Arquivo para 1 de março de 2011

FROTAS DE GUERRA DOS ESTADOS UNIDOS SE APROXIMAM DA LÍBIA AFIRMANDO SUA VOCAÇÃO “DEMOCRÁTICA”

A multidão é de meter medo, a menos que ela esteja com medo”, diz o filósofo holandês Spinoza, em sua concepção da formação política dos homens como construtores da democracia: a liberdade. Neste momento Spinoza encontra-se em alguns países árabes carregado pela potência constitutiva criadora de um novo real.

No caso específico da Líbia, a multitudo já causou medo no ditador Kadafi, mesmo com milhares de pessoas insurgentes mortas e feridas. O antigo império, por se encontrar durante anos sobre uma base tirânica, não tem mais força de sustentação. Erigido para dominar, submeter e reprimir o povo com o único intento de transformá-lo em animais e autômatos, impedindo-o de agir racionalmente segundo sua natureza política, a democracia (Spinoza), Kadafi agora se desloca para as fronteiras como pontos estratégicos para melhor se defender e ameaçar a multitudo, que age para conservar sua condição racional.

O medo de Kadafi é o reflexo inverso da virtude absoluta da democracia: a liberdade. O medo é o medo da liberdade da multitudo. O medo de Kadafi se avoluma na medida em que a multitudo tece novos enunciados históricos. O filósofo Toni Negri diria tratar-se da concepção política da filosofia constitutiva do real. Um novo modo de agir, para um novo modo de ser.

Mas enquanto o medo da liberdade toma conta de Kadafi, os Estados Unidos se aproximam como seres agourentos com suas frotas de guerras do território líbio. “Vão levar ao reino dos minaretes, a paz na ponta dos aríetes, a conversão para os infiéis”, como cantam Aldir Blanc e João Bosco. Aproximam-se como paladinos da salvação dos povos. Como protetores e propagadores da democracia. A democracia construída a ferro e fogo. Todavia, a comunidade internacional, representada pelo intelecto popular, como personagem do teatrólogo alemão Brecht, sabe que os Estados Unidos não estão interessados na paz, mas o que em nome dela ele pode lucrar. O estado ianque tem o DNA bélico da intervenção, da repressão, do saque. O que está ocorrendo nos países árabes é uma bênção para desviar a atenção do povo norte-americano do fracasso administrativo do democrata Obama. Um recurso usado por muitos dirigentes ianques. Um recurso usado exaustivamente pelo republicano Bush. “Se as coisas não vão bem em casa, vamos olhar para a casa do vizinho”. E a riqueza dos países árabes é uma perfeita atração de vizinhança.

Propagada essa subjetividade tirânica em todo o mundo, as declarações da embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Susan Rice, só reafirmam porque o governo norte-americano está interessado no que está ocorrendo nos países árabes, e, precipuamente, na Líbia.

Vamos manter a pressão sobre Kadafi até que ele deixe o poder e permita que o povo líbio se expresse livremente e determine seu futuro”, sentenciou Rice. Perguntada se os Estados Unidos vão dar apoio material aos rebeldes, ela, sintomaticamente, outra vez sentenciou a subjetividade tirânica. “Estamos buscando o diálogo com todos os campos da sociedade líbia. Mas, para ser franca, ainda não se aglutinou uma oposição claramente unificada, por isso é prematuro, nesta fase, falar sobre reconhecimento ou concessão de material de apoio para tal oposição”.

Forçar a saída de Kadafi para que o povo líbio “se expresse livremente e determine seu futuro”, é simulação, todos sabem. A liberdade para o povo líbio professada pelos Estados Unidos é a mesma que eles permitem ao povo do Iraque. Sob controle. Não “uma posição claramente unificada”, o que torna difícil manter o controle. É preciso deixar que tudo fique definido. Muito bem detectável, para então começar a estratégia do controle. Principalmente dos personagens que foram mais atuantes durante toda a sublevação. Nisso, a embaixadora foi de uma clareza ímpar. Sem nenhum par nas relações políticas internacionais. Próprio dos Estados Unidos.

Mas cabe ao povo líbio se manter spinozista, para que os ambiciosos não prosperem em sua terra, em sua cultura, em seu não, em seu Estado. Em todas as formas de expressividades que foram produzidas e representam suas expressões. Que a multitudo árabe continue sem medo, para continuar metendo medo nos tiranos.

