Arquivo para 9 de março de 2011

Cuba: campeã do Carnaval de Floripa

Enviado por Welton Yudi Oda*

E não é que esta ilha é mesmo surpreendente! De onde menos se poderia esperar, o bairro de grã-finos da Lagoa da Conceição, surge uma escola de samba. E desta área “nobre”, ocupada por gente que, aos poucos foi desalojando uma antiga vila de pescadores, começou um batuque que logo atraiu gente que entende de samba.

E desceram os tantos morros que circundam a lagoa uma gente de pele menos branca e de muita ginga. E o samba foi crescendo! Três anos depois de fundada, o samba que entoava a Grêmio Recreativo Cultural Escola de Samba União da Ilha da Magia era uma verdadeira ode à Cuba: “Cuba sim, em nome da verdade”, composta por Julio Maestri e Vinícius da Imperatriz.

Foto: Fernando Willadino

E com Aleida Guevara, filha de Che na platéia, a novata União da Ilha da Magia emplacou seu primeiro título de Campeã do Carnaval de Floripa.

Dá uma olhada no enredo:

Uma forte emoção,
no meu coração…
Liberdade
Eu sou União
A voz de um povo pela igualdade

Sonhos… de um poeta ecoam pelo ar
Cuba… o desejo de se libertar
Conquistou a independência
Do Tio Sam sofreu a influência
Momentos de luta estão na memória
Fidel e Che fizeram história
Me levam na busca por um ideal
Que vai embalar, nosso carnaval!

Guerreiros unidos na revolução
Pelo bem de uma Nação
Um preço a pagar, não vou negar
Mas a comunidade em primeiro lugar

Os sonhos se tornam verdade
Trazendo pra muitos, a felicidade
Com saúde, educação
A base pra um cidadão
Esporte, cultura, na arte… mistura
Riquezas, o mundo se encantou
No Cabaré Tropicana
Carmem Miranda deu um show!
Ilha de pura magia
Vem sambar…
Verde, Branco e Ouro
Na avenida vai brilhar

*O biofilosofante Welton Yudi Oda faz doutorado em SC.

BANDINHA DO OUTRO LADO 2011

MARCHINHA DA BANDINHA DO OUTRO LADO
É hora de entrar na folia
Dançar, cantar na força da alegria
Não fique aí só olhando parado
Entre na festa da Bandinha do Outro Lado.

A Bandinha do Outro Lado
É pra criança o carnaval
Onde ela cria, pula, corre, pinta e borda
Na fantasia de seu mundo natural.

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Ah! O Carnaval! O Carnaval só podia ser inventado pelos gregos, grandes inventores da política e da filosofia. Que política há em liberar os movimentos do corpo no mundo! Que democracia em realizar todas as potências filosofantes! E é nesse sentido que todos os anos a Associação Filosofia Itinerante – AFIN, juntamente com uma moçada do bairro Novo Aleixo, Zona Leste de Manaus, organiza o evento carnavalizante Bandinha do Outro Lado.
fotoO companheiro Marcos Ney na composição da rostidade dos foliões.


À esquerda, Antônio Madureira esquenta o surdo e a Rainha da Bandinha, Poly, à direita.

fotoFilha e Mãe, Larissa e Ana dão as últimas pinceladas no cometa da Afin.

A Zona Leste é um dos maiores bolsões eleitorais, mas sofre, principalmente as crianças, além da insuficiência de praticamente todos os serviços públicos, também com a falta de alternativas de lazer e eventos culturais autênticos. A Bandinha do Outro Lado surgiu na imprevisibilidade dos acasos afinados como mais uma atividade como alternativa para a criançada brincar. Mas todo ano é feito, desde o início de janeiro, um trabalho desde a Grécia sobre o verdadeiro sentido do carnaval para além da deturpação televisada e da redundância dos blocos e grandes bandas oficiais.

fotoA menina Hannah fixando bem o estandarte de Dionísio.
fotoA ativa Carminha dando uma força na maquiação da garotada que se preparava.
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Depois de toda a criatividade na preparação dos adereços e fantasias, após todos os maravilhosos ensaios que você acompanhou por este bloguinho nestas quadras momescas, é feita a concentração na sede da Afin em pleno domingo gordo de carnaval, porque é chegada a hora maravilhosa onde o tempo não existe, onde todos os devires confluem em uma potência superior… É hora de colocar a Bandinha na rua, onde ela sempre esteve. Vamos lá, Raíssa, que venha o Tragos! Que venha Dionísio! Que venha Sileno e todos os Sátiros!
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As duas Vitorianhas, duas princesas da Bandinha.

