Arquivo para 7 de novembro de 2011

O movimento estudantil pega fogo na Amazônia

Por: Felipe Milanez – Carta Capital

Os professores da Universidade Federal de Rondônia (Unir) estão assustados. Desde a prisão do professor de história Valdir Aparecido de Sousa, em 21 de outubro, por policiais federais à paisana, em cenas de truculência que circularam em um vídeo na internet (ASSISTA), os professores grevistas evitam se expor. Sousa está solto, em liberdade provisória, mas precisa seguir uma série de determinações imposta pela Justiça, como não se reunir com os grevistas.

Segundo os policiais, ele era suspeito de ter jogado uma bomba durante a confusão (até agora, sem provas nem acusação formal). Junto do professor de história, foi levada uma câmera de outro professor, de biologia, que filmava e fotografava a confusão – algumas cenas mostram um dos policias com arma em punho em meio a estudante e professores. A câmera foi, depois, recuperada, mas o biólogo decidiu se afastar por um tempo da cidade de Porto Velho, temendo represálias.

A greve na Unir, que já dura cerca de dois meses, não tem data para acabar e deve virar o ano. As negociações estão emperradas. Alunos e professores estão unidos contra o reitor José Januário de Oliveira Amaral. Alguns afirmam estar sendo seguidos pela cidade e sofrendo intimidações.

A reportagem falou com um dos professores do Comando de Greve, que pediu para não ser identificado. “Alguns professores tem procurado dormir em locais diferentes para não sofrer nem um atentado”, afirma. “O negócio aqui tá feio”.

O que está acontecendo na UNIR?

A Universidade Federal de Rondônia tem 29 anos e 7 campi. Segundo o professor grevista, sua história está marcada por intervenção e manutenção de um mesmo grupo no poder, o atual reitor está na reitoria há 9 anos, e sua gestão é marcada pela falta de pragmatismo e conselhos submissos aprovando sua decisões através de Ad referendum.

Estrutura da faculdade está penosa. Foto: Narcísio Costa Bigio/Divulgação

A partir disso, na visão dos grevistas, ele teria uma crise de confiança na Administração Superior, os professores que apoiam o Reitor são favorecidos, as verbas e vagas de docentes oriundas do REUNI são utilizadas através de manobras políticas para favorecer os amigos. Com isso a Universidade não se estruturou corretamente para executar a sua função, que é disponibilizar um acesso à educação de qualidade. Os professores necessitam comprar os equipamentos básicos para dar aula, e até brigar com colegas para ter acesso a uma sala de aula para lecionar.

Muitos professores, cansados de brigar por condições básicas de trabalho, saem da UNIR, ou passam em outro concurso, ou conseguem transferência por apresentarem problemas psicológico ou por sofrerem ameaças depois de denunciar as irregularidades no Ministério Público.

Para exemplificar os cursos de Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia de Alimentos, Engenharia Florestal, Agronomia, Veterinária não abriram vagas no último vestibular por falta de salas de aula.

Outro problema é a Fundação de Apoio da Universidade, Fundação Riomar, que tem as suas contas bloqueadas e está sendo investigada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), mesmo o Reitor sabendo das denúncias de desvio não fez nada para sanar os problemas, e vários projetos de Professores da UNIR foram inviabilizados ou encerrados devido aos enormes desvios. Segundo a nota do Ministério Público existe a possibilidade do Januário estar envolvido.

Além disso, na última semana o laudo técnico do corpo de bombeiros diz que o campus de Porto Velho apresenta risco de vida aos alunos e professores.”

Quase dois meses

A universidade está em greve há 49 dias e o prédio da Reitoria está ocupado pelos estudantes há 28 dias.

Pátio na universidade: construção ou ruína? Foto: Narcísio Costa Bigio/Divulgação

As reivindicações básicas são: limpeza nos campi, contratação de professores e de técnico-administrativos, construção de laboratórios, construção de Restaurantes Universitários, Hospital Universitário, implantação do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), transparência nas ações administrativas e prestação de contas sobre os recursos repassados para os projetos especiais como REUNI e FINEP.

