Arquivo para 1 de dezembro de 2010

AS NUANCES DA DISPUTA PELA DIREÇÃO DA FUNDAÇÃO MEDICINA TROPICAL DO AMAZONAS

Com a eleição do vice-governador Omar Aziz para o cargo de governador, o óbvio de mexer nas direções das instituições estaduais está sendo aguardado com grande interesse tanto pelos candidatos aos cargos quanto pelos que já se encontram à frente das instituições e fazem tudo para permanecer. Muito desses, apenas por satisfação egoica e não por serem talentosos para atuarem no serviço público em composição com outros profissionais desses órgãos que formam o corpus funcional dessa instituição. Do diretor ao porteiro.

Nesse óbvio, encontra-se a instituição de saúde do Amazonas Fundação Medicina Tropical do Amazonas, cujo diretor atual Sinésio Talhari, fazendo parte do grupo de diretores que foram alçados aos cargos por indicação do ex-governador Eduardo Braga, tem imenso interesse para permanecer à frente dessa instituição de saúde no governo de Omar Aziz.

Mas, para o desespero de Sinésio Talhari, ele não é o único na disputa pela direção da instituição. Existem mais dois candidatos para compor a tão propalada lista tríplice de onde o governador deve escolher um. Os doutores Luiz Ferreira e Graça Alecrim. Todavia, entre esses dois, é o segundo nome que vem causando insegurança em Talhari, visto que o primeiro não tem o alcunhado cacife dentro e fora da instituição para conseguir seu intento (?). E por ironia dos interesses pessoas, Graça Alecrim foi umas das personagens que participou junto com o marido Wilson Alecrim – secretário de Saúde – e outros médicos e enfermeiros da instituição, na articulação antidemocrática para deposição do então diretor, indicado pelo Dr. Marcus Barros – na época do PT – ao governador Eduardo Braga, José Carlos Ferraz, para que o atual diretor Sinésio Talhari assumisse o cargo. Assumiu, gostou, e hoje é adversário de uma das suas mentoras.

Na disputa polarizada entre Talhari e Graça, algumas nuances não podem ser desconsideradas como elementos que podem auxiliar na concorrência. Algumas dessas nuances colocam os dois candidatos em ponto de igualdade (?). Por exemplo, a obrigatoriedade de ter doutorado, uma imposição determinada por alguns membros da direção da instituição como mudança no estatuto anterior, o que deixa de fora a capacidade administrativa de qualquer candidato. Eliminando profissionais que não possuem doutorado, mas que são eficientes administradores.

Outra nuance que afasta os dois candidatos do mesmo ponto, segundo fonte que trabalha na elaboração do projeto de um candidato, é o tempo de prática de direção em cargos institucionais. A doutora Graça Alecrim, segundo a fonte, possui muito mais tempo que Talhari. O que a coloca, nesse aspecto técnico-burocrático, em um patamar concorrencial melhor posicionada que seu adversário.

Outra nuance que afasta mais Talhari, em sua administração atual, de Graça é quanto ao seu modelo de administrar a Fundação Medicina Tropical. Talhari optou por um modelo que o posiciona contrário ao modelo administrativo do presidente Lula e da presidenta eleita Dilma Rousseff, que não colocam os corpus técnico e material de suas realizações acima da existência das pessoas. Sua administração é caracterizada por tensa força burocrática e grande preocupação com o signo propagandístico da ampliação arquitetônica do corpo material do órgão. O que vem constituindo na maior parte dos funcionários um sentido de dissipação criado pelos corpus-englobantes burocracia e dilatação espacial. Uma espécie de estado kafkiano neutralizante dos afetos-potências da infra-relação hospital-paciente-saúde. Afetos que dispõem os funcionários a agirem livres envolvidos pelos signos referenciais de suas produções coletivas compostos em uma instituição pública. O essencial para que todos se tomem como funcionários públicos produtivos de uma sociedade democrática.

É nesse estado funcional que, segundo a fonte, Graça Alecrim fixa sua campanha, apesar de saber que muitas vezes esse fator não conta quando se trata de uma escolha governamental. Um recurso que, de acordo com os princípios democráticos, não é justo. Para refletir o espírito democrático, a escolha da direção de um órgão público deveria ser realizada em disputa com profissionais da instituição em eleição interna com todos os funcionários com peso de voto igual, visto que sendo o órgão uma instituição estadual ele transcende ao governo que é efemeramente a representação de um partido ou coligação. Esse processo evitaria – como muito ocorre – que um diretor capacho administrasse mais a instituição para satisfazer os interesses dos governantes do que a sociedade. E que certos funcionários capachos, que não sabem que são agentes públicos e não servis dos governos, deixassem de ser subalternos de seus diretores. Assim, a sociedade que é o fundamento da existência do serviço público, teria seus direitos públicos constitucionais garantidos.

