Arquivo para 6 de julho de 2011

ALFREDO NÃO SUPORTA A FRITURA, VOLTA PRO SENADO. JOÃO PEDRO ESTÁ MOMENTANEAMENTE DESEMPREGADO

Boas notícias para o governo Dilma no final da tarde, Alfredo Nascimento torrou rápido a fogo alto e deixou o Ministério dos Transportes depois das denúncias de corrupção na pasta feitas pela revista nazi-fascista Veja.

Péssimo acontecimento para João Pedro, que deixa de ser senador biônico, já que Alfredo saiu, segundo sua própria verbosia, “para defender a honra no Senado”.

Com certeza, aí o senador amazonense, entre pards, conseguirá facilmente defender sua honra, como muitos outros já fizeram. Na verdade, Alfredo não precisará nem se defender, uma vez que estará entre tantas honradas excelências, como ele.

Ponto para Dilma, que vem demonstrando que não permite qualquer forma de corrupção e de corruptos no seu governo. Quem será o próximo?

MPF/AM ACABA COM A VAIDADE E A SUBSERVIÊNCIA, TIRANDO O NOME DE EDUARDO BRAGA DO AEROPORTO DE COARI

Qualquer psicólogo, por mais deprimido e mistificado que seja, estudou o trabalho de Freud, sobre o sintoma dos nomes nas famílias, e, logicamente, mesmo deprimido e mistificado, estudou o desdobramento desse trabalho freudiano pelo círculo lacaniano. E, de quebra, estudou o trabalho do historiador-filósofo Philippe Ariès, Historia Social da Criança e da Família.

Tanto Freud como Lacan afirmam que o nome é uma espécie de angústia de reparação neurótica – ou, quiçá, psicótica – daqueles que dão os nomes às crianças. Uma tentativa fantasmagórica de realizar no outro o que não realizou em si para que através do nome desse outro sublime a culpa da não realização. Ou seja, o nome de uma criança é o destino determinado nela por seus pais neuróticos – quiçá psicóticos. Uma responsabilidade de livrá-los da culpa.

Já para P. Ariès, o nome é uma fantasia dos adultos projetada nas crianças. Assim como o sobrenome é a tradição. O que leva o psicólogo deprimido e mistificado a inferir que tanto em um caso como no outro a criança torna-se prisioneira dos desejos frustrados de seus pais. Imaginemos, então, as crianças cujos nomes seus pais extraíram das novelas da TV Globo. Que luta estas crianças não terão que travar para se livrarem da maldição do nome produzida pelo vazio de seus pais.

Por sua vez, o filósofo Deleuze, pensando uma forma de escapar da força fantasmagórica do nome sobre as crianças, para que ela escape da dívida da culpa de seus pais, afirma que é necessário que as pessoas se despersonalizem para escaparem da angústia do nome.

Com esse entendimento, o psicólogo deprimido e mistificado sabe que a necessidade de certas pessoas verem seus nomes instalados em prédios, órgãos, salões, ruas, etc, tem uma ligação direta com a culpa e o vazio demonstrado por estes quatros personagens. Daí que o psicólogo deprimido e mistificado infere que a vaidade de ver seu nome em um órgão público não é nada mais do que um sintoma grave de insegurança ontológica.

Como a insegurança ontológica é um sintoma social, uma forma multifacetada de investimento do medo ainda na infância, por isso parece ser uma tradição, há aqueles que, dissimuladamente, projetam em outros suas inseguranças, procurando exaltá-los. É o caso dos capachos que resolvem homenagear aqueles que eles acreditam serem autoridades merecedoras.

Conhecendo ou não o que o psicólogo deprimido e mistificado conhece, o certo é que o Ministério Público Federal do Amazonas (MPF/AM) acertou ao recorrer à Lei nº 6.454, de 24 de outubro de 1977, que “prevê, no artigo 1º, a proibição, em todo território nacional, de se atribuir nome de pessoa viva a bem público, de qualquer natureza, pertencente à União ou às pessoas jurídicas da Administração indireta”. Como também, recorrer “a Portaria nº 467/GC-5, de 11 de julho de 2001, que estabelece, no art. 1º, que os aeroportos e os aeródromos públicos brasileiros terão em geral a denominação das próprias cidades, vilas ou povoados em que se encontrem, declarando-se a posição norte, sul, leste, oeste ou quando houver mais de um na localidade”. No artigo 2º, § 2º, está previsto que “não será permitido atribuir nome de pessoa viva a aeroportos e aeródromos públicos”.

De formas que o MPF/AM realizou a catarse do aeroporto de Coari, extirpando a vaidade e a subserviência sublimada no nome governador Eduardo Braga, fazendo surgir a cura terapêutica com o novo nome: Aeroporto Municipal de Coari.

Em síntese, o MPF/AM realizou o insight que o psicólogo deprimido e mistificado sozinho não podia realizar.

