Arquivo para 29 de dezembro de 2010

LULA VIRA PETRÓLEO

Depois de declarar a comercialidade das acumulações de Tupi e Iracema, na bacia de Santos, no bloco BMS-11, cuja estimativa de óleo em Tupi é 6,5 bilhões de barris equivalente (BOE) de volume recuperável total, e Iracema 1,8 bilhões (BOE) recuperável total, a Petrobrás encaminhou hoje, dia 29, para a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a proposta para que Tupi passe a ser chamado de Campo de Lula, e Iracema passe a ser chamada de Cernambi.

O Campo de Lula “será o primeiro campo supergigante do país”, segundo a Petrobras. Seu óleo possui a qualidade de 29°API. Na classificação, quanto maior o API mais leve é o óleo, e maior facilidade de seu refino dos derivados mais nobres, como o diesel.

A Petrobras detém 65% da concessão para operação do Bloco BM-S-11.

Agora Fernando Henrique destrambelha de vez. Vai queimar todos seus diplomas, títulos, comendas e honras que abiscoitou durante sua invejosa existência. Ele que, obsessivamente, se ufana de ter conseguido as maiores honras, não conseguiu, como Lula, ser transformado em petróleo. O elemento mais importante do mundo cuja ação atinge a vida de todas as pessoas do planeta Terra.

Agora Lula é o Ouro Negro.

ITALIANO CESARE BATTISTI TERÁ ASILO PERMANENTE CONCEDIDO POR LULA

O asilo permanente do escritor italiano Cesare Battisti, que se encontra preso no Brasil, condenado à revelia na Itália pelo assassinato de quatro pessoas na década de 70 – o que Battisti nega -, quando militava por um grupo de esquerda, deverá ser concedido pelo presidente Lula, e divulgado no dia sexta-feira, dia 31.

A inferência é feita a partir das declarações do presidente Lula, que havia afirmado que acataria a decisão do Advogado-Geral da União, Luiz Inácio Adams, que antes havia se pronunciado favorável à permanência de Battisti no Brasil.

O presidente Lula, ao receber o parecer da Advocacia-Geral da União (AGU), leu, e se decidiu pela permanência do escritor. A Assessoria da Presidência da República afirmou que embora a decisão do presidente já esteja tomada, ele só divulgará na sexta-feira, visto que ele ainda tem que analisar alguns aspectos jurídicos. De acordo com Gilberto Carvalho, chefe de gabinete da Presidência, Lula quer “evitar desdobramentos”.

Jornalismo para quem precisa: uma proposta para 2011

Publicado originalmente no blog Brasília, eu vi

Há alguns dias, lancei na minha página do Facebook uma idéia que venho acalentando há tempos, desde que encerrei um curso de extensão para uma faculdade privada de jornalismo, aqui em Brasília. O curso, de Técnica Geral de Jornalismo, reuniu pouco mais de 10 alunos, basicamente, porque era muito caro. Embora tenha sido uma turma de bons estudantes, gente verdadeiramente animada e interessada no ofício, me senti desconectado da real intenção do curso, que era de fazer um contraponto de método, opinião e visão ideológica a esse jornalismo que aí vemos, montado em teses absurdas, em matérias incompletas e mentirosas, omissas em tudo e contra todos, a serviço de um pensamento conservador, reacionário e golpista disseminado, para infelicidade geral, c omo coisa normal. Não é. E é sobre isso que eu queria falar enquanto ensinava, dia a após dias, os fundamentos práticos da pauta, da entrevista, da redação jornalística, da nobre função do jornalista na sociedade, no Brasil, na História.

