Arquivo para 2 de novembro de 2010

O VICE JOSÉ ALENCAR MELHORA E A FRASE DE LULA SEGUE REAL: “ZÉ, NÓS SUBIMOS AQUELA RAMPA JUNTOS E VAMOS DESCER JUNTOS”

O vice presidente do Brasil José Alencar, 79 anos, é um personagem nietzscheano. Um homem onde a vida se manifesta sem qualquer força negativa que possa torná-lo um vitimado pelo afeto doloroso ou um aprisionado no ideal ascético do culto à morte. José Alencar é um homem que diz Sim à vida.

Seu organismo composto com um corpo pernicioso à sua vida não se prostra vencido diante da doença. Como poderia dizer o filósofo Nietzsche, José Alencar, apanhado pela doença, sempre sai mais vigorado. Mais vivificado amante da vida. Fosse um outro, ressentido, prisioneiro do ideal ascético, já teria sucumbido. Talvez nem tanto pela ação deletéria da enfermidade, mas pelo enfraquecimento ontológico de seu existir.

Várias vezes José Alencar foi submetido a cirurgias, mas sempre sai fortalecido, engajado na vida. Antes das eleições retornou ao hospital, foi só sair e se envolver na campanha de sua amiga Dilma Rousseff em terras de sua Minas Gerais. No dia 25 de outubro foi outra vez internado.

Hoje, dia 2 de novembro do ano histórico para o Brasil – eleição da primeira mulher presidenta -, os boletins médicos do hospital Sírio Libanês, em São Paulo, onde se encontra internado, divulgam a boa notícia que depois de sessões de quimioterapia seu estado de saúde encontra-se melhorando significativamente.

Segundo os médicos, José Alencar encontra-se disposto e animado. Tem lido jornais e revistas. Muito seguro, segurança daqueles que não sabotaram a vida, José Alencar disse que quer participar da cerimônia de posse da presidenta Dilma Rousseff. E mais, disse se encontrar em condições de descer a rampa junto com Lula como subiu em 2002.

Atitude para quem a vida não é negação, mas vontade de potência.

O PSDB SE ACABA COMO COMEÇOU: ENGALFINHADO

O Beijo da Morte. Mmm! Smaaaack!!! Rrrrr! Plaft! Poft!

No momento que pareceu que a eleição estava garantida no primeiro turno, houve um assunto que ocupou vários jornalistas e analistas políticos: a situação nanica à qual ficaria reduzido o PSDB e a extinção do, já nanico, DEM. Um bem para a democracia.

A opinião predominante era de que um dos nomes mais preeminentes do PSDB, o do ex-governador de Minas Gerais, Aécio Neves, deixaria o partido e buscaria outra legenda, provavelmente o PMDB. A situação dentro do PSDB se tornara insuportável para ele, pois no momento que tentara empostar a voz para lançar uma candidatura à Presidência sofreu o revese a partir de notícias nada abonadoras sobre sua vida pessoal, entre elas que ele agredira a namorada e que ele seria usuário de cocaína. Mesmo que Aécio tenha se precavido contra seus comparsas a partir do dossiê encomendado ao jornalista Amaury Ribeiro Junior, não sustentou sua possibilidade de candidatura.

E as disputas internas com Aécio continuaram com a forçação de barra da turma de Serra querendo, numa chapa puro-sangue, com o aval do DEM (disposto a naufragar com os tucanos paulistas), o mineiro como vice, coisa que este não aceitou. Antes de Aécio, um dos nomes cogitados para a vaga, do DEM, era o do então governador de Brasília, José Roberto Arruda, afugentado quando de sua prisão. Depois chegou a ser cogitado o nome do senador norte riograndense Agripino Maia, que não suportou dois dias de análise eleitoral. Finalmente chegou-se, já em plena campanha, ao deputado federal fluminense Índio da Costa – o de costa para a democracia -, cujo feito mais alto fora chamar um dos mais conhecidos e festejados dos programas criados por Lula em todo o mundo, o Bolsa Família, de Bolsa-Esmola.

Havia ainda o rancor de Fernando Henrique de ser preterido no palanque de Serra. Dessa forma, sem programa e engalfinhado em querelas internas, a cada pesquisa que vinha, a candidatura de Serra ia ladeira abaixo. Praticamente todos os caciques dem-psdebistas haviam abandonado o campo onde tomavam uma vexatória goleada.

