Arquivo para 22 de dezembro de 2010

VIVA O VINIL! O PRIMEIRO LP DE ANA DE HOLLANDA, A MINISTRA DA CULTURA

VIVA O VINIL!

Hoje, o passeio esquizo da bolacha preta tem um som e uma expressividade discursiva singular. A singularidade sonora discursiva do primeiro disco – LP – gravado pela cantora, compositora, teatróloga e encenadora de teatro Ana de Hollanda. Ineditismo histórico datado entre os meses de março e junho de 1980.

Mas o fato peculiar que se engendra nesse bolachoso é que Ana de Hollanda foi indicada pela presidenta eleita Dilma Vana Rousseff para o Ministério da Cultura. Uma mulher/artista na pasta da Cultura, e ainda mais sendo Ana de Hollanda, só libera grandeza aos sentidos e inteligências do povo brasileiro.

Hoje, Ana de Hollanda continua com sua práxis artística e política, procurando criar uma estética em que o homem possa acreditar por sua vontade de potência que existir é uma produção, e não uma simples concepção mítica e mística. Uma produção onde a liberdade de criar afirma a responsabilidade de existir.

Quanto ao bolachoso de Ana de Hollanda, reúne o que havia – e há – de mais rico no elenco da produção musical na década de 80. Uma plêiade de compositores, músicos, arranjadores, maestros, técnicos e até a moçada do cafezinho e da aguinha. E, mais, um exercício musical produzido pelo selo independente Estúdio Eldorado, que acabava de entrar no mercado para gravar apenas artistas que, por suas singularidades, escapavam da força opressiva das gravadoras multinacionais, que tiranizavam os músicos brasileiros, e ainda tiranizam. Um trabalho grandioso que além de contar com a participação do talentoso maestro Edson José Alves, contou com a participação do experimentador musical da música dodecafônica e concreta, o pernambucano criador de Dédalus, Marcus Vinicius. Também maestro e arranjador do primeiro disco de Belchior, Mote e Glose, gravado na Chantecler, na década de 70. Sem contar com apresentação do disco pelo amigo Antonio Vincenzo.

Ana de Hollanda

É com enorme prazer que entrego a vocês o primeiro LP de ANA DE HOLLANDA.

Nascida numa família de músicos e poetas, desde os anos 60 ela vem participando de shows e gravações com Miúcha, Chico, Cristina, Maranhão, mas foi depois de um convite para gravar o ‘FM Inédito’, da Rádio Eldorado, que nasceu a idéia deste disco. Mulher de seu tempo, inteligente, ela pesquisou e selecionou um repertório de alta qualidade, interpretando-o com a garra de uma veterana.

Os arranjos e regências dos maestros Edson José Alves e Marcus Vinicius muito contribuíram para plena realização deste trabalho.

Através deste disco, vocês percorrerão o melhor caminho de nossa Música Popular Brasileira”.

Antonio de Vincenzo

LADO A

Waikiri (João Damata-Carlos Pita)

Três Marias (Irene Portela)

Resto de Lembrança (Novelli-Cacaso)

Um Grito Parado no Ar (Toquinho-Guarnieri)

Angélica (Miltinho-Chico Buarque)

LADO B

Santa Vida (Nelson Ângelo)

Alvorada (Novelli-Carlinhos Vergueiro)

Tipo Zero (Noel Rosa)

Boca de Cereja (Nelson Ângelo)

Quando os Pedaços da Gente (Marcus Vinicius)

Ciranda (Irene Portela)

MÚSICOS

Violinos: Elias Slon, German Wajnrot, Caetano Finelli, Jorge Salin Filho, Loriano Rabarchi, Jorge Gilbert Izquierdo, Osavaldo Sbarro e Audino Nunez.

Violas: Michel Verebes e Alvin Oelsner.

Cellos: Antonio Lauro Del Claro e Paulo Taccetti.

Violão: Edson José Alves; Piano, piano elétrico: Amylson Godoy; Baixo acústico e elétrico: Gabriel Bahlis; Bateria: Antonio de Almeida; Guitarra: Heraldo do Monte; Cavaquinho: Edson José Alves e Heraldo do Monte; Flautas: Edson José Alves, Demétrio, Bolão, e Roberto Sion; Clarinete: Bolão; Sax-tenor: Bolão; Sax-alto: Roberto Sion; Trombone: Severino da Silva (Bill); Pistons: Sétimo Paioletti, Felpudo e Buda; Trompas: Daniel Havens e Michael Alpert; CS 80 Yamaha: Luiz Mello; Violão ovation: Edson José Alves; Viola: Edson José Alves; e Percussão: Ubiraci de Oliveira e Toniquinho.

