Arquivo para 25 de julho de 2010

NA TERRA ONDE O “CARA” NASCEU, DILMA TEM 60%

Já é conhecido até dos minerais – como diz o ilustre jornalista/filósofo Mino Carta – que os institutos de pesquisas eleitorais Datafolha/Direita e Ibope/Direita, no que tange à democracia, não carregam qualquer signo de honestidade quanto ao devir/político coletivo do movimento democrático. Todas as pesquisas que estes institutos realizam, onde a democracia, como Subjetividade/Popular, está em plano primeiro, são sempre tendenciosas, viciosas, escamoteadas e direcionadas para o gáudio da direita.

A última pesquisa – pesquisa? – do Datafolha – o Data fora de validade – confirma o que os minerais sabem e até o mais estúpido alienado político. Enquanto o Brasil torna-se a passarela da moda Dilma/Pop, o Data fora de validade tenta mostrar, como evidência, uma costura eleitoral de alta moda. A tal moda cheiro. O que não veste o povo brasileiro, visto a moda pop exalar um odor democrático agradável ao olfato, o que a alta costura não expressa.

Assim, já circulando no entendimento da população, como institutos desonestos, os dois arautos da direita, a lúpen-burguesia, desapareceram para surgirem, nacionalmente, os institutos Sensus e Vox Populi, onde suas pesquisas estão entrelaçadas com a democracia.

Desta forma, é possível encontrar uma mensuração de opiniões eleitorais do Vox Populi, em Pernambuco, terra de Lula, o “cara”, onde Dilam/Pop, aparece com 60%, enquanto Serra – encerrando a carreira -, com 24%. Tudo que o data fora de validade não percebeu e entendeu.

O que confirma os versos imortalizados pelo rei do Samba de Breque, o malandro Morengueira:

Pernambuco

Cidade pequena,

Porém descente!”

Claro, Pernambuco não é uma cidade, é uma estado, um estado democrático que transpira a alma do Povo, o que lhe faz ser decente.

SE ELEIÇÕES NO AMAZONAS FOSSEM OPOSIÇÕES DE IDÉIAS NÃO HAVERIA ELEIÇÕES PARA GOVERNO

O Amazonas nunca foi um Estado em que sua história política demonstrasse claramente diferenças de ideias políticas entre os candidatos ao cargo de governo. Por mais que apresentassem diferenças de siglas partidárias, o cerne, tanto dos partidos como de seus membros, encadeavam-se no princípio do mesmo. Uma espécie de boa vizinhança.

A partir do pós-ditadura, os fatos não mudaram. Mesmo quando em alguns momentos eleitorais se apresentavam siglas de partidos chamados de oposição como o Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Comunista do Brasil (PC do B). Esses tidos como os grandes diferenciadores do que estava constituído como poder governamental reacionário. A direita amazoniquim. Daí ser possível se encontrar um candidato do PT, como o Dr. Marcus Barros, ou a professora Marilene Correa, aliado ao “jovem” representante da direita, Eduardo Braga, que se tomava como o novo político. O político da modernidade (sem saber que jamais fomos modernos, como diz o filósofo Bruno Latour). Coisa de Collor.

Sempre houve a eliminação da alteridade, a redução do outro como diferente. Sempre predominou a lógica da igualdade. Nada de disjunção, nada de corte nas forças reacionárias sempre em voga na cena política amazoniquim. Assim que hoje, com duas candidaturas iguais, se completa o desaparecimento da democracia como regime político das ideias no Amazonas. Não há ideias capazes de se manifestarem como antagônicas. Como discurso diferencial. Tudo foi dissipado pela imagem referencial como igualdade.

São dois candidatos ao governo do Amazonas, Alfredo Nascimento e Omar Aziz, duas candidaturas que representam a eterna situação política do Amazonas. A ideia retrógrada de governar. Nenhum difere do outro. A igualdade é tamanha que além de saírem do mesmo nascedouro político, a mesma fonte reacionária da direita nas pessoas dos ex-governadores Gilberto Mestrinho e Amazonino Mendes – esse cassado pela insigne juíza Maria Eunice Torres do Nascimento -, disputam o mesmo palanque junto à candidata do presidente da República, Lula, Dilma Rousseff. Sem nenhum deixar evidenciado qualquer sinal relativo às políticas sociais do governo Lula, visto que ambos seguem a mesma ordem da consciência limitada de “fazer política” no Amazonas. Ou seja, visando os grupos mais próximos. No caso de Omar, fica mais concreto, posto que afirma que vai dar continuidade à forma de administração que seu autor, ex-governador Eduardo Braga, pregou. Nada que elimine o entendimento de que Alfredo também fará o mesmo. A certeza se encontra na evidência de que nenhum dos dois nos últimos anos expressou qualquer mudança em suas vivências ontológicas. Permanecem com a mesma postura que durante anos vêm cultivando, muito bem expressas em suas relações com membros reacionários da chamada comunidade política do Amazonas.

Daí que se houvesse uma lei democrática como condição para realização de eleições nos estados, a existência de ideias políticas/partidárias antagônicas, no Amazonas, não haveria eleições para governador. Dado a igualdade de princípio entre todos os membros tidos como candidatos. E, nesse quadro, também os seus aliados. Por isso ser possível encontrar o deputado estadual, que se auto-cognomina de esquerda, Eron Bezerra, e família, aliado com o orgulhoso direitista Omar Aziz. E a única representação da esquerda do PT aliada com Alfredo. O candidato que levava tucumã para o prefeito assado, Amazonino. Talvez por imposição das alianças, mas, de qualquer sorte, também aliado.

Diante da situação – nos dois sentidos -, salta uma certeza. Se todos os eleitores do Amazonas soubessem dessa igualdade, nenhum dos dois seria eleito governador. Aí seria preciso o povo criar um candidato. Então, o Amazonas teria “O Candidato Que Saiu do Povo”*.

* O Candidato Que Saiu do Povo é a nova peça que o Teatro Maquínino da Associação Filosofia Itinerante (AFIN), está apresentando nas comunidades distribuídas em escolas, centros comunitários, igrejas, hospitais, terreiros de macumba, botecos, becos, ruelas, feiras, etc, onde o teatro se fizer possível como arte-dionisíaca libertadora. Ou turbulento.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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