MINISTRA MARIA DO ROSÁRIO DISSE QUE HÁ INTERESSES POLÍTICOS SELETIVOS NAS NAÇÕES UNIDAS QUANTO AOS DIREITOS HUMANOS

A ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, participando da reunião extraordinária do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, que discute a situação do governo da Líbia e de seu mandatário, Muammar Kadafi, disse que sobre as violações dos direitos fundamentais, as Nações Unidas são seletivas.

Segundo a ministra, as alianças estratégicas entre governos para discussões sobre os diretos humanos silenciaram. Para a ministra, o Brasil é favorável às discussões e deliberações do Conselho das Nações Unidas sobre o tema.

Estas discussões estiveram ausentes de discussão e deliberação neste Conselho, o Brasil defende que se debatam as violações dos direitos humanos em todos os países, onde que que elas ocorram, mas é importante que delibere sem seletividade e sem politização.

O Brasil entende que posições econômicas e sociais não devem servir de pretexto para violação dos direitos humanos. Todavia, a violação desses direitos tampouco pode ser um pretexto para ações unilaterais, sem o respaldo da comunidade internacional”, analisou a ministra.

Maria do Rosário analisou também o tratamento que se deve dar aos refugiados, que não devem ser vistos com xenofobia. E as ondas migratórias não devem ser reprimidas. “Essas questões devem ser tratadas com humanidade, e sem xenofobia”, disse.

Maria do Rosário mostrou preocupação com os locais de conflitos, como de alguns países árabes. Para ela é preciso criar situações de melhoria gradativa das populações e a normalidade de suas vidas. Como também criar mecanismos para que um novo desequilíbrio social não se instale novamente nessas regiões.

A ministra afirmou que, comentando o que vem ocorrendo na Líbia, e a luta da população para renúncia de Kadafi, “nenhum governo se sustentará pela força”.

Nenhum governo se sustentará pela força e pela violência. Nenhum povo suportará, em silêncio, a violação de seus direitos fundamentais.”

Uma defesa que não explica e mais o implica

Welton Yudi Oda*

Senhores Barões da terra
Preparai vossa mortalha
Porque desfrutais da terra
E a terra é de quem trabalha…
Vinícius de Moraes

O carinho de um crápula é, invariavelmente, um esforço inútil, já que sua rudeza e amargura tornam tal ato quase uma agressão.

De qualquer modo, devemos reconhecer os sinceros esforços de Nero Berlusconi Mendes para fazer jus ao prêmio Patacoada do Ano, onde concorre com o parlamentar banheirista Romário e também com o líbio, deus de si próprio, Muammar Gaddafi.

Não bastasse o recente episódio – o patético brado fascista anti-paraense, um tresloucado piti (Uuuuiii!), – e, com incrível rapidez, o famigerado prefeito de Manaus protagoniza mais uma ópera bufa: “O Berlusconi Tropical ataca de novo: peruanos e bolivianos também são seres humanos”.

O “espetáculo” bem que poderia ter sido exibido no Palácio Amazonense dos Barões da Terra, o Teatro Amazonas, mas para tristeza de seu protagonista, realizou-se em ambientes sem o luxo e o fausto (e a cafonice) da belle époque. Seu primeiro ato desenrolou-se na beira de um barranco na periferi-periferi, enquanto o segundo foi realizado numa reles calçada (que nem era a “da fama”, mas apenas uma calçada onde se difama).

A tal ópera-bufa contou com Laudenice Paiva, no papel de Moradora Paraense; Nero Berlusconi Mendes como… Nero Berlusconi Mendes; protagonizando um Marqueteiro sem escrúpulos, Nizan Guanaes ou congênere e no papel de Pseudo-repórter Paraense pseudo-ofendido (no segundo ato, juntamente com outros figurantes, encenando repórteres e pseudo-repórteres ao redor de Mendes), uma “pena amestrada” (como diria Ciro Gomes, referindo-se aos articulistas baba-ovos do Serra). No primeiro ato participam da cena ainda um Camera Man atrás de um furo de reportagem, uma mãe-de-santo, um pastor, uma beata, um sambista, um picolezeiro e, escondidos dentro de suas casas (pela presença do prefeito e o consequente temor de uma deportação), bolivianos e peruanos.

É claro que a tal obra-prima (do mau gosto) não tem nem a sombra da arte expressa, por exemplo, na mozartiana “Assim fazem todas”, mas em comum com a referida obra, retrata fielmente a frivolidade de uma época.

Nem se pode dizer que a tal ópera tem alguma importância no contexto musical latino-americano, no qual uma plêiade de artistas como Mercedes Sosa, Bebo Valdés, Chico Buarque, Atahualpa Yupanqui, Tom Zé e Violeta Parra, cantam e decantam nossas morenas nações bolivarianas tratando-os como protagonistas, personagens centrais na história das Américas e não como seres “também” humanos.

