Arquivo para 25 de dezembro de 2011

NELSON NOEL EM OUTRO NATAL EM COMUNALIDADES

Nesta vespera de Natal, a festa natalina não foi a mesma em Manaus. Isto pois mais uma vez o empresário e sorveteiro Nelson Rocha fez mais um Natal Solidário, evento que começou há 10 anos, e que faz a alegria das crianças e adultos Zonas mais empobrecidas e esquecidas da cidade: a Norte e Leste. Com ajuda de doações da comunidade (como fardos de açucar ) , Nelson vem realizando o Nelson Noel distribuindo 30 mil sorvetes a cada ano.

Os afinados conversaram com Nelson Noel sobre a história deste encontro comunitário e sobre a alegria que tem em mais um ano realizar esta festa com as crianças, jovens e adultos.

“O Nelson Noel surgiu quando eu nem distribuía sorvetes. Um dia vendo uma mulher descolorindo os pelos dos braços, das pernas e eu aproveitei e passei na barba e uma  amiga fez um gorro de papai Noel. Eu sai pela rua sem sorvete nem nada e percebi que as crianças me viam como papai Noel. Isto tem quase 20 anos e eu passei quase 10 anos sem pensar em nada. Quando foi em 2002 eu comecei a distribuir sorvete aqui no núcleo 5 da Cidade Nova e não era nem copinho, era caixinha de sorvete. Aí no outro ano já tomei gosto, já fiz roupa de papai Noel, aí fizemos todo o núcleo 5 levando 1000 copinhos de sorvete. Aí sucessivamente 2, 4,5, 10, 15 mil sorvetes e nestes últimos três anos, quatro contando com este ano a gente consegue distribuir 30 mil sorvetes em 5 bairros: Núcleo 5 da Cidade Nova, Bairro Nossa Senhora Perpétuo Socorro, Novo Aleixo, Carlinhos da Carbrás (Parque São Pedro) e Riacho Doce. Este ano além dos 30 mil sorvetes fizemos a confecção feita por mim desde o início até o final desde a mesa até a forma estou fazendo o maior picolé, segundo as pesquisas que eu fiz na internet, estou fazendo o maior picolé do mundo, deve entrar pro livro do Guiness Book com quase 2 metros e 80 de comprimento, 70 centímetros de largura, por 25 centímetros de altura com aproximadamente 450 litros de sorvete dentro desta forma de picolé. As crianças de toda a redondeza foram convidadas para vir comer o sorvete. A medida que ele for medido, fotografado, filmado, ele irá para degustação. É o mesmo sorvete que entregamos todo o ano em forma de um picolé gigante. Fazer este picolé foi um pouco de desafio por que o funileiro que faria a forma falhou, então eu mesmo tive que fazer a forma, fiz e fiquei com receio tremendo de não dar certo, mas deu certo.

Nesta festa o meu eu empresário fica distante deste evento por que na verdade estas coisas que eu faço toda é o Nelson Noel que faz e não faz só. Temos ajuda de muita gente tanto do núcleo 5 quanto da cidade de Manaus quase toda, pessoas que conheço, eu ligo, peço auxílio, alguém doa um fardo de açúcar, leite, um produto básico mas nunca doa dinheiro. É um trabalho junto com todas as pessoas, até gente de fora de Brasília, de Goiânia e neste caso mandam dinheiro por que fica difícil mandar um fardo de açúcar e a gente transforma isto nesta alegria que a gente faz todo ano. A minha festa maior é o sorriso da criança, aquilo que me motiva a cada ano a fazer mais, mais e mais. É uma festa feita pelas comunidades e para as comunidades.”

Porém neste natal de 2011 o sorveteiro Nelson trouxe uma novidade que certamente marcou a data na história: o maior picolé do mundo….. amazônico pelo menos. Um picolé gigante com 2 metros e 80 centímetros de comprimento e mais de 70 de largura fez a criançada da Cidade Nova, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e dos arredores trazerem suas sacolas, vasilhames, panelas para levar para casa um pedaço desta iguaria feita nos sabores uva, chocolate e creme.

