Arquivo para 19 de dezembro de 2010

!!!!! O MUNDO É GAY !!!!!

Maria do Rosário, futura ministra dos Direitos Humanos é a favor do casamento gay

Com certeza uma das escolhas mais acertadas da presidenta Dilma foi escolher para ministra dos Direitos Humanos, a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS).

Conhecida pela sua eticidade e integridade, a futura ministra ressalta que vai cumprir na íntegra o que prevê o Plano Nacional dos Direitos Humanos (PNDH3), além de manter em amplo debate questões que os movimentos sociais colocarem e que não estão contemplados no Plano. “Vou assumir uma pasta que já tem um programa. Portanto, nós vamos cumpri-lo plenamente como ele está, com as mudanças feitas pelo presidente Lula. Os temas que os movimentos sociais avaliarem que ficaram insuficientemente tratados serão mantidos em debate aberto, franco e tranquilo. O plano é uma referência e nós vamos trabalhar com ele sem medo”, diz ela.

Ao contrário do que declarou recentemente o ministro da Defesa, Nelson Jobim – o qual não gostaríamos fosse mantido por Dilma -, que não há como julgar mais os crimes dos militares da época da ditadura devido à anistia, Maria do Rosário foi contundente ao falar do tema. “Vários países do mundo, de forma madura, instituíram comissões da verdade e da memória e conseguiram enfrentar suas questões mais sentidas, os dramas sociais mais perversos da sua história, fazendo um processo de reconciliação nacional. O que há é a necessidade dos cidadãos brasileiros de terem um encontro com esse período da ditadura militar”.

Da mesma forma, a futura ministra foi contundente em garantir a adoção por casais gays. “A secretaria irá cumprir o plano. Quando a gente trata, por exemplo, da possibilidade de as famílias homoafetivas fazerem a adoção, nós estamos trabalhando com algo que é muito importante para as crianças em abrigos. O Brasil deve assegurar o direito à família a essas crianças. A orientação sexual das pessoas não determina se elas serão bons pais ou mães. A superação desse preconceito é importantíssimo.”

Após os recentes atos de violência contra homossexuais em São Paulo, Maria disse que o combate à homofobia vai ser uma das principais lutas logo no início de seu Ministério. “A secretaria vai intensificar o seu trabalho em relação ao combate à homofobia. Quero tratar dessa questão com a emergência que ela exige. Nós estamos diante de crimes motivados pelo ódio à condição humana dos homossexuais. Quero trabalhar com Estados e municípios para compor uma rede que consiga enfrentar essa violência com mecanismos concretos de responsabilização. Será uma das minhas primeiras medidas.

Crente na parceria com os movimentos sociais, antes de votar leis consideradas controversas, Rosário diz que irá mobilizar a comunidade. “Quem tem urgência não espera a lei ser votada no Congresso. Muitas vezes as legislações demoram nessa área de direitos humanos mais do que deveriam. Não vou começar pela lei, mas pela mobilização nacional.”

Ela criticou também a forma de como o aborto foi explorado na campanha política pelo candidato da direita truculenta, José Serra, apoiado por partes das igrejas terrorificantes. “A motivação pela qual eles entraram no debate, especialmente pelos setores de oposição, foi alimentar o preconceito da sociedade brasileira e tentar com isso estabelecer dividendos eleitorais a partir dos setores conservadores. Não acho que essa é uma boa estratégia. O momento eleitoral foi um momento triste diante disso.”

A futura ministra finalizou, afirmando que colocará em pauta a questão do aborto como saúde pública. “Não pretendo, ao iniciar os trabalhos da secretaria, oferecer posições que sejam mais pessoais do que aquelas de trabalho. Vou seguir plenamente o que o plano de direitos humanos estabeleceu e o que a presidente assumiu durante a campanha. Defendo o tema como uma questão de saúde pública.”

Para quem acompanha a atividade de Maria do Rosário como parlamentar, ficamos na expectativa de ver e se aproximar de sua atuação como ministra.

Finalmente militares americanos podem assumir o Mundo Gay

Essa foi uma semana democrática nas câmaras dos Estados Unidos. Militares americanos já podem perguntar se outro é gay e já podem assumir em público suas homossexualidades. É que a lei “Don´t ask, don´t tell” (Não pergunte, não conte), que vinha desde 1993, foi definitivamente e plenamente derrubada.

Primeiro a Câmara dos Representantes, num placar de 250 votos contra 175, que derrubou a terrível lei no início da semana. Segundo a CenaG, a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, considerou a votação uma conquista.

E ontem, numa votação de 65 contra 31 votos, o Senado americano selou finalmente a lei que já foi responsável pelo julgamento humilhante e expulsão de mais de 12 mil militares das forças armadas.

