Arquivo para 14 de janeiro de 2012

10 ANOS DEPOIS EDUARDO GALEANO VOLTA A CUBA DEFENDENDO O MOVIMENTO DOS INDIGNADOS CONTRA OS INDIGNOS

O escritor uruguaio engajado, Eduardo Galeano, também um mestre das coisas do futebol, 10 anos depois volta a Cuba convidado pela Casa de Las Américas, para participar do Prêmio Literário 53 Anos da Revolução Comunista em Cuba. Galeano vai apresentar na Casa o seu livro Espelho.

Em breve conversa com jornalistas na capital cubana Galeano, disse que em um mundo dividido entre os indignados e indignos é impossível ficar neutro. É impossível neutralidade. A crise preocupante que passa o mundo levou povos a se indignarem contra a opressão e perigo que passa o planeta. É uma questão de decisão de não ficar passivo diante de tenebrosa ameaça.

“Eu volto para Cuba sem ter saído porque, esta ilha permaneceu sempre viva em mim, em minhas palavras, minhas ações e minhas memórias, uma memória viva de tudo que dela recebí. Nunca ocultei minha admiração por esta Revolução, um exemplo de dignidade nacional e da solidariedade em um mundo onde o patriotismo é um direito negado aos países pequenos e pobres. Nunca em minha vida conheci um país tão solidário, como este, nenhuma revolução tão oferecida aos demais como esta.

Eu me lembro como escrevi As Veias Abertas… para chegar a tempo do concurso literário. Tanto esforço e perdi na competição.

Este texto oferece uma tentativa de ajudar na recuperação do arco-íris terrestre, que contém mais cores e esplendor do que o arco-íris celeste. Queria ajudar a recuperar essas cores perdidas, porque estamos cegos, mutilados por uma longuíssima tradição de racismo, de machismo, elitismo, de militarismo e de outros ismos que nos impedem de descobrir toda a plenitude de nossa beleza possível”, considerou o premiado escritor latino.  

INDA TEM FRANCÊS QI DIZ QI A JENTI NUM SEMO SERO

CIDADES BRASILEIRAS ESTÃO ENTRE AS MAIS VIOLENTAS DO MUNDO. A ONG mexicana Conselho Cidadão para Segurança Pública e Justiça Penal apresentou estudo feito por especialista onde mostra as 50 cidades mais violentas do mundo. O Brasil contribuiu com 14 cidades no ranking apresentado pela ONG.

 No ranking a cidade de Maceió aparece no terceiro lugar com 135.26 homicídios para cada 100 mil habitantes. As cidades de Belém, Vitória, Salvador e Manaus seguem Maceió, mas ocupando posições diferentes no ranking das 50 mundiais.

As outras cidades brasileiras, por ordem no ranking, são São Luiz, João Pessoa, Cuiabá, Recife, Macapá, Fortaleza, Curitiba, Goiânia e Belo Horizonte. As questões de segurança no Brasil que são refletidas pela quantidade de homicídios estão diretamente ligadas às ineficiências dos governadores dos estados que não entendem as causas e só sabem dos efeitos. E inda tem francês qi diz qi a jenti num semo sero.

@ A ETNIA GUARANI-KAIOWÁ, do Mato Grosso do Sul, terá continuação de suas terras demarcadas novamente. Quem afirmou foi o procurador-geral da República Roberto Gurgel. Segundo ele, a demarcação vai garantir o interesse público e ser mantida, porque permite a promoção da ordem, economia e segurança pública.

 “Busca-se eliminar um conflito fundiário que não é risco hipotético, mas fato consumado. Do contrário, perduraria uma situação de grave ameaça à integridade física de inúmeros cidadãos e ao próprio patrimônio público”, disse o procurador-geral.

A terra é indígena, tem proteção do Estado, mas foi por imposição de um pedido da Federação de Agricultura e Pecuária do Mato Grosso (Femasul) atendido pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) que ocorreu a suspensão da demarcação da terra indígena. I inda tem francês qi diz qi a jenti num semo sero.

@ 1 ANO DEPOIS DO DESASTRE DA REGIÃO SERRANA. Há exatamente um ano ocorreu o maior desastre pluvial do Rio de Janeiro. Exatamente na região serrana atingindo Nova Friburgo, Petrópolis, Teresópolis, e outras cidades quando foram destruídas centenas de casas e várias famílias terem parentes mortos.