Perguntei, então, no Facebook, o que estudantes de jornalismos e jornalistas formados achariam de eu transferir essas aulas para um espaço barato e democrático, capaz de levar esses conhecimentos a muito mais gente, sobretudo ao estudante pobre – e, quem sabe, credenciar também os pobres a brigar por uma vaga nas redações, que se tornaram ambientes muito elitistas. Encaretadas por manuais de doutrina e comportamento, adestradas pela conduta neoliberal dos anos 1990, quando passaram a responder diretamente pelas demandas do Departamento Comercial, as redações brasileiras se desprenderam da ação política, dos movimentos sociais, do protagonismo histórico a favor dos direitos humanos e da luta contra a desigualdade. Passaram, sim, a reproduzir um universo medíocre de classe média, supostamente a favor de uma modernidade pós-muro de Berlim, onde bradar contra privatizações e a adoração ao deus mercado passou a ser encarado como esquerdismo imperdoável e anacrônico.

Não por outra razão, os movimentos corporativos a favor da manutenção da obrigatoriedade do diploma de jornalista, que resistiram a todo tipo de investida patronal ao longo de duas décadas, foram definitivamente golpeados com o apoio e, em parte, a omissão, da maioria dos jovens profissionais de imprensa, notadamente os bem colocados em redações da chamada grande mídia. Vale lembrar que o jornalismo é, provavelmente, a única profissão do mundo onde existem profissionais que pedem o fim do próprio diploma. Há muitas nuances, claro, nessa discussão, inclusive porque há gente muito boa que, historicamente, se coloca contra o diploma, sobretudo velhos jornalistas criados em velhas e românticas redações, cenas de um mundo que, infelizmente, não existe mais.

Na essência, o fim da obrigatoriedade do diploma não é uma demanda de jornalistas, mas de patrões, baseada num argumento falacioso de liberdade de expressão – na verdade, de opinião –, quando a verdadeira discussão está, justamente, na formação acadêmica dos repórteres. E há uma distância abissal entre opinião e reportagem, porque a primeira qualquer um tem, enquanto a segunda não é só fruto de talento, mas de aprendizado, técnica e repetição.

Nas grandes empresas, o fim da obrigatoriedade do diploma coroou uma estratégia que tem matado o jornalismo: a proliferação de cursinhos internos de treinees, tanto para estudantes como para recém-formados, cuja base de orientação profissional é a competitividade a qualquer custo, um conceito puramente empresarial copiado, sem aparas, do decadente yupismo americano. Digo que tem matado porque esses cursinhos de monstrinhos competitivos relegam o papel universal do jornalista ao segundo plano, quando não a plano algum. A idéia de que o jornalista deva ser um profissional solidário, inserido na sociedade para lhe decifrar os dramas e transmiti-los a outros seres humanos passou a ser um devaneio, um delírio socialista a ser combatido como a um inimigo. Para justificar essa sanha, reforça-se o mito da isençã o e da imparcialidade de uma mídia paradoxalmente comprometida com tudo, menos com a sua essência informativa, originalmente baseada no universalismo e no compromisso com o cidadão.

Na outra ponta, o fim da obrigatoriedade do diploma abriu a porteira para jagunços e capangas ocuparem as redações da imprensa regional, longe da fiscalização da lei e dos sindicatos, alegremente autorizados a fazer, literalmente, qualquer coisa com qualquer pessoa. Mesmo para o novo modelo de jornalismo que se anuncia na internet, baseado em disseminação mútua de informações primárias, como no caso dos vazamentos do Wikileaks, haverá sempre a necessidade do tratamento jornalístico dos conteúdos. E, para esse serviço, não há outro trabalhador credenciado senão um bom repórter treinado e formado para essa missão. Formação esta que, insisto, deve ser feita na academia e reforçada na experiência diária da reportagem.

Recentemente, li sobre a criação, em 2010, do Instituto de Altos Estudos em Jornalismo, sob os auspícios da Editora Abril. Entre os mestres do tal centro estavam o dono da editora, Roberto Civita, mantenedor da Veja, e Carlos Alberto Di Franco, do Master de Jornalismo, uma espécie de Escola das Américas da mídia nacional voltada para a formação de “líderes” dentro das redações. Di Franco, além de tudo, é um dos expoentes, no Brasil, da ultradireitista seita católica Opus Dei, a face mais medieval e conservadora da Igreja Católica no mundo.