“Ao acabar com a política, nosso país não vai mais rejeitar o serviço de milhares de americanos patriotas que são forçados a deixar as Forças Armadas apesar de anos de desempenho exemplar só porque são gays”, declarou o presidente Barack Obama, a quem a medida foi enviada para ser sancionada. Ele acrescentou ainda que assim “muitos milhares não vão ter mais de viver uma mentira para poder servir ao país que amam”.

A derrocada da eberrante lei é um passo para a diminuição da homofobia nos Estados Unidos e talvez seja um outro passo também contra o embrutecimento dos militares americanos, principalmente contra os povos estrangeiros, talvez seja uma caminhada em busca de um verdadeiro mundo de paz e comunhão, como é o Mundo Gay.

Papa Bento XVI se delicia com show erótico de homens sarados

E não é que o Papa Bento XVI, conhecido por posicionamentos homofóbicos, tem ficado menos ranzinza nos últimos dias. Primeiro foi a defesa algumas semanas atrás de que as prostitutas devam usar camisinha. Mas nessa quarta-feira Bento VXI surpreendeu ao aceitar a apresentação de um grupo de quatro equilibristas, os Irmãos Pellegrini, que fizeram um show erótico na presença de Sua Santidade apenas sorria, deliciado. Ao final o Papa até se levantou para saldar entusiasticamente os jovens artistas.

Assim como defendemos a derrubada do celibato clerical, quem sabe um dia não haverá um papa casado e pai de dois filhos… Quem sabe um dia não haverá um papa gay… Santificado seja o Mundo Gay!

Toni Reis diz que Lula é o “Papai Noel dos gays”

Segundo a revista LadoA, em um encontro com os movimentos sociais, ocorrido na quarta-feira passada, o presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), Toni Reis, lembrou do “reconhecimento dos companheiros gays em união estável pelo INSS e na declaração do imposto de renda” que ocorreram nos últimos dias do governo Lula. Apesar de criticar a “ausência de leis no país para combater a homofobia ou reconhecendo o casamento gay”, Reis destacou os encaminhamentos para aprofundamento do debate a estas questões.

No final, Reis arrancou gargalhadas de todos ao chamar Lula de “Papai Noel dos gays”. “O Lula é muito gente boa. Tem até a barba branca, é o Papai Noel dos gays”, afirmou o ativista, entregando uma bandeira do arco-íris para o Sapo Barbudo, que posou para fotos com ela.

Winona Rider revela que Mel Gibson sempre foi racista, anti-semita homofóbico

Nas rodas de fofoca hollywoodeanas, a gravação de uma discussão entre Mel Gibson e sua ex-namorada, a cantora Oksana Grigorieva, na qual o ator usa expressões racistas, é assunto amplamente discutido.

Numa discussão, Gibson acusa a cantora de se vestir de forma vulgar. Ele diz: “Se você for estuprada por um bando de negros, será culpa sua.” Além disso, o alienado ator e diretor usa o termo “nigger”, que empregado nos Estados Unidos pejorativamente contra negros.

Essa semana, numa entrevista à revista GQ, a atriz Winona Rider disse que as declarações do mortífero Gibson não a surpreenderam, e relatou um caso de anti-semitismo homofóbico ocorrido há 15 anos. “Eu estava em uma dessas grande festas de Hollywood. E ele estava muito bêbado. Eu estava com um amigo, que é gay. Ele fez uma piada horrível sobre gays. E eu me dei conta de que sou judia. Ele disse algo sobre os ‘sacanas do forno’ [oven dodger], mas eu não entendi. Eu nunca havia ouvido aquilo antes. Foi um momento muito, muito estranho. Pensei: ‘Ele é um anti-semita homofóbico’, mas ninguém acreditou em mim.”

Pior do que isso, só os filmes mortíferos e sangrentos do preconceituoso Gibson, que demonstram seu baixo grau de inteligência e sensibilidade. Pior ainda quem os assiste.

Ricky Martin diz que só se casará quando seu país oficializar o casamento gay

O cantor Ricky Martin, que no início do ano assumiu sua homossexualidade, afirmou que está namorando e que só se casará quando seu país, Porto Rico, oficializar o casamento gay. “Eu estou num relacionamento agora, mas não estamos falando em casamento ainda. Eu quero ter os direitos de toda a gente no meu país. Eu não quero ser um cidadão de segunda classe. Eu quero fazê-lo na ilha onde nasci e onde vou morrer”, afirmou que recentemente se tornou pai de gêmeos gerados em uma barriga de aluguel.

