Arquivo para 23 de agosto de 2010

BLOGOSFERA: REDES COLETIVAS/ALTERNATIVAS DE EXPRESSÕES CONSTITUINTES

PELO 1º ENCONTRO DE BLOGUEIROS PROGRESSISTAS

Não se pode negar que o advento da internet trouxe uma maior democratização da informação e a possibilidade da formação de uma mídia alternativa diante da grande mídia sequelada aliada à canhestra direita brasileira. Agora todo e qualquer cidadão pode entrar nessa rede e participar democraticamente do debate público. Alguns jornalistas que não tinham nem queriam lugar nas grandes redes entraram no filão dos blogs alternativos, que teve como um de seus fundadores o íntegro jornalista Luiz Nassif.

Antes, a Rede Globo, a Folha de São Paulo, o Estadão, Veja, IstoÉ e demais cópias fajutas nos estados poderiam deslanchar sua verve falseada de forma tirânica, contanto no máximo com a resistência fundamental de uma Caros Amigos e de uma Carta Capital.

Na última década, a grande mídia, conhecida, em sua empáfia, como 4º poder, passou a sofrer revezes devido à rápida proliferação de uma rede midiática alternativa formada por pequenos pontos em linha intensiva de atuação para o qual os velhos padrões de fabricação de verdades escamoteadas da grande mídia já não se podiam manter, modificando não somente as mídias, mas a própria realidade da política brasileira. Nas palavras de Paulo Henrique Amorim: “Antigamente, os tucanos de São Paulo davam três telefonemas e controlavam o Brasil. Eles ligavam para o Doutor Roberto (Globo), o Ruy Mesquita (O Estado de S. Paulo) e o Seu Frias (Folha de S. Paulo) e governavam a opinião pública brasileira. O que desmontou essa estratégia concentrada em três telefonemas foi a blogosfera.”

UMA EXPERIÊNCIA INTEMPESTIVA

Não que a grande mídia deixasse de existir e exercer poder de controle, mas é que uma nova forma, um novo medium passou a se sobrepor nos processos de comunicação. Alguns conhecidos jornalistas, como o citado Paulo Henrique Amorim, juntamente com Luiz Carlos Azenha e Rodrigo Vianna, que não se adaptaram nem aceitaram as tramas da rede Globo, perceberam essa mudança e também migraram para esta Ágora cibernética.

De seu lado, os grandes jornais e revistas, e até a televisão, tiveram que migrar para versão on-line, tendo que disponibilizar cada vez mais conteúdos gratuitos para se adaptar à velocidade de informação repassada por zilhões de blogs, que todos os dias têm suplantado as técnicas retrógradas dessas mídias sequeladas, formando uma rede de resistência que passa pela “criação de novos circuitos de cooperação e colaboração” que se espalham por todos os lugares, “facultando uma quantidade infinita de encontros” (Toni Negri e Michael Hardt).

Foi a incapacidade de compreender esta mudança, e sua impotência diante dela, que levou Serra a dizer no final da semana que passou que o governo financia alguns “blogs sujos”, quando a maior parte dos blogs não aufere – e provavelmente nem pretenda – nenhum lucro financeiro com sua atividade blogueira. Os blogs são uma espécie de atualização das guerrilhas que lutavam contra as ditaduras. Na chamada transição democrática, predominou a corrupção das oligarquias, mas agora elas vão sendo desbaratadas pelas novas armas, que passam pela inteligência na produção das informações.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO DESEJANTE

O caso é que nunca houve uma mídia imparcial no Brasil. E agora imparcialidade é o que não interessa mais a ninguém, mas os blogs são de longe os meios que menos escamoteiam notícias e acontecimentos. Não há nem comparação com as ‘barrigadas’ da mídia sequelada. Somos um exército de Brancaleone contra um exército imperial corrompido, que rui por causa de sua corrupção diante do humor e da ironia desmedida.

Por acusações como a de Serra, Diogo Mainardi acabou por fugir para a Itália por tantos processos que responde por calúnia, injúria e difamação. Os blogueiros quase não correm esse risco por dois motivos. Primeiro porque as formas jurídicas ainda não conseguiram reger pelo estatuto da Lei o Cybermundo. E, segundo, principalmente, porque as postagens dos blogs se baseiam eventos locais comprováveis ou na desconstrução/descodificação de notícias veiculadas na grande mídia.