Sinceramente, não vejo que “altos estudos”, muito menos de jornalismo, podem sair de um lugar assim. Não tenho dúvidas de que a representação do tal instituto não é acadêmica, embora seja dirigido por Eugênio Bucci, ex-presidente da Radiobrás no governo do PT, renomado estudioso da imprensa no Brasil. Trata-se de uma representação fundamentalmente ideológica, a reforçar as mesmíssimas estruturas de poder das redações, estruturas ultraverticalizadas, essencialmente antidemocráticas e personalistas, onde a possibilidade de ascensão funcional, sobretudo a cargos de chefia, está diretamente ligada à capacidade de ser subserviente aos patrões e bestas-feras com os subordinados.

Felizmente, o surgimento da internet deu vazão a outro ambiente midiático, regido por outras regras e demandas, um devastador contraponto ao funcionamento hermético das grandes redações e ao poder hegemônico da velha mídia brasileira, inclusive de seus filhotes replicadores e retransmissores Brasil adentro. O fenômeno dos blogs e sua capacidade de mobilização informativa é só a parte mais visível de um processo de reordenamento da comunicação social no mundo. As redes sociais fragmentaram a disseminação de notícias, fatos, dados estatísticos, informes e informações em um nível adoravelmente incontrolável, criando um ambiente noticioso ainda a ser desbravado por novas gerações de repórteres que, para tal, precisam ser treinados e apresentados a novas técnicas e, sobretudo, a novas idéias.

A “era do aquário”, para ficar numa definição feliz do jornalista Franklin Martins – aliás, contrário à obrigatoriedade do diploma –, está prestes a terminar. O jornalismo decidido por cúpulas restritas, com pouco ou nenhum apego à verdade dos fatos, está reduzida a um universo patético de mau jornalismo desmascarado instantaneamente pela blogosfera, vide a versão rocambolesca da TV Globo sobre a bolinha de papel na cabeça de José Serra ou a farsa do grampo sem áudio que uniu, numa mesma trama bisonha, a revista Veja, o ministro Gilmar Mendes, do STF, e o senador Demóstenes Torres, do DEM de Goiás.

Não será a escola de “altos estudos” da Veja e do professor Di Franco, portanto, a suprir essa necessidade. Essa demanda terá que ser suprida por repórteres ciosos de outro tipo de jornalismo, mais aberto e solidário, comprometido com a verdade factual e a honestidade intelectual, interessado em boas histórias. Um jornalismo mais leve e mais humano, mais preocupado com a qualidade da informação do que com a vaidade do furo. Um jornalismo vinculado à realidade, não a interesses econômicos. E isso, certamente, só poderá ser viabilizado dentro de outro modelo, cooperativo e democrático, a ser exercido a partir das novas mídias virtuais.

Por isso, é preciso estabelecer também um contraponto à ideologia da mídia hegemônica no campo da formação, em complemento aos cursos superiores de jornalismo. Abrir espaço para os milhares de estudantes de comunicação, em todo o Brasil, que não têm chance de participar dos cursinhos de treinees dos jornalões e das grandes emissoras de radiodifusão. Dar a eles, de forma prática e barata, uma oportunidade de aprender jornalismo com bons repórteres, com repórteres de verdade.