 

CORO

 

Miucha, Cristina, Bee e Piii.

FICHA TÉCNICA

Produtor fonográfico: Estúdio Eldorado LTDA.

Coordenação artística: Aluizio Falcão.

Direção de produção: Antonio de Vincenzo.

Assistente técnico de produção: Flávio A. Barreira.

Arranjos e regências: Edson José Alves e Marcus Vinicius.

Técnico de gravação e mixagem: Flávio A. Barreira.

Gravado no Estúdio Eldorado entre março e junho de 1980.

Fotos: Ariel Severino.

Assistente de arte: Flávio Machado.

Disco é Cultura

DILMA ESCOLHE MAIS CINCO MINISTROS PARA COMPOR SEU GOVERNO

A presidenta eleita Dilma Vana Rousseff, depois de conversas com membros dos partidos aliados e a equipe de transição de seu governo, escolheu mais cinco nomes para compor seu governo como ministros. Com esses 5 nomes indicados ontem, dia 21, formando 35, faltam agora só dois nomes para completar seu ministério. Os nomes que faltam irão ocupar os ministérios do Desenvolvimento Agrário e a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres.

Os cinco nomes indicados hoje são:

  • Fernando Bezerra Coelho (PSB/PE), secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, ocupará o Ministério da Integração Nacional.
  • Leônidas Cristino (PSB/CE), prefeito de Sobral, ocupará a Secretaria Especial de Portos.
  • Luiz Sérgio (PT/SP), deputado federal, ocupará a Secretaria de Relações Institucionais.
  • Jorge Hage, que ocupa a Controladoria-Geral da União no governo Lula, permanecerá no cargo.
  • José Elito Carvalho Siqueira, general do Exército, no momento ocupando o cargo de chefe de Preparo e Emprego do Ministério da Defesa, será ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

LULA VAI AO COMPLEXO DO ALEMÃO E FAZ A FESTA COM O POVO

Em seus últimos dias como presidente da República, Lula, ao contrário de outros presidentes que se entristeceram com a ideia da saída do governo, vem mostrando a mesma alegria que marcou seus oito anos frente à Presidência da República. Lula tem demonstrado isso claramente nas inaugurações de obras que tem participado em vários pontos do Brasil.

Ontem, dia 21, Lula, impossibilitado de visitar as comunidades da Rocinha, Mangaratiba e Santa Cruz, no Rio de Janeiro, para inauguração de obras do PAC, entrou em contato com os moradores através de videoconferências, despejando alegria.

No entanto, Lula visitou o Complexo do Alemão, mais precisamente o Morro da Baiana, para a inauguração simbólica do teleférico que passará a funcionar no mês de março de 2011. Na ocasião, Lula, muito entusiasmado, afirmou que ninguém vai tocar no PAC enquanto for governo. Para alguns era uma resposta ao ministro Guido Mantega, que afirmou que o “PAC tem projetos que estão terminando este ano, ou que estão para terminar nos próximos. Esses não serão mexidos. Há projetos novos que estão para começar e estes poderão começar mais lentamente, não imediatamente. O PAC poderá sofrer cortes ou ter alguma postergação, é mais uma questão de ritmo”.

Lula, por sua vez, comentou: “Fizeram matérias precipitadas. Eu ainda tenho o poder de veto e isso está sendo negociado. Não torçam para dar errado. Não vão cortar nada do PAC. Temos que esperar o orçamento para dizer o que acontecerá”.

Todo momento aplaudido pelo povo que participou ativamente do evento, Lula lamentou não ter ido a Rocinha, mas prometeu que em março visitará a comunidade. E, no meio da alegria, falou que nessa visita, em março, tomara cerveja com Zeca Pagodinho e Martinho da Vila, em uma roda de samba. Lula também fez graça ao receber a chave da cidade do Rio de Janeiro das mãos do prefeito Eduardo Paes. “Essa chave vai deixar um buracão na fechadura e eu vou ver muita coisa. Espero que ela me dê direito, quando voltar, a ficar em um belo apartamento alugado, ou ir à Gávea Pequena, para fazermos uma roda de samba com o Zeca Pagodinho, o Martinho, e tomarmos uma cerveja.