Na ocasião, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral do PMDB, amparado na presidenta Dilma Vana Rousseff, prometeu a construção de 2.166 casas. Um ano passou e nenhum tijolo foi jogado no terreno para a construção das ditas casas.

Resultado, as famílias afetadas pela dor do desastre e sentido o desrespeito com suas dignidades, resolveram protestar contra o descaso com suas vidas. Resultado, o governo resolveu dar início a construção das casas depois de todo o transcorrer do ano de descaso. E inda tem francês qi diz qi a jenti num semo sero.

@ PROTEÇÃO PARA JUÍZAS. O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ/SP), através de sua presidência, determinou escolta para a juíza diretora do Fórum de Rio Claro, Cynthia Andraus Carretta, e mais duas magistradas.

Um pacote foi deixado em sua mesa sem qualquer referência. Considerando o objeto estranho, a juíza mandou que ele fosse retirado. Logo depois ele explodiu. Uma bomba havia sido endereçada para a juíza. Na explosão dois funcionários do Fórum ficaram feridos.

Para falar sobre o assunto, funcionários do Fórum foram relatar ao presidente do tribunal, Ivan Sartori, as situações de insegurança que eles passam. E inda tem francês qi diz qi a jenti num semo sero.

Vamos que vamos! Vamos?

Primavera Árabe de 2012: mais tempestades do que flores

A relação do Ocidente com o Oriente Médio é antiga e sempre teve como base os interesses da Europa e, mais recentemente, dos EUA. 2012 será de grande complexidade para a região. Salvo melhor juízo, será menos “primavera” e mais “outono”, repleto de tempestades. E serão as forças do Ocidente, principalmente os EUA, que definirão a velocidade da democratização e a reconquista da dignidade do mundo árabe. Mas, apenas se for conveniente ao seu próprio projeto. O artigo é de Mohamed Habib.

Mohamed Habib (*)

Quando o tunisiano Mohamed Bouazizi ateou fogo no próprio corpo num gesto de protesto, acabou, sem querer, acendendo as chamas de revoltas populares em vários países árabes. Uma análise coerente dessas revoltas e suas perspectivas para 2012, deve considerar duas questões : a geopolítica e a econômica. Além disso, as interferências externas, em especial as do Ocidente dominante, que influenciam cada país do mundo árabe.

A relação do Ocidente com o Oriente Médio é antiga e sempre teve como base os interesses da Europa e, mais recentemente, dos Estados Unidos. A fase atual, é resultado dos interesses do Ocidente pós Primeira Guerra Mundial e envolve a localização e os recursos energéticos do mundo árabe. Os EUA, 3º maior produtor de petróleo e 2º maior de gás natural do planeta, não é visto como produtor e sim como grande consumidor, pois precisa do dobro da sua produção para garantir seu padrão de vida. A Europa, por sua vez, depende fortemente do gás e do petróleo árabes, principalmente da Líbia.

Para manter o consumo energético nos países árabes em cerca de 3%, foi crucial a criação de governos tiranos e/ou corruptos, protegidos pelo Ocidente, para governar os povos da região. Os países árabes foram agrupados em duas categorias, os produtores e os não produtores de petróleo e gás natural. Os primeiros propiciaram um padrão sócio-econômico mais confortável ao seu povo, ao passo que os segundos, ofereceram a miséria e a opressão. Ambos tinham em comum o estabelecimento de regimes não democráticos e de não desenvolvimento.

O Egito, um país rico por sua agricultura, turismo, pedágio do Canal de Suez e indústria, conta hoje com mais de 42% de seu povo abaixo da linha da pobreza e uma dívida externa de 32 bilhões de dólares. Com o sucesso dos levantes populares, a mídia britânica revelou que o ditador Mubarak, em 30 anos de poder, acumulou mais de 70 bilhões de dólares em bancos europeus. O Egito é considerado estratégico, pois em 42 anos, tanto Sadat quanto Mubarak, foram importantes interlocutores e representantes dos interesses do Ocidente e de Israel no Oriente Médio. Além disso, o Canal de Suez, que liga o Mediterrâneo com o Mar Vermelho, é de grande importância para as navegações bélicas e comerciais.

