PRACIANO E ZÉ RICARDO: VITÓRIA DO VOTO DEMOCRÁTICO

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O companheiro Praça com uma moçada da Afin durante o Grito dos Excluídos.

Pela análise análise deste bloguinho em um texto abaixo, alguém pode pensar que as eleições no Amazonas foram extremamente insípidas, incipientes e negativas. Mas há duas vitórias que, por suas singularidades, afastam todo o conjunto de possibilidades de maus encontros que podem ocorrer nas casas legislativas federal e estadual, constituindo-se em uma potência maior, democrática.

Ver Francisco Praciano com 166.387 votos, sendo de longe o deputado federal mais votado nesse estado, não é pouca coisa. Ver José Ricardo com 38.380 votos, terceiro deputado estadual mais votado, quer dizer muita coisa. A bonita vitória da dupla do do Partido dos Trabalhadores é a vitória do voto ético, do voto racional, do voto democrático contra todas as máquinas de falseação de votos utilizada historicamente pela direita antidemocrática.

Como colocamos ao lado neste blog no período eleitoral, na janela gratuita da Afin para a potência democrática, na tribuna da Câmara federal ou de cima da kombi nas ruas de Manaus, o companheiro Praça, eleito quatro vezes vereador e agora reeleito deputado federal, é conhecido por sua integridade e tem atuado sempre na denúncia dos desmandos dos “poderosos” e elaborando e aprovando leis para melhorar a vida de trabalhadores e estudantes e de todos os cidadãos.

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José Ricardo também no Grito dos Excluídos.

Já o Zé do Povo, em seu segundo mandato como vereador, tem tido papel fundamental na luta por impedir que os direitos dos cidadãos de Manaus venham a se deteriorar ainda mais. Assim, com uma Câmara municipal amarrada ao Executivo, ele, de forma lúcida e rápida, tem se utilizado dos mecanismos judiciais (MPE e TJ-AM, por exemplo) para fiscalizar a forma de como os serviços públicos indispensáveis à população estão sendo oferecidos, como o transporte coletivo e a rede pública de ensino.

Como deputado federal, e tão bem votado, a vitória de Praça não é apenas fundamental para o Amazonas, mas para todo o Brasil, que continuará tendo nele o parlamentar íntegro e comprometido com todas as questões necessárias para o avanço do processo de democratização em curso no Brasil.

A vitória de Zé Ricardo é a realização da sua combativa capacidade de atuação como vereador de Manaus agora a serviço de todo o Estado. Além de que seu lugar não ficará em vacância na Câmara municipal, pois será integrado pelo aguerrido companheiro Waldemir José.

Tudo isso reunido, pela forma como ocorreram ambas as vitórias, demonstra não apenas uma vitória eleitoral, mas o fortalecimento substancial de um Partido dos Trabalhadores ligado às bases – o PT militante, o PT das lutas e causas sociais -, sobressaindo-se sobre o PT entreguista, irmanado com a direita – o PT apequenado de Sinésio Campos e Ademar Bandeira.

Sobretudo, a vitória de Praça e Zé do Povo não é uma vitória personalística. Aqueles que colocaram seus números na urna eletrônica estavam optando ali por participar de uma outra forma de fazer uma verdadeira política, autêntica, sem concessões, de se sentir participando de um mandato popular, um mandato voltado para a melhoria dos serviços públicos, com projeto voltados para a melhoria das condições de vida das crianças, das trabalhadoras e trabalhadores, dos vitimizados e excluídos pelo sistema, dos velhos… Este sim, um verdadeiro voto. Aqueles que votaram em Praça e Zé votaram por si mesmos, sem mediação de qualquer mitificação ou mistificação.

Assim, a vitória de Praça e Zé Ricardo, da forma como se deu, é, na verdade, uma vitória da democracia e carrega a alegria que aumenta a potência para acreditar na luta e continuar lutando…

4 Responses to “PRACIANO E ZÉ RICARDO: VITÓRIA DO VOTO DEMOCRÁTICO”


  1. 1 Milton Coradi terça-feira, 5 outubro, 2010 às 8:56 am

    Vejam o que saiu da Folha( não é sem razão que o LULA E A DILMA querem fazer calar a imprensa):

    PF investiga uso de R$ 1,8 mi em RR para compra de votos; R$ 1,1 mi ligado a líder de Lula no Senado

    Por Katia Brasil, na Folha:

    A Polícia Federal em Roraima investiga a origem e o destino de mais de R$ 1,8 milhão apreendidos sob suspeita de compra de votos no período eleitoral no Estado. Desse total, R$ 1,1 milhão tem relação direta, segundo a polícia, com o candidato reeleito Romero Jucá, líder do governo no Senado.

    A PF suspeita que esse dinheiro venha de “contratos e licitações para as áreas da saúde e infraestrutura desviados para a campanha”.
    “Aqui quem ganha eleição é quem tem dinheiro para comprar voto. A verdade é essa, eu não vou esconder”, diz o superintendente da PF em Roraima, Herbert Gasparini. Segundo a PF, da quantia de R$ 1,1 milhão, foram liberados R$ 910 mil porque o senador comprovou o destino. O dinheiro seria para gastos com as campanhas dele, da deputada federal eleita Teresa Jucá (PMDB), sua ex-mulher, e do deputado estadual eleito Rodrigo Menezes Jucá (PMDB), seu filho. Todos negam as acusações da PF.

