Arquivo para 15 de novembro de 2011

GRANDE JOGADA POR TRÁS DA DIVISÃO DO ESTADO DO PARÁ

Dedicamos este texto ao Comandante Fidel Castro, que está escrevendo “Cinismo Genocida” e a todos os camaradas que tombaram no campo no Estado do Pará.

Por que dividir o Estado do Pará? Para o jurista Dalmo Dallari essa consulta deveria ter a participação de todos os brasileiros detentores de seus direitos políticos. Para o Superior Tribunal Federal participam apenas os paraenses que deverão responder a uma pergunta se aceitam ou não a divisão territorial em três  unidades da federação: Tapajós, Carajás e Pará.

O plebiscito vai ocorrer no dia 11 de dezembro de 2011 e a campanha começou dia 11 deste mês. Duda Mendonça foi contratado para defender a idéia da divisão. Mas há pessoas, movimentos sociais, professores, populares que são contra a divisão.

As primeiras tentativas de divisão do Pará do Brasil remontam ao período colonial. Ingleses e Holandeses, franceses, irlandeses,  fizeram várias tentativas nesse sentido./strong>

Mas em 1616 é fundado o Forte do Presépio que dará origem à Cidade de Belém. Caio Prado Júnior na sua obra, História Econômica do Brasil, assim descreve essa região na época: “Na mata espessa e semi-aquática que borda o grande rio; em terreno baixo e submetido a um regime fluvial cuja irregularidade, como o volume enorme de águas que arrasta, assume proporções catastróficas, alagando nas cheias áreas imensas, deslocando grandes tratos de solo que são arrancados às margens e arrastados pela correnteza; nesta remodelação fisiográfica ininterrupta de um território longe ainda do equilíbrio, o homem se amesquinha, se anula.”

Durante a colônia e  durante o império pouca atenção foi dada  a essa região. O povo vivia abandonado. O comércio vivia do extrativismo que rendia  bons lucros para os comerciantes de sorva, cacau, salsaparrilha, castanha, tartaruga, peixe boi, pirarucu. O povo vivia nas cabanas que um dia se tornou Cabanagem. Já estávamos em 1835. O povo cansado de viver na miséria armou-se com arco e flecha, zagaia, arpão, espingarda, bacamarte, parabelo e comandado por líderes populares como os irmãos Vinagre que havia sucedido Clemente Malcher e aos padres João Gonçalves Batista Campos e Silvestre Antunes Pereira da Serra tomaram o governo, mataram e morreram pra mais de 40.000 mil pessoas.

Desse povo, nessa época, há um incidente que se pode dizer que foi um marco político de autonomia. O navio Clio que transportava armas para uma firma britânica foi assaltado em Salinas e sua tripulação morta. O governo inglês exigia que a bandeira inglesa fosse colocada acima da brasileira, que fosse pago indenização, reparos e que os responsáveis fossem extraditados para a Inglaterra, era o que dizia o documento que o seringueiro Eduardo Angelim, no comando do governo mandou traduzir e como resposta disse aos ingleses: “não entregarei nenhum criminoso ao governo inglês sem ordem da corte porque temos leis para punir e não sujeitarei a bandeira da minha Nação à humilhação exigida”.

Fruto dessa luta, o Grão-Pará obteve grande desenvolvimento, embora sua população não desfrutasse da riqueza. Na região, tanto política, futebolística e economicamente sempre foi destaque.  O Estado do Amazonas iguala-se a eles politicamente quanto às oligarquias de coronéis de barranco. Jader Barbalho e Amazonino Mendes dentre outros de lá e de cá.

Arthur César Ferreira Reis, padre Casimiro Beksta, Benedito Nunes dentre outros, a muito tempo falavam da cobiça nacional e internacional pela Amazônia. Essa disputa no Brasil acirrou-se depois do golpe militar de 1964 quando parte da nossa riqueza começou a ser explorada por empresas multinacionais. A região do Estado do Pará  recebeu nesse período grandes empreendimentos como o projeto Jari, do americano Daniel Ludwig e cidades foram desbravadas nas matas como a Fordilândia. Políticos como Jarbas Passarinho,  Jader Barbalho e Curió foram e ainda este último é destaque desse período.  Sempre à direita do povo. Mas havia também a reação. A guerrilha do Araguaia era a Cabanagem pós 1835.

A divisão do Estado do Pará no atual contexto interessa a políticos da velha oligarquia e a grandes empresas multinacionais.  Essa região é rica em minérios, biodiversidades e água. Ainda possui muito ouro e a maior jazida de ferro da terra. E os satélites ianques já os identificaram a muito tempo.

