Arquivo para 20 de maio de 2011

RECADO DE UMA PROFESSORA DO RIO GRANDE DO NORTE PARA PROFESSORES DO AMAZONAS

Numa Audiência Pública na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, a professora Amanda Gurgel fez um contundente discurso analisando a situação da educação nesse estado. Postado no youtube, rapidamente o vídeo chegou a marca dos 150 mil acessos, difundindo-se por todo o país, sendo reproduzido pela blogosfera, tornando-se notícia de jornais impressos, televisivos e radiofônicos, assim como se tornou um dos temas mais comentados nas redes sociais.

Amanda é professora de Língua Portuguesa, é filiada ao Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados (PSTU) e participa do movimento de greve que ocorre no RN.

O que a professora Amanda fala no vídeo é uma realidade conhecida por todos os professores, por todos os alunos, pais de alunos, por toda a sociedade, e vem ocorrendo há séculos, desde que a primeira escola pública foi inaugurada no Brasil. Mas então por que a repercussão do vídeo? É que o discurso contido nele não é um boom midiático, mas se constitui num enunciado, segundo o conceito do filósofo Michel Foucault. É isso que Amanda percebe na entrevista que deu ao jornal Tribuna do Norte: “Quem é professor há 20 ou 30 anos conhece o processo de degeneração pelo qual as escolas vêm passando. Isso é o principal e não a minha imagem ou até mesmo as minhas palavras, mas a situação.”

O enunciado de Amanda se liga ao enunciado de tantos outros professores, quando falam da degradação do ensino público: escolas deterioradas, baixos salários, ausência de recursos didáticos, superlotação das salas de aula, infinitos problemas familiares e outros que afetam a aprendizagem dos alunos, doenças advindas da atividade de docência, etc. Assim, o enunciado de Amanda vai além do espaço restrito da escola e se expande até a crítica à forma como o Estado é governado. Ele se constitui em um enunciado a partir da posição de Amanda: numa Audiência Pública dentro da Assembleia Legislativa, à frente de deputados fantasistas e da própria secretária de Educação do RN.

Amanda se diz surpresa com a repercussão, uma vez que, repetimos, a realidade que ela descreve não é nova. Mas o que é novo é o enunciado. É uma repetição, mas uma repetição que carrega algo novo. O enunciado de Amanda reúne uma multiplicidade de elementos que lhe possibilita sair da condição de sujeito sujeitado, como se encontram muitos professores, e se torne um sujeito de enunciado atuante.

Para diminuir sua atuação é que armadilhas já vão sendo forjadas instantaneamente, como uma tentativa de personalização, de transformá-la em celebridade. Mas Amanda não cai nessa. “Queria focar no discurso político, porque eu não tenho o menor interesse de focar na minha imagem”, corta ela na entrevista.

Ela não cai nem mesmo na sutil tentativa de transformá-la num símbolo de luta dos professores, esvaziando sua potência real. “Nem símbolo de uma luta. Eu sou apenas mais uma peça. Assim como eu, há outros, milhares de trabalhadores. Eu não sou símbolo de nada e nem pretendo ser.”

Assim, Amanda vai preservando sua singularidade, o movimento de sua potência, sua integridade, e a resistência dos educadores, seja do RN, seja do Amazonas, seja de qualquer outro estado, de qualquer cidade do Brasil.

REPRESENTAÇÕES CIENTÍFICAS BRASILEIRAS PEDEM A DILMA A SUSPENSÃO DO PROCESSO DE LICENCIAMENTO DE BELO MONTE

Em carta enviada à presidenta Dilma Vana Rousseff, apresentando preocupação em relação à violação dos direitos humanos no empreendimento, e também pedindo o cumprimento das condicionantes da obra, além do julgamento de ações públicas e regulamentação dos procedimentos de consulta dos povos indígenas e as populações afetadas, um grupo de 20 associações científicas brasileiras pede a suspensão do processo de licenciamento da Usina Hidrelétrica de Belo Monta, no Rio Xingu, no estado do Pará.