    A polícia ainda investiga qual é origem desses R$ 910 mil. A PF suspeita de crimes de corrupção eleitoral, abuso do poder econômico. Se forem comprovados, podem resultar na inelegibilidade de Jucá. “O vínculo maior do dinheiro apreendido é com o senador [Jucá], disse.
    Segundo ele, a PF vai fazer um cruzamento de informações para checar os dados. “Nós mostramos, inclusive, que contratos apresentados por eles são de pessoas que dizem que não trabalharam na campanha dos candidatos”, afirma o delegado.

    Desses R$, 1,1 milhão, a primeira apreensão relacionada a Jucá aconteceu na semana passada. Foram R$ 80 mil com um dos coordenadores da Jucá. Outros R$ 110 mil estavam uma coordenador da campanha de Teresa Jucá. Na sexta, antevéspera das eleições, a PF fiscalizou uma transportadora de valores e encontrou R$ 800 mil. O carro-forte com o dinheiro foi levado à sede da polícia. De acordo com Gasparini, Jucá contratou a a transportadora de valores desses R$ 800 mil apreendidos.

    “Eu queria que ficasse claro que não é uma ação dirigida: nós fizemos uma investigação de inteligência e tivemos êxito. Os R$ 80 mil estão retidos até hoje e eram dele [Jucá]“, disse o delegado.
    Na antevéspera das eleições, após sair do escritório de Jucá, o empresário Amarildo Freitas teve o carro interceptado por agentes da PF. Perseguido pelos policiais, ele relatou ter se assustado e jogou pela janela do carro R$ 100 mil dentro de um pacote. Em depoimento, ele diz que recebeu o dinheiro das mãos do senador.

    Cordialmente, Milton Coradi

  2. 2 Milton Coradi terça-feira, 5 outubro, 2010 às 1:32 pm

    Se o Lula é popular, Tiririca também o é!

    Quem tem medo da popularidade? Leonardo Bruno | 29 Setembro 2010
    Artigos – Eleições 2010

    A santificação lulista pode parecer um dos maiores enigmas do universo. Bem, tem explicação: a idiotização completa da população brasileira, a cumplicidade criminosa da inteligentsia com o poder e a corrupção moral e ética da classe política e dos empresários.

    Hans Christian Andersen, o grande contista de fábulas dinamarquês, tem uma história que retrata muito bem a realidade política brasileira, na figura do presidente Lula. É o famoso conto da roupa nova do rei. Dois bandidos fraudulentos, que se passavam por alfaiates, deram a idéia ao monarca de vestir uma roupa que só os mais astutos e inteligentes veriam. Aí dissimulavam costurar uma roupa invisível, e afirmavam que aqueles que não conseguiam ver as suas vestes, careciam de inteligência. Os seus pares nobres fingiam ver a nova roupa do rei, temendo o rótulo de burros. E todo mundo elogiava a vestimenta real que ninguém via. Num belo dia, quando o rei passeava com os trajes invisíveis, eis que uma criança sincera começou a gritar: – O rei está nu! Se alguém se perguntasse o porquê dos nobres e demais pessoas fazerem vista grossa aos caprichos reais, há várias explicações: covardia, vaidade e, tão grave quanto, o medo de parecer impopular. A grande maioria parece ter medo da popularidade do Lula. Nenhum político ousa contestar seus desmandos autoritários, e, tampouco, sua vigarice compulsiva. É pior, a chamada “oposição” (e coloco entre aspas, porque ela não existe, de fato) também elogia a roupa do rei, já que teme perder simpatias por isso. Vai por conta da mesma mentira. Como o rei nu, todo mundo admira uma roupagem que não existe, para não fazerem papel de burros. No entanto, o grotesco é que quase todo mundo faz esse papel. Vendo uma roupagem inexistente, estão alimentando as sanhas paranóicas do rei. Ou pior, estão sendo literalmente burros, vendo coisas que não existem e promovendo uma pessoa indigna de confiança.

    Na minha vida pessoal, na escola, na universidade, enfim, em qualquer lugar, sempre desconfiei dos populares. É claro que há gente popular honesta. No entanto, popularidade nunca foi sinônima de honestidade, honradez, inteligência, independência. Muito pelo contrário, a popularidade parece ter um preço para certas pessoas e muitas delas pagam pela falta de autenticidade, pela tendência a agradar todo mundo. Pelo contrário, eu já consigo ter uma admiração por pessoas impopulares. Nem todas elas são boas. Mas o fato de ir contra a maré do lugar-comum e da massa já implica certa dose de determinação e autonomia. Muitos impopulares que conheci eram pessoas honestas, decentes, inteligentes e visivelmente independentes nas opiniões. Eles não queriam ganhar a simpatia do público ou serem paparicados pela massa. Eles queriam justamente buscar a verdade, ouvir a própria consciência, contra os desmandos e as ilusões pacificadoras da coletividade. Claro que nem isto é regra. Os impopulares também podem ser cretinos. No entanto, sob alguns aspectos, impopularidade pode ser sinal de dissidência, de que algumas pessoas pensam diferente.