Foi nesse momento que se fizeram aqueles prognósticos de extinção do DEM, ‘nanização’ do PSDB e fuga de Aécio. Mas, num blefe fora das regras do jogo democrático, como quem infiltrasse entorpecente na água do time adversário, a partir da onda terrorificante em torno do aborto e do casamento homossexual, a direita, com o auxílio do obscurantismo religioso, que alavancou a candidatura de Marina Silva (PV), e a partida foi para o segundo time.

Apesar do recrudescimento dos factoides da mídia sequelada, que já havia apanhado no primeiro time, e da direita truculenta, apoiados por entidades retrógradas como a TFP e a Central Sul 1 da CNBB, a militância do Partido dos Trabalhadores, a militância das entidades e segmentos sociais, a subjetividade Lula, assim como de toda a multidão eleitora de Dilma, saiu do torpor e garantiu, sem brecha para falcatruas desse vez, a vitória acachapante.

Direitaça in sursis

O reconhecimento da derrota foi imediato e a prova de que realmente o PSDB se apequenou mais ainda – “saiu menor”, como disse Lula – é que, embora ainda governe dois dos principais estados do Sudeste, São Paulo e Minas, a preocupação maior foi manter não uma oposição ao governo eleito, mas uma pose dentro do partido, para estabelecer a força num desses dois estados, tal qual ocorria antes e continuou a ocorrer durante a campanha eleitoral.

No discurso de “até logo”, Serra lembrou de esquecer em incluir o nome de Aécio na lista de agradecimentos pelo empenho em sua campanha e exaltou o recobrado empenho do paulista Geraldo Alckmin. Para esclarecer mais ainda, um dos coordenadores da decadente campanha serrista espezinhou seu rancor via twitter: “Perdemos feio em Minas Gerais. Por que será?!”

Por sua vez, Aécio tratou prontamente de menosprezar o “até logo” do tucano derrotado: “O que mais ele poderia falar numa situação daquelas?” E a fala de Aécio de fortalecer a oposição é praticamente infundada, uma vez que os partidos aliados garantiram a maioria absoluta de parlamentares nas duas casas do Congresso. Não passa de uma tentativa de criar prestígio em torno de seu nome ou de criar definitivamente uma cisão. Neste caso, embora aqueles jornalistas e analistas políticos tenham entrada nos conchavos do PSDB, talvez Aécio prefira ficar, principalmente que os tucanos paulistas sabem muito de sua vida pessoal e ele já sentiu na pele do que eles são capazes.

De qualquer forma, a oposição é inexistente e o PSDB está em suspenso, in sursis, não sabendo se, em seu definhamento, se arrastará até 2014 devido aos seus engalfinhamentos internos pelo simulacro do vazio de projetos ali existentes.

Apenas como nota, mas fundamental para se perceber a situação do PSDB, observe-se a figurinha amargurada de Fernando Henrique querendo-se fazer figurão ao dizer que não aceita ser deixado no vestiário, assistindo a derrota de seu time pelo basculante. Justamente ele, que foi por dois mandatos presidente desta República, é o símbolo maior da decadência, da inépcia, do que há de mais retrógrado e perigoso para o povo brasileiro.

Onde não há oposição

Outro argumento que se colocou antes de se sentir o impacto da campanha torpe da direita nas eleições foi que a ausência de oposição era maléfica para a alternância de poder e “conflito democrático”. Não é. Ao menos no que diz respeito a essa vil e estúpida oposição brasileira.

Para que exista uma verdadeira oposição, num sentido filosófico marxiano, é necessário que haja uma tese, enquanto “posição nova” colocada no mundo. A oposição seria uma antítese, que apareceria como uma análise crítica geradora de uma síntese, que aparece como aumento da potência de agir da multidão e afirmação da democracia.

Pode-se dizer que o governo Lula apresentou essa tese, “como nunca na história desse país”. Como a governabilidade exige o comprometimento de várias forças, entre elas podem estar forças reacionárias, o papel de uma oposição, que se baseia em ideias e argumentos advindos da razão, seria forçar a flexibilização de alguns pontos duros. Ao invés disso, a chamada oposição brasileira se pautou durante os oito anos de Lula em grosserias e brutalidades irracionais.