Foi nisso que pensei quando idealizei, em 2007, a Escola Livre de Jornalismo, junto com outros dois amigos, ambos ótimos jornalistas, Olímpio Cruz Neto e Gustavo Krieger. Com eles, ajudei a montar bem sucedidos ciclos de palestras e oficinas de jornalismo em Brasília. Em 2009, um ano antes do 1º Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas, em São Paulo, a Escola Livre, em parceria com o IESB, já havia conseguido reunir, na capital federal, os principais expoentes desse movimento no país: Luis Nassif (Blog do Nassif), Paulo Henrique Amorim (Conversa Afiada), Rodrigo Vianna (Escrevinhador), Marco Weissheimer (RS Urgente) e Luiz Carlos Azenha (Viomundo). Uma semana de debates ricos, bem humorados, em um auditório permanentemente lotado de estudantes de jornalismo e jornalistas profissionais. Foi nosso único evento gratuito e, claro, o de maior sucesso. Os ciclos e oficinas, embora tenham tido boa audiência, esbarravam sempre no problema do custo para os estudantes: como nos cursinhos de treinee da velha mídia, acabávamos por privilegiar um segmento de jovens já socialmente privilegiados. É dessa frustração e dessa armadilha que proponho fugir agora.

Por isso, expus no Facebook a idéia de ministrar minhas aulas de Técnica Geral de Jornalismo, divididas em módulos, de modo que cada estudante pague um valor baixo por cada aula. Ou seja, os estudantes vão às aulas que quiserem, pagam na entrada e participam de duas horas de aula de jornalismo sobre tópicos práticos e temas relevantes. Minha idéia é convocar outros repórteres de Brasília a participar desse movimento da Escola Livre de Jornalismo, com o compromisso de, em troca da aula de duas horas, receber 70% do valor arrecadado no dia, porque 30% serão sempre destinados à administração e organização do curso.

Além do valor da aula, ainda a ser estipulado, cada aluno deverá também levar um alimento não perecível qualquer, a ser distribuído para comunidades pobres do Distrito Federal ou instituições de assistência social a serem definidas com futuros parceiros. Esses mantimentos, inclusive, poderão ser usados como moeda de troca para podermos utilizar gratuitamente algum espaço físico em Brasília para ministrar as aulas. É algo ainda a ser definido.

A idéia está lançada. No Facebook, recebi quase 100 adesões imediatas de estudantes, jornalistas, incluindo alunos e ex-alunos realmente satisfeitos com a perspectiva de participar de um movimento interativo desse nível, a preços populares. Espero poder iniciar as primeiras aulas em fevereiro de 2011 e, desde já, conto com a participação de todos os amigos e colegas jornalistas do Brasil que quiserem compartilhar essa experiência. Quanto mais gente boa dando aula, mais gente boa a ser formada. Como nas experiências anteriores, a Escola Livre de Jornalismo espera contar com a parceria das faculdades de jornalismo do DF para transformar em crédito a freqüência dos estudantes nas aulas, de modo a colaborar com uma necessidade acadêmica deles, as horas extra-sala de atividades complementares.

Por favor, quem quiser participar dê o ar das graças. Nossa missão inicial é achar um lugar amplo e legal, com cadeiras e uma boa mesa de professor, para dar as aulas. A depender do nível de adesão dos colegas jornalistas, vamos organizar uma agenda para as aulas, que serão sempre aos sábados, em princípio, das 9 às 11 horas da manhã.

Por enquanto, é esse o meu manifesto, é essa a minha idéia. O resto virá, tenho certeza, na garupa de bons ventos.

*Fonte: Carta Maior

LULA MOSTRA EM DISCURSO PORQUE O POSSÍVEL É POSSÍVEL

Lula foi até Suape, município de Pernambuco, em sua agenda de lançar a pedra fundamental da futura fábrica da montadora italiana Fiat, e discursou mostrando que ele, diferentes de seus antecessores, teve que mostrar todo dia que era possível ele ser um bom presidente.

“Eu não podia apenas falar. Eu tinha que provar a cada dia que era possível. Eu queria provar aos trabalhadores que me derrotaram em 89, 94, 98 por desconfiança em mim e neles próprios. Como eu posso votar em um cara iguala a mim que só tem quatro anos de escolaridade, que vai para porta da fábrica falar em greve? Foi essa necessidade de provar que me fez trabalhar, mais do que de hábito se trabalhava nesse país”, analisou Lula.