1º DE DEZEMBRO: DIA MUNDIAL DE COMBATE À AIDS

Foi-se o tempo em que se acreditava que a Aids passava pelo ar… em que se acreditava que um simples aperto de mão… um beijo… tantos estigmas que recaiam sobre aqueles que contraiam a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.

O Anjo da Morte multiplicava os casos e aterrorizava o mundo enquanto muitos governos em todo o mundo negligenciavam suas responsabilidades. Foi preciso muita luta e pressão de muitas entidades para que o Estado cumprisse o seu papel tanto de busca por uma cura como para a eliminação dos estúpidos estigmas.

É certo que, a não ser por alguns desinformados, as estigmatizações diminuíram, mas o preconceito ainda existe e os números de casos de Aids no mundo ainda são muito preocupantes, como se pode na imagem acima, contendo edição de dados da Unaids na Agência Brasil.

Hoje sabe-se que o acesso a medicamentos mais eficazes e mesmo a possível cura da Aids é protelada mercadologicamente por grandes laboratórios mundiais. Daí a importância de países como o Brasil que tem investido no conhecimento e combate contra a proliferação da Aids, o que levou Lula a receber das mãos de Michel Sidibé (foto ao lado), presidente da Unaids, um prêmio como “um líder que ajudou a mudar vidas ao redor do mundo devido a sua ‘ação ousada’ no combate ao vírus”.

Chamando a Aids de “a mais danosa das doenças da humanidade”, Lula analisou os esforços de seu governo e assinalou que com certeza essa será também a meta ainda maior da presidenta Dilma Rousseff. “O sucesso das iniciativas e esse conhecimento acumulado devem ser difundidos de todas as formas possíveis e contribuir para que mais pessoas fiquem livres do estigma em torno da Aids. Precisamos, urgentemente, derrubar os obstáculos que impedem o acesso de várias nações do mundo ao tratamento e à prevenção da doença… Tenho certeza de que a companheira Dilma fará mais e melhor”, afirmou.

Os números no Brasil, conforme se pode ver na imagem acima, também em edição da Agência Brasil com os dados da Unaids, ainda são muito altos, e preocupa principalmente a grande quantidade de pessoas que ainda não sabem que foram infectadas. Mas vai longe o tempo no Brasil que era dificultoso realizar exames, que pessoas com Aids morriam por falta de coquetel.

A resposta para a posição do Brasil diante da Aids, segundo o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, é só uma: Sistema Único de Saúde (SUS). “Todos os países do mundo que não dispõem de um sistema universal, de qualidade, com grande capilaridade, fracassaram no combate à aids. No Brasil, o sucesso aconteceu porque o programa é de muito boa qualidade e se desenvolve no contexto de um sistema articulado e integrado”, afirmou ele.

Portanto, mesmo o SUS não sendo um serviço público altamente satisfatório, a sua universalização e gratuidade garante a todos o atendimento. “Fazendo o acompanhamento adequado, ela [a pessoa acometida de Aids] pode ter uma vida normal como qualquer outra pessoa. Pode trabalhar, casar, ter filhos”, falou o ministro, destacando a luta contra a discriminação por meio de campanhas ousadas, como a do beijo entre um parceiro soropositivo e outro não. “Sempre vejo essas polêmicas como positivas porque são questões complexas, que têm a ver com a sexualidade e com os sentimentos mais íntimos. Fazer diferente é bom para chamar a atenção”, finalizou.

Para mais notícias sobre a luta de prevenção, cuidados e novas descobertas sobre a Aids, três links são fundamentais no Brasil:

www.onu-brasil.org.br/agencias_unaids

www.aids.gov.br

www.agenciaaids.com.br

O MINISTRO X-9

Leandro Fortes*

Aí, eu disse para o embaixador: “Esse Samuel é uma cobra!”