É claro que o poder constituído sempre tentará colocar seu tentáculos na captura da virtualização, de modo a impedir sua atualização (Deleuze e Guattari) como no caso da Lei Azeredo, conhecida como AI-5 Digital. Mas é difícil que tais mecanismos consigam enquadrar os blogueiros devido ao movimento continuum de uma resistência indevassável e incapturável, que não aparece como uma doação, mas se constrói e se renova constantemente na navegação insondável.

FINALMENTE OPINIÃO PÚBLICA?!

Outro fator muito deferente das velhas mídias é o papel do receptor. A regra agora é a da interação. Portanto, não existe mais o receptor passivo. Nos jornais, revistas e TV – “feita por você” -, mesmo que nos indignasse um artigo, o máximo que faríamos era discutir com outros nosso desacordo, mas havia uma distância muito grande da emissão do discurso.

Quando no início de 2007, o filósofo Renato Janine Ribeiro, comovido, escreveu um artigo que deixava passar laivos de favorecimento para a “pena de morte”, milhares de e-mails lhe foram imediatamente enviados, centenas de blogs analisaram a conduta do filósofo, que teve que responder durante semanas por seu texto.

Ou seja, já não era possível esconder-se por detrás de uma intelignstzia privilegiada. Hoje, seja como mera doxa ou como atributo da razão, cada pessoa quer colocar a sua opinião. Devido a essa possibilidade de interação, há quem diga que atualmente no Brasil os blogs passaram a nortear a formação da opinião pública; ou seja, os comentários são, na verdade, enunciantes.

Se isso ocorre, é de uma outra ordem. Não é mais a opinião pública nem no sentido positivista de vontade do povo no governo nem no sentido de sondagem manipulável e fabricada. “Em vez de sujeito democrático, a opinião pública é um campo de conflito definido por relações de poder nas quais podemos e devemos intervir politicamente, através da comunicação, da produção cultural e de todas as outras formas de produção biopolítica (Negri e Hardt).”

O bom disso é que a multidão põe em crise o arremedo de democracia que é a famigerada democracia representativa, fazendo visível sua autonomia e seu desejo político, podendo permitir a consolidação de uma nova forma de democracia.

POR UMA DEMOCRACIA EM REDE

O que não se pode deixar de ver no 1º Encontro de Blogueiros Progressistas foi a polifonia das mais de três centenas de pessoas ali reunidas. Diferentes culturas, raças, formas de trabalho, cosmovisão, desejos, mas todas com o desafio de se comunicar e agir em comum enquanto se mantém internamente diferentes.

Como diz Luiz Nassif: “Nos últimos anos, montamos uma rede de grande impacto para impedir as maluquices da direita e o processo avassalador da mídia. Essa guerra acabou. Agora é preciso enfrentar as divergências entre nós mesmos – entre os blogueiros dessa frente. É uma oportunidade para mostrar que a blogosfera comporta essa democracia.”

O caso é que há singularidades; mas não, identidades. Isso não permite o endurecimento em um centro propulsor ou autoritário, fazendo da blogosfera um interessante espaço de lutas que torna observável o que temos constatado na efetivação de dois fenômenos:

1) Inesperadamente, em qualquer lugar pode surgir um foco de resistência e luta. Essas questões locais, ao contrário das revoluções tradicionais, às vezes podem até não se expandir horizontalmente, mas sobem verticalmente e se lançam para inúmeros pontos variados. É assim que um caso de homofobia em uma escola de Manaus de repente desperta o interesse de grupos na Austrália, por exemplo.

2) Em um instante, inúmeros blogs – às vezes com discordâncias em certos pontos -, numa rede disseminada, podem atacar no mesmo ponto com um objetivo comum para em seguida separar-se ou formar novas redes. É o que Negri e Hardt chamam de “inteligência de enxame”.

Esses encontros disseminados são a oportunidade para a fundação de um projeto político na blogosfera – não centralizado e não hierárquico -, que esteja em consonância com as novas formas de produção, que esteja integrada, para além da mídia, com a concretização da plenitude da vida. Ou seja, ao mesmo tempo que se luta contra o neoliberalismo, contra a corrupção da classe política, contra a falseação judiciária, vai-se formando em rede a prática ativa fundadora de uma existência melhor, de um Brasil melhor, de um outro mundo possível.