Lá atrás, a Bandinha da Bandinha do Outro Lado, afinada, segurava a batida da Marchinha da Bandinha do Outro Lado (no topo), entre outras, como forma a deixar fluir e passar na rua todas as potencialidades do corpo das crianças em movimentos inesperados e imprevisíveis, que vão pulando, cantando, dançando, cosmicamente contagiados com toda a vitalidade do Carnaval-Mundo.

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E entre os vários foliões que apareceram e se apresentaram em todas as ruas que a Bandinha passou, um dos principais foi o companheiro Mário Jorge, que veio vestido de vestido, mas não numa repetição conhecida em Manô, mas para representar as revolucionárias tunisianas, que há dois meses atrás destituíram um ditador e deram origem à grande onda de democratização autêntica – não aquela levada pelos Estados Unidos – nos países árabes.

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Após todo esse desfile, na alegria dos encontros alegres pelas ruas que a Bandinha passou, muitas crianças passaram também a integrar sua composição, de modo que a Bandinha retornou à sede da Afin para continuar as atividades carnavalescas dos passistas, dançarinas e dançarinos que se formaram ali. E a Bandinha da Bandinha segurou na batida e no gogó para a folia do Carnaval-Criança que nunca se acaba continuar.
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E como ocorre desde o primeiro ano da Bandinha, um dos momentos fundamentais, um dos pontos altos, que toda a criançada adora, é o desenvolvimento da marchinha da Lambretinha, quando o companheiro Edmilson Gatinho sempre vivencia todo o seu espírito dell’artiano e puxa o cordão…

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O vovô ia a cavalo
Para visitar vovó
O papai de bicicleta
Pra ver mamãe ora vejam só
Hoje tudo está mudado
Mudou tudo sim senhor
E eu tenho uma lambreta
Para ver o meu amor.


Corre corre lambretinha
Pela estrada além
Corre corre lambretinha
Que eu vou ver meu bem.

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Assim, nessa Procissão Festiva de Dionísio, com a potência desbloqueante de afetos da singularidade Tragos, as crianças e moradores, todos vão percebendo outros mundos possíveis, onde é possível a alegria, o amor, a festa, a amizade… onde tudo é possível… onde todo possível é real…

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E é assim que as crianças vão descobrindo e inventando uma realidade aquém e além da lógica do mundo constituído e em seus corpus vão inscrevendo, através da vivência do divino Sátiro, sublime Tragos, Bode fundamental, uma existência na qual seja possível vislumbrar o incomensurável, o demedido, o incapturável… Dionísio!

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todo domingo gordo de carnaval

à rua Rio Jaú, n° 43 – Novo Aleixo (Manaus-Am)

até a vontade de brincar nunca se acabe…

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MÉDICO AFIRMA O QUADRO ENFERMO DA SAÚDE NO AMAZONAS

O sonho que ele acalentava era ver o médico, pois com todo aquele tempo de espera ele nunca tinha visto um médico durante toda sua vida de porta de hospital e ele precisava ver como era um médico.”

Este blog reproduz abaixo depoimento-denúncia feito por um pai, membro da Associação Filosofia Itinerante de um desatendimento médico no Pronto Socorro da Criança mais conhecido como Joãozinho, que não é o sambista Trinta.

Relata o pai que não bastasse a epidemia de dengue, viroses que lotam hospitais na cidade de Manaus e Tefé no Amazonas, os cidadãos tem que conviver com a irresponsabilidade de alguns profissionais escalados para plantões, ganhando fortunas, mas que não aparecem para trabalhar.

Na tarde/noite do dia 02 de março de 2011, seu filho, KI, de 08 anos brincava com outras crianças quando caiu e bateu a cabeça. Horas depois começou vomitar, apresentar moleza e sonolência. A mãe procurou a emergência do referido hospital e foi atendida pelo neurologista de plantão, que, diante do quadro da criança, recomendou fazer um raio x da cabeça, internação para que ficasse em observação, receitou soro e às 07h do dia 03 seria avaliado por outro plantonista.