E a principal é o afastamento do Reitor, já que, para os estudantes e funcionários, o mesmo não possui condições éticas nem administrativas de continuar no cargo, tampouco possui legitimidade entre os professores e alunos para continuar no cargo.

CartaCapital: Quais os entraves nas negociações?
Professor: Em 2008, na gestão anterior do atual Reitor, assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) no qual se comprometia em resolver os mesmos problemas que a UNIR sofre hoje.

Carteiras guardadas com entulho. Foto: Narcísio Costa Bigio/Divulgação

Mesmo com as promessas de 2008, três anos depois os professores e alunos resolveram tentar negociar com o reitor, que respondeu aos comandos de greve que já tinham 95% das reivindicações resolvidas ou sendo resolvidas. Resolvemos então que só negociaríamos com o MEC e pedimos o afastamento imediato do José Januário do Amaral.

Porém mesmo com a vinda do Secretário do Ensino Superior, Professor Luiz Claúdio Costa, o MEC não concordou com o afastamento sem antes fazer um processo de sindicância, os Professores e alunos não concordam com a maneira que o MEC resolveu conduzir, pois acreditamos que as denúncias feitas no relatório de mais de 1.500 páginas que contém provas de improbidade administrativa, má gestão do recurso público, favorecimento de amigos, parentes e empresas, concurso públicos com nomeações irregulares e não comprimento das determinações feitas pelo Ministério Público, tudo isso cabe o afastamento imediato do reitor.

Hoje a população, os deputados federais, senadores, Assembleia Legislativa de Rondônia e outras organizações apoiam a greve, porém o atual Reitor diz que não se afasta e tem como apoiador direto o senador Valdir Raupp (presidente nacional do PMDB), dizendo que a melhor solução para o impasse seria os professores aceitarem o pedido de afastamento por férias de 30 dias e adiantamento da eleição para reitor para o final de 2012.

CC: Houve algum ato de violência ou que o comando de greve considera repressivo?
Professor:
Nesses 50 dias de greve, ocorreram diversos atos de violência e intimidação. Oito deles listados abaixo.

O primeiro ato de violência ocorreu no dia 29 de setembro, logo depois da saída de representantes do comando de greve da entrevista dada ao Programa Rede de Opiniões da REDE TV RO, um carro não identificado jogaram bombas em direção dos grevistas.

O segundo ato de violência foi contra a um dos lideres do movimento estudantil que teve o vidro do seu carro quebrado e nada furtado durante uma manifestação no prédio da reitoria.

O terceiro ato: o Reitor não recebeu os alunos e professores durante assembleia que foi cancelada, a entrada do prédio ficou tomada de agentes da Policia Federal impedindo a entrada.

O quarto ato: membros do comando de greve estão sendo seguidos, nos seus percursos da casa a UNIR.

Um quinto ato de violência é a intimidação: alguns professores tem procurado dormir em locais diferentes para não sofrer nem um atentado.

Sexto ato: em 21 de outubro, um professor de História, Valdir Aparecido de Sousa, foi preso pela Polícia Federal de forma totalmente arbitrária, como foi mostrado num vídeo (ASSISTA AQUI)

Ainda, um sétimo ato documentado: em 24 de outubro, em uma coletiva, o reitor chamou os professores grevistas de vagabundos e os alunos de bandidos, e, por fim, o oitavo ato de retaliação: a Reitoria esse mês não irá pagar as bolsas dos alunos alegando que não puderam fazer a folha já que a reitoria está ocupada, porém o sistema é virtual é pode ser feito de qualquer computador.

CC: A universidade e a educação estão sendo beneficiadas pelos investimentos nas usinas do rio Madeira e o investimento no Estado?
Professor: As Usinas do Madeira tentaram e alguns laboratórios começaram a funcionar através da parceria feita pela UNIR e Usina de Santo Antônio e Jirau. Vários bolsistas, graduados e pesquisadores participam de atividade de pesquisa. Porém a Fundação Riomar, que seria a responsável de repassar as verbas, começou a desviar os recursos e muitos projetos foram suspensos devido à falta de recurso que não foram repassados.

