Arquivo para 24 de maio de 2011

A MÍDIA SEQUELADA DELIRA TENTANDO MOSTRAR QUE O CASO PALOCCI ATINGIU O GOVERNO DILMA

A degeneração do instinto que causa a corrupção humana, como diz o filósofo Nietzsche, não é simplesmente histórica, mas fisiológica e mental. Daí que todas as facetas da corrupção jamais param suas reações. Sim, reações, pois a corrupção nunca é ação, mas reação de um instinto degenerado.

A mídia de mercado, com seu espírito reacionário, portanto corrompido, não permite que aqueles que ela julga como seus inimigos fiquem livres um só instante da alucinação de sua paranoia. Por tal, paranoicamente, essa mídia não se alimenta de outros corpos senão os produzidos por sua alucinação saídos de sua perseguição sobre os que ela nomeou como seus inimigos.

Assim foi durante todos os governos Lula. Na verdade, durante todo o momento em que democracia se mostrou ainda nos intestinos da ditadura militar, e depois que se tornou real que ela reage paranoicamente contra os que ela alucina como seus inimigos. Agora, depois do governo Lula – embora Lula ainda seja seu objeto de desejo corrompido -, é a vez da presidenta Dilma Vana Rousseff. Sua prática pervertida não ficou apenas no momento da campanha eleitoral, quando perseguiu a candidatura de Dilma, com todos os tipos de reportagens tendenciosas e artigos garatujados por seus jornalistas amestrados – como diz o ínclito jornalista Hélio Fernandes -, e assumiu, como seu candidato à Presidência da República, o representante da ultradireita, a burguesia/ignara, José Serra, cujo resultado eleitoral lhe deixou mais paranoide.

Nesse momento, em estado paranoico delirante exacerbado, tenta de toda forma psicótica mostrar aos seus incautos leitores que o caso Palocci atingiu o governo Dilma. Para provar seus pruridos delirantes, publica que Dilma “tenta mostrar que o governo está trabalhando”, como afirma a sequelada Estadão. Segundo a corrompida, “a ideia é apresentar uma agenda positiva para se contrapor ao noticiário desfavorável”. Noticiário desfavorável produzido por ela mesma, a mídia retrógrada de mercado, e não o jornalismo autônomo e racional.

Se o ministro da Casa Civil, Antônio Palocci, acredita que os valores do capitalismo são os que lhe fazem pulsar o coração, daí porque acredita no enriquecimento como uma forma de ser existencialmente notabilizado e respeitado, como todo burguês, no caso em questão, como a mídia, esse malogro é de sua propriedade. E, como proprietário de suas relações, ele é o responsável, e não o governo Dilma, que representa a vontade popular da maioria da sociedade brasileira.

Quem se encontra atento ao Brasil sabe muito bem que em nenhum momento o país parou por causa do caso Palocci, que embora seja ministro, não é o Brasil. Que ele tenha enriquecido ilicitamente usando, ou não, as aberturas que o sistema capitalista oferece aos espertinhos burgueses que acreditam na posse como alma, é ele quem tem que assumir e se responsabilizar por suas consequências. O privado, embora esteja historicamente, nas estruturas capitalísticas, urdido com o público, não é o público. E é pelo público que Dilma governa, não pelo privado. Por tal, a lógica é simples. Se sair Palocci, o público continua.

Uma questão simples na delirância da mídia corrompida. Se Palocci sair, o delírio midiático termina? Claro que não. A mídia não quer ministérios. Quer a ilusão do poder inteiro. O que alimenta seu medo, sublimado em dor e estupidez. Só que com qualquer desfecho, ela vai continuar sofrendo, porque ela, como corrompida, nunca aprende as lições da democracia. Ela não apreendeu e nem aprendeu que não adiantou nada tramar, junto com os seus irmãos patológicos PSDB, PPS e DEM contra os governos Lula e a candidatura de Dilma. Não apreendeu e não aprendeu que democraticamente esses dois governos têm uma potência democrática inatingível, o Devir-Povo.

Em síntese, o caso Palocci, em relação ao governo Dilma, é mais um falso problema da mídia. E, como falso problema, não atinge o governo Dilma, que é real.

Quero ser negra sempre!