O hospital estava lotado de crianças internadas. Havia crianças sentadas e deitadas em cadeiras desconfortáveis, nos braços de cansadas mães, outras em camas, nos corredores. KI alojou-se numa maca de emergência e a qualquer hora poderia ser desalojado. Fomos às cadeiras às 07h, porque ia iniciar os atendimentos de emergência.

Por volta das 02h20min da madrugada o pai da criança substituiu a mãe para que esta providenciasse a documentação para o funeral de seu genitor falecido às 01h40min daquela madrugada em sua residência.

Como todo doente é irmão”, o pai conversava com outras mães sobre as péssimas condições de desconforto hospitalar. Indagando sobre o horário da troca de plantão, uma das mães falou que era 07h, mas que só seriam atendidos por volta das 09h. Isso preocupou o pai por dois motivos: o primeiro que a criança, por tratar-se de batida na cabeça, precisava ser avaliada e, segundo, por ter que estar às 12h num outro órgão do Estado.

Às 07h iniciou a troca de plantão. Além de KI havia outra criança acompanhada da mãe que necessitava de uma receita de remédio controlado porque sua filha estava com sequelas de meningite e tinha hora marcada para tomar.

O relógio passou das 08h, deu 09h e o vaticínio do Oráculo de Delfos daquela mãe dito na madrugada se confirmava e não confirmava. Não fomos atendidos às 09h.

Diante da situação, o pai de KI resolveu reclamar da irresponsabilidade do médico. Foi ao balcão de serviços e protestou. Enfermeiras(os), médicas solicitaram que procurasse a enfermeira chefe, Márcia. O pai não a viu, segundo seu depoimento-denúncia como uma chefa, uma líder, pois demonstrou incapacidade de encarar um neurologista da internação para ir pedir a receita para a criança que precisava tomar o remédio controlado. A enfermeira pediu que a mãe fosse e a mãe insistia que era a enfermeira que teria que ir lá com ele, pois a mãe havia conversado no corredor com o neurologista, por sinal, senhor de si, importante, nem parecia um médico, “porque um médico não é como um homem qualquer, se ele fosse um homem qualquer ele não seria médico, um médico deve ter alguma coisa superior e que é por isso que ele não aparece”, lembra o pai de KI de parte de um texto da peça Saúde, Doutor!, de 1998. A mãe conseguiu a receita depois de muito vai não vai. E ficava KI na expectativa da avaliação por um ser que não se sabia de sua existência.

Depois dos protestos do pai de KI, chamaram o neurologista de plantão pelo serviço de som, mas necas, disse o pai. A próxima a ser procurada foi a Assistente Social, mas também, como a enfermeira-chefe, não demonstrou autonomia, iniciativa para resolver a questão. Disse que o médico poderia estar no Hospital João Lúcio ou na Internação. O pai protestou que não estava correto, porque se era plantão de emergência era para estar na emergência, e se estava em locais onde em hipótese alegava era uma prova de que faltava médico para atender o povo.

Como nem a enfermeira-chefe, nem a Assistente Social resolveram a questão, o pai procurou a direção do hospital, que pediu um tempo e que daria uma resposta. Passados vinte minutos, a decisão estava tomada. Telefonaram para a Cooperativa do faltoso e colocariam falta no seu plantão.

Por volta de 11h15min, a direção solicitou que o neurologista acima apresentado atendesse KI, atendimento que ocorreu em menos de um minuto. O médico olhou o raio X, passou visto no prontuário e liberou a criança. Sequer indagou algo de K ou tocou na criança.

Essa situação é uma marca do péssimo atendimento médico-hospitalar no Estado do Amazonas. Se Pablo Picasso tivesse vivo poderia muito bem retratar a dor, o desespero como fez no quadro Guernica por ocasião do bombardeio dessa cidade durante a guerra civil espanhola ocorrida entre 1936 e 1939. Como Pablo vive doutra forma, diz o pai de KI, nos encarregamos de retratar esse quatro pela prosa. Prosa comprometida, porque são 30 anos de descaso com educação, habitação, saneamento, transporte e doenças dentre outros serviços de responsabilidade do Estado do Amazonas.

A questão das doenças virou caso mais sério porque se chegou ao ponto de não haver mais quase médicos do Estado, pois tudo agora vem se tornando um monopólio de Cooperativas que exploram, chantageiam, ameaçam com greve o governo em troca de aumento salarial, aumento para plantonistas, que, como o escalado para trabalhar no dia 03/03/11, não comparecem na emergência, colocando em risco a vida de pacientes.