O estado vem auxiliando através de emendas parlamentares, porém os recursos não foram destinados corretamente, como por exemplo o hotel escola criado em Guajará-Mirim que nunca funcionou.

ARGUMENTOS DO PROFESSOR IVAN VIANA CONTRA A GESTORA DA ESCOLA ESTADUAL DOM MILTON CORRÊA PEREIRA

Este blog recebeu e publica a defesa produzida pelo professor Ivan Viana do Nascimento contra a decisão da gestora da Escola Estadual Dom Milton Corrêa Pereira que o repreendeu e aplicou-lhe suspensão de cinco dias.

“À Senhora Gestora da Escola Estadual Dom Milton Corrêa Pereira, Ildeci Vinhote de Souza

Da Defesa

Eu, Ivan Viana do Nascimento, pessoa, humana, cidadão e professor, matrícula 153.820-9B, integrado, lotado na Escola Estadual Dom Milton Corrêa Pereira, turno vespertino onde ministro a disciplina de Filosofia, venho por meio desta, apresentar minha própria defesa contra a suspensão de minhas atividades laborais nesta instituição, baseado no Estatuto do Magistério do Estado do Amazonas, artigo 163, parágrafo primeiro, sobre o direito de defesa que é constitucional.

Dos argumentos

Primeiro. Do erro de nomenclatura do termo e da inexistência do ato infracional.

Diz o texto que o documento é um “Termo de Advertência”, mas na realidade trata-se de um termo de Repreensão Suspensão. Não existe uma repreensão, mas a suspensão e o relato de um fato ocorrido no dia 25/10/11 em que sou acusado injustamente de segundo o texto do termo “levou alunos adolescentes sem a prévia autorização dos pais e/ou responsáveis para uma manifestação em frente à Assembleia Legislativa do Estado”. A senhora gestora só esqueceu-se de dizer a verdade e o horário de ocorrência do fato. Não fui eu que os levei, foram as suas vontades livres, seus sonhos de uma vida digna, de uma educação de qualidade, de um ambiente descente e digno, além de suas próprias pernas e dos ônibus de linhas. O ato político realizado pelo cidadão Ivan Viana do Nascimento que por coincidência biofísica habita o mesmo corpo habitado pelo professor Ivan Viana do Nascimento que só existe como função estatal, fora realizado no horário das 8 às 10:00 h, fora do expediente de trabalho, os cidadãos que por coincidência são estudantes da escola no turno vespertino, saíram de suas próprias casas com o conhecimento de seus devidos responsáveis e inclusive financiados por estes. E não atrapalharam em nada o andamento das atividades da escola no dia do ocorrido. Estatutariamente eu não posso ser punido por este ato, a não ser que haja algum registro de pai ou responsável indignado com a atitude do professor de querer um ambiente descente e digno de produção de conhecimento se repressão. Outro fato que deve ser observado é que ninguém foi coagido a participar e que o ato foi legítimo e dentro dos parâmetros da decência, do respeito mútuo, da boa convivência e da cultura da paz sustentável de um Estado democrático de direito. Há que se consultar o dicionário para se aprender a diferença de motivação e obrigação. Mas uma motivação não pode ser vista como uma obrigação a não ser por puro interesse político espúrio.

