Arquivo para 15 de agosto de 2011

TEATRO MAQUÍNICO: “SEM TERRA O HOMEM NÃO FICA EM PÉ” NO ENCONTRO REGIONAL DOS RELIGIOSOS

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A Associação Filosofia Itinerante – AFIN movimentou, a partir do vetor Teatro Maquínico, a peça Sem Terra o Homem não Ficam em Pé no Centro Paroquial, onde estava sendo realizado Conferência Regional dos Religiosos do Brasil, como forma de levantar diversas questões junto a diversos religiosos de pastorais de Manaus, de muitos outros municípios do Amazonas e de outros estados da região Norte, que se encontram engajados em diversas questões sociais e políticas, sendo uma das principais a questão da terra e a defesa do meio ambiente.

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E foi neste encontro político-teatralizante, nesta festa artística de uma religiosidade constituinte de desejos no mundo, que o pessoal colocou tantas posições fundamentais transformadoras e de práticas atuantes.

“Eu fiquei feliz em ver que estas coisas são passadas por aqui para o povo dessa região. Eu sou nova aqui e acredito que o teatro é um veículo que deve ser levado à frente, e deve ser levado nesse despojamento, na base da simplicidade. Eu fico feliz de saber que coisas assim são refletidas e trabalhadas com o povão. Essa fundamentação que o índio deu, achei interessante.” Irmã Valdilene

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“A peça mostra justamente como acontece a usurpação da terra, como ela é justificada. E apresenta o povo na luta pela terra, pelo direito à moradia. O tema é muito real e se relaciona com a luta dos sem terra. É um sofrimento muito grande não ter moradia, não ter casa, não ter a própria comida para comer. Gostei muito do tema apresentado.” Irmã Mariete

“Eu quero dar os meus parabéns, principalmente porque a peça dá um destaque para a coragem das mulheres. As mulheres sempre estavam ali na frente enfrentando as dificuldades. Sempre que o menino ali tremia, as mulheres estavam lá e não tremiam nem um pouquinho. É um meio muito interessante de abrir um debate no centro da população sobre um tema muito importante e que afeta todos nós.” Irmã Sandra

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“Eu precisava que o grupo desses, com uma dinâmica dessas fosse lá no Rio Preto da Eva, para fazer uma conscientização lá, porque lá existe um grupo pequeno que está tomando posse de uma área de terra, que está lutando por um pedaço de terra digna. Mas depois eu descobri, eu entendi, que a luta é lá embaixo. É na verdade a luta pelo lar prometido, não somente a terra, por isso eu queria que um grupo assim fosse lá no acampamento fazer um trabalho de conscientização.” Irmã Conceição

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“A gente que trabalha com a religião, uma verdadeira religião, sem passividade, a gente tem que aproveitar todas as oportunidades para que as pessoas observem realmente como é a luta, o que as pessoas tem de passar para terem o seu pedaço de terra. Nós, enquanto religiosos, temos que nos situar, pisar de fato na terra, conhecer de fato como é essa luta para podermos auxiliar nela.” Irmã Maria

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“Pra mim é uma alegria ver de novo outra apresentação da Afin. Estava também com um pouco de saudade desse jeito de fazer filosofia, de colocar a filosofia a serviço da formação da consciência, sempre com alegria, sem nunca cansar de fazer esse trabalho. Um trabalho sem ‘compromisso’ secundário, tentando fazer um teatro, um trabalho para levantar questões importantes, alertar. Nós aqui estamos afinados com vários problemas que o grupo levantou.” Irmã Fátima

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“A importância de colocar um tema, como se fala muito, é importante ter-se uma visão global das coisas. Nem um tema é isolado das outras coisas. A transversalidade. Então eu percebo muitos aspectos que são colocados ali dentro. Por exemplo, traz muita coisa de história, quando se coloca as datas em que os documentos foram assinados, tem-se que observar o que é que acontecia no mundo naquela época, como era organizada a sociedade, qual era o tipo de política, qual era o tipo de governo. A questão política, então, é muito clara. Há também a questão judiciária. A questão eclesial é discutida. Que tipo de fé aparece aí? Uma fé mística; alguém ora enquanto os outros trabalham. Pode-se ver também a questão afetiva, que fica muito clara também. É muito importante a questão da linguagem. Cada palavra é refletida e é questionada, e é preciso entender seus significados na própria peça. Há a questão do lúdico do teatro, que também está, podemos dizer, muito ligado com a liturgia. O grupo tem uma criatividade muito grande, hoje apareceram muitas coisas diferentes. Questões geográficas: “o Amazonas é grande, o Brasil é grande”. As etnias. Fiquei muito feliz que o índio que aparece na peça ´eum grande recado para a humanidade de hoje: como valorizar as culturas primeiras que tem algo a dizer muito maior do que outras formas de vida que se consideram detentoras do saber? O índio chegou antes e observou tudo. É algo que a gente precisa ter muito hoje: contemplar, observar, para ser crítico. Há também um apanhado da história de algumas instituições sociais: como é que se chamava o Incra antes, como é que se chamava a Funai. Finalmente, o primeiro de tudo a preocupação com a biodiversidade, tinha flores, tinha água, folhas para fazer chá, os pássaros que voam no céu. O verme passou a ser positivo, passa a ser vida.” Pe. João Gutemberg