*Francy Junior

O encontro Iniciativas negras no Amazonas, na Cidade de Manaus, me trouxe a lembrança de que ser negra é bom. Destruí tudo que aprendi na escola, na rua e na comunidade. O ser negra é muito mais que ser de pele escura, é ser de alma, consciência, ideologia, ética e de luta. O ser negra é o acreditar na historia das avós, na África, na alegria de partilhar, na alegria de ser gente, de acreditar que somos gente. O ser negra é possuir o diálogo que podemos harmonizar um espaço pra todos e todas.

O Iniciativas Negras é um processo de escolha, de amadurecimento, de festa, de contradições, de saudade, de revelações do ontem, hoje e do amanhã.

O ser negra nesse processo amazônico de descoberta, de conquista, de aventura no quem sabe, um possível mundo é necessário, é dialógico e, claro, de descoberta da identidade, é fato e fato é historia, é vida.

O Curso iniciativas negras vem para propiciar um debate da importância do negro e negra no Amazonas. Vem para re-construir nossas raízes, essência e resgatar nossa historia de negros e negras da floresta.

Assim, quando ouvi os tambores do “FOPAAM” clamando, animando, suscitando que é chegado a hora de referendar a presença do povo negro da floresta, o sentimento foi de re-construção, regate da memória. Foi de luta diária da memória.

Esse é meu sentimento no curso que iniciou ontem dia 23 a 25 de maio. Esse curso todos e todas deviriam ser participantes, construtores e construtoras do resgate cultural da identidade. Esse que é o momento único da troca de experiência e saberes do povo negro.

Pela primeira vez na historia do Movimento Negro no Amazonas, temos a pretensão de juntar ativistas negras e negros, acadêmicos e acadêmicas, docentes e pessoas sensíveis à causa para ouvir, falar, discutir, trocar experiências. Objetivo: reescrever a historia da negritude amazônida.

Assim, somos chamadas e chamados a luta diária contra o racismo.

*Francy Junior
Sec. Operativa do FPMM
Educadora Social da RECID-AM
Movimento de Mulheres Negras da Floresta – Dandara
84361789/96164232

DILMA PODE VETAR PARTES DAS MUDANÇAS NO CÓDIGO FLORESTAL

Se o governo federal não conseguir fechar acordo para a votação no Congresso de alguns pontos críticos no novo Código Florestal, o novo Código Florestal apresentar anistia para quem desmatou ilegalmente e não trouxer obrigatoriedade da reserva legal e da recomposição de áreas de preservação permanente (APPs), a presidenta Dilma Vana Rousseff vai vetar pontos do novo Código Florestal, que tem o deputado Aldo Rabelo (PC do B/SP), afirmou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

A presidenta não aceita nada que não esteja balizado no compromisso que ela fez na campanha. Não aceita anistia para desmatadores, não aceita degradação de APP e não aceita que não haja recuperação de APP. Se isso eventualmente for aprovado, irá à apreciação dela, eu certamente vou pedir a ela o veto”, afirmou a ministra.

Embora a proposta para a votação esteja acertada para hoje, alguns pontos sensíveis ainda têm que ser discutidos. Por isso, a ministra não sabe se vai haver a votação, mas, segundo ela, seu ministério está pronto para discussões sobre esses pontos que interessam ao governo. A presidenta, de acordo com a ministra, tem sido “muito objetiva” quanto à orientação aos integrantes do governo para as negociações.

O processo hoje é da negociação política. Conversei com o Vaccarezza e ele me disse que existe uma tendência de votar. Mas se vai votar ou não é uma questão do Congresso. Estamos aqui de plantão, as equipes técnicas estão a postos para interlocução com o Congresso”, afirmou a ministra Izabella.

EX-MINISTROS DO MEIO AMBIENTE DIVULGAM CARTA ABERTA CONTRA O NOVO CÓDIGO FLORESTAL

Acreditando que a proposta de atualização do novo Código Florestal será o desmonte da legislação ambiental no Brasil, ex-ministros divulgaram uma carta aberta em defesa do Meio Ambiente e pediram o adiamento da votação do Código Florestal que se encontra marcada para hoje, dia 24. O documento será entregue à presidenta Dilma Vana Rousseff, ao presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, e ao presidente do Senado, José Sarney.

É por compreender a importância do papel na luta por um mundo melhor para todos e por carregar essa responsabilidade histórica que nos sentimos na obrigação de dirigirmos à Vossa Excelência e ao Congresso Nacional nosso pedido de providências. Em conjunto com uma política nacional de florestas, o código deve ser utilizado para facilitar e viabilizar os necessários esforços de restauração e de uso das florestas, além de sua conservação. É necessário apoiar a restauração não dispensá-la. O código pode criar uma arcabouço para os incentivos necessários para tanto.