Uma informação incrível, revelada graças às inconfidências do Wikileaks, ircula ainda impunemente pela equipe de transição da presidente eleita Dilma Rousseff: o ministro da Defesa, Nelson Jobim, costumava almoçar com o ex-embaixador dos Estados Unidos no Brasil Clifford Sobel para falar mal da diplomacia brasileira e passar informes variados. Para agradar o interlocutor e se mostrar como aliado preferencial dentro do governo Lula, Jobim, ministro de Estado, menosprezava o Itamaraty, apresentado como cidadela antiamericana, e denunciava um colega de governo, o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, como militante antiyankee. Segundo o relato produzido por Clifford Sobel, divulgado pelo Wikileaks, Jobim disse que Guimarães “odeia os EUA” e trabalha para “criar problemas” na relação entre os dois países.

Para quem não sabe, Samuel Pinheiro Guimarães, vice-chanceler do Brasil na época em que Jobim participava de convescotes na embaixada americana em Brasília, é o atual ministro-chefe da Secretaria Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE). O Ministério da Defesa e a SAE são corresponsáveis pela Estratégia Nacional de Defesa , um documento de Estado montado por Jobim e pelo antecessor de Samuel Guimarães, o advogado Mangabeira Unger – com quem, aliás, Jobim parecia se dar muito bem. Talvez porque Unger, professor em Harvard, é quase um americano, com sotaque e tudo.

Após a divulgação dos telegramas de Sobel ao Departamento de Estado dos EUA, Jobim foi obrigado a se pronunciar a respeito. Em nota oficial, admitiu que realmente “em algum momento” (qual?) conversou sobre Pinheiro com o embaixador americano, mas, na oportunidade, afirma tê-lo mencionado “com respeito”. Para Jobim, o ministro da SAE é “um nacionalista, um homem que ama profundamente o Brasil”, e que Sobel o interpretou mal. Como a chefe do Departamento de Estado dos EUA, Hillary Clinton, decretou silêncio mundial sobre o tema e iniciou uma cruzada contra o Wikileaks, é bem provável que ainda vamos demorar um bocado até ouvir a versão de Mr. Sobel sobre o verdadeiro teor das conversas com Jobim. Por ora, temos apenas a certeza, confirmada pelo ministro brasileiro, de que elas ocorreram “em algum momento”.

Mais adiante, em outro informe recolhido no WikiLeaks, descobrimos que o solícito Nelson Jobim outra vez atuou como diligente informante do embaixador Sobel para tratar da saúde de um notório desafeto dos EUA na América do Sul, o presidente da Bolívia, Evo Morales. Por meio de Jobim, o embaixador Sobel foi informado que Morales teria um “grave tumor” localizado na cabeça. Jobim soube da novidade em 15 de janeiro de 2009, durante uma reunião realizada em La Paz, onde esteve com o presidente Lula. Uma semana depois, em 22 de janeiro, Sobel telegrafava ao Departamento de Estado, em Washington, exultante com a fofoca.

No despacho, Sobel revela que Jobim foi além do simples papel de informante. Teceu, por assim dizer, considerações altamente pertinentes. Jobim revelou ao embaixador americano que Lula tinha oferecido a Morales exame e tratamento em um hospital em São Paulo. A oferta, revela Sobel no telegrama a Washington, com base nas informações de Jobim, acabou protelada porque a Bolívia passava por um “delicado momento político”, o referendo, realizado em 25 de janeiro do ano passado, que aprovou a nova Constituição do país. “O tumor poderia explicar por que Morales demonstrou estar desconcentrado nessa e em outras reuniões recentes”, avisou Jobim, segundo o amigo embaixador.

Não por outra razão, Nelson Jobim é classificado pelo embaixador Clifford Sobel como “talvez um dos mais confiáveis líderes no Brasil”. Não é difícil, à luz do Wikileaks, compreender tamanha admiração. Resta saber se, depois da divulgação desses telegramas, a presidente eleita Dilma Rousseff ainda terá argumentos para manter Jobim na pasta da Defesa, mesmo que por indicação de Lula. Há outros e piores precedentes em questão.

Jobim está no centro da farsa que derrubou o delegado Paulo Lacerda da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), acusado de grampear o ministro Gilmar Mendes, do STF. Jobim apresentou a Lula provas falsas da existência de equipamentos de escutas que teriam sido usados por Lacerda para investigar Mendes. Foi desmentido pelo Exército. Mas, incrivelmente, continuou no cargo. Em seguida, Jobim deu guarida aos comandantes das forças armadas e ameaçou renunciar ao cargo junto com eles caso o governo mantivesse no texto do Plano Nacional de Direitos Humanos a idéia (!) da instalação da Comissão da Verdade para investigar as torturas e os assassinatos durante a ditadura militar. Lula cedeu à chantagem e manteve Jobim no cargo.