Para o grupo de entidades científicas, onde estão incluídas a Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência (SBPC), Associação Brasileira de Antropologia (ABA) e a Associação Brasileira de Ciências (ABC), o licenciamento da hidrelétrica deve ser pautado pela “observância às leis e pela cautela diante do risco de ameaça à vida”.

Segundo a carta, os encaminhamentos e as decisões relativas ao Belo Monte estão descumprindo a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), responsável pelos direitos dos povos indígenas.

O cumprimento do cronograma das obras não pode sobrepor-se às obrigações que o Estado tem no respeito aos direitos de pessoas e coletividades que lá habitam.”

As representações científicas classificam a concessão das licenças ambientais à usina como “intempestiva”. Para iniciar o canteiro da obra, até o momento, o empreendimento tem apenas uma licença parcial do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

MAJOR ARGENTINO SERÁ EXTRADITADO PARA RESPONDER POR MASSACRE

Em 1976, no Norte da Argentina, na província de Chaco, próximo a Margarita Belén, 22 jovens, a maioria militantes peronistas que se opunham à ditadura militar, foram fuzilados por soldados do Exército argentino e policiais da província. O major Noberto Raul Tozzo, um dos assassinos dos jovens, em 2008 foi preso no Brasil.

Ontem, dia 19, o Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu sua extradição para que ele seja julgado na Argentina pela participação na execução dos jovens, que ficou conhecida como O Massacre de Margarita Belén. Mas a extradição tem alguns itens que devem ser observados. O militar não poderá ficar preso por mais de 30 anos, que é a pena máxima da Justiça brasileira. Em sua condenação na Argentina, deverão ser descontados os anos em que ele já está preso no Brasil. Ele só poderá ser julgado pelo crime de sequestro qualificado, porque das 22 vítimas, 4 ainda não foram encontradas. Segundo o STF, o crime de homicídio já prescreveu.

A defesa do militar ainda tentou uma cartada, alegando que os integrantes do regime militar foram anistiados pelo ex-presidente Carlos Menem, mas a ministra Carmem Lúcia, a relatora, rebateu a cartada, afirmando que o decreto foi considerado inconstitucional. E além de que, dias passados, o Tribunal de Resistência condenou oito ex-militares, pelo episódio, a prisão perpétua.

Por sua vez, o ministro Luiz Fux, que votou com a relatora Carmem Lúcia, disse que a extradição do militar era um momento importante.

É um momento importante para minha geração. Esse massacre marcou muito a minha juventude, assim como a bomba no Rio Centro”, disse.

Já o ministro Marco Aurélio foi o único que votou contra a extradição.

Quatro frases que fazem o nariz do Pinóquio crescer

Por Eduardo Galeano

A recuperação do planeta ou daquilo que nos sobre dele implica na denúncia da impunidade do dinheiro e da liberdade humana.

1 – Somos todos culpados pela ruína do planeta.

A saúde do mundo está feito um caco. ‘Somos todos responsáveis’, clamam as vozes do alarme universal, e a generalização absolve: se somos todos responsáveis, ninguém é. Como coelhos, reproduzem-se os novos tecnocratas do meio ambiente. É a maior taxa de natalidade do mundo: os experts geram experts e mais experts que se ocupam de envolver o tema com o papel celofane da ambiguidade.

Eles fabricam a brumosa linguagem das exortações ao ‘sacrifício de todos’ nas declarações dos governos e nos solenes acordos internacionais que ninguém cumpre. Estas cataratas de palavras – inundação que ameaça se converter em uma catástrofe ecológica comparável ao buraco na camada de ozônio – não se desencadeiam gratuitamente. A linguagem oficial asfixia a realidade para outorgar impunidade à sociedade de consumo, que é imposta como modelo em nome do desenvolvimento, e às grandes empresas que tiram proveito dele. Mas, as estatísticas confessam.. Os dados ocultos sob o palavreado revelam que 20% da humanidade comete 80% das agressões contra a natureza, crime que os assassinos chamam de suicídio, e é a humanidade inteira que paga as consequências da degradação da terra, da intoxicação do ar, do envenenamento da água, do enlouquecimento do clima e da dilapidação dos recursos naturais não-renováveis. A senhora Harlem Bruntland, que encabeça o governo da Noruega, comprovou recentemente que, se os 7 bilhões de habitantes do planeta consumissem o mesmo que os países desenvolvidos do Ocidente, “faltariam 10 planetas como o nosso para satisfazerem todas as suas necessidades.” Uma experiência impossível.