Não vemos, portanto, na proposta de mudanças do Código Florestal aprovada pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados em junho de 2010, nem nas versões posteriormente circuladas, coerência com nosso processo histórico, marcado por avanços na busca da consolidação do desenvolvimento sustentável. Ao contrário, se aprovada qualquer uma dessas versões, o país agirá na contramão de nossa história e em detrimento de nosso capital natural”, diz trecho da nota.

Na análise da situação feita pela ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, é preciso adiar a votação do Código Florestal para se debater com mais profundidade a proposta junto com sociedade civil. Para ela é melhor adiar a votação do que a sociedade ter que fazer um movimento para que a presidenta Dilma vete parte da lei.

Há um acordo do qual a sociedade não participou”, disse Marina.

Para o ex-ministro do Meio Ambiente Carlos Minc, caso esse Código Florestal de Aldo Rebelo seja aprovado, o Brasil será o único país “que aprovará uma legislação de fragilização do sistema.

O que nos une é o esforço para impedir que o arcabouço de proteção dos biomas seja desmantelado, seja por açodamento ou conveniência. Não queremos que passem a motosserra no Código Florestal”.

Já para o deputado Sarney Filho (PV/MA), que também foi ministro do Meio Ambiente, a proposta do Código Florestal é perversa, por isso é preciso pressão do governo e da sociedade.

Sem uma pressão clara do governo e da sociedade civil, vamos ter uma derrota”, disse.

Nossas vidas sob ameaça: Como podemos lutar e ganhar

*Naomi Klein

Há 40 anos os ambientalistas não têm recebido tantas más notícias, em Washington, quanto ao aquecimento global. No mês passado, na Câmara, a recém-habilitada maioria republicana votou contra uma resolução a qual afirma, simplesmente, que o aquecimento global é uma realidade: mas eles têm, aparentemente, suas próprias versões de física e química. Esta semana, no Senado, os maiores grupos ambientais foram reduzidos a um nobre, mas desarmado lutador, para manter intacto o corpo do Clean Air Act, a mais importante realização do movimento verde nas últimas décadas. O resultado ainda é incerto, até mesmo alguns democratas proeminentes estão tentando manter a US Environmental Protection Agency (EPA, a agência de proteção ambiental norte-americana, na sigla em inglês) como reguladora dos gases-estufa.

E na Casa Branca? O presidente que se gabou de sua eleição como marco do momento em que “os oceanos começam a baixar”, em vez de iniciar um pesado plano de energia para deter os combustíveis de carbono, causadores do aquecimento global, resolveu que a “independência energética” passa pela liberação de 750 milhões de toneladas de carvão, em Wyoming, em locações de novas minas. Isso é o equivalente a abrir 3 mil novas usinas termelétricas em um ano.

Aqui está o que penso estar acontecendo, em termos mais amplos.

O movimento ambientalista moderno nasceu no Dia da Terra, em 1970, durante uma explosão sem precedentes de organizações de massa. Segundo algumas estimativas, cerca de 20 milhões de norte-americanos, um décimo da população, foram às ruas. Foi um movimento de jovens, num momento em que um grande número de pessoas levaram a sério não apenas a limpeza do ar, mas o fim às guerras e da discriminação oficial. Essa base popular inspirada – ou, mais provavelmente, amedrontada – viu Washington aprovar, nos quatro anos seguintes, praticamente toda a legislação ambiental que ainda constitui o núcleo do direito verde.

Este movimento também viu o nascimento, ou renascimento, de muitas das organizações que conhecemos quando pensamos em ecologia. Alimentados por essa explosão inicial de apoio das massas, estes militantes foram capazes de fazer um progresso real em Washington DC, e assim eles se concentraram em tarefas importantes e profissionais, como um paciente lobby nas subcomissões e cuidadosos relatórios escritos. E eles continuaram a obter ganhos substanciais, desde a limpeza de resíduos tóxicos, prevista no Superfund, até o controle da chuva ácida.