Segundo as pesquisas este é o maior picolé do Brasil e provavelmente do mundo. Depois da partilha do sorvete recordista para todos os presentes, a comunidade junto com o bom Nelson Noel sairam em carreata para distribuir os sorvetes para o núcleo 5, e a comunidade toda se encheu de alegria para receber o Noelson.

“ Este trabalho é importante, por que no núcleo 5 só tem ele ajudando e mais ninguém. Este trabalho é um ótimo começo por que se todos fizessem um pouquinho melhoraria. Graças a Deus este trabalho está evoluindo cada vez mais e que ele continue sempre assim. Antes era só aqueles sorvetinhos derretidos agora já é picolé e já melhorou sendo esta iniciativa muito boa.” Ana  Francisca, Núcleo 5 Cidade Nova.

A carreata de Nelson Noel saiu pelas ruas da Cidade Nova distribuindo sorvetes levando alegria e logo chegou na comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, onde foi recebido com festa por todos os moradores, inclusive adultos, os trabalhadores e os passageiros dentro dos ônibus.

Nesta caminhada afectante encontramos a costureira Carmen que contou um pouco sobre a importância do trabalho de Nelson Noel para toda a comunidade:

“Este trabalho é muito bom, alegra as crianças desta comunidade que é mais carente, as crianças gostam de sorvete. Todo ano ele faz isto, este rapaz, aí eu acho importante por que eu moro aqui há 10 anos e nestes dez anos eu vejo ele fazer isto aí. É algo muito legal tanto pra criança quanto pros adultos, pois doce alegra todo mundo, tanto faz a idade” Carmen Libório, Comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.”

E como não faltam crianças atrás dos deliciosos sorvetes de Nelson Noel, depois da Comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, a comitiva seguiu para um rápido reabastecimento na fabrica e já rumou para o Novo Aleixo, comunidade onde a Afin tem atividades fixas há 5 anos.

Dentre as diversas ruas onde Nelson Noel passou estava também a rua Rio Jaú, onde as crianças esperavam o encontro na casa da afinada Miriam, onde logo mais estarão no cinema nesta noite, e se deliciaram com a arte sorvelística natalina. Com os carros passando, toda a comunidade saiu para saldar o bom Noelson que trazia sua presença e um doce na vida da comunidade.

Todos deixaram seus afazeres para se juntar aos vizinhos para ver a comitiva da alegria passado pelo bairro. Nesta entrega sorvetal Nelson encontrou e se emocionou no caminhar ao lado de diversas crianças.

Do Novo Aleixo mais uma rápida passagem pela fábrica onde conversamos com Roberval Silva, morador do núcleo 5 que sempre auxilia o Nelson Noel e nos contou um pouco desta participação na construção de uma comunidade mais alegre:

Tenho acompanhado desde o começo este trabalho excelente que o Nelson faz e que dificilmente as pessoas fazem algo assim. E ele faz todo ano, deixa a barba crescer passa o ano todinho com a barba crescendo e depois todo dia 24 ele faz este trabalho legal e a gente acompanha a distribuição dos picolés com ele, fazendo voluntariamente também.  Eu ajudo também na fabricação dos sorvetes dando um fardo de açucar por que ele usa muito para fazer tanto picolé e a comunidade ajuda, muitos outros como o Chico, o pessoal da taberna  por que este trabalho é único. O benefício que traz para a comunidade é a alegria enorme para as crianças e até pros adultos que as vezes pegam mais que as crianças. A gente passa pelas invasões, como a Carbrás, que é uma coisa incrivel tanta criança, e para o Nelson é muito legal pois ele adora fazer isto. Ano passado fomos e em uma casa tinha um deficiente físico na cama, aí entramos na casa da senhora por que ele queria ver o papai Noel,e chamamos o Nelson que entrou na casa e começou a chorar e eu chorei assim como todo mundo que tava lá dentro por que é um negócio muito de coração que ele faz”

sobree logo a carreata seguiu rumo o Parque São Pedro, que também é conhecido como Carlinhos da Carbrás, onde a comunidade recepcionou com vários sorrisos e abraços Nelson Noel por mais um ano de encontro na comunidade.