Na ópera de Amazonino, peruanos e bolivianos são menos humanos do que o histórico cachorro do ex-ministro Rogério Magri (que, em entrevista, afirmou que seu amigo canino era um ser humano como qualquer outro). Seriam talvez, na opinião do excelentíssimo, tão importantes quanto os vira-latas para a carrocinha.

E, se na lógica fascista do prefeito, os amazonenses são mais importantes do que peruanos e bolivianos, poderíamos replicar seu comentário usando os argumentos de pessoas que sempre lutaram contra estas fronteiras artificiais impostas pelo colonizador europeu. Disse, certa vez, Moacir Gadotti, numa conferência do Fórum Social Mundial, que não se importava por não saber falar a todos usando um espanhol “bien hablado”, já que o portunhol seria mesmo a língua da futura nação bolivariana.

Sua menção indireta à Simón Bolívar nos remete a um projeto que talvez esteja, há muito, em curso: “O novo mundo deve estar constituído por nações livres e independentes, unidas entre si por um corpo de leis em comum que regulem seus relacionamentos externos”, sentenciou o velho profeta guerreiro.

*Welton Yudi Oda é doutorando em Biologia.

FERNANDO HENRIQUE ENUNCIA O VAZIO AO COMENTAR OS CORTES DO GOVERNO

Depois que o governo federal anunciou o corte de despesas obrigatórias do Orçamento em R$15,8% bilhões dentro da previsão orçamentária de 2011, que atinge benéficos da Previdência, pessoas e subsídios, reduzindo o seguro-desemprego e o pagamento de abonos em R$ 3 bilhões, o ex-presidente que empobreceu o Brasil durante oito longuíssimos anos, Fernando Henrique, resolveu comentar a decisão do governo. Embora a ministra do Planejamento Miriam Belchior já tenha afirmado, a partir dos cálculos realizados juntos ao ministério da Fazenda, que a redução não vai comprometer o orçamento da área.

Fernando Henrique, em sua triste saga de príncipe sem reinado, tentando de todas as formas chamar atenção sobre si, para se iludir com a crença de é ouvido e levado em conta, disse que o corte de agora é resultado dos gastos excessivos que o governo Lula realizou.

Se o governo não tivesse gasto mais do que era conveniente, não seria necessário o corte”, afirmou ele em sua busca desesperada por ouvidos.

Em tom professoral de cátedra imóvel, Fernando Henrique, como quem acredita que pode avaliar um governo que deu certo e expôs as mazelas herdadas do deplorável momento em que a direita ultraconservadora esteve em seu reino de vaidade, tentou mostrar que sabe avaliar. E para isso recorreu ao método professorista de quem concorda negando.

Governar é isso mesmo, não estou criticando ninguém, tem que fazer. Corte em determinado momento é difícil, ter que explicar para a população, porque nem sempre vão entender, mas é a vida política, é normal”, considerou exilado.

Fernando, príncipe sem reinado, diz que o governo Lula gastou “mais do que era conveniente”, o que ele sabe de conveniente para o governo Lula? O que Lula fez foi feito de acordo com seu tempo, dentro das expectativas políticas de seu governo. O corte que é realizado no governo Dilma Vana Rousseff é consequência das expectativas políticas de seu governo. O que ele pode realizar, ou deixar de realizar em função de um Orçamento determinado. É uma extração política econômica saída dessas expectativas e da realidade que o governo tencionar atualizar como real.

O príncipe sem reinado, no pique de sua inveja, não foi conveniente durante sua amorfa estadia em Brasília. Não tiveram gastos beneficiado a população, mas contenções constantes que nunca se teve retorno como satisfação social. Seu chamado governo foi todo de arrocho em cima dos trabalhadores, aposentados e pensionistas. Tudo dentro de seu entendimento de gasto conveniente. Uma contenção de despesas conveniente com o Fundo Monetário Internacional, que levou a desvalorização da moeda brasileira, o desemprego e o total desaquecimento da economia.

Mas o príncipe sem reinado, em seu comentário, tem momento de justeza. É quando ele diz que “governar é isso mesmo, é a vida política, é normal”. Todavia, sua justeza não está dirigida ao governo Dilma, mas à defesa de seu governo, porque foi tudo que ele fez durante todo tempo que lhe foi dado desesperar o país. “Governar é isso mesmo” é uma sentença defensiva. Ele, comentando o governo Lula/Dilma, aproveitou para se defender e ainda faturar junto aos seus pares.