 Lula, disse que os presidentes anteriores ao chegarem no fim de mandato diminuíam suas rotinas, mas ele não pode fazer isso por força de sua dedicação aos projetos de seu governo.

“Alguém poderia está se perguntando, porque o presidente continua viajando o País quando terá que entregar o cargo à presidente Dilma no próximo sábado? Porque ele está se metendo a trabalhar até o dia 31 enquanto os outros trabalhavam apenas meio período ou preferiam não trabalhar no período de festas?”, questionou Lula.

O presidente Lula, também falou sobre a instalação da fábrica Fiat no Nordeste.

“A Fiat veio para cá, porque inteligente do jeito que é, tem estudo sobre o desenvolvimento do Nordeste brasileiro”.

Em seu discurso Lula, afirmou que o que foi feito em seu governo é apenas uma demonstração do que será feito no governo de Dilma.

“O que nós fizemos foi apenas um sinal para que a companheira Dilma continue esse processo. Não queremos tirar nada de outras regiões do País. Queremos que o Norte e o Nordeste tenham as mesmas oportunidades. Não esqueço a razão pela qual eu deixei Caetés em 13 de dezembro em 1952: a fome”.

Lula também assinou a ordem de serviço para o começo da obra do Centro Cultural Cais do Sertão Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, que é uma parceria do governo de Pernambuco com o Ministério da Cultura.

Já no point Marco Zero, Alceu Valença e Geraldinho Azevedo, mandaram ver com suas cantorias em homenagem a festa de despedida da Presidência do nordestino, cabra da peste de trabalhador, Luis Inácio Lula da Silva, o Lula!

COOPERATIVA MÉDICA DISCUTE FORMA DE PROTEÇÃO A MÉDICOS AMEAÇADOS NOS SPAs

O Instituto de Medicina Clínica e Pediátrica do Amazonas, responsável pelo atendimento de algumas unidades do Serviço de Pronto Atendimento (SPA), em Manaus, diante das constantes agressões e ameaças que têm sofrido seus profissionais, reuniu na noite de ontem, em sua sede no Conjunto Kissia, para estabelecer a forma de proteção eficaz contra a violência que vem impedindo que os trabalhos médicos sejam desenvolvidos com segurança nessas unidades, conforme necessita a prática médica.

A decisão do instituto de se reunir e tomar essa providência foi provocada por alguns atos de violência sofridos por vários médicos em SPAs distintos. Um médico foi agredido fisicamente por um paciente no SPA do Bairro Redenção por se negar a conceder um atestado médico. O médico teve que fazer Boletim de Ocorrência e exame de corpo de delito, além de ser deslocado do lugar onde exercia sua atividade. Uma médica, do SPA de São Raimundo, foi ameaçada de morte por um paciente, presidiário cumprindo pena em regime semiaberto, por pedir que ele esperasse um pouco para ser atendido. A médica também foi à delegacia registrar queixa em Boletim de Ocorrência. Outra médica, no SPA Platão Araújo, recebeu um soco desferido por um paciente. Como os outros agredidos, a médica também registrou queixa em delegacia através de Boletim de Ocorrência.

Como já é do conhecimento da maioria dos profissionais que trabalha em SPAs, as agressões sofridas pelos profissionais vêm ocorrendo há muito tempo. Mas como houve um maior crescimento nas últimas semanas, e passou a ser um caso de polícia, o instituto resolveu tomar essa decisão que deve ser acompanhada pela Secretaria de Saúde. Um caso profissional que por lei tem que ter todas as proteções possíveis, por tratar-se de segurança de trabalho. O que não havia sido observado antes pelo instituto. De certa forma, até a necessidade de policiamento no interior da unidade.