No fim da tarde, Nelson Noel fez o último percurso rumo ao Bairro Riacho Doce onde foram soltados os rojões e comemorou-se mais um natal de comunalidades organizado comunitariamente junto com Nelson Rocha, ou melhor Nelson Noel.

E no fim desta andança nas comunidades Nelson Noel abençoou o pessoal da Afin desejando um ano de novas criações nas comunidades de Manaus, além de mandar um feliz natal a todos os leitores do bloguinho e os corpos de todo o mundo, para que possam deixar todas as privações e viver uma vida em feliz natal..

Nelson Noel dá benção para alguns membros da Afin

E ai vai um picolézinho?


Papel de imprensa: o artigo 32 e os contextos

Uma iniciativa destinada a promover o acesso em condições de equidade a um produto essencial como o papel de imprensa não é um dos pontos vedados pelo artigo 32 da Constituição Nacional. Ao contrário, se seguíssemos a doutrina mais clássica sobre sua incorporação à Carta Magna, em 1860, ficaria claro que as regras que tendem a garantir uma liberdade de imprensa mais plural seriam plenamente compatíveis. O artigo é de Damián Loreti.

Por Damián Loreti

Nos últimos dias assistimos à publicação de diversas críticas ao projeto de lei que declara de interesse público a produção de papel para jornais por sua eventual inconstitucionalidade frente ao artigo 32 da Constituição Nacional. Estudantes, jornalistas e colegas que têm meu endereço de correio eletrônico encheram a caixa de entrada com perguntas a respeito. Veremos se é possível ajudar a esclarecer as coisas.

Em 1860, a Comissão Examinadora da Constituição Federal, que revisou o texto do que se inseriria, após a Convenção Constituinte, como artigo 32 da Constituição, sustentou que “entrando Buenos Aires na Confederação, entrava com suas liberdades conquistadas, e não sendo danoso às províncias de nenhuma maneira que a Capital tenha liberdade de imprensa, esta restrição de legislar deve ser aceita”. Assim consta no número 6 do El Redactor, una publicação elaborada pela mencionada comissão. Esta norma foi proposta pela Convenção da Província de Buenos Aires e, segundo os mais destacados autores do constitucionalismo argentino – entre eles Gregorio Badeni, que resgata o antecedente em seu livro Libertad de prensa –, sua fonte foi a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos. Em poucas palavras, se tratava de preservar que fossem as leis e os juízes da província que regulassem e julgassem, tal como a própria comissão expôs, os abusos que pudessem vir a ser cometidos por meio da imprensa escrita tanto como pela palavra “escrita ou falada”, como disse Vélez Sarsfield.

Não esgotaremos a totalidade das considerações que surgem do Sistema Inter Americano de Direitos Humanos, já que o artigo 13.3 da Convenção Americana estabelece que “não se pode restringir o direito de expressão por vias ou meios indiretos, tais como o abuso de controles oficiais ou particulares de papel para jornal, de frequências radioelétricas, ou de instrumentos e equipamentos usados na difusão de informação ou por quaisquer outros meios destinados a impedir a comunicação e a circulação de idéias e opiniões”. Vale mencionar que a referência aos “particulares” parece ter sido esquecida em várias publicações de fim de semana.

Também não esgotaremos as circunstâncias do debate que no dia 3 de maio de 1948 teve lugar na Câmara dos Comuns do Parlamento do Reino Unido, no qual se considerou o efeito da “escassez do papel para jornais” sobre a liberdade de expressão na Inglaterra. O debate aconselhou a Câmara a ficar alerta e chegou a propor que se colocasse a criação de plantas de produção de papel sob a órbita do Plano Marshall, uma proposta do deputado Christopher York, de Ripon.