Para concluir, reproduzimos parte de uma reportagem produzida por Márcio Zonta, de Marabá,  (PA), – Brasil de Fato – do dia 25/08/2011, extraído do Jornal Correio do Brasil.

 “Mas se a esperança e a desconfiança estão presentes nas ruas, para muitos, antes de qualquer debate precisa-se perguntar quem seriam realmente os principais interessados na divisão do Estado do Pará. Residente em Marabá, Rogério Paulo Hohn, da coordenação nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) discorda da forma como vem sendo abordado o assunto. “Em vez de dizermos se somos favor ou contra, temos que discutir: Carajás e Tapajós para quê? E para quem? Num debate muito mais político”.

Sentado numa mesa do Tapiri, o professor do departamento de sociologia da UFPA Cloves Barbosa remete à história do estado paraense para elucidar a alguns alunos sobre os interesses inclusos nessa divisão. “Esta região já passou por fragmentações e fusões desde a época do império, tanto português, quanto nacional com os governos de Pedro I, Pedro II e Princesa Isabel. No início, o território que hoje é denominado de estado do Pará já fez parte da província do Grão-Pará. Esta província abrangia os estados do Maranhão, do Pará e do Tapajós. A reorganização territorial da República, e mesmo antes, redimensionou os territórios e chegou-se à atual configuração geopolítica”.

E diz aos alunos que tem verdadeira clareza sobre os que querem fazer a divisão do estado. “É uma fração da classe composta pelas pessoas que exercitam o agronegócio. A razão para isto é que as exportações brasileiras vêm enfrentando uma série de restrições, principalmente da região do euro, que é composta de boa parte de pessoas que são sensíveis às questões ecológicas e fitossanitárias”. Com a criação, especificamente do estado de Carajás, o professor diz que seria uma forma de isentar preocupações com os impactos de suas atividades sobre a floresta amazônica. “Estes agentes poderão dizer que no estado de Carajás não existem mais remanescentes de floresta nativa, e que a região é de pastagens e de extrativismo mineral. Trata-se, portanto, de um negócio puramente burguês”, explana.

Vale e Dantas

Falando em mineração, a principal transnacional da região, a Vale, isenta-se de qualquer debate sobre o assunto, e por e-mail apenas respondeu a reportagem: “Não temos comentários sobre este assunto”. Mas Barbosa alerta, “pode ser que seja mais fácil para a empresa realizar negociações com um estado iniciante e necessitando de recursos do que com uma máquina administrativa estabelecida e que apresenta seus interesses específicos já bem definidos”.

Mas nem só a Vale poderá ser beneficiada com o surgimento de duas novas federações. O grupo Santa Bárbara, do banqueiro Daniel Dantas, seria um dos principais interessados, sobretudo, na criação de Carajás. Segundo relata o diretor regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), Jandir Merla, Marabá seria uma capital provisória e a capital definitiva seria construída entre os municípios de Eldorado dos Carajás, Xinguara, Sapucaia e Rio Maria. “É justamente nessa faixa do estado paraense que Dantas mais comprou terras nos últimos tempos, vejo o gado como fachada, pretexto. Para mim, o grupo de Dantas por ser muito forte teve informações privilegiadas e sabia que a nova capital de Carajás poderia ser construída naquela região”, diz.

Tanto que parte dessas terras de Dantas, no momento litigado pelo INCRA, para desapropriação para fim de reforma agrária, é negada veementemente pelo grupo de advogados que defende o banqueiro. “O grupo Santa Bárbara oferece outras terras que estão fora dessa área, mas essas ele não aceita vender para o INCRA”, revela Merla. Vai caindo a noite em Marabá. Antes de o professor Cloves levantar-se para ir embora, dá o último aviso aos alunos: “trata-se de uma grande jogada, e que, se vitoriosa, exigirá que os trabalhadores do campo e da cidade repensem e redimensionem as suas lutas por um mundo igualitário”.

Vai amanhecendo o dia 15 de novembro de 2011 em Manaus. Aniversário de 122 anos de nossa República. Aos paraenses que opinarão sobre essa situação, desejamos que reflitam, discutam, para que seus filhos, na terra de oligarcas não se deseje que morram, como assim desejou o prefeito cassado de Manaus, Amazonino Armando Mendes para uma senhora, paraense, que lutava nesta não-cidade para morar, para sobreviver.v

ESTUDO MOSTRA 56,8% DE NEGROS E PARDOS COMO PREDOMINANTES NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS

Segundo o Mapa da População Negra & Parda no Brasil que seguiu os Indicadores do Censo de 2010 o número de negros e pardos aumentou em 7,6 pontos percentuais, entre 2000 e 2010. Passou de 49,2% para 56,8%.