Também não cabe à sequelada mídia o papel de oposição, como queria a presidente da ANJ (Associação Nacional de Jornais), Judith Brito. Primeiro, porque não é papel da mídia a oposição, mas sim a informação factível; segundo porque a mídia brasileira está ligada aos grupos mais retrógrados da chamada elite nacional. Nada a ver com o conceito nietzscheano de elite, que significa “melhor”.

A direitaça canhestra e a mídia sequelada, em seu tanático abraço, com sua saliva venenosa, são contrários aos avanços democráticos que libertam o povo da exclusão. Seu objetivo é manter a tirania que lhe possibilita a ilusão de poder a partir da escravização dos pobres. É contrária, assim, a uma democracia absoluta (Spinoza), uma democracia participativa, onde todos participem em voz e ação.

Mas também não se pode dizer que não houve oposição. Houve e por duas frentes pelo menos. A primeira, que foi inexistente no governo de Fernando Henrique, devido à lisura do governo Lula, foram as ações livres e firmes de órgãos policiais e judiciais, como Ministério Público, Polícia Federal, procuradorias, corregedorias, tribunais, que puderam investigar e julgar tanta corrupção sem qualquer intervenção do Executivo.

E coube ainda aos movimentos sociais, sindicatos, ONGs, à blogosfera colocar a pauta de reivindicações e criticar com inteligência muitas ações do governo. O poder de voz desses segmentos e o respeito às suas reivindicações, ao lado dos programas sociais, é uma das marcas democráticas do governo Lula.

Para finalizar, é a primeira vez na história do Brasil que se pode entrever um processual continuum marxiano que nunca se dá como algo fechado ou acabado, mas sempre aberto e sempre renovado. Pode-se dizer que, mesmo após a ditadura militar, a democracia só começou como prática totalizante da vida das pessoas no governo Lula e, com certeza, essa criança irá continuar seu saudável desenvolvimento com a primeira mulher presidente do Brasil.

A TRANSFERÊNCIA DO PRESTÍGIO DE LULA PARA DILMA QUE A DIREITA AGRIPINADA NÃO ACREDITAVA

Quando a direita acéfala ainda tinha direito de sonhar, quando as campanhas eleitorais ainda não haviam começado, diante das prestigiosas avaliações do governo Lula, que mostravam constantes quebras de recordes, ela afirmava que qualquer candidato que o presidente Lula indicasse para sucedê-lo ele não transferiria seu prestígio para esse candidato.

O grande momento que a direita possessa encontrou para alimentar seu sonho calcado no medo político que tem de Lula foi quando das eleições para escolha do presidente do Chile. A então presidenta chilena Michelle Bachelet, com seu governo avaliado com 80% de aprovação do povo chileno, não conseguiu eleger seu sucessor. A direita desatinada foi ao delírio. Viu no fato chileno a certeza que o mesmo iria acontecer no Brasil com Lula. O presidente não iria conseguir transferir para seu candidato sua excelente aprovação popular em forma de votos.

Com o fato chileno na imaginação, os representantes da direita passaram a dar depoimentos na imprensa sobre o que eles acreditavam ir se repetir no Brasil. E entre os mais afoitos videntes da direita encontrava-se o senador folclórico Agripino Maia. Maia, em sua agripinagem, era o mais exultante dos profetas. Dizia que na história das eleições sempre fora assim. Um presidente bem avaliado jamais conseguiu transferir sua boa avaliação para seu sucessor. Outro profeta sonhador, que seguiu a mesma saga imaginativa, foi o calunista social, presidente do PSDB, Sérgio Guerra. O calunista social sonhou feliz com o futuro frustrado de Lula.

Tudo gorado. Dilma Rousseff foi eleita presidenta do Brasil com grande parcela de votos transferidos das excelentes avaliações recordes do governo Lula, mais seus talentos de mulher convicta de suas posições pessoais. Tudo que a direita acéfala não conseguiu profetizar. Também pudera, a direita, em seu afã de tomar o poder de qualquer forma, não lembra que não possui os instrumentos fundamentais para examinar a realidade que é bem contrária à sua imaginação-supersticiosa. Esse caso de afirmar que nunca um presidente bem avaliado não transfere seu prestígio para seu indicado sucessor.