MINISTRO DOS TRANSPORTES SUSPENDE LICITAÇÕES E VAI AO SENADO EXPLICAR DENÚNCIAS

Por 30 dias todas as licitações de projetos, obras e serviços de engenharia que se encontram em curso foram suspensas. É o que informa a nota divulgada pelo Ministério dos Transportes, assinada pelo ministro titular da pasta, Alfredo Nascimento (PR/AM). Além de determinar a suspensão de todos os aditivos com impactos financeiros, só não os inadiáveis “cuja paralisação possa comprometer a segurança de pessoas e o patrimônio da União”.

O ministro Alfredo Nascimento, para consumar as suspensões, expediu um ofício aos substitutos dos servidores afastados por suspeita de corrupção. Ao diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), José Sadox de Sá, o diretor-presidente da Valec, Antônio Felipe Sanchez da Costa.

No meio do baixo astral que se encontra o ministro potiguar, mas amazonense de glória política, vem tentando de toda forma sair ileso do episódio. Mas os fatos não lhe permitindo colher de chá. Alfredo deve ir ao Senado dar explicações sobre as denúncias de corrupção em seu ministério divulgadas pela nazi-fascista revista Veja.

Diante do calor do prato preferido da direita ultra-conservadora, a intriga, Alfredo tem demonstrado confiança em sua posição e já afirmou que vai ao Senado explicar tudo, e ainda se prontificou a responder perguntas sobre o tema das denúncias de outras entidades.

Entretanto, não são só as denúncias que estão preocupando Alfredo. O que está lhe preocupando também são respingos pesados desse episódio sobre sua possível candidatura a prefeito de Manaus. Alfredo saiu de uma candidatura ao cargo de governador derrotado, mas não sem esperança de disputar a prefeitura da capital do Amazonas.

Alfredo é daqueles que chegaram em Manaus com interesse de se dar bem, e conseguiram. Alfredo faz parte do séquito dos novos ricos do Amazonas, mormente Manaus, que se deram bem ao redor dos chamados políticos da terra. Para melhor entender: junto da companhia da direita que se apoderou dos governos estadual e municipal há quase trinta anos. Mas Alfredo não queria ficar apenas ao redor dos mandatários como mais um empresário que faz sucessos por sua proximidade com os governantes. Alfredo tinha planos mais altos. Fazer parte do corpo mandatário, como conseguiu.

Alfredo é cria de dois ultraconservadores da direita reacionária do Amazonas: o ex-governador Gilberto Mestrinho e o ex-governador Amazonino Mendes, hoje prefeito de Manaus, mas cassado pela insigne juíza Maria Eunice Torres Nascimento.

Tirando os pingos pesados sobre sua possível candidatura, é bem possível que Alfredo tire de letra essas acusações, mesmo que ele venha deixar a pasta. Alfredo é escolado, conhece os intestinos das tramas da dita política. Não foi por acaso que Alfredo permitiu que João Pedro do PT fosse seu suplente, e hoje senador em seu posto.

Por esse galardão, dito político, podem convidar Alfredo para explicar todas as acusações, que ele explica. Aliás, como esse galardão dito político a maioria carrega, também essa maioria em um caso como esse de Alfredo em que sua pasta é acusada de corrupção, ela tiraria de letra. O Amazonas é só mais um estado entre os outros do Brasil com seus galardões ditos políticos.

ENTRE AS 610 FACULDADES DE DIREITO QUE PARTICIPARAM DO EXAME DA OAB, 90 NÃO TIVERAM ALUNOS APROVADOS, SENDO ESTAS TODAS PRIVADAS

O último exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) revelou um dado já conhecido, mas muito inquietante quanto a sua dimensão educacional e profissional. Das 610 faculdades de direitos do Brasil, 90 não tiveram nenhum aprovado. Correspondendo um total de 106 mil inscritos e reprovados. Percentual de 88%.

Os dados foram divulgados pela OAB, que mostrou também que as faculdades que mais aprovam são as públicas, apresentando a Universidade de Brasília com 67,44%, a Universidade Federal de Juiz de Fora com 67,35%, a Universidade Federal de Minas Gerais com 65,32%, a Universidade de São Paulo com 63,43% e a Universidade Federal do Piauí com 60,98%. Aparece também, nos dados, a Universidade de Maringá, que apenas um aluno se inscreveu e foi aprovado, aprovação de 100%.

O presidente da OAB, Ophir Cavalcante, afirmou na segunda-feira, dia 4, que iria pedir a participação do Ministério da Educação (MEC) na supervisão do cursos, visto que o quem vem ocorrendo é a desvalorização do ensino do Direito no país.

Ophir avaliou como positiva a atuação do MEC quando suspendeu 34 mil vagas em cursos de direito em função de péssimos resultados obtidos nas avaliações, e esse ano já anunciou corte em 11 mil vagas em 136. Mas Ophir lamenta que enquanto o MEC corta as vagas, autoriza a criação de 4,2 mil vagas em 33 novos cursos.