DILMA, EM TRÊS NOTAS SUSTENIDO MAIOR

A maior parte dos eleitores do Brasil já percebeu que as eleições de 3 de outubro já aconteceram com a derrota do candidato da direita obscurantista, a famosa lupem/burguesia. Mas a direita é tresloucada, inobserva o real. Mostra que nada tem ocorrido de tenebrosa para si. Continua tramando, tentando golpes pueris. Mostrar que Dilma não tem opinião própria, é mero reflexo de Lula, quando ela já mostrou e demonstrou, em sua existência, sua potência democrática produtiva.

Distante do que vitupera a direita, Dilma segue seus percursos em composição com seus amigos construtores, como Lula, daí que, em apenas três notas sustenido maior, confirma o que essa maioria dos eleitores tem como certeza.

Primeira Nota – Sobre o uso da imagem de Lula no programa de Serra.

O povo não é bobo, nem tolo. Acho uma coisa muito estranha que a gente seja sistematicamente criticada e ocorra esse processo. Há uma imensa subestimação da população. Tem uma visão extremamente elitista nisso.”

Segunda Nota – Sobre o fato de Serra afirmar que o governo censura a imprensa.

Sei o valor da democracia. Se alguém pode dizer na pele, sei na pele. Passei minha juventude, alguns anos, na cadeia. Nunca ligamos para diretor de jornal, e reclamamos de jornalista.”

Terceira Nota – Sobre os resultados das pesquisas.

Pesquisa não ganha eleição. O jogo está apenas começando. Um bom jogador tem que jogar a partida inteira. E somos bons jogadores.”

Boas notas executadas sob a regência do povo.

SEGUNDA-FEIRA DOMINICAL

O dia das boas almas

# O presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra, foi entrevistado no programa Canal Livre, da TV Bandeirantes, que é apresentado nas noites dos domingos. Excitado pelos entrevistadores, e mais a participação – gravada – do diretor do instituto de pesquisa Vox Populi, Marcos Coimbra, que mostrou a situação insustentável do candidato Serra, Sérgio Guerra tentou explicar e defender o imponderável. Mostrar que ainda há possibilidade de Serra reverter a realidade que hoje lhe deixa perplexo. Uma perplexidade que poderia ter sido evitada se ele tivesse compreendido a sociedade brasileira atual, em sua realidade.

Diante da fraqueza de seus argumentos, quanto a mudar o panorama antiserrista, Sérgio Guerra destrambelhou. Colocou sob suspeição a verba usada pelo Partido dos Trabalhadores na campanha de Dilma. Disse que o dinheiro de campanha do PT era duvidoso, mas o dinheiro usado pelo PSDB/DEM era limpo. Para afirmar mais sua acusação, disse que no passado as campanhas do PT eram simples, só com bandeirinhas vermelhas. Distúrbio histórico de Guerra.

Para explicar a dificuldade que o seu partido está tendo na maioria dos estados, afirmou que em alguns ele vai reverter durante a campanha na TV. E no caso do Amazonas, embora a Arthur seja um líder, entretanto, o partido é fraco.

Compreende-se que Sérgio Guerra, em sua limitação política/epistemológica, use esses argumentos. Entretanto, não discernir que Arthur nunca foi líder no Amazonas e que sua eleição, para senador, só foi possível porque tinha verba vinda ainda do governo Fernando Henrique, e que ele teve uma grande apoio da igreja Assembleia de Deus, é comprovar, definitivamente, que merece ser presidente do PSDB. E se tornar, também, responsável pela derrota de Serra. Razão porque, de senador, está se candidatando à Câmara Federal em seu estado, Pernambuco, onde Dilma está eleitíssima.

# Em 1997, quando o Brasil era desgovernado por Fernando Henrique e trupe, foi promulgada a Lei 9.504, que proíbe a sátira e o ridículo contra candidatos e partidos no período eleitoral.

Ontem, dia 22, humoristas e cômicos de várias emissoras e companhias de teatro realizaram uma passeata na orla de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, cognominada de “Humor Sem Censura”, organizada pelo humorista Fábio Porchat, do grupo Comédia Em Pé.

O movimento, que teve seu começo nas redes sociais da internet, pretende chegar até o Ministério da Cultura e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para entregar um manifesto o fim da censura nas piadas.