Infelizmente não pude estar com meus companheiros na Rocinha hoje, mas a partir de março, quando puder andar sem essa segurança toda, um dia estarei lá e aí quem não beber fica olhando, e quem beber toma comigo. Essa cidade está voltando a ser maravilhosa. Que vocês não permitam retrocesso. O que vocês fizeram é muito do que urbanizar, é uma coisa sagrada. Vocês deram liberdade e auto-estima a esse povo. Também teremos aqui um banco do Brasil. O benefício que a Barra da Tijuca tem, o alemão também terá”, afirmou Lula.

Falando sobre a importância do teleférico para a comunidade que vai em 15 minutos fazer o trajeto de 3,5 quilômetros, Lula voltou a fazer graça. “Tenham paciência, é pra o bem de vocês, pela segurança de vocês, que ainda vai demorar mais um pouquinho. Mas quando andarem de teleférico, se verem um baixinho de sunga colorida, é o Lula tomando banho em Copacabana”.

VERA FISCHER, ESCRITORA DE SI MESMA, DA MESMA FORMA QUE MUITOS ESCRITORES

O filósofo francês Jean-Paul Sartre, em sua obra O Que é a Literatura?, afirma que qualquer pessoa que saiba escrever pode ser um escritor. Sartre queria dizer que todos os alfabetizados escrevem, não importando o que se escreve. Mas Sartre não resumia banalmente o ato de escrever ao simples fato de fazer aparecer na folha de papel palavras escritas por quem está alfabetizado. Sartre sempre colocou o ato de escrever como um ato apolítico. O que forma uma literatura engajada. Uma literatura voltada para as situações que contam a liberdade do homem, muito diferente do simples ato do exercício caligráfico ou ortográfico. A responsabilidade do escritor está em colocar sua literatura comprometida com a existência e essência do homem. O homem Ponto Final, pensava Sartre.

O outro filósofo francês, Deleuze, diz que a literatura é vida, e não clínica, por isso não é escritor quem escreve com suas neuroses, que é escrito clínico. Deleuze diz que as neuroses das pessoas são enunciações capturadas na ordem da imagem do pensamento dogmático. Quem acredita escrever com suas neuroses não é escritor. Escritor é o que escreve por cortes, devires, hecceidades, rizomas, velocidades, lentidão, movimento e repouso. O novo. O ainda não assinalável. O ainda não posto como conhecido. Escrever com suas neuroses é apenas pôr o já posto para mais uma recognição. Ver o mesmo outra vez.

Já o filosofo Michel Foucault diz que se escreve para perder a fisionomia. Para não permanecer o mesmo. Não ser uma imagem multiplicada.

A ex-miss Brasil, e atriz de telenovela da Globo, Vera Fischer, depois de ser acusada por um jornal de São Paulo de haver dito que não escrevia para pobre, ontem, dia 21, em uma livraria da Gávea, no momento do lançamento de seu livro Serena, aproveitou para desmentir o que foi divulgado pelo jornal. “Fiquei muito magoada com a situação. Meu livro custa R$ 33, é barato, nunca disse isso e o povo brasileiro sabe que eu amo eles”.

Mas deixando a mágoa de Vera Fischer de lado, o que importa mesmo é seu entendimento de escritora. Vera diz que depois que escreveu suas memórias deu vontade de continuar. “Depois que escrevi minhas memórias deu vontade de continuar escrevendo. Escrevi dez livros em um ano e todos estão prontos”, afirmou a ex-miss, acrescentando que seu plano é “lançar um ou dois por ano”. Um nostálgico narcisismo.

Alguém, em tom professoral, pode dizer: “Esperar o quê da Vera Fischer?”. Sim, Vera escreve com suas neuroses, põe o já posto, mostra imagens imóveis, recognições do vazio do óbvio, nada é devir do não assinalável, nada do que põe é engajado, ou significa um ato político, tudo que apresenta é para confirmar mais ainda sua fisionomia, mas Vera não se encontra só quando se trata de literatura no Brasil, e no mundo. A maioria dos chamados escritores que carregam fama nacional, e alguns internacional, escrevem com suas neuroses e para solidificar suas fisionomias, para eles, necessárias ao mercado editorial. O que levava Deleuze afirmar que nessa condição literária é difícil surgir um novo Kafka, Beckett, Lawrence, Carmelo Bene, etc.