Embora a medida tomada pelo instituto seja acertada, entretanto ela não resolve o problema de todo. Muitas das reações agressivas executadas por pacientes são derivadas do fato de haver um número muito grande para ser atendido, e a quantidade de médicos não é suficiente para atender tal demanda que é provocada, também, pelas péssimas administrações que ordenam que sejam atendidas todas as queixas de enfermidades. Mesmo as que não são urgências, que são a maioria. Chegando, de acordo com o SPA, a mais de duzentos atendimentos por dia. De forma que é profissional e humanamente impossível fazer saúde pública e medicina democrática, quando um médico deve atender um paciente em pelo menos durante trinta minutos, tempo aproximado para analisar seus sintomas. Além da falta de condição física e técnica que essas unidades apresentam. É uma realidade que confirma a falta de uma política de saúde pública que há décadas atinge o estado do Amazonas.

O DESCANSO DO GUERREIRO LULA SERÁ FRUSTRADO COM FESTANÇA EM SÃO BERNARDO

Já algum tempo o presidente Lula vem afirmando que assim que entregar a faixa a sua sucessora, presidenta Dilma Vana Rousseff, no dia 1º de janeiro, ele irá correndo se jogar no aconchego de sua residência para curtir o sossego do pós oito anos de muito trabalho a frente da Presidência da República. Uma espécie de descanso do guerreiro. Um descanso justo para quem teve a inteligência, o vigor, a coragem, e a decisão para levar o Brasil a posição respeitosa interna e internamente diante dos povos. O presidente que inaugurou na história do Brasil uma realidade social benéfica ao povo como “nunca antes na história deste país”.

 Acontece, porém, aí porem, que esse anseio não vai se concretizar. Vai tornar-se uma tremenda frustração. É que o PT de São Bernardo do Campo, vai realizar uma tremenda festança para homenageá-lo. Um rebu dos trezentos. Como se diz na gíria festeira. De acordo com os organizadores da festança – não eles -, Lula, merece todas as formas de homenagens. A maioria do povo brasileiro assina embaixo, em cima, e dos lados. Lula é Lula, e o boi não baba.

A festança, que começara às 19h de sábado, correspondendo a uma hora antes do retorno do já ex-presidente na sua cidade, será na Avenida Francisco Prestes Maia, próxima à região central, confronte ao edifico em que mora Lula. Haverá carro de som para o ex-presidente mandar ver um discurso para alegrar a galera que sempre esteve ao seu lado durante todos esses anos de militante sindical, militante político e presidente da República.

“A idéia é carregar ele nos braços como nos velhos tempos, levar até a entrada do prédio. Para nós, é um orgulho ter Lula como cidadão de São Bernardo. Ele cumpriu seu dever como presidente. Disse que ia priorizar os pobres e fez isso. Deu um passo fundamental para acabar com a fome e a miséria no Brasil”, disse Wanderley Salatiel, presidente do Diretório Municipal do PT.

JOSÉ ALENCAR FAZ ARTERIOGRAFIA E PASSA BEM

O amante da vida o vice-presidente da República José Alencar, devido a um sangramento, teve que passar ontem, dia 28, por um exame de arteriografia para localizar exatamente o ponto do sangramento.

De acordo com o médico intervencionista Francisco Carnevalle, o ponto do sangramento foi localizado e a artéria causadora da hemorragia foi cauterizada. E ainda segundo ele, depois da arteriografia, que é um procedimento semelhante ao cateterismo, e que durou quatro horas, o amante da vida passa bem.

“Esperamos, então, que o tumor pare de sangrar, o que vai dar uma condição melhor para o paciente. De modo geral pode-se dizer que a proposta desejada foi concretizada”, afirmou o médico Raul Cutait.

Agora, a equipe médica vai esperar de 24 a 72 para fazer avaliação de como ocorrerá a evolução do procedimento se o tumor vai parar de sangrar e se não haverá complicações.

Vamos nessa, Zé! É a maioria do povo brasileiro na torcida!


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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