” seus adversários Dilma e Serra.

Em seu pedido, Marina foi onisciente-onipotente, como pedem as eleições. Assim, nessa condição teológica, ela disse: “O Deus que ama, ama Dilma, ama Serra, e ama Plínio”. Pelas máximas da senadora Marina, infere-se que ela não leu o “Tratado Teológico-Político” do filósofo Spinoza, que afirma, em estudo vastíssimo e profundo, que a Bíblia é um tratado político do Estado Hebreu.

Como a Bíblia é o livro – principalmente o Velho Testamento – que serve de leito para esses crentes apoiarem suas superstições, e não um tratado político, o mesmo de Marina, fica entendido que o pedido da senadora é mais uma usurpação teológica do que uma preocupação com seus adversários, visto que o Deus dos três não é o mesmo de Marina.

Marina comete o mesmo erro dos supersticiosos em querer ter o direito da voz e do juízo de Deus. Mas é tempo de eleições, todos os deuses valem.

£ O Campeonato Brasileiro teve mais uma rodada nesse final de semana, e no começo. Sábado foi dia de baile da pobreza do futebol brasileiro. Empate para todos os lados. O Flamengo com o Grêmio mostraram que o futebol anda às léguas dos gramados, vide o cansado Palmeiras, que não saiu de 0x0 com o Grêmio Prudente. E até o Avaí se deu ao propósito de empatar, em casa, com o Vitória.

Domingo melhorou um pouco. Mesmo só nos resultados. O Fluminense não viu o Atlético Mineiro, do arrogante Luxe, e meteu 3×1 em pleno Mineirão. Mas o bom mesmo, para seu torcedores, foi Corinthians quase golear o Santos, por 4×2, com direito a tiração de broncas dos peixeiros, como Ganso, afirmando que o juiz ajudou o time do Parque São Jorge.

No clássico carioca, embora a partida fosse pelo Campeonato Brasileiro, Vasco e Botafogo, realizaram mais uma reprise do insuficiente futebol carioca. Não passaram de um empate de um gol contra um.

Se futebol tivesse moral, poderia se afirmar. Moral do jogo: que tivesse terminado em 0x0. Seria o verdadeiro peso e medida.

Mas houve uma partida que embora não tenha sido futebol, seu resultado causa contentamento aos torcedores do time ganhador. Ceará ganhou do Cruzeiro de 1 a 0.

£ Mohamed Elbaradei, ex-diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), e Prêmio Nobel da Paz, em 2005, falando sobre o acordo sobre o programa de energia nuclear do Irã, realizado pelo Brasil e a Turquia, afirmou: “Não me surpreendi nem um pouco. Estive envolvido nessas negociações durante muitos anos, quando ainda era o diretor-geral da AIEA, cargo que ocupei até novembro do ano passado. Sempre considerei que o diálogo é única verdadeira solução para o programa nuclear iraniano, e fico feliz que i Irã tenha firmado o acordo através dos bons ofícios da Turquia e do Brasil.”

Mais uma opinião de uma personalidade conhecida e respeitada internacionalmente que fortalece o tema que o Brasil está certo em sua política Exterior, e que fez bem em, juntamente com a Turquia, assinar o acordo com o Irã. Mas uma opinião que coloca em posição deplorável a deplorável consciência política da obscurantista direita brasileira representada pela mídia e os políticos reacionários que pretendem a presidência do Brasil.

£ Que o presidente Lula é personalidade de respeito internacional com trânsito nas mais importantes agendas das relações políticas nesses territórios, já é notório. Que ele é visto e tido como persona influente, já é também do saber mundial, por isso ser uma personalidade cogitada para ser candidata ao Prêmio Nobel, também é da sabedoria das nações.

Em razão de toda notoriedade de Lula, como um político defensor e realizador de políticas sociais que ultrapassaram as fronteiras do Brasil, o senador candidato ao governo de São Paulo, Aluizio Mercadante, redigiu uma petição a ser encaminhada ao Comitê Nobel Norueguês, para que Lula seja o indicado ao Prêmio Nobel da Paz, na versão 2011.

Em seu entender, Mercadante afirmou que Lula merece o Nobel da Paz, porque ele “é um exemplo de um empenho pela democracia e por sua luta incansável contra a pobreza. Além disso, sempre foi seu desejo um ordem mundial mais justa.

As ações de Luiz Inácio lula da Silva têm a marca inconfundível da busca pela paz e justiça social.”

Todos que imaginam essa glorificação de Lula como Prêmio Nobel da Paz não podem deixar de imaginar Fernando Henrique combalido no fosso da inglória invejosa. Nada de simples tristeza, mas profunda depressão.

£ “Não peço o perdão dado a Paulo, nem espero a graça feita a Pedro, rezo somente pelo favor que receberam os ladrões crucificados”, epitáfio do católico que se dedicou a comunidade e à ciência. Epitáfio que levou o bispo de Warmia a impor sua mudança como condição para assumir o elevado posto da hierarquia da Igreja Católica.

Reverendíssimo Nicolau Copérnico de Turon, artista e médico doutor, cônego de Warmia e restaurador da astronomia: homenagem de Martim Kromer, bispo de Warmia, em honra à memória e a causa da posteridade, 1571”, estava oficializado o verdadeiro epitáfio do cientista Nicolau Copérnico, que durante anos teve o paradeiro de seus restos mortais desconhecidos.

Agora, em 22 de maior de 2010, 467 anos depois de sua morte, depois de várias pesquisas antropológicas e genéticas, foi possível, através de estudo do genoma em dois fios de seus cabelos, confirmar seu corpo e, consequentemente, enterrá-lo na catedral de Frombork, na Polônia.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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