Antes disso, preferiremos nos concentrar em como funcionaram as coisas no país cuja Constituição se credita como fonte do artigo 32. Que aconteceu com a interpretação de dita regra ao interior do sistema que lhe serviu de fonte? Que diz a jurisprudência dos Estados Unidos com respeito ao regulável nesse contexto?

Em 1945, a Corte dos Estados Unidos resolveu o caso “Associated Press vs. U.S.” no que se esclareceu a pertinência da lei anti-monopólio (Lei Sherman) com respeito às práticas e regras aplicadas por essa agência para discriminar, na entrega de informação jornalística àqueles que não fossem sócios de tal cooperativa – meios jornalísticos todos eles – e os efeitos que provocava esse condicionamento sobre a competição. A decisão é extensa e tem vários votos discordantes, mas vale a pena indicar algumas passagens que somam ao debate que assistimos nestes dias sobre a regulação da atividade econômica de um provedor de facilidades essenciais como o papel e a compatibilidade de tal regulação com os princípios constitucionais.

O voto do juiz Black constituiu a maioria e sustentou: “O fato de que um editor manobre com notícias enquanto outros o fazem com comida não faz, como destacaremos, acreditar que o editor tenha um particular santuário no qual possa com impunidade violar leis que regulam suas práticas de negócios”. Mais adiante afirma: “A Lei Sherman tem a intenção específica de proibir que empreendimentos independentes se transformem em ‘associados’ em um plano comum para reduzir a oportunidade de seus competidores de comprar ou vender as coisas nas quais o grupo compete”.

E em referência direta à Primeira Emenda, sustenta:

“A Primeira Emenda, longe de prover um argumento contra a aplicação da ‘Lei Sherman’, apresenta aqui poderosas razões para o contrário. A Emenda se apóia na assertiva pela qual a mais ampla disseminação possível de informação de diversas e antagonistas fontes é essencial para o bem estar do público, assim como a liberdade de imprensa é una condição para a sociedade livre (…). A liberdade de publicar está garantida pela Constituição, a liberdade de fazer acordos para deixar outros fora das publicações não está”.

Em 1969, no caso “Citizen Publ. vs U.S.”, a Corte declarou violação à Lei Sherman, modificada pela Lei Clayton, o acordo de joint venture (nem sequer conformavam una sociedade única, mas que assinaram um convênio de operação conjunta) entre duas publicações periódicas da cidade de Tucson (Star e Citizen). Mediante o convênio se estabelecia que cada jornal mantivesse o manejo de suas notícias, departamentos editoriais, marcas e identidades, mas se associariam em determinadas operações comerciais.

Essas operações eram: a) a fixação de preços de capa e de publicidade, o que implicava também o acordo de preços de assinaturas e sistemas de distribuição; b) acordo para a distribuição de benefícios; c) o controle do mercado – nem as publicações, nem nenhum de seus acionistas ou funcionários poderia se dedicar a qualquer outro negócio no condado que fosse contra a operação conjunta –.

Em 1953, o acordo se estendeu até 1990, mas o governo dos Estados Unidos levou o caso à Justiça por monopolização do mercado das publicações. O voto da maioria da Corte determinou que o caso exposto se tratava de restrição à competição de modo tão “claro e não ambíguo” que justificava um procedimento sumário no direito anti-truste. Mesmo contemplando como única causa opinável a situação de grave crise econômica das empresas, a Corte deu a razão ao governo. Disse que as restrições referidas à competição não tinham nenhuma sustentação à luz do caso “Associated Press”, entendendo que de nenhuma maneira poderia assumir que a Primeira Emenda implicava deixar o governo (não diz Estado, mas governo) sem poder suficiente para proteger a liberdade de expressão. A última frase incorpora um trecho categórico: “A venda do Star, para nós, parece muito adequada”. Qualquer semelhança com os desinvestimentos na atividade dos meios de comunicação locais fica a critério do leitor.