Segundo. Da violação à Constituição e à Carta dos Direitos Humanos

A carta dos direitos humanos que é reconhecida pelo Estado brasileiro garante que todas as pessoas são livres para pensarem e agirem livremente em qualquer  estado que reconheça e aceite a carta o que é o caso do Brasil. O artigo primeiro da Constituição Federal, diz que o Brasil é um estado democrático e de direito, tem como fundamento dentre outros os seguintes: a soberania, a cidadania, a dignidade da pessoa humana e o pluralismo político. No artigo terceiro, diz que constitui um dos objetivos da República Federativa do Brasil: “construir uma sociedade livre, justa e solidária. Já o artigo quarto afirma que a República Federativa do Brasil rege-se em sua relações internacionais pelo princípio dos direitos humanos que coroamos com o artigo quinto que estabelece “a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança”. Tudo porque lutávamos. Só estávamos realizando este evento, esta aula de Filosofia e a cidadania, porque é de conhecimento de todos que a Escola Estadual Dom Milton Correa Pereira está há dez anos sem uma reforma: 1 – as estruturas físicas do prédio estão em péssimas condições e é uma ameaça constante à vida, vá que o teto resolva despencar por sobre algumas cabeças de alunos e professores, o valor de uma vida não pode ser pago em dinheiro porque não dinheiro no mundo que seja capaz de recriar a vida, os banheiros dos alunos não podem ser chamados de banheiros porque falta decência e dignidade, e apresenta pias e vasos quebrados, não funcionais, a quadra da escola é descoberta, fato que viola os direitos humanos por submeter estudantes a altas cargas de radiação solar causadores de envelhecimento precoce e de câncer de pele ou simplesmente impedindo a prática dos esportes em dias de chuva. 2 – a rede elétrica do prédio foi projetada para suportar ventiladores e não condicionadores de ar que exigem muito mais energia, a rede trabalha sobrecarregada e como conseqüência lógica produz o caos com as constantes queimas dos aparelhos condicionadores de ar. 3 – a escola não atende às necessidades dos portadores de deficiências físicas como os cadeirantes. 4 – faltam espaços educacionais fundamentais como auditório, anfiteatro, laboratório de ciências naturais, democratizar o uso do laboratório de informática da escola, dispor de pontos de acesso à internet na biblioteca da escola. O ato que pune politicamente um cidadão violando todos os direitos acima citados é um ato que viola a Constituição Federal  e a carta dos direitos humanos pelo fato de não reconhecer a pessoa como ser humano portador de direitos invioláveis. Não reconhece o ser humano porque não reconhece seus direitos políticos, seu direito de pensar, de ir e de vir livremente. É um ato de aspecto totalitário e fascista porque não se baseia na justiça, na igualdade e na equidade. Porque intimida a cidadania e manda um aviso de que não é permitido lutar por melhoria da qualidade de vida e nem por dignidade e por levar o sujeito a se submeter a situações desumanas e degradantes de trabalho. É também um assédio moral gravíssimo porque é intimidador, grosseiro, leviano, injusto e imoral. Porque depõe contra e atenta contra a vida e a liberdade do ser humano como cidadão. Eu sou uma pessoa, sou um cidadão, sou também funcionário  público. Sou assim uma comunidade de personalidades e de consciências políticas autônomas que habitam o mesmo corpo. Por isso a pessoa humana e o cidadão que há em mim não poder ser punidos junto com a função pública.

 Terceiro. da publicidade do fato

O fato era de conhecimento público e notório e consta no meu plano bimestral como prática de cidadania crítica, pacífica e participativa com dois instrumentos de ação. 01 – um abaixo-assinado em que coletamos mais de 6500 (seis mil e quinhentas) assinaturas pela reforma imediata da Escola Estadual Dom Milton Corrêa Pereira. Este abaixo-assinado foi elaborado por cada turma de estudantes e cada estudante se responsabilizou por coletar assinaturas em casa, na rua, no bairro, no trabalho, na igreja e onde desse. 02 – protocolo do abaixo-assinado na ALE.

Do prejuízo da formação dos estudantes

A suspensão de atividade do professor de filosofia trás duas perdas inestimáveis e importantíssimas. Primeiro que é o prejuízo da carga horária da disciplina que ficará incompleta, causando um prejuízo real e temporal que leva os estudantes à ociosidade e desmotivação de aprenderem. Segundo, leva o estudante a formar um caráter passivo, subserviente e alienado de seus direitos fundamentais básicos quando pune o único professor que tomou uma atitude de luta digna Diane da realidade de descaso da SEDUC com a qualidade da educação que nesse caso é uma violação grave aos direitos humanos. O prejuízo, sobretudo espiritual que expõe a Psicologia de massa da SEDUC que não se diferencia em nada daquele tipo descrito por Reich, no seu livro, A Psicologia de Massa do Fascismo.