Lamentável, isso é o reflexo do ensino jurídico no Brasil e da irresponsabilidade governamental de liberar mais cursos. Só na gestão da presidenta Dilma Rousseff já foram liberados mais de 33. Temos cerca de 200 mil cursos e não há efetivamente mestres e doutores para preparar esses alunos.

As privadas têm um número excessivo de vagas para oferecer. Então, em números absolutos, elas colocam mais bacharéis no mercado, mas perdem em percentual de aprovação para aquelas que têm um número menor de alunos e condições de oferecer um ensino melhor.

Se as instituições de ensino corrigirem as falhas, as 11 mil vagas suspensas podem ser reincorporadas. E aí terão mais de 4 mil. Ele tira com uma mão e dá com a outra. A OAB não concorda com essa postura, que não é transparente nem republicana”, afirmou Ophir.

HUGO CHÁVEZ COMEMORA O BICENTENÁRIO DA VENEZUELA COM ENTUSIASMO

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, embora se encontre em tratamento, comemorou ontem, dia 5, junto com seus ministros, partidários e a maioria do povo venezuelano o Bicentenário da Independência da Venezuela com grande entusiasmo.

Hugo Chávez comandou a festa do bicentenário da sede do governo junto com políticos e os presidentes do Paraguai, Fernando Lugo, Uruguai, José Mujica, e da Bolívia, Evo Morales. A presidenta Dilma não esteve presente.

O discurso para os venezuelanos proferido pelo presidente Chávez foi transmitido por uma rede de televisão e emissoras de rádio, que também transmitiram as comemorações na praça Os Heróis, em Caracas, a capital da Venezuela. Foram desfiles de militares e estudantes que marcaram as comemorações.

Não teríamos melhor maneira de comemorar, camaradas de armas, soldados e povo, neste dia, a tanto tempo esperado. Assim estamos celebrando a nossa independência. Não somos mais colônia de império algum e nunca mais seremos, graças a Deus, graça a nosso povo e a nossos soldados”, discursou Chávez.

TERRAS INDÍGENAS DO PARAGUAI ESTÃO SENDO DEVASTADAS POR EMPRESA BRASILEIRA QUE USA SÍMBOLO DA ONU

A empresa brasileira de pecuária Yaguarete Porá está sendo denunciada pelos índios do Paraguai Ayoreo, que vivem em mais de 78 mil hectares de área de mata. Segundo os representantes indígenas dos Ayoreo, a empresa brasileira para mascarar os abusos contra os direitos humanos dos índios, usa o programa Pacto Global, da Organização das Nações Unidas (ONU).

A empresa se apoia no fato de que o programa do Pacto Global da ONU só aceita em seu propósito as empresas que seguem o acordo se comprometendo de respeitar os dez princípios relativos aos Direitos Humanos, condições de trabalho e meio ambiente. Com toda essa proteção, a empresa aproveita para arrasar as terras indígenas, acreditando que não levanta qualquer suspeita. Baseada principalmente na sentença capitalista colonizadora que índio é otário.

Mas não é. Tanto é que não é que em 2010, a organização de defesa dos povos indígenas Survival Internacional selecionou a empresa Yaguarete Porá, e a premiou simbolicamente com um prêmio “por ter arrasado as terras dos Ayoreo”.

Por seu lado, respondendo às denúncias dos indígenas, a Pacto Global afirmou que não tem “nem os recursos, nem o mandato para conduzir investigações em qualquer dos participantes do programa”.

Uma pergunta salta da afirmação da Pacto Global. Se não tem como avaliar uma empresa que faz parte do programa e é denunciada, então por que criou o Pacto Global, sabendo que há no mundo a predominância de um Capitalismo Mundial Integrado (CMI) com uma moral que é o reverso dos direitos humanos? Uma pergunta ingênua para ironizar, quando se sabe que toda forma de capitalismo é predador, e toda moral protetora saída dele é simulação.

LEITOR INTEMPESTIVO ATENTO PARA INCLUSÃO DE MINORIAS NO PLANO ESTADUAL DE SAÚDE

O leitor intempestivo Márcio Ricardo, na sua percepção deste bloguinho como serviço público, envia e-mail relatando sobre a elaboração do Plano Estadual de Saúde pela Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SUSAM).

As observações de Márcio, como sempre, são um ato cidadão de quem percebe e busca compartilhar as informações necessárias para forçar os serviços públicos a um processo de democratização. Por tal o reproduzimos aqui.

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Bom dia, companheiros da AFIN, escrevo para comunicá-los sobre as discussões que estão acontecendo na Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SUSAM), a respeito do Plano Estadual de Saúde. Neste momento, há discussões entre os técnicos para as diretrizes. Em momento posterior haverá a decisão pelos conselheiros.

É importante estar atento para esta política que vigerá de 2012 a 2015, pois é importante que estejam incluídos nela todas as minorias – negros, GLBTT, indígenas, profissionais do sexo, ribeirinhos -, para que sirva de instrumento de pressão e cobrança contra o governo estadual para que realize um trabalho mínimo para essas populações na área de saúde.

Abraço,

Márcio Ricardo de Souza


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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