Para que serve essa sua “realidade”?
Raso realismo, o de vocês.
O argumento da experiência reservada
…………………….é um mau argumento
reacionário.
…………………….…..Gilles Deleuze

O CAVALO DO BANDIDO

Leonardo Barnt*

Tenho ouvido em alguns debates (sobretudo os promovidos e mediados pelo Ministério da Cultura) que como nunca antes na história deste país “a cultura finalmente ocupa um lugar estratégico”. Teríamos superado o tempos neoliberais, do cerceamento ideológico da ditadura militar, e construído uma política ampla, democrática, participativa, com orçamento e “presença do Estado”? Procuro aqui e acolá, analiso números, programas, estruturas, procedimentos, medologias, gestão, orçamento, e não consigo enxergar o tal grande salto da cultura, o inequívoco e incontestável avanço das políticas culturais.

Vejo sim, isso é incontestável, um novo discurso. Mais amplo, contemporâneo, avançado, mas também retórico, contraditório, incoerente, impreciso e disfuncional em relação às práticas culturais do país, para não dizer do próprio governo. Como deve ser, aliás, já dissemos várias vezes por aqui. O novo se choca sempre com as velhas estruturas.

Observo uma camada articulada da população contentar-se com o discurso, como se ele fosse a própria política (acostumada com pouco, ou quase nada…). Como se não precisasse haver nada além do discurso para resolver os problemas crônicos da política cultural brasileira: de infraestrutura, pesquisa, serviços públicos (direitos culturais), financiamento, mercado.

Basta dizer que o Estado é forte e num passe de mágicas ele se torna forte, mesmo sem dinheiro, sem gestão, sem programas e estrutura. Basta para isso: 1) investimento maciço em comunicação, exaltando os personagens por trás da boa ação, para sustentar o discurso na mídia, em blogs e redes patrocinados; 2) interlocutores de credibilidade, favorecidos por patrocínios diretos do governo, ou convidados para fazer parte deste ou daquele programa revolucionário, para dar o seu aval e garantir verosimilhança às frases de efeito forjadas no gabinete: modernização, democrático, republicano, contemporâneo, descentralizado…; 3) descredibilização (pertence a grupo tal, representa os interesses da elite), assédio moral e perseguição a todos que contrariam aquela verdade absoluta; 4) controle de todas as torneiras e modos de permitem escoamento de recursos ao mercado, garantindo seca aos incautos, loucos, rebeldes e suicidas que insistirem em uma “outra verdade”.

Goebells, o ministro da propaganda nazista, dizia que bastava repetir uma mentira para ela se tornar verdade. A grande mentira que estamos vivendo é de que temos uma política cultural avançada, democrática e participativa. E que deve ser continuada a qualquer custo.

Não penso, nem de longe, em jogar a criança fora, com água e tudo. Muito pelo contrário. O povo brasileiro quis continuar mudando. E para continuar mudando é preciso mudar, no mesmo rumo, com os mesmos propósitos, mas agregando capacidades novas, com novos interlocutores. E, principalmente, com diálogo.

Percebo uma vontade enorme do Partido dos Trabalhadores, eleito democraticamente, de participar desse processo. Vejo o PCdoB, com tantos talentos dedicados à causa, o PSB, o PMDB, grupos mobilizados em torno das artes, cultura digital, diversidade, mercado, gente com sede e vontade Política Cultural, de democracia, de conversa, de contrução coletiva.

E vejo também sede de poder, de querer fazer aquilo que não fez, porque não deu tempo. Não considero ilegítima essa vontade, mas o uso da máquina governamental para patrocinar e articular uma campanha pelo poder é acintoso e fora de propósito. Se houvesse um programa, pontos essenciais, metas, compromissos a cumprir, estaríamos lutando por algo concreto, verdadeiro, que valha a pena lutar. Mas trata-se apenas de uma luta pessoal, pelo poder…

Em entrevista concedida à Folha de S.Paulo, Gilberto Gil declarou que o projeto precisa continuar, mas não necessariamente a pessoa. Isso é fundamental, pois o projeto é bem intencionado, demonstrou avanços importantes e não é personalista. Se ele depende de uma única pessoa para continuar é porque está errado. Devemos confiar em Dilma Rousseff e na sua capacidade de decisão. Ela precisa estar livre para tomar decisões, cumprir seus compromissos políticos com partidos, grupos, pessoas de confiança. E, sobretudo, com a nação brasileira. O que não podemos abandonar é o rumo das coisas. Mas este parecer estar garantido, porque nós, que estamos aqui no dia-a-dia, queremos esse rumo, que nos pertence, pois fomos nós (todos) que fizemos.

A negociação ainda não chegou no Ministério da Cultura, um mero contrapeso nas cotas partidárias, pessoais, no puxa-empurra da composição política. Vemos alguns caciques desdenhando a pasta, considerando-a pequena demais, sem orçamento, cheia de conflitos, sem valor estratégico.

Nessa hora a verdade (não aquela construída, forjada, simulada, mas a real, cotidiana, crua, doída) grita em nossos ouvidos: a cultura é o cavalo do bandido!