Da solicitação

Diante dos fatos e dos argumentos apresentados, solicito a anulação deste “Termo de advertência” que é termo de repreensão e a solicitação de desculpas por este ato (só comparado a atos próprios de estados nazifascistas) que é injusto, inconstitucional e que viola a carta dos direitos humanos e constitui como assédio moral porque visa intimidar a pessoa, o cidadão e o funcionário que habitam o mesmo corpo.

Atenciosamente a pessoa humana e o cidadão que responde pelo nome de Ivan Viana do Nascimento, que realiza a função pública de professor sob a matrícula número 153.820-9B.

Ivan Viana do Nascimento”

SEGUNDA-FEIRA DIMINICAL

O Dia das boas almas

# Hoje, na 4º Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, em Salvador, será apresentado pelo Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH) um relatório sobre segurança alimentar e nutricional que contará comas presenças da presidenta Dilma Vana Rousseff, governadores, ministros, políticos, observadores e a sociedade civil de modo geral.

De acordo com a ministra da Secretaria dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, o documento trata da alimentação como um direito fundamental da pessoa. Quando esse direito é negado surge em seu lugar “uma gravíssima violação de direitos humanos”.

“A fome é considerada uma gravíssima violação de direitos humanos. Após vários anos de trabalho, o Conselho apresentou esse relatório importantíssimo, com base na situação das comunidades indígenas e daquelas comunidades que têm dificuldade de acesso à alimentação.

O conceito geral é que nenhum brasileiro ou brasileira deve sentir fome e ter dificuldade de acesso aos alimentos. O plano é bastante amplo e o Consea atua de maneira destacada pois tem feito um importante debate com a sociedade.

A fome nos organismos vivos é da ordem da natureza. Qualquer animal tem fome por trata-se de seu movimento biológico como processual de produção de energia. O homem como um ser natural não foge dessa realidade biológica. Sua necessidade de alimento é primária e singular. Quer dizer, o homem sempre que teve fome se alimentou. Mesmo em suas jornadas mais inóspitas.  Mas tudo isso foi possível antes da alimentação se tornar uma mercadoria. Quando os alimentos passaram a ter um valor econômico e só os que possuíam a moeda representante desse valor podiam possuí-lo, a fome social foi fundada no mundo. A vergonha violenta do capital sobre a necessidade natural do homem se alimentar.

Hoje a fome é uma indústria e uma moeda de chantagem dos países ricos sobre os povos pobres.

# E Lula terminou a primeira etapa da quimioterapia que vem fazendo para combater um câncer na laringe. No dia 1º de novembro, ele, deu entrada no Hospital Sírio-Libanês para iniciar o tratamento. De acordo com a equipe médica Lula, está se saindo bem. Durante toda a semana passada ele ficou em casa recebendo os medicamentos através de uma bolsa de infusão responsável por injetar, por meio de um cateter, medicamentos quimioterápicos.

Dentro de 17 dias Lula voltará ao Hospital Sírio-Libanês para continuar o tratamento. Pelo que se conhece de Lula, pelo que se sabe de sua inquietação política, o que lhe faz um homem respeitado e invejado, certamente, Lula, não estará nem lembrando destes 17 dias. Que venham, pois terão que vir. Mas Lula, só trabalha.  

# O cinegrafista da TV Bandeirantes, Gelson Domingos da Silva, de 46 anos , morreu ontem, dia 6, pela parte da manhã durante uma operação da polícia na favela de Antares, em Santa Cruz, Oeste do Rio de Janeiro. O cinegrafista não era só cinegrafista, era também motorista. Quer dizer, exercia duas funções ao mesmo tempo na empresa Bandeirantes.

Deixando de lado o tipo de jornalismo praticado por essas emissoras, principalmente a TV Bandeirantes, com sua moral jornalística Datena, onde a morte, a dor, todos os tipos de sofrimentos são as personagens principais no mercado do terror televisivo, a morte de Gelson chamou a atenção do Sindicado dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, por um sinal comum: a falta de segurança desses profissionais.

Gelson, como quase todos os jornalistas, repórteres e cinegrafistas que trabalham nesse tipo de atração midiática, são desprovidos da proteção necessária para trabalhar nesse cenário do crime carioca que é semelhante, ou pior, que guerras declaradas. Preocupado com essas terríveis situações o sindicato publicou nota repudiando o ocorrido.