Um bom exemplo são as academias de letras. Seus imortais buscaram a imortalidade exatamente através de seus feitos dirigidos pela imagem do pensamento dogmático do Estado, onde não há o novo, só o já constituído. O sentimento e a forma. O modelo social que diz o que o indivíduo é. E que serve de fonte para as verves desses notórios escritores.

Como a ex-miss Vera Fischer, esses notórios escritores validam a enunciação do filósofo Sartre de basta saber escrever para ser um escritor. Ao mesmo tempo que deixam de ser escritores quando escrevem com suas neuroses – patético narcisismo -, como diz Deleuze, e quando fazem ostentação de suas fisionomias, como diz Foucault. Nesse quadro, é mais difícil encontrar um não-escritor, o que carrega devires, afetos e movimentos, do que um escritor, o que carrega a sentimentos e formas expressadas nas imobilidades das palavras petrificadas. O buraco negro da literatura.

SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS LANÇA LIVRO SOBRE OS DESAPARECIDOS POLÍTICOS NA DITADURA MILITAR

A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH) lançou ontem (21) o livro Habeas Corpus – A Busca dos Desaparecidos Políticos do Brasil, que, nas suas 346 páginas, aborda acontecimentos ocorridos durante o período da ditadura militar (1964 – 1985).

Segundo a Rede Brasil Atual, “o livro aborda a Guerrilha do Araguaia, a estrutura das organizações de tortura no país, leis revisórias de anistia adotadas por outros países, como a Argentina, cemitérios clandestinos, além de histórias emblemáticas que ainda estão sem solução, como o caso do desaparecimento do deputado federal Rubens Paiva”.

A filha deste, Vera Paiva, estava presente ao lançamento do livro na Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj). Ela lembrou que há quarenta anos atrás viu seu pai pela última vez. Ela afirmou que espera que o livro sirva para “tornar pública a dor das pessoas que até hoje sofrem por não ter ido a fundo na memória, na verdade e na punição das pessoas que criaram e legitimaram a tortura nesse país”.

O ministro dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi afirmou que o livro faz um histórico dos 15 anos da Comissão Especial Sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, enfatizando que a obra será importante no auxílio para estabelecer a Comissão Nacional da Verdade, prevista pelo Plano Nacional dos Direitos Humanos (PNDH3).

Na expectativa do próximo governo, Vannuchi disse que “não há dúvida que a presidenta [eleita], Dilma [Rousseff], seguirá nesse trabalho com uma posição firme e persistente, mas gradualista e sem afobação”. O ministro lembrou que tanto ele quanto a presidenta eleita foram perseguidos e torturados na ditadura militar.

Constava também na programação do lançamento do fundamental livro uma exposição com fotografias de Rubens Paiva que iam desde eventos familiares até seus contundentes discursos de protesto contra a ditadura militar nas tribunas do congresso.

CRIMES HOMOFÓBICOS: DUAS TRAVESTIS ASSASSINADAS E TRÊS FERIDAS EM CURITIBA

Em mais uma demonstração da brutalidade dos crimes homofóbicos no Brasil, na madrugada de ontem (21), por volta de 5h, dois homens invadiram um restaurante chamado ‘Gato Preto’ e desferiram 15 tiros contra um grupo de 5 travestis, matando duas e deixando as outras três feridas.

Segundo notícias na rádio Banda B, os dois homens chegaram ao local numa moto, dizendo-se policiais e armados de pistolas. Um dos homens rendeu o segurança e o outro foi até a mesa onde se encontravam as travestis e efetuou os disparos.

Além das travestis, consta que um desembargador aposentado que também comia no local foi atingido de raspão. Após esse incidente, os criminosos foram até um videokê próximo dali e efetivaram outros disparos, mas sem conseguir ferir ninguém.

Investigadores foram até o hospital e conversaram com as três travestis sobreviventes, que informaram que o crime pode estar relacionado a um carro que elas teriam atirado pedras devido terem jogado cervejas nas mesmas.

A ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) encaminhou ainda ontem dois ofícios pedindo apuração rápida e exemplar dos crimes ocorridos. Seguem abaixo os ofícios encaminhados pelo presidente Toni Reis.

À Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República

À Secretaria de Estado de Segurança Pública do Paraná


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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