Arquivo para 12 de junho de 2011

ATÉ O DATAFOLHA AFIRMA: APROVAÇÃO DE DILMA SOBE

Dilma-Mulher subiu de 47% para 49%

Foto: Roberto Stuckert Filho

O instituto de pesquisa Datafolha, que, juntamente ao Ibope, é ligado diretamente à direita e à mídia sequeladas, de forma torpe, como sempre faz em tempos de eleições, aproveitou a suposta “crise”, que a própria mídia e a direita canhestra criaram, em torno do burguês Palocci e fizeram uma pesquisa sobre a aprovação do governo Dilma.

Resultado, como diria o povão que sente a afirmação da linha democratizante do governo Dilma, quebrou a cara, Dilma subiu. Apesar da pesquisa ter sido feita rapidamente, e de forma ignominiosa, nos dias 9 e 10 de junho, a pesquisa mostra que 49% dos entrevistados consideram a presidenta ótima ou boa. Em março passado, quando foi feito o último levantamento, o percentual era de 47%.

Apesar da irrelevância da pesquisa Datafolha, que ouviu 2.188 pessoas em todo o país, com margem de erro de dois pontos percentuais – mas se ela toda é um erro -, para mais ou para menos, ela se torna relevante porque forçou a mídia retrógrada e a direita atabalhoada e extinta, como diria Lula, a reconhecer a linha democrática-decmocratizante sempre em ascensão do governo da presidenta Dilma Vana Rousseff, a primeira mulher na presidência do Brasil. Vamos nessa, Dilma-Mulher!

!!!!! O MUNDO É GAY !!!!!

O dia do casamento g@y

O amor é uma pluralidade. “O dia 12 de junho, como qualquer outro, diz (e disso dou testemunho) que contigo sou feliz”, como diz Drummond. Mas aproveitemos a “opereta segrega mulher e amor”, como diria Tom Zé, para tocar em alguns corpos e atualizar alguns encontros. No Brasil, hoje, a principal questão amorosa no plano da coletividade diz respeito à união homoafetiva. Digamos que, a partir do que está sendo decidido nas maiores instâncias judiciais e legislativas – como o casamento gay e a PLC 122 -, não podemos prever os tipos de relações – o que sempre foi e será imprevisível! – que construiremos/viveremos, mas principalmente que tipo de Estado existe – e existirá – neste país que é o Brasil.

Se vivemos uma relação heterossexual, não podemos dizer que seja uma relação fixa e modelar. Sim, é fixa e modelar! Pergunte a uma moça de dezessete ou oitenta e nove anos a forma como interferem as diferenças de classe e raça, por exemplo. Mas nada chega, ao menos em grau, ao preconceito que interfere em relações de casais homossexuais proveniente de séculos de perseguições e mortes.

No clarão do dia ou na escuridão da noite, as relações homoafetivas pluralizam em número as possibilidades de relações. Não apenas casais de gays ou lésbicas, mas os bissexuais, os homossexuais que se envolvem em relações heterossexuais alguma vez ou com regularidade, assim como os heterossexuais que mantém relações homoeróticas alguma vez ou com regularidade. Se se toma o desejo a partir de uma manifestação instintiva, mesmo a mais includente destas classificações será insuficiente e nunca chegará próximo dos possíveis de liberação de um corpo e uma alma livres em afetos propícios ao encontros movimentadores da Vida.

Num momento em que o Brasil, depois de 500 anos de colonização, passou a uma verdadeira revolução operada pelo operário Lula, que segue numa linha contínua de Dilma-Mulher, uma das principais ações para fazer do Estado brasileiro, não um algoz, não um perseguidor, mas, como diria Nietzsche sobre o Estado grego antigo, “um companheiro de viagem, e o companheiro de andar vigoroso, forte, disposto ao combate”. Nada seria tão triste (segundo o conceito de Spinoza), na linha democrática-democratizante que segue o Brasil hoje como uma posição do Estado que não afirmasse liberdade de escolha de um corpo por outro corpo, e assim alma a alma.

Assim, dependendo da escolha, poder-se-ia afirmar a potência da coletividade democrática, ou não. Assim, a liberação do casamento gay e a criminalização da homofobia – ao contrário do que vociferam os disangelistas – só confirmam a democracia, que só existe pelos desígnios da coletividade, e não o contrário. Até para se acreditar num verdadeiro Deus, só o pode acreditá-lo como tal homens livres de corpo e alma, e não infantes-senilizados assombrados por quaisquer visagens ou morais decrépitas tirânicas e violentadoras, apavorados por medos e fobias.

Os namorados

Welton Yudi Oda*

Ela andava desiludida. Ele sentia um vazio dentro de si. Encontraram-se num bar e se amaram por 325 dias seguidos. Abandonaram os amigos, foram negligentes no trabalho e suas famílias tentaram arrombar a porta do apartamento dela, fechado há vários meses. Emagreceram, emocionaram-se, tiveram crises, tiveram êxtases. Fizeram sexo. Fizeram muito sexo. Ela exibia constantemente portentosos chupões no pescoço. Ele exibia marcas de unhas nos braços, nos ombros, no rosto. Ouviram Bach, Reginaldo Rossi, Stravinsky, Pink Floyd, Wando. Viram Godard, Pasolini, Zé Mujica, Anos Incríveis e Fla x Flu. Foram ao circo, ao zoológico, ao Jardim Botânico, tomaram sorvete de buriti, morango e pitomba. Fizeram sexo no elevador, dentro do carro e em cima de uma árvore. Viviam sendo repreendidos por invejosos mal-amados, por causa de suas demonstrações públicas de amor, carícias e beijos calientes. Ficaram de mal por dois dias, nos quais adoeceram de tristeza, garantindo a si mesmos que nunca mais amariam alguém assim com tanta intensidade. No dia seguinte caíam em contradição. Daí em diante, passavam vários dias sem querer se desgrudar, até nova discussão, até que começasse a rolar aquele sentimento de que alguma coisa não estava assim tão bem. Tentavam afastar estes pensamentos. Haviam desaprendido a viver sem @ outr@. Tornaram-se codependentes. Acumularam ressentimentos. Ela barganhou espaço. Ele reclamou de falta de atenção. Enfim, ele cedeu algum espaço. Ela o acusou de não a amar mais como antes. Ele alegou que só queria beber, uma vez por semana, com os amigos. Ela queria sexo depois da bebedeira. Ele brochava. Ambos concordaram que o tesão já não era mais o mesmo. Ela resolveu voltar a estudar. Ele agora bebia com os amigos duas vezes por semana. Num destes dias conheceu aquela que seria sua nova paixão. Ela os pegou no flagra durante um beijo no mesmo bar em que se conheceram. Fez barraco e chamou a nova amante dele de vagabunda. Depois ficou deprimida. Não queria mais comer, nem mesmo arrumar a casa. Chorou por vários dias até que seu novo colega de faculdade, aquele que seria o seu novo amor, consolou-a ternamente. Então se amaram por 325 dias seguidos. Abandonaram os amigos…

*O autor é doutorando em Biologia e constista aprendiz.

Para que serve essa sua “realidade”?
Raso realismo, o de vocês.
O argumento da experiência reservada
…………………….é um mau argumento
reacionário.
…………………….…..Gilles Deleuze


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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