*Originalmente publicado no Cultura e Mercado.

MANAUS, O ESPAÇO SEM CIDADE

Para o teatrólogo irlandês Samuel Beckett, o espaço cênico é a potencialidade do acontecimento. O território onde se compõe a vida como acontecimento. Transladado o conceito de Beckett para o princípio geo-político, o espaço é o território de produção da vida social que vai além da administração pública, da realidade econômica e dos elementos arquitetônicos, embora constituindo-os. O espaço de produção da vida social faz emergir a cidade. Uma obra societária criada nos encadeamentos das potências de todos os homens. Como diziam os gregos: a cidade é a imanência positiva de todas as famílias.

Já o filósofo holandês Spinoza, em sua obra Tratado Político, consegue aproximar a imanência subjetivadora do conceito de cidade do povo grego ao conceber o quadro político democrático de uma cidade. Para Spinoza, “o estatuto de um Estado, seja ele qual for, chama-se Civil, e o corpo inteiro Cidade, os negócios comuns Coisa Pública. Chamamos Cidadãos aos homens considerados como gozando de todos os privilégios que a cidade concede em virtude do Direito Civil. Chamamos-lhes de Súditos na medida em que têm que obedecer às regras instituídas pela Cidade”.

Observando, sem muita atenção, até mesmo sustentado por ideias confusas, é impossível não se conceber a ficção que se costumou chamar de cidade o espaço onde se inscreveu a enunciação Manaus, quando se toma como conceito de cidade os enunciados do teatrólogo Beckett e do filósofo Spinoza.

O território perceptivo onde está indicado a existência da cidade de Manaus é despotencializado. Não produziu o acontecimento social implicante do existir ontológico da sociedade chamado de cidade. Os encadeamentos de fluxos que dispõem os indivíduos à práxis social urbana como espírito coletivo, não existe. Daí a existência da indiferença social manifestada pela maioria da população que perambula e se resguarda nesse território. Um território sonambúlico que oculta a existência vivificante.

O Estatuto Civil, o corpo inteiro da cidade, instituído como Coisa Pública que elege os habitantes de uma cidade como cidadãos que gozam dos privilégios que a cidade determina através do Direito Civil, inexiste em Manaus.

Os corpus materiais e imateriais da chamada cidade de Manaus não permitem a realização em seus habitantes do espírito de cidadania, visto que não refletem as potências do Direito Civil responsáveis pela produção dos corpus de cidadãos produtores da concretização da cidade.

Como uma cidade é um corpus material e imaterial que interpela constantemente seus habitantes através de seus elementos arquitetônico, histórico, estilístico, cultural, estético, ético, político, funcional e afetivo, e como esses elementos da chamada cidade de Manaus encontram-se negativamente despotencializados, o que se tem em Manaus é um triste corpus afetivo e cognitivo.

Os sistemas que expressam os corpus coletivos de Manaus, transportes, habitação, saúde, estradas, água, esgoto, segurança policial, escola, entretenimento público e privado, imobilizados por uma administração impotente são os corpus materiais e imateriais que traduzem a tristeza manifesta nos corpus cognitivo e afetivo.

Como a ausência de acontecimento e a lassidão do Direito Civil já são historicamente crônicos nesse território chamado de cidade de Manaus, a gestão Amazonino Mendes só está dando seguimento a esse corpus entristecido. Tudo que Amazonino propagou fazer em campanha eleitoral, acusando seu adversário Serafim Correa, que deixou de realizar em sua administração, ele não está fazendo. A chamada cidade de Manaus encontra-se pior do que na administração de Serafim. Os buracos que foram o signo demagógico usado por Amazonino para derrotar Serafim se multiplicaram. A falta de água nos bairros, principalmente onde ele foi bem votado, continua. O transporte coletivo encontra-se em seu mais baixo nível. A falta de energia é uma constante presença nas residências, ruas e comércios. A educação continua no patamar da pobreza em que sempre estivera durante essas últimas décadas, décadas também amazoninianas. O sistema de esgotos e de coleta de lixo é uma verdadeira Nápoles. Entretenimento público inexiste, a não ser as anestesiantes festas discursadas na imago boi. Um corpus social que só confirma que a administração Amazonino Mendes segue a história já posta por outras famílias que se apossaram da administração pública de Manaus, e que fizeram Manaus ser este território da tristeza. Alegre só para os insensíveis ufanistas, que nada percebem, e os que rodam no mesmo eixo dessa gestão.

Daí a síntese da chamada cidade Manaus não ser outra senão o produto de um espaço sem acontecimento, impotente, com cidadãos sem gozar dos privilégios que o Direito Civil garante, existindo em território sob regras que denegam a democracia.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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