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“A peça foi muita animada, muito engraçada e muito positiva, realmente conseguiram passar tudo o que disseram. Fiquei contente de ver o indígena como realmente ele é, porque muita gente pensa que ele é incauto, que não sabe o que quer, que não sabe o que diz. A peça mostra que o índio é muito forte. Alguém que tem realmente cultura. Também gostei da percepção de família, da presença de crianças, que todos são importantes no grupo e devem ser respeitados. Crianças, adolescentes, jovens. Tudo envolvido na necessidade de saber mais. “O que é célere?” A continuidade do saber como prática para agir na realidade.” Irmã Esperança

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“Quero dizer que foi muito boa a apresentação, feita de forma diferente, lúdica, e apresentando inúmeros temas importantíssimos para percebermos melhor a realidade e agirmos para transformá-la.” Irmã Soraya

“Eu queria destacar uma coisa que achei importantíssima. É que quando vocês criticam a posse da terra como propriedade privada, criticam também o saber como propriedade privada. Então quando a mulher do povo começa a demonstrar que detém o saber, ela é questionada: ‘quem é você?’. Passa a ideia de que o saber está a serviço do status quo, e nós precisamos modifica isso, tirar essa ideia de que o saber é coisa de rico, de quem domina a economia. Mas o saber verdadeiro é o do povo.” Irmã Rosa

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“Já são várias apresentações que eu vejo, e cada vez aparecem coisas diferentes, cada vez a peça ficar melhor. Para nós, religiosos que queremos atuar no mundo, nós ficamos muito felizes de ver um trabalho desses. Na Pastoral da Aids, quando vocês apresentaram, que era outro tipo de pessoas, foi diferente a apresentação. O trabalho está de parabéns, porque não é apenas uma apresentação, é a busca por modificar essa sociedade, porque a maioria das pessoas que estão à frente dessa sociedade não tem esse interesse.” Irmã Amélia

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Companheiro Welton Oda, sempre com seu pandeiro, à esquerda a companheira Mônica Colares, que não apareceu mais porque estava na responsa dessas fotografias, às quais este bloguinho lhe deixa os créditos.

A AFIN aceita convites para apresentação deste vetor teatral, assim como de outras peças que podem ser vistas em cartaz na coluna lateral deste bloguinho. Todas as apresentações, assim como todas as atividades da Afin são gratuitas, apenas pela gratificação dos encontros democratizantes.

Telefones: (92)3213-4205 // 9124-8637

SEGUNDA-FEIRA DOMINICAL

O Dia das boas almas

# Quando a psicanálise teve sua difusão pelo mundo e as obras de Freud, seu criador, foram traduzidas para vários idiomas, o espanhol foi um dos tradutores. A psicanálise concebeu a obra do mestre dos atos falhos, o direito de ser traduzida na Argentina. Quando se pensou em uma música que provocasse a reação corporal revolucionária, lá estava o tango argentino. Quando as ditaduras militares ceifavam vidas nas décadas de 60, 70, e 80 na América latina, lá estava o povo argentino condenando os militares. Quando se precisava de um esportista que levantasse sua voz contra a força capitalista no futebol, lá estava a Argentina com Maradona. A Argentina na América Latina sempre esteve na frente das nações sul-americanas quando o tema é liberdade. Agora a Argentina mais uma vez mostra que a liberdade é sua potência criadora ontológica de ser democrata.

Ontem, dia 14, foi realizada eleição primária à Presidência do país para se ter uma amostra antecipada de como vai a opinião do povo argentino quanto às eleições de outubro. Mais uma pós-modernidade da nação de Gardel, mães da Praça de Maio e Maradona. Nunca na América do Sul havia acontecido. E o mais importante nessa sondagem eleitoral é que quem se saiu melhor foi a talentosa, ousada e inteligente Cristina Kirchner. O resultado lhe garante reeleição em 23 de outubro, quando acontecem as eleições.

Um resultado que não agrada em nada à direita ultraconservadora, que azara o continente com sua vocação para a dor e a exploração.

# A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), acreditando que para ser desvendado o assassinato da juíza Patrícia Acioli, morta ao chegar em sua casa, em Niterói, pela parte da noite, por grupos de homens encapuzados, é preciso usar recursos além da investigação policial, pediu, em nota, ao ministro da Justiça, José Cardozo, que seja criada uma força-tarefa.

Para Nelson Calandra, presidente da AMB, esta é uma forma de investigar o crime de maneira mais rápida e enérgica.

Quando um juiz sofre um ataque é também um atentado contra o Estado, à democracia e à sociedade brasileira.

Não descansaremos enquanto não forem presos os responsáveis por essa atrocidade e apurada a autoria. Queremos uma resposta rápida, enérgica e exemplar”, disse Calandra.