Nas encenações do Teatro-Existência

Para concluir, o pai de KI relembrou da peça Saúde, Doutor! apresentada em Manaus, pelo pessoal do então Teatro Cabocão, hoje Teatro Maquínico da AFIN, que em forma de farsa satirizava o sistema de tratamento médico hospitalar de doenças no Amazonas e no Brasil, e dentre um dos quadros havia um diálogo entre dois personagens doentes que aguardavam atendimento médico. “Um falava que estava na fila há vários anos, cheio de doenças e que as doenças eram sua felicidade. Que se aposentara por tempo de espera para ser atendido por um médico. Que ele conhecia todo mundo do hospital, os médicos, enfermeiros inclusive nomeava-os. Que conhecia os doentes que estavam lá dentro e os que estavam fora. Os que chegaram pela primeira vez, os que chegaram pela segunda… Conhecia tudo perto do hospital. O velho do bombom, o rapaz do lanche, o cara da farmácia, a gatinha do mingau, o gordo que vendia caixão, o amarelão que vendia vela, o negão que vendia veneno. Com todo esse conhecimento e tempo de espera, o outro paciente perguntava para ele: “E porque o senhor ainda não morreu?” “Porque Deus não quis, porque sou teimoso e porque tenho um sonho.” O sonho que ele acalentava era ver o médico, pois com todo aquele tempo de espera ele nunca tinha visto um médico durante toda sua vida de porta de hospital e ele precisava ver como era um médico. Depois dele relatar que um cachorro fugiu com a perna de um paciente de dentro do hospital, muito emocionado ele avisou o companheiro que o atendimento ia iniciar. Ele olha pra dentro do hospital e grita: “Lá vem o médico! Lá vem o médico! Agora eu posso morrer. Realizar meu sonho. Abraçar-me com ele. Morrer em seus braços me desfazendo em sangue, pus, catarro, mijo, merda, largando todo o couro… (Solta um grito): “Ai, ai, ai, que dor. Eu não posso morrer agora. Ele tá chegando. Quase chegando. Quase…” (Cai morto) No outro quadro da peça um Terceiro doente explica a morte do paciente. “No dia que chegou a vez dele ser atendido ele estava muito feliz, ia ver o médico. Aí o homem de branco apareceu. Era o médico. (Cortando): “Ele realizou o sonho.” “Não.” “Não? O homem de branco não era o médico.” “Não era médico?” “Não. Era um acadêmico. Um estudante. Eu descobri depois.”

Assim caminha o não atendimento médico hospitalar no Estado do Amazonas. Que este relato-denúncia promova novas tomadas de decisões por parte do povo que muitas vezes se sente impotente diante do descaso com que são tratados pelo poder público de nosso Estado.

LULA NÃO FOI, MAS ACADÊMICOS DE TUCURUVI FICOU COM 2º LUGAR

O ex-presidente Lula foi convidado para participar especialmente do desfile da Escola de Samba Acadêmicos de Tucuruvi, que teve como samba enredo “Oxente, o Que Seria da Gente Sem Essa Gente? São Paulo a Capital do Nordeste”, mas não se desculpou, afirmando que não poderia desfilar na Tucuruvi, porque poderia causar nas outras escolas uma reação de constrangimento.

Assim, Lula não compareceu ao desfile das escolas de samba de São Paulo, que teve como vencedora a Escola de Samba Vai-Vai. Porém, apesar da ausência de Lula, a Escola de Samba Acadêmicos de Tucuruvi, que jamais ganhou um título, foi classificada em 2º lugar.

Nesse fim de quadra momesca, com os resultados dos desfiles definidos apresentando Tucuruvi no 2º lugar, cabe um raciocínio pró-Lula. Sua decisão foi procedente. A escola abiscoitou o honroso 2º lugar em razão de sua própria eficácia.

Entretanto, é bem provável que se Lula tivesse participado do desfile da escola que tem Sheila Melo, ex-dançarina do grupo de rebolado É o Tchan, como madrinha de bateria, alguns torcedores, vendo a escola em2º lugar, atribuíssem essa colocação à influência do ex-presidente. O que não é verdade. Ou seria possível que algum torcedor venha afirmar que se Lula tivesse desfilado, a escola teria sido campeã.

Na altura dessa quarta-feira de cinzas, nada disso conta mais. Todavia, Lula acertou em sua decisão. Não melindrou nenhuma escola.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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