Mas, nos últimos anos perceberam duas coisas. Uma, que a pilha acabou no primeiro Dia da Terra. Os congressistas já perceberam a diferença entre uma grande lista de velhos integrantes daquele momento e um intenso movimento político. Como disse a bíblia política de Washington DC, The Politico, em sua edição no mês passado: “os grupos verdes têm sido obrigados a jogar na defesa, em um mundo onde o comando político do capital não tem mais medo deles”.

Em segundo lugar, a questão-chave foi alterada. Esqueça a chuva ácida e o Superfund, estes foram importantes, mas as lutas relativamente fáceis não confrontam diretamente qualquer modelo de negócio. Você pode limpar a chuva ácida, colocando um filtro em sua usina. Mas o aquecimento global é diferente – você teria que desligar a usina, substituí-la por um moinho de vento ou um painel solar.

E assim todo o poder da indústria de combustíveis fósseis – o negócio mais rentável da história do planeta – tem sido exercido à força, e eles jogam duro e sujo. Os Irmãos Koch gastam enormes somas para subscrever a rede dos céticos quanto ao aquecimento global, enquanto a Câmara de Comércio dos EUA emergiu como o maior financiador de campanha de todos eles, transportando 94% de suas doações para os negadores da catástrofe global do clima. Este tipo de influência ganhou o dia: cai por terra o sonho maior dos grupos conservacionistas de Washington, de cobrar o chamado ‘cap and trade‘ (que na tradução livre seria algo como ‘limite e negociação’, usado para denominar um mecanismo de mercado que cria limites para as emissões de gases de um determinado setor ou grupo), atrás do qual se reuniram todas as técnicas de informação privilegiada que se poderia gerar nas últimas quatro décadas de aperfeiçoamento. No final, eles nem chegaram perto. (O senador) Harry Reid, recusou-se até mesmo a agendar uma votação, sabendo que estava muito aquém dos votos necessários para aprovar o projeto. A Casa Branca ficou à margem.

Para nós, a lição é muito clara. Desde que nunca estaremos indo na direção de se obter tanto dinheiro quanto a indústria dos combustíveis fósseis, é preciso reconstruir algum tipo de movimento de massa, a exemplo daqueles que marcaram 1970. Os corpos, a paixão e a criatividade são as moedas que poderemos competir dentro da noção de que “Não é mais possível!”. Trabalhando com quase nenhum dinheiro, a campanha incipiente de 350 instituições “ponto.org” conseguiu, nos últimos três anos, coordenar 15 mil manifestações, em 189 países – todas as nações da Terra, exceto a Coreia do Norte. Tem sido ativa também em todos os Estados dos EUA e no Distrito Congressional. E esta semana, uniu forças com outra campanha norte-americana importante nas questões climáticas, a 1Sky (Um único céu, na tradução livre para o português).

A 1Sky foi fundada no mesmo espírito e, ao mesmo tempo, como as 350 “ponto.org”, tem trabalhado para desenvolver líderes em todo o país e ajudar a construir uma base de centenas de aliados. Juntos, seremos mais inteligentes, mais corajosos, mais rápidos e mais criativos do que éramos antes. Estas 350 “ponto.org”, uma 350.org nova e ampliada, irá se mobilizar em grande escala. Coloquem um círculo no dia 24 de setembro, no calendário, que será o dia mundial de ação para o uso da bicicleta. Mas também irá mais agressivamente atrás do dinheiro dos bastidores, com uma ampla campanha que aponta para a nova posição da Câmara de Comércio dos EUA sobre as questões climáticas.

Esta campanha é jovem, aliando o trabalho às comunidades de fé, com manifestantes de primeira linha que têm mais experiência na tentativa de fechar usinas sujas em seus quintais. Acima de tudo é realmente nas ruas que a organização mostrará seu sangue novo. A ideia não é substituir os grupos verdes de Washington, mas colocar uma nova roupagem no movimento recém-encorpado, com força suficiente para resistir ao poder esmagador do dinheiro do petróleo. E energia suficiente para nos deixar sair da defesa e volta ao ataque.

Não sabemos se venceremos no final: A ciência da mudança climática se obscurece a cada dia, e a janela para uma ação efetiva é rapidamente fechada. Mas qualquer chance exige que o poder das pessoas substitua o poder das corporações. No ano da Tunísia, do Egito e de Wisconsin, vale a pena tentar.

*Naomi Klein é jornalista premiada, colunista do diário norte-americano The New York Times e best-seller internacional com seu livro A doutrina do choque, publicado em todo o mundo, em 2007.

Tradução: CdB


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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