Mas, os governantes dos países do Sul que prometem o ingresso no Primeiro Mundo, mágico passaporte que nos fará, a todos, ricos e felizes, não deveriam ser só processados por calote. Não estão só pegando em nosso pé, não: esses governantes estão, além disso, cometendo o delito de apologia do crime. Porque este sistema de vida que se oferece como paraíso, fundado na exploração do próximo e na aniquilação da natureza, é o que está fazendo adoecer nosso corpo, está envenenando nossa alma e está deixando-nos sem mundo.

2 – É verde aquilo que se pinta de verde.

Agora, os gigantes da indústria química fazem sua publicidade na cor verde, e o Banco Mundial lava sua imagem, repetindo a palavra ecologia em cada página de seus informes e tingindo de verde seus empréstimos. “Nas condições de nossos empréstimos há normas ambientais estritas”, esclarece o presidente da suprema instituição bancária do mund o. Somos todos ecologistas, até que alguma medida concreta limite a liberdade de contaminação.

Quando se aprovou, no Parlamento do Uruguai, uma tímida lei de defesa do meio-ambiente, as empresas que lançam veneno no ar e poluem as águas sacaram, subitamente, da recém-comprada máscara verde e gritaram sua verdade em termos que poderiam ser resumidos assim: “os defensores da natureza são advogados da pobreza, dedicados a sabotarem o desenvolvimento econômico e a espantarem o investimento estrangeiro.” O Banco Mundial, ao contrário, é o principal promotor da riqueza, do desenvolvimento e do investimento estrangeiro. Talvez, por reunir tantas virtudes, o Banco manipulará, junto à ONU, o recém-criado Fundo para o Meio-Ambiente Mundial. Este imposto à má consciência vai dispor de pouco dinheiro, 100 vezes menos do que haviam pedido os ecologistas, para financiar projetos que não destruam a natureza. Intenção inatacável, conclusão inevitáve l: se esses projetos requerem um fundo especial, o Banco Mundial está admitindo, de fato, que todos os seus demais projetos fazem um fraco favor ao meio-ambiente.

O Banco se chama Mundial, da mesma forma que o Fundo Monetário se chama Internacional, mas estes irmãos gêmeos vivem, cobram e decidem em Washington. Quem paga, manda, e a numerosa tecnocracia jamais cospe no prato em que come. Sendo, como é, o principal credor do chamado Terceiro Mundo, o Banco Mundial governa nossos escravizados países que, a título de serviço da dívida, pagam a seus credores externos 250 mil dólares por minuto, e lhes impõe sua política econômica, em função do dinheiro que concede ou promete. A divinização do mercado, que compra cada vez menos e paga cada vez pior, permite abarrotar de mágicas bugigangas as grandes cidades do sul do mundo, drogadas pela religião do consumo, enquanto os campos se esgotam, poluem-se as águas que os alimentam, e uma crosta seca cobre os desertos que antes foram bosques.

3 – Entre o capital e o trabalho, a ecologia é neutra.

Poder-se-á dizer qualquer cois a de Al Capone, mas ele era um cavalheiro: o bondoso Al sempre enviava flores aos velórios de suas vítimas… As empresas gigantes da indústria química, petroleira e automobilística pagaram boa parte dos gastos da Eco 92: a conferência internacional que se ocupou, no Rio de Janeiro, da agonia do planeta. E essa conferência, chamada de Reunião de Cúpula da Terra, não condenou as transnacionais que produzem contaminação e vivem dela, e nem sequer pronunciou uma palavra contra a ilimitada liberdade de comércio que torna possível a venda de veneno.