“Falta de segurança e estrutura dada a todos os profissionais em áreas de risco resultou em mais uma morte na cobertura policial em favelas cariocas.

O repórter cinematográfico, que era obrigado a exercer também a função de motorista do veículo da emissora – contrariando todas as normas de segurança em área de risco -, avistou um homem correndo com um fuzil próximo a um beco. Gelson procurou proteção junto a uma árvore, começou a gravar, mas recebeu um tiro no peito, que perfurou o colete à prova de balas”, diz parte da nota.

Para o sindicato, o aumento das mortes nessas coberturas é decorrente da política de enfretamento estimulada pelo Estado e o uso de aramas cada vez mais pesadas.

# O Peladão Brasileiro continua minguando nos campos nacionais da ex-pátria de chuteiras. Sem qualquer referência ao dito popular de que “futebol é uma caixinha de surpresa”, o América de Minas, último colocado da pelada, empurrou duas dendecas no Coringão. Era esperado. Como esperado era o resultado da pelada Mengão e Raposa, outro na degola.

Da caixinha de surpresa inexistente pode-se asseverar seu valor através do América e o Timão. O primeiro contra o último. O último ganhou mostrando, e reafirmando, que não diferença entre qualquer um dos peladeiros. Os pernas de pau comandam o patético peladão.

O outro colocado em primeiro lugar, Vascão, levou couro do Peixe do mascarado Neymar. O time do mascarado é melhor que o Vascão, porque ganhou de duas dendecas a zero? Não. Todos os dois são iguais, assim como são iguais aos outros.

Ainda faltam cinco rodadas para os pernas fugirem dos cupins. Mas até lá teremos a vitória dos cupins. O que seria uma boa ajuda para o futebol brasileiro.

“Só para Loucos” (muitos poucos) II

Um presente de grego e de Esfinge (decifra-me ou te devoro<sensualmente ou  metaforicamente?>)

“As Portas da Percepção” – Aldous Huxley/retalhado/questionado por um loucodidata em formação fazendo Pós-pós-pós-pós-pós-Doutorado em ARTESCULTURASLOUCURAS. Presidente da Associação dos Loucos, Ex-loucos e Amigos dos Loucos da Via Láctea-Secsional SCIARÁ   

 “  ……….E pelo menos um

 filósofo profissional

 tomou mescalina pela

luzque ela pode lançar em enigmas antigos e inexplicados

o lugar da mente na natureza

e a relação entre o cérebro e a consciência.

Assim ficaram as coisas até que, há dois ou três anos, um fato novo e talvez

extremamente significativo foi observado. Na verdade, esse fato havia várias décadas era visível aos olhos de todos, mas ninguém o percebera até que um jovem psiquiatra inglês, presentemente trabalhando no Canadá, ficou impressionado pela grande semelhança, na

composição química, entre a mescalina e a adrenalina.

Pesquisas posteriores revelaram que o ácido lisérgico, um alucinógeno extremamente potente derivado da cravagem do centeio, tem uma relação de estrutura bioquímica com os outros dois. Depois veio a descoberta de que o adrenocromo, que é um produto da decomposição da adrenalina, pode produzir muito dos sintomas observados na intoxicação por mescalina. Mas o adrenocromo provavelmente ocorre espontaneamente no corpo humano.

Em outras palavras,

cada um de nós pode ser capaz de fabricar uma (várias?) substância química da qual doses minúsculas causam profundas modificações na consciência.

Algumas dessas mudanças são similares às que ocorrem na praga (?) mais característica do século XX,

a esquizofrenia(?).

A desordem mental é causada por uma desordem química?

E essa desordem química é devida, por sua vez, a aflições psicológicas que afetam as glândulas adrenais?

Seria precipitado e prematuro afirmar isso. O máximo que podemos dizer é que existe um

caso prim facie.

Enquanto isso a pista está sendo sistematicamente seguida e os detetives – bioquímicos, psiquiatras, psicólogos (neurocientistas, xamã, psicólogos transpessoais e loucodidatas)

estão na trilha……..”