O estudo que foi elaborado pelo Laboratório de Análises Econômicas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais (Laeser) mostra que em 1.021 cidades (18,3% do total) negros e pardos são mais de 75% da população.  

As pessoas que se declararam negras, em uma década, passou de 6,2% para 7,6%. Mas o número de pessoas que se declararam pardas foi muito maior. No mesmo período passou de 38,3% para 43,1%.

Aproximadamente, em 2010, 91 milhões de pessoas se classificaram com brancas, 15 milhões como negras, 82 milhões como pardas, 2 milhões como amarelas e 817 mil como indígenas.

No Censo de 2010, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), introduziu a pergunta sobre cor ou raça para todos os domicílios não mais usando o método por amostra, como era feito anteriormente.

Para Marcelo Paixão, coordenador da pesquisa, os indicadores com base no Censo de 2010 foram influenciados pelo processo de valorização da presença afrodescendente na sociedade brasileira e a execução de políticas públicas afirmativas.

“Esses dados demonstram não só uma mudança demográfica, mas também política, social e cultural, porque expressa uma nova forma de visibilidade da população negra brasileira ao estimular que as pessoas assumam sua cor de pele de uma maneira mais aberta.

O interessante para 2020 é verificar se esse percentual da população negra e parda vai continuar aumentando. Por que é claro que tem também uma população que não é negra. O ideal é que as bases de dado expressem melhor o perfil da população brasileira, que corresponde a realidade”, observou Marcelo.

O estudo constatou que São Paulo é o estado que tem o maior número de negros e pardos, em todo o Brasil, com cerca de 4,2 milhões. O Rio de janeiro, em segundo lugar, com cerca de 3 milhões. E, em terceiro, a Bahia com cerca de 2,7 milhões.

Quando são considerados apenas negros, a Bahia surge no primeiro lugar com 743,7 mil negros. Em segundo lugar São Paulo com 736 mil. Em seguida o Rio com 724 mil.

Mostrando negros e pardos pelas regiões, o Norte, tem 97,1% nos municípios. O Nordeste, 96,1%. Centro-Oeste, 75,5%. Sudeste, 37,1%. No Sul, 2,3%. Com a cidade de Cunhataí, em Santa Catarina, sem pessoas que se declaram negras.

OPHIR CAVALCANTE, PRESIDENTE DA OAB, ACUSADO DE RECEBER SEM TRABALHAR É TEMA DA MARCHA CONTRA CORRUPÇÃO

Dois advogados paraenses acusaram o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, também paraense, de receber durante 13 anos R$ 20 mil mensais sem trabalhar no Estado do Pará. OPhir durante os 13 anos amealhou nada menos do que R$ 1,5 milhões dos cofres públicos como licença remunerada.

Diante da mamata, os dois advogados entraram na Justiça exigindo que o presidente da OAB devolva o que, segundo eles, recebeu sem merecer. Por sua vez, Ophir, afirmou que o que ele recebeu está dentro da lei. Só que a defesa de Ophir, não convenceu os que entende o usufruto como justo, por isso eles argumentam que mesmo que fosse justo pelo menos é imoral uma pessoa passar 13 anos licenciada recebendo dos cofres público.

Por isso, como Ophir, é um dos agitadores da Marcha contra a Corrupção que tem um cunho claro de infantilismo golpista engendrado pela direita, e hoje, Dia da Proclamação da República, vai ocorrer outra edição o seu caso será exposto durante o evento.

De acordo com responsáveis pelo site Brasil 247, eles vão colocar o tema na onda para criticar Ophir. E o pior é que a Ordem tem um site chamado Observatório da Corrupção e que segundo o seu presidente tem como objetivo servir de “instrumento para que a sociedade exerça seu insistente interesse no rápido julgamento de casos de corrupção, acompanhando os andamentos e pleiteando os julgamentos em todas as instâncias”.

“Os manifestantes vão entender o coro das cobranças e críticas à instituição que mais se posiciona em debates sobre a ética e que tem apoiado, inclusive, as marchas contra a corrupção. A Ordem dos Advogados do Brasil vai ser o novo alvo dos protestos, depois de revelado que o atual presidente da entidade recebe gordo salário há 13 anos como procurador sem trabalhar”, disse o site Brasil 247.