No grande baile de máscaras do fim do milênio, até a indústria química se veste de verde. A angústia ecológica perturba o sono dos maiores laboratórios do mundo que, para ajudarem a natureza, estão inventando novos cultivos biotecnológicos. Mas, esses desvelos científicos não se propõem encontrar plantas mais resistentes às pragas sem ajuda química, mas sim buscam novas plantas capazes de r esistir aos praguicidas e herbicidas que esses mesmos laboratórios produzem. Das 10 maiores empresas do mundo produtoras de sementes, seis fabricam pesticidas (Sandoz-Ciba-Geigy, Dekalb, Pfizer, Upjohn, Shell, ICI). A indústria química não tem tendências masoquistas.

A recuperação do planeta ou daquilo que nos sobre dele implica na denúncia da impunidade do dinheiro e da liberdade humana. A ecologia neutra, que mais se parece com a jardinagem, torna-se cúmplice da injustiça de um mundo, onde a comida sadia, a água limpa, o ar puro e o silêncio não são direitos de todos, mas sim privilégios dos poucos que podem pagar por eles. Chico Mendes, trabalhador da borracha, tombou assassinado em fins de 1988, na Amazônia brasileira, por acreditar no que acreditava: que a militância ecológica não pode divorciar-se da luta social. Chico acreditava que a floresta amazônica não será salva enquanto não se fizer uma reforma agrária no Brasil. Cinco an os depois do crime, os bispos brasileiros denunciaram que mais de 100 trabalhadores rurais morrem assassinados, a cada ano, na luta pela terra, e calcularam que quatro milhões de camponeses sem trabalho vão às cidades deixando as plantações do interior. Adaptando as cifras de cada país, a declaração dos bispos retrata toda a América Latina. As grandes cidades latino-americanas, inchadas até arrebentarem pela incessante invasão de exilados do campo, são uma catástrofe ecológica: uma catástrofe que não se pode entender nem alterar dentro dos limites da ecologia, surda ante o clamor social e cega ante o compromisso político.

4 – A natureza está fora de nós.

Em seus 10 mandamentos, Deus esqueceu-se de mencionar a natureza. Entre as ordens que nos enviou do Monte Sinai, o Senhor poderia ter acrescentado, por exemplo: “Honrarás a natureza, da qual tu és parte.” Mas, isso não lhe ocorreu. Há cinco séculos, qua ndo a América foi aprisionada pelo mercado mundial, a civilização invasora confundiu ecologia com idolatria. A comunhão com a natureza era pecado. E merecia castigo. Segundo as crônicas da Conquista, os índios nômades que usavam cascas para se vestirem jamais esfolavam o tronco inteiro, para não aniquilarem a árvore, e os índios sedentários plantavam cultivos diversos e com períodos de descanso, para não cansarem a terra. A civilização, que vinha impor os devastadores monocultivos de exportação, não podia entender as culturas integradas à natureza, e as confundiu com a vocação demoníaca ou com a ignorância. Para a civilização que diz ser ocidental e cristã, a natureza era uma besta feroz que tinha que ser domada e castigada para que funcionasse como uma máquina, posta a nosso serviço desde sempre e para sempre. A natureza, que era eterna, nos devia escravidão. Muito recentemente, inteiramo-nos de que a natureza se cansa, como nós, seus filhos, e sabemos que, tal como nós, pode morrer assassinada. Já não se fala de submeter a natureza. Agora, até os seus verdugos dizem que é necessário protegê-la. Mas, num ou noutro caso, natureza submetida e natureza protegida, ela está fora de nós. A civilização, que confunde os relógios com o tempo, o crescimento com o desenvolvimento, e o grandalhão com a grandeza, também confunde a natureza com a paisagem, enquanto o mundo, labirinto sem centro, dedica-se a romper seu próprio céu.

*Eduardo Galeano é escritor e jornalista uruguaio


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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