Nessa frustrada imaginação-supersticiosa da direita alucinada, o que também ficou concretizado foi seu total desconhecimento quanto à realidade antropológica, cultural, econômica, social, psicológica, ética de um povo. Desconhecimento que impediu que ela pudesse analisar que a história de um povo é sempre singular. Daí não se poder igualar um povo com outro. São as experiências singulares de cada povo que constroem sua identidade. Signos que lhes fazem ser diferentes uns dos outros. Tudo que a direita não conhece.

DILMA FALA SOBRE REAJUSTE DO BOLSA FAMÍLIA E ECONOMIA

Em entrevista à TV Brasil, a ex-candidata eleita presidenta da República do Brasil, Dilma Rousseff, entre outros assuntos, falou de sua intenção de fazer reajuste no programa Bolsa Família, da participação das mulheres em seu governo e sobre a economia.

Eu pretendo ver isso com mais detalhe. Agora, eu pretendo reajustar os benefícios do Bolsa Família. O orçamento é uma peça que está sempre num quadro com o qual você opera. É possível conseguir que haja mais recursos para aquilo, dependendo de sua prioridade. Agora, eu tenho o objetivo de reajustar e garantir os recursos do Bolsa Família para que eles não tenham perdas inflacionárias e que tenham ganho real.

É uma questão de concepção. Na concepção do projeto que eu represento, e do qual, obviamente, o presidente Lula é um dos grandes líderes, o crescimento econômico não pode ser desvinculado da melhoria das condições de vida da população. A questão social não é um adereço de mão, não é um anexo ao nosso programa, nem ao nosso governo. Eu vou tornar essa meta da erradicação da pobreza como uma meta central.

Tenho todo interesse em ocupar os quadros ministeriais com muito mais mulheres, mas também não vou fazer regime de cotas. Se as mulheres forem maioria é porque foram competentes”, disse Dilma Rousseff.

A nova presidenta também comentou sobre a possibilidade de manter alguns nomes nos ministérios, e que dará prioridade às reformas tributária e política.

SERRA E OS VOTOS QUE NÃO LHE PERTENCEM

O ex-candidato ao cargo de presidente da República, representante da direita acéfala, José serra, afirmou em entrevista, depois da divulgação do resultado das eleições, que os votos que recebeu lhe faziam um vitorioso. O mesmo sendo corroborado por seus comparsas.

Triste engano de Serra e sua trupe. A maioria dos eleitores que permitiu que ele chegasse aos 43,7% dos votos na disputa presidencial não tem qualquer identificação com sua posição política. Para esses eleitores, Serra não tinha qualquer signo político cuja importância pudesse ser responsável por sua escolha no momento da votação.

Esses eleitores votaram em Serra movidos por outros objetivos. Por se oporem ao governo Lula, ao Partido dos Trabalhadores e à ex-candidata, hoje eleita presidenta, Dilma Rousseff. E os signos que os dispuseram a votar em Serra foram os que foram usados como armas de chantagem contra Dilma Rousseff. Os signos que compuseram a campanha sórdida dirigida pelo candidato da direita parasitária.

Esses eleitores quiseram fazer de seus votos um instrumento de violência contra Dilma, porque para eles ela era a favor do aborto, havia sido guerrilheira, a favor do casamento homossexual, e toda sorte de calúnia promovida sordidamente pela campanha de Serra.

Esses eleitores, capturados nessa ordem patológica, votariam em qualquer candidato que tivesse disputando contra Dilma. Votariam até em Maluf, contanto que derrotasse a candidata da maioria do povo brasileiro. Carregados por espíritos vingativos, como o bispo dom Luiz Gonzaga, bispo de Guarulhos, um dos preferidos do Papa Bento XVI para colocar em prática a campanha maléfica contra Dilma, o que eles pretendiam era gozar com a derrota de Dilma. Para eles a representante de suas frustrações sádicas.

São esses votos desse tipo de eleitor que constata que a campanha de Serra não foi um caso de política, mas uma caso psiquiátrico. O que afirma que para Serra não existe o “até logo”. Se ele não foi capaz de ser eleito com a ajuda da infâmia que contou com a participação de milhões de colaboradores portadores do distúrbio neuro-cognitivo – os que se encontram aprisionados na superstição de toda ordem -, nunca mais será eleito.

E, além de quê, Serra sabe muito bem qual é seu papel nesse momento em seu partido PSDB. O papel do fracassado. O auto-frustrado, que, segundo ele próprio, se preparou durante toda vida para ser presidente.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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