O príncipe sem reinado enunciou o vazio no vazio. No vazio dos comentaristas vazios que tentam sustentar a fantasmática direita ultraconservadora.

ACORDO DE COOPERAÇÃO PARA APURAR VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS É ESTABELECIDO ENTRE BRASIL E ARGENTINA

Participando da 16ª Reunião do Conselho de Diretos Humanos das Nações Unidas, que ocorre, em Genebra, na Suíça, a ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, e o ministro das Relações Exteriores, Héctor Timerman, da Argentina, se reuniram ontem, dia 28, para discutir um acordo de cooperação entre os dois países para apurarem a violação dos direitos humanos de pessoas presas durante a ditadura militar no Brasil que ocorreu entre os anos 1964 e 1985.

No encontro, os dois ministros dos dois países sul-americanos tiveram também como tema de discussão a possibilidade de transferir da Argentina os arquivos que tratam do desaparecimento, naquele país, de 14 brasileiros presos pela ditadura argentina. Além de discutirem políticas conjuntas referentes à política externa.

O ministro da Argentina se mostrou interessado que o Brasil e a Argentina desenvolvam políticas de ações conjuntas de cooperação técnica na área de diretos humanos voltada para os países africanos.

O encontro oferece uma boa oportunidade para fortalecer a discussão da aprovação no Congresso Nacional da Comissão Nacional da Verdade, em tramitação desde maio de 2010. A luta pelo resguardo dos direitos humanos, como a memória histórica do Brasil, é um dos grandes compromissos apresentados aos brasileiros pela ministra Maria do Rosário durante sua posse.

PESQUISA MOSTRA QUE ALGUM HOMEM SABE DE UMA MULHER AGREDIDA

A Fundação Perseu Abramo, em parceria com o Serviço Social do Comércio (SESC), divulgou ontem, dia 28, dados no capítulo sobre Violência Doméstica e Violência de Gênero, da pesquisa Mulheres Brasileiras em Gênero nos Espaços Públicos e Privados, mostram que 25% de um em quatro homens sabem de um parente que já bateu na esposa ou na namorada, e 48% afirmam que ter conhecidos ou amigos que costumam agredir suas esposas.

A pesquisa foi feita em agosto de 2010, em 25 estados, quando foram entrevistados 2.365 mulheres e 1.181 homens com idade acima de 15 anos. Das mulheres entrevistadas, 13% disseram que foram ameaçadas de surra e 10 disseram que já tinham sido espancadas. Uma em cada cinco mulheres, correspondendo 18%, afirmaram que sofreram algum tipo de violência provocada pelo homem, conhecido ou não.

Os tipos de violências são:

  • tapas, empurrões ou sacudidas, 16%.
  • xingamentos ou ofensas relacionadas com a conduta sexual, 16%.
  • controle sobre as atividades das parceiras, 15%.

Mas a pesquisa mostra que 10% dos homens afirmaram que já sofreram violências por parte das mulheres entre os tipos de violências encontram controle ou cerceamento, 35%, já violência física, 21%.

O estudo mostra que o motivo das violências praticadas, tanto pelos homens como pelas mulheres, são o controle de fidelidade. As violências dos homens correspondem a 50%, enquanto nas mulheres correspondem a 46%.

Um dos pontos interessantes do estudo é o que mostra que 84% das mulheres, 85% dos homens, já ouviram falar da Lei Maria da Penha. Outro ponto que chama atenção é o referente à educação dos filhos. Para 75% das mulheres, e 59% dos homens, para educar os filhos é preciso dar uns tapas nas crianças. Mães, no percentual de 75%, e pais no percentual de 52%, assumiram que às vezes batem nos filhos.

Uma inferência que pode ser feita no estudo no quesito educar os filhos é quanto ao percentual diferente dos que são favoráveis na violência contra os filhos, e no quesito mães e pais. Nos dois as mulheres aparecem como as que mais praticam violências contra os filhos. Pode ser o fato de elas estarem em casa, durante o dia, mais próximas dos filhos.

Mas se a violência do homem contra a mulher for também decorrente do fato de tanto o menino como a menina sofrerem violências, estabelece um modelo que fica adesivado na criança e que irá funcionar na vida adulta, principalmente no homem, quando de sua relação com a mulher. A transferência da pedagogia da dor como castigo. “Eu te castigo, porque eu fui castigado”. E, pior, para o agressor é uma lógica justa. E muitas vezes ele nem toma consciência. Ele é apenas um executante.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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