“ ……encontrei-me repentinamente à beira do pânico.

Isso, senti de súbito, estava indo longe demais.

Longe demais,

mesmo que fosse na direção de uma

beleza mais intensa e um significado mais profundo.

O medo, como analiso em retrospecto, era de ser dominado, de

desintegrar

sob uma pressão de realidade maior que pudesse agüentar uma

mente acostumada a viver a maior parte do tempo

num aconchegante mundo de símbolos.

A literatura sobre experiências religiosas abunda em referências aos

sofrimentos e terrores

que dominam aqueles que chegaram,

demasiado súbito,

face a face com alguma manifestação do

Mysterium tremendum.

Em linguagem teológica, esse medo é devido. à incompatibilidade

entre o egoísmo do homem e a pureza divina, entre

a individualidade auto-intensificada do homem

e a infinidade de Deus (do principio). Seguindo Boehme e William Law, podemos dizer que, pelas almas não-regeneradas (?), a Luz divina em todo o seu esplendor só pode ser apreendida como

um fogo purgatorial ardente. Uma doutrina quase idêntica é encontrada em

O Livro Tibetano dos Mortos,

onde a alma que partiu é descrita como encolhendo-se’ em agonia para longe da Luz Pura do Vazio,

e mesmo das Luzes menos brilhantes, para mergulhar de cabeça na

consoladora escuridão do eu como um ser humano renascido, ou mesmo como uma fera, um fantasma infeliz, um habitante do inferno. Qualquer coisa que não o brilho ardente da Realidade implacável – qualquer coisa!…”””

“”“ ….. O esquizofrênico (?)

é como um homem permanentemente sob a in-fluência de mescalina, e portanto incapaz de fazer cessar a experiência de

uma realidade com a qual ele não é suficientemente santo(sábio?) para viver,

Que ele O esquizofrênico é uma alma não apenas não-regenerada (?), mas

também

desesperadamente doente.

Sua doença. consiste na incapacidade de refugiar-se da

realidade interior e exterior (como a pessoa sã (?) faz habitualmente)

dentro do universo feito em casa(?) do bom(?) senso(comum)

– o mundo estritamente humano de teorias úteis(objetivas?), símbolos compartilhados e convenções socialmente (impostas/aceitas)…..

pode explicar por que ela é o mais renitente dos fatos primários, e que, por jamais permitir que ele olhe

para o mundo

com olhos simplesmente humanos,

assusta-o,

fazendo com que ele interprete essa

estranheza ininterrupta,

essa intensidade ardente de significados,

como manifestações de malevolência humana ou até mesmo cósmica,

procurando(provocando?) as reações mais desesperadas, de violência assassina em um extremo da escala até a catatonia, ou

 suicídio psicológico,

no outro. E uma vez na infernal estrada para baixo, a pessoa nunca conseguirá parar (será?).…..”

Então você acha que sabe onde  Jaz (z)

A     Lou(CURA)?

“  Minha resposta foi um “sim” sincero e convicto.

E você não poderia controlá-la?

– Eu não poderia controlá-la, não.

Se eu iniciasse com medo e ódio como premissa principal, teria que continuar até a conclusão.

– Você conseguiria – perguntou minha esposa – fixar sua atenção no que

O Livro Tibetano dos Mortos chama de Luz Clara?

Fiquei em dúvida. – Isso manteria o mal distante, se você conseguisse apreendê-lo? Ou você não conseguiria apreende-lo?

Pensei um pouco na pergunta. “Talvez”, respondi finalmente. “Talvez eu pudesse” –mas só se houvesse

alguém

ali para me falar da Luz Clara. Não se poderia fazer isso

sozinho.

Acho que essa é a razão para o ritual tibetano – alguém sentado ali o tempo todo,dizendo o que é o quê.

Depois de ouvir a gravação dessa parte da experiência, peguei meu exemplar da edição de Evans-Wentz de

O Livro Tibetano dos Mortos

e abri-o ao acaso.

“Oh, nobres de

berço, não deixeis que vossas mentes sejam dis(traídas)!”

Esse era o problema – não se distrair.