É uma iniciativa democraticamente importante, embora se saiba que é impossível censurar o humor, visto ele ser um devir que escapa aos princípios de valores das sociedade constituídas com suas morais repressivas. Razão porque as ditaduras não escapam do humor. Agora, é preciso que muitos desses humoristas que protestam, como Casseta e Planeta e Pânico – que participaram da passeata -, primeiro libertem das censuras suas inteligências. Já que seus programas são verdadeiras exposições das censuras de suas realidades epistemológicas. Principalmente o Casseta, que é a continuação da grade alienada da TV Globo.

# A psicóloga e consultora de um programa de enfrentamento à violência sexual infanto-juvenil, Sandra Santos, diante da confusão que muitas pessoas fazem quanto ao entendimento do que seja um pedófilo e um abusador, em reportagem da equipe de Radiojornalismo da EBC, explicou as diferenças.

Hoje a Organização Mundial de Saúde (OMS), define a pedofilia como um transtorno mental que leva ao desejo sexual por crianças. Já o abusador é uma pessoa que pode abusar de crianças e adolescentes, mas nem sempre sofre de patologia.

Na verdade, um abusador pode ser circunstancial ou alguém que tem um desejo constante por crianças e adolescentes, como é o caso da pedofilia. Mas uma pessoa sem nenhum tipo de transtorno pode abusar de crianças e adolescentes. E é aí que reside a grande dificuldade de se identificar um perfil de pessoa que possa cometer abuso.”

Os enunciados da psicóloga levam ao entendimento que nos dois casos, tanto na pedofilia como no abuso, há crime. E, como crime, deve ser punido pelas leis do Estado. O que não salvaguarda, diante da lei, nenhum dos dois.

# Enquanto isso, no Brasileirão, o Palmeiras, que vinha de uma ascensão com duas vitória, uma contra o Atlético Paranaense e outra, no meio da semana, pela Sulamericana, sobre o Vitória, na estreia do craque Valdivia, no domingo não saiu de um empate de zero a zero com o Guarani. Mas o Corinthians venceu o São Paulo por 3 a 0 e encostou no Fluminense, que ficou no 2 a 2 com o Vasco. Empate que deixou o Flamengo preocupado, visto que perdeu para o Atlético Paranaense por 1 a 0.

Mas é preciso não esquecer o Fogão, que, no sábado, ganhou do Goiás. Entretanto, com vitórias, empates e derrotas, o certo é que o Campeonato Brasileiro encontra-se verdadeiramente sofrível para querer bancar uma Copa do Mundo.

# Às eleições desse ano encontram-se bem diversificadas. Há um grande número de representantes de várias categorias, entidades e grupos. Entretanto, há uma que chama atenção por sua característica de tenaz luta efetiva. Os representantes das comunidades ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), que apresentam discursos tanto de defesa da causa que são representantes como de causas mais amplas do contexto social.

O candidato a deputado federal pelo PSOL do Rio de Janeiro, o ex-BBB Jean Wyllys, usa como discurso o seguinte posicionamento. “Sou, sim, gay assumido, o Brasil inteiro sabe disso. Mas sou um candidato como outro qualquer, afirmando que não pretende limitar sua campanha, pois “acaba levando à derrota. Tiro por mim mesmo, não quero um candidato tão restrito”.

Já para o candidato do PT do Distrito Federal, Michel Platini, sua candidatura é para defesa da causa gay, por isso usa em sua campanha eleitoral o discurso: “Boa noite, tenho 27 anos e sou candidato distrital. Quero trabalhar para que a palavra inclusão deixe de ser necessária.”

Por sua vez, Fernanda Benvenutty, travesti, candidata a deputada pelo PT da Paraíba, alonga as teses da ABGLT. Diz ela: “Não pode ser uma visão exclusivista. É uma candidatura das minorias sociais. Defendo a cidadania plena ABGLT, das mulheres, dos negros, deficientes e idosos.”

Enquanto Julio Cárdia, candidato do PV a uma vaga distrital, segue moldes da tese única. “Quero tornar Brasília a primeira cidade “friendly” ao gay do Brasil.”

Uma bandeira com várias cores necessárias às transformações da consciência de muitos brasileiros reacionários imóveis às mudanças das relações sociais.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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