Por sua vez, falando sobre o assunto Ophir, uma das fundadoras do Movimento nas Ruas, Carla Zambelli, disse que se houver corrupção no movimento tem que acabar.

“Se tiver corrupção dentro do movimento contra corrupção, a gente vai buscar e acabar com isso”.

A parte jocosa do caso Ophir, foi patrocinada pelos dois advogados que acusam o presidente. Eles, na acusação, afirmaram que embora Ophir, durante todos os 13 anos não tenha trabalhado na instituição paraense, entretanto ela trabalha atendendo seus clientes particularmente.

O golpismo da mão invisível da imprensa

midia

Por Gilson Caroni Filho

O reino dos céus, de acordo com a tradição cristã, será dos homens de boa fé. A eles já pertencem, na sua íntegra, os conteúdos noticiosos do dispositivo midiático nativo. No momento em que a Comissão Européia prevê um forte freio na atividade econômica em 2012 e não descarta a hipótese de uma longa e profunda recessão, editoriais e os conhecidos representantes do jornalismo de mercado pregam como “medidas de cautela contra o contágio” a mesma agenda que quase nos levou ao colapso nos oito anos do consórcio demotucano.

Fingindo ignorar que se rompeu uma coisa que já estava rompida, homens e mulheres de “boa fé,” de prestigiosas redações, voltam a aplicar a estratégia do terrorismo econômico, na expectativa de gerar uma profecia que se auto-cumpre. Enquanto o Banco Central, acertadamente, revê medidas de restrição ao crédito, depois de ter iniciado a redução das taxas de juro em agosto, os oráculos da grande imprensa sonham em ver reinstalada a política fundamentalista que, de 1994 a 2002, implementou radical mecanismo de decadência auto-sustentada, marcada por crescentes dívidas e desemprego, e anemia da atividade econômica.

O Brasil ideal seria aquele com juros elevados, maior dificuldade de financiamento, menor mercado para exportações e a volta a negociações duras com bancos e organismos multilaterais. A nostalgia cega qualquer possibilidade de análise séria. Se a liberdade de imprensa é tanto mais ampla quanto maior for a responsabilidade ética dos que a fazem diariamente, podemos afirmar, ancorados em um razoável número de citações jornalísticas, que só a regulamentação da mídia pode salvar a esfera pública por ela ameaçada.

No capítulo das mentiras complexas que se arrastam há décadas, há que se arremeter com energia demolidora contra o sequestro da moral pública pelos critérios que definem a lógica do mercado. Está em curso uma ação que não tem outro objetivo senão o do esvaziamento da essência da política.

Não há mais como transigir , em nome da diversidade de opiniões, com a velha ortodoxia assimilada pelos jornalões, portais e emissoras de televisão como “exemplo de racionalidade econômica”. O receituário se repete como mantra: liberalização do comércio; ênfase no setor privado como fonte de crescimento, incluindo a privatização de empresas estatais; redução geral de todas as formas de intervenção governamental no mercado de capitais e no câmbio; precarização dos direitos trabalhistas e sucateamento do Estado. Já aprendemos demais com a tragédia para vê-la rediviva como farsa.

Sabemos que a desregulamentação dos mercados financeiros resultou numa explosão da dívida privada, numa especulação nunca vista anteriormente e abusos sórdidos do capital financeiro. O fundamento religioso de mercado está na base do estancamento da economia global e da crise que afeta a zona do Euro. Por que reeditá-lo por aqui? São inocentes os consultores e jornalistas de plantão? Não.

Eles sabem que a repercussão de alguns destes problemas vão bem além da esfera econômica. A capacidade de sobrevivência de governos democráticos como os do Brasil, Argentina, Uruguai, entre tantos outros, frente a contínuas reduções do nível de vida, seria discutível. Das redações o mercado articula o golpe. São insanas as corporações midiáticas? Não, são ávidas de poder, riquezas e inimigas juradas da democracia. O desprezo com que se referem às instituições representativas revela o autoritarismo que embasa sua estrutura discursiva. É preciso dar um basta aos que se inclinam, siderados, a qualquer aventura antidemocrática. A “mão invisível” se move implacável em edições diárias.

*Gilson Caroni Filho é professor de Sociologia das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), no Rio de Janeiro, colunista da Carta Maior e colaborador do Correio do Brasil e do Jornal do Brasil.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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