 Não se distrair com a lembrança de erros passados, com prazeres imaginários, com o gosto amargo de antigos males e humilhações, com todos os temores, ódios e desejos que normalmente eclipsam a Luz. O que esses monges budistas faziam pelos moribundos e pelos mortos, os psiquiatras modernos não poderiam fazer pelos dementes?

(psiuquiatras não, nem psiucólogos ou psiucanalistas, somente aqueles que trilharam/trilham os caminhos do vale da morte e de lá retornaram renascidos. Será ? “O caminho do xamã”  em “Emergência Espiritual” Stan. e CristinaGroff)

Que haja uma

voz

para assegurar-lhes, de dia e mesmo enquanto eles estão adormecidos,

que apesar de tudo

o terror, toda a perplexidade e confusão,

a Realidade definitiva permanece inabalavelmente a

mesma (?) e é feita da mesma substância da luz interior da

mente mais cruelmente atormentada.

Por meio de mecanismos como gravadores, interruptores de controle de

tempo, sistemas de alto-falantes e pequenos ditafones para uso sob o travesseiro, deveria ser bem fácil manter os pacientes, até numa instituição com falta de pessoal, constantemente cônscios desse fato primordial.

Talvez algumas poucas das almas perdidas (?) pudessem assim

Ser ajudadas a obter uma

certa medida de controle sobre o universo – ao

mesmo tempo belo e apavorante,

mas sempre algo

não humano,

sempre totalmente incompreensível

– no qual

se acham condenados a viver.”

(pere-Ser?)

“..Em tempo fui afastado dos inquietantes esplendores ……”(“ufa! are égua…..”.)

PSiiiuuuuu……… “…Caindo em parábolas verdes da cerca, as folhas de hera reluziam com uma espécie de radiância vítrea, similar ao jade. Um. momento mais tarde, uma touceira de flores cor de fogo, em plena floração, tinha explodido em meu campo de visão.

Tão apaixonadamente vivas que pareciam estar à beira da expressão oral, as flores esforçavam-se para cima na direção do azul. Como a cadeira sob o caramanchão, elas protegiam demais. Baixei o olhar para as folhas e descobri uma complexidade cavernosa de delicadíssimas luzes e sombras verdes, latejando com um mistério indecifrável.

Roses:

The flowers ore easy to paint, The leaves difficult.

O haicai de Shiki (que citei na tradução de É. H. Blyth) expressa, de modo indireto, exatamente o que eu senti então –

a glória excessiva, demasiado óbvia, das flores, contrastadas com o milagre mais sutil de sua folhagem.”

PSiiiuuu……..I-Trilha/ pista dos caminhos pela loucura(“quem caminha para a loucura não precisa de condução “(?))   / /escribasvirtuais.blogspost.com/

PSiiiuuuu…… II-Ganha U$ 22 milhões  quem advinhar de quem é essa poesia:

DEMOGORGON

Na rua cheia de sol vago há casas paradas e gente que anda.

Uma tristeza cheia de pavor esfria-me.

Pressinto um acontecimento do lado de lá das fronteiras e

                                                                             [ dos movimentos.

Não, não, isso não!

Tudo menos saber o que é o Mistério!

Superfície do Universo, ó Pálpebras Descidas,

Não vos  ergais  nunca !

O olhar da Verdade Final  não deve poder suportar-se !

Deixai-me viver sem  nada saber,

e morrer sem ir saber nada !

A  razão de haver ser, a razão de haver seres, de haver tudo,

Deve trazer uma loucura maior que os espaços

Entre as almas e entre as estrelas. 

Não, não, a verdade não! Deixai-me estas casas e esta gente;

Assim mesmo, sem mais nada, estas casas e esta gente…

Que bafo horrível e frio me toca  em olhos fechados?

Não os quero abrir de viver!  Ó Verdade, esquece-te de mim!

* Jorge
Loucodidata em formaçáo fazendo Pós-pós-pós-pós-pós-Doutorado em ARTESCULTURASLOUCURAS na
Real Academia dos Zeladores e Despenseiros dos BENS de PSIQUÊ.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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