É claro que a indústria das publicações não ficaria quieta. Com lobby suficiente sobre o presidente Nixon – em campanha para sua reeleição –, e após uma rejeição inicial, conseguiram a aprovação da “Lei de preservação dos jornais”, em 1970, que admite – como exceção e em caso de graves dificuldades econômicas das solicitantes, próximas à falência – a possibilidade de acordos autorizados caso a caso pelo Departamento de Justiça sempre que se realizem sem afetar os componentes essenciais do negócio para não frustrar a possibilidade de competição.

O exposto permite concluir que uma iniciativa destinada a promover o acesso em condições de equidade a um produto essencial como o papel de imprensa não é um dos pontos vedados pelo artigo 32 da Constituição Nacional. Ao contrário, se seguíssemos a doutrina mais clássica sobre sua incorporação à Carta Magna, em 1860, ficaria claro que as regras que tendem a garantir uma liberdade de imprensa mais plural seriam plenamente compatíveis.

Resta-nos ainda mencionar que a lei argentina de defesa da competição não exclui os meios de comunicação, mas do resultado de seu debate parlamentar surge sua inclusão explícita. Contudo se a discussão recai sobre a pertinência constitucional da iniciativa, não é o artigo 32 o que a doutrina e a jurisprudência aplicáveis no sistema jurídico de origem aconselhariam para impugná-la.

Tradução: Libório Junior

Blog Carta Maior


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

esquizofia.wordpress.com

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

_________________________________

BLOG PÚBLICO

Propaganda Gratuita

Você que quer comprar entre outros produtos terçado, prego, enxada, faca, sandália, correia, pé de cabra ou bola de caititu vá na CASA UYRAPURU, onde os preços são um chuchu. Rua Barão de São Domingos, nº30, Centro, Tel 3658-6169

Pão Quente e Outras Guloseimas no caminho do Tancredo.
PANIFICADORA SERPAN (Rua José Romão, 139 - Tancredo Neves - Fone: 92-8159-5830)

Fique Frio! Sabor e Refrescância!
DEGUST GULA (Avenida Bispo Pedro Massa, Cidade Nova, núcleo 5, na Rua ao lado do DB CIdade Nova.Todos os dias).

O Almoço em Família.
BAR DA NAZA OU CASA DA VAL (Comendador Clementino, próximo à Japurá, de Segunda a Sábado).

Num Passo de Mágica: transforme seu sapato velho em um lindo sapato novo!
SAPATEIRO CÂNDIDO (Calçada da Comendador Clementino, próximo ao Grupo Escolar Ribeiro da Cunha).

A Confluência das Torcidas!
CHURRASQUINHO DO LUÍS TUCUNARÉ (Japurá, entre a Silva Ramos e a Comendador Clementino).

Só o Peixe Sabe se é Novo e do Rio que Saiu. Confira esta voz na...
BARRACA DO LEGUELÉ (na Feira móvel da Prefeitura)

Preocupado com o desempenho, a memória e a inteligência? Tu és? Toma o guaraná que não é lenda. O natural de Maués!
LIGA PRA MADALENA!!! (0 XX 92 3542-1482)

Decepcionado com seus desenganos? Ponha fé nos seus planos! Fale com:
PAI GEOVANO DE OXAGUIÃ (Rua Belforroxo, S/N - Jorge Teixeira IV) (3682-5727 / 9154-5877).

Quem tem fé naõ é um qualquer! Consultas::
PAI JOEL DE OGUM (9155-3632 ou paijoeldeogum@yahoo.com.br).

Belém tá no teu plano? Então liga pro Germano!
GERMANO MAGHELA - TAXISTA - ÁGUIA RADIOTAXI - (91-8151-1464 ou 0800 280 1999).

E você que gostaria de divulgar aqui seu evento, comércio, terreiro, time de futebol, procurar namorado(a), receita de comida, telefone de contato, animal encontrado, convites diversos, marocagens, contacte: afinsophiaitin@yahoo.com.br

Outras Comunalidades

   

Categorias

Arquivos

Blog Stats

  • 4.243.141 hits

Páginas

Arquivos