Agora, Nelson Jobim, ministro da Defesa do Brasil, foi pego servindo de informante da Embaixada dos Estados Unidos. Isso depois de Lula ter consolidado, à custa de enorme esforço do Itamaraty e da diplomacia brasileira, uma imagem internacional independente e corajosa, justamente em contraponto à política anterior, formalizada no governo FHC, de absoluta subserviência aos interesses dos EUA.

Foi preciso oito anos para o país se livrar da imagem infame do ex-ministro das Relações Exteriores Celso Lafer tirando os sapatos no aeroporto de Miami, em dezembro de 2002, para ser revistado por seguranças americanos.

De certa forma, os telegramas de Clifford Sobel nos deixaram, outra vez, descalços no quintal do império.

*Leandro Fortes é jornalista, professor e escritor, autor dos livros Jornalismo Investigativo, Cayman: o dossiê do medo e Fragmentos da Grande Guerra, entre outros. Mantém um blog chamado Brasília eu Vi e escreve na revista Carta Capital.

* * * * * *

Para ler no Wikileaks um resumo dos textos sobre a posição asquerosa do ministro Jobim, que fazem parte dos documentos da embaixada de Brasília, traduzidos para o português, constantes num conjunto de 2855 telegramas da representação americana no Brasil que serão publicadas nas próximas semanas pelo coletivo, clique no caminho abaixo:

BRAZIL – MEU AMIGO JOBIM

Ministro da Defesa é visto como ’ativista’ pró-EUA

O 3º ENCONTRO DO FÓRUM BRASIL CONECTADO

De dois em dois meses, representantes dos governos federal, estadual e municipal, o poder Legislativo, mais diversas entidades representantes de operadoras, empresas fabricantes de equipamentos, desenvolvedoras de software, produtoras de conteúdo digital, entidades de representação dos usuários e sociedade civil se reúnem para realizar o Fórum Brasil Conectado, que é vinculado ao Comitê Gestor do Programa de Inclusão Digital, instância da Casa Civil da Presidência da República.

O principal tema do encontro ocorrido ontem (30), em Brasília, foram a forma e a logística de como a reativada estatal Telecomunicações Brasileiras S.A. (Telebrás) vai dando os primeiros avanços no Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), lançado em maio passado e que já tem as primeiras 100 cidades selecionadas para receber o serviço.

O objetivo inicial, segundo notícia no Blog do Planalto, é “levar às regiões centrais do Brasil internet rápida a preços acessíveis e abaixo do praticado no mercado”, fazendo com que o “acesso a banda larga está mais perto de se tornar realidade para milhões brasileiros que moram no interior e nas áreas rurais do País”.

Ainda segundo a notícia, “com a implantação total do PNLB, o governo federal pretende acelerar o desenvolvimento econômico e social, promover a inclusão digital, reduzir as desigualdades social e regional, promover a geração de emprego e renda. Espera-se, ainda, ampliar os serviços de governo eletrônico e facilitar aos cidadãos o uso dos serviços do Estado, além de promover a capacitação da população para o uso das tecnologias de informação e aumentar a autonomia tecnológica e a competitividade do País”.

MILITARES AMERICANOS ACEITAM QUE SOLDADOS POSSAM SE ASSUMIR GAYS

Um estudo divulgado ontem pelo Pentágono aponta que a grande maioria dos militares nas forças armadas dos Estados Unidos é a favor da derrubada da lei que proíbe que militares assumam-se homossexuais em suas corporações. A lei que vigora desde 1993, conhecida como Don’t ask, Don’t tell” (DADT), “Não pergunte, Não conte”, não proíbe que um militar seja gay, mas ele não pode externar ou deixar perceber sua orientação homoafetiva.

Como já dissemos neste bloguinho, na prática seria assim, os soldados podem ser gays, mas, caso não queiram ser expulsos, não podem revelar aos companheiros sua homoafetividade. Se indagados sobre o assunto, têm de negar. Se revelados por terceiros, negar com mais convicção ainda.

A erradicação da famigerada lei, responsável pela expulsão de mais de 13 mil militares das forças armadas, havia sido uma das promessas de Obama. O Pentágono se colocou favoravelmente à derrubada da lei. Esse estudo, que revelou apenas uma resistência de alguns generais, segundo eles, preocupados com as forças que atuam no exterior, é mais um passo nesse sentido. O secretário de Defesa, Robert Gates, pediu que o Congresso americano vote a derrubada da lei ainda este ano.

A notícia é fundamental para minar a homofobia nas forças armadas. Oxalá sirva para alterar a política intervencionista americana que Obama continua!


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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