    Neste aspecto, quase sempre fui “impopular” em praticamente tudo, nos gostos, nas aptidões, nas idéias. Isso me cobrou certo preço. Ser impopular faz com que percamos muitas coisas. No entanto, ser “impopular”, quando se está do lado da verdade, preserva uma grande paz de consciência. Sócrates foi impopular quando o obrigaram a tomar a cicuta. E a história de Jesus Cristo é a crítica maior contra todas as popularidades: a ralé preferiu o bandido Barrabás ao Mestre, Rei dos Reis, Deus encarnado. Se até Barrabás foi popular em sua época, o mesmo se pode dizer de Hitler, Stálin, Mussolini e outros tipinhos calhordas.

    E não será diferente com o presidente Lula, que faz da popularidade uma espécie de isenção moral de sua consciência. Aliás, popularidade no Brasil se tornou condição essencial de impunidade ou sinal de valor moral. Ninguém toca na reputação tosca do presidente. Os políticos têm medo, sabe-se lá por quê. Chega a ser uma espécie estranha de masoquismo ou suicídio político. Pode-se criticar o aparelhamento petista do Estado, o projeto totalitário consubstanciado no partido e na ideologia de Lula, porém, o presidente “popular” é intocado, tal como aqueles moleques vigaristas de colégio que pegam as melhores meninas, fraudam as provas dos professores e manipulam ou agridem os alunos menores.

    A santificação lulista pode parecer um dos maiores enigmas do universo. Bem, tem explicação: a idiotização completa da população brasileira, a cumplicidade criminosa da inteligentsia com o poder e a corrupção moral e ética da classe política e dos empresários, levam a essa “popularidade” de mais de 80%, capaz de dar ao presidente uma espécie de poder de senhorio sobre o país, ditando, inclusive, um poste para ser seu substituto presidencial. Como muitos “populares” proxenetas, Lula dá sinais de megalomania, perde a noção da realidade. Só que essa perda do real é aprovada pelos seus bajuladores, que endossam cada mentira que conta e difundem para a massa, com sinais claros de messianismo redentor. E o povo, que muitas vezes segue o lugar comum, não vai pensar diferente. Até mesmo a “oposição” política endossa as falácias públicas do presidente. Na verdade, alguém tem razão em afirmar que o PSDB é a face da mesma moeda do PT: é a disputa entre o menchevique e o bolchevique, um é a oposição que pertence à mesma situação. O candidato tucano a presidente da república José Serra admira o sujeito que está por trás da violação do sigilo fiscal de sua filha. E os tucanos imbecis ainda divulgam um vídeo, afirmando que Lula controla os radicais do PT e coloca em dúvidas se Dilma vai controlá-los. É como se alguém, em plena Alemanha Nazista, afirmasse se Hitler controlaria o radicalismo do Partido Nacional-Socialista. De fato, Lula controla os radicais do PT. Ele é o próprio radical. Usa-os em causa própria. Se não controlasse os radicais, não teria o poder que tem. Uma obviedade que os tucanos, de tão estúpidos, não compreendem. . .

    A parábola de Andersen é atualíssima em nossos tempos: o rei está nu. Falta apenas uma criança honesta detectar a mentira das roupas invisíveis do rei.

  3. 3 afinsophia terça-feira, 5 outubro, 2010 às 1:40 pm

    O Coradi voltou,
    e voltou bem acompanhado.
    Logo de quem? Folha de São Paulo, companheiro?
    E que temos nós a ver com Jucá?
    Se você, Coradi, observasse não a Folha, mas o TSE, iria ver que na coligação de Jucá, de sua mulher e de seu filho não está o PT de Lula, mas o PSDB e o DEM, de Serra e o de Costa para a democracia. A este, por sinal, Serra quer dar as costas numa bela rasteira.
    O fato de Jucá ser líder do governo não o abona. Talvez o maior mérito de Lula seja o de fazer a revolução que ele fez em oito anos, e que continuará com Dilma, em meio à lama da política brasileira. E sair íntegro e sereno como ele sai, só Lula. E também Dilma assim será…
    Outra coisa, a mídia sequelada nunca foi mais livre no Brasil, inclusive para inventar factoides torpes, como fez em toda a campanha política. A grande mídia só não foi livre porque ela censura a inteligência, o humor e os bons afetos.
    A mídia é tão livre quanto você, Coradi, aqui neste bloguinho…
    Por isso, não vá mais embora.
    Sua presença é fundamental para este bloguinho e o registro de seu acesso também para nossa audiência…
    Abraços afinados!

  4. 4 Milton Coradi terça-feira, 5 outubro, 2010 às 5:50 pm

    Só se integridade e serenidade forem sinônimos de canalhice e cinismo…
    Cordialemente, Milton Coradi


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USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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