Como juiz, Calandra sabe muito bem os percursos que passam uma investigação, e quais os óbices que surgem prejudicando o andamento e a honestidade da investigação. É preciso que a responsabilidade de desvendar o brutal e ousado crime não se reduza apenas à Polícia Civil do Rio de Janeiro. Ainda mais, quando se sabe através da Polícia Federal, que a juíza já se encontrava ameaçada desde 2009.

# A 39ª Edição do Festival de Cinema de Gramado premiou com o Kikito, como o melhor longa-metragem nacional da amostra competitiva, o documentário da talentosa e engajada cineasta Lúcia Murat Uma Longa Viagem, além de abiscoitar o prêmio de melhor ator, com a atuação de Caio Blat.

O documentário conta a própria vivência existencial da diretora, que foi militante de esquerda no tempo da ditadura militar que prevaleceu no Brasil entre os anos de 1964 e 1985, quando foi presa e torturada.

Com a premiação, a talentosa Lúcia Murat confunde as posições dos filósofos Sartre e Deleuze, quando o primeiro afirma que uma vida vivida vale mais do que uma biografia, e o segundo quando afirma que não se faz arte com as próprias neuroses.

O filme Riscado concedeu a Ricardo Pizzi os prêmios de melhor direção e melhor roteiro, que é dividido com Karine Teles, que recebeu o prêmio de melhor atriz. O prêmio de melhor filme estrangeiro ficou para o argentino Gustavo Taretto, com o filme Medianeiras.  Taretto dividiu o prêmio de melhor diretor estrangeiro com o mexicano Sebastián Hiriart, diretor do filme A Tiro de Piedra.

# Tirando as broncas. O técnico do time Periquito – ave que não merece nem a antropomorfização, e muito menos humilhação futebolística – depois de seu time perder duas partidas consecutivas para o Vascão, uma na quinta de 2 a 0, na Sudamericana, e outra ontem, de 1 a 0, deu coletiva para se defender da fase atual do Palestra, que vem batendo sua já tradicional peladinha.

Felipão, usando o recurso lambão, atribuiu a má fase de seu time à estratégica de desestabilização criada pelo Mengão quando este passou a propagar que iria comprar o jogador Kleber. Para o gaúcho, que não tem tomado o bom chimarrão do futebol – assim como todos os times peladeiros do Brasileirando -, “a tática do Flamengo gerou uma grande confusão”.

“Acho que a tática do Flamengo gerou uma grande confusão. Éramos um dos concorrentes e a partir dali tivemos algumas situações para recompor. Quando se fala muito de valores, dentro de um grupo, não é bom. Aí a gente começa a ter uma dificuldade maior. Nós temos que montar de novo uma casinha dentro do Palmeiras para conseguirmos a vitória e se conseguimos de novo ambiente e foco, como tinha no início do campeonato”. Coisas de Felipão.

O Palmeiras é um time que entra em campo com quatro jogadores: Marcos – quando é o titular -, Marcos Assunção, Kleber e Valdívia, quando joga. Daí que é um time que sempre entra em campo em desvantagem. Enquanto os outros times entram em campo com 11 pernas de pau, o Palmeiras entra com quatro. Talvez seja para chamar menos atenção do que os outros e sofrer menos deboches. Ter quatro pernas é chamar menos atenção do que 11.

# A homossexualidade foi para os pseudos comunistas um dos grandes anátemas. Sempre foi comum em reuniões de pseudos comunistas a execração dos homossexuais, porque a idéia de homem para estes delimitava paranoicamente os gêneros. Há homem e mulher. Um complexo bíblico no meio dos ateus comunistas. Na verdade de lidar com suas sexualidades retaliadas pela força tirânica do patriarcalismo-cristão-burguês. Logo eles que se julgavam ateus.

Com eles não havia possibilidade de pensar a existência além das forças paranóicas delimitadoras do pragmatismo comportamental. Coisa de campeão da moralidade. Moralidade dos reprimidos. O filósofo mais importante da história da humanidade, depois de Marx, sempre se deu bem com os homossexuais, pois para ele não estava em questão particularidades, mas o a liberdade do homem.

Pois bem, os burgueses decrépitos – todo burguês é decrépito, pois nunca movimentou a vida – estão nesse momento exigindo providências severas de Fidel e seu irmão Raúl Castro, presidente de Cuba, simplesmente porque a transexual Wendy Iriepa, 37 anos, militante dos direitos homossexuais, casou-se, em Cuba, com o homossexual Ignácio Estrada, 31 anos, soropositivo, e simplesmente no dia em que o comandante Fidel completava seus revolucionários 85 anos. Um presentão para o socialismo da Ilha.

E mais, Mariela Castro, que dirige o Centro de Educação Sexual de Cuba, e é filha de Raúl Castro, aprovou com a alegria o casamento.

“Estou muito contente que Wendy se vá casar, não propriamente com um heterossexual, como era seu desejo, mas ainda com o amor de sua vida”, disse Mariela.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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