A Líbia é fundamental para o abastecimento energético da Europa, o que justifica a intervenção da OTAN e a participação na queda e na morte de Kaddafi. Uma situação equivalente à intervenção dos EUA no Iraque e à morte de Saddam Hussein. O Iêmen, embora um país pobre, possui localização geográfica que permite total controle das navegações marítimas na conexão do Mar Vermelho com o Golfo de Aden e o Oceano Índico. O ditador Abdullah Saleh, que após meses de protestos e muita violência contra seu povo, terminou saindo no final de 2011, não sem antes deixar o seu vice-presidente no comando do estado que continua baixando a repressão. Saleh é um aliado fiel do Ocidente e dos monarcas da Península Arábica.

O que ficou claro nas declarações do o embaixador dos EUA naquele país, que classificiou de “provocações desnecessárias” as manifestações civis contra o regime e os seus assassinatos. A Síria não conta com recursos energéticos no seu território e sua localização geográfica não tem grandes significados geopolíticos. No entanto, Síria e Irã representam as últimas duas bases de aliados do eixo Rússia-China, que representam forças antagônicas aos EUA.

No início dos levantes árabes, EUA e Europa não expressavam suas preocupações e declararam apoio aos ditadores. Com o crescimento dos movimentos e o enfraquecimento dos regimes, o Ocidente passou a apoiar os movimentos, fornecendo armas e proteções aéreas. Um exemplo marcante é o apoio dos EUA à Junta Militar que governa o Egito atualmente. Os EUA não só silenciam diante dos massacres das últimas semanas contra os manifestantes civis, como também fornecem armas para essa opressão. As forças armadas, que assumiram o comando temporariamente após a queda do ditador Mubarak, tentam manobras desesperadas para continuar no poder. Porém, esta é uma situação que a sociedade egípcia não mais aceitará.

Diante deste quadro, 2012 será de grande complexidade para o Oriente Médio. Salvo melhor juízo, será menos “primavera” e muito mais “outono”, repleto de tempestades e destruições. E serão as forças do Ocidente, principalmente os EUA, que definirão a velocidade da democratização e a reconquista da dignidade do mundo árabe. Mas, apenas se for conveniente ao seu próprio projeto.

(*) Mohamed Habib é professor da UNICAMP e Vice-presidente do Instituto de Cultura Árabe (ICArabe)

O Haiti é aqui

Por José Eduardo Rondon

No centro de uma pequena igreja no extremo oeste do Amazonas, em Tabatinga (região da tríplice fronteira Brasil-Colômbia-Peru), a figura de um homem chama a atenção. Ele caminha de um lado para o outro, fala espanhol e tenta dar uma palavra de conforto a cerca de cem haitianos que chegam ao local todos os dias por volta das 12 horas. A paróquia está lotada, mas o grupo de estrangeiros não quer rezar. Famintos, buscam a única refeição que conseguirão durante o dia.

“Todo dia é assim, eles vêm para matar a fome. Muitos chegam aqui sem comer há dois, três dias. São alimentos que a gente consegue arrecadar com conhecidos, com frequentadores da paróquia, com nosso próprio dinheiro”, diz o padre colombiano Gonzalo Franco, durante uma visita realizada em outubro à localidade.

Na definição dos haitianos, Gonzalo é o “protetor” deles em Tabatinga. O “anjo da guarda”. Para Gabriel, de 27 anos, que aguarda sentado em um dos bancos da igreja, se o padre não vivesse em Tabatinga, grande parte de seus compatriotas chegados à cidade “já teria morrido de fome”.

A casa do religioso é separada da igreja por um corredor. Nele os primeiros haitianos reunidos à sombra da paróquia esperam na “fila da fome”. Em pouco tempo, homens, mulheres e crianças aguardam em pé, disciplinados, um prato de arroz, feijão, frango e salada. A comida é racionada.

Em Tabatinga (AM), vítimas da tragédia conseguem abrigo e comida com a ajuda do padre colombiano Gonzalo Franco. Foto: Agência Brasil

No refeitório improvisado, o padre Gonzalo conta que para os haitianos o Brasil equivale aos Estados Unidos para os brasileiros. “A Copa do Mundo, as Olimpíadas, tudo isso na cabeça deles cria um mundo de oportunidades. Só que chegam aqui e ficam sem emprego, sem moradia, sem alimentação, sofrendo uma outra calamidade.”

Em Tabatinga, os haitianos vivem em algumas casas que, por intermédio do padre, conseguiram encontrar. Uma “casa-base”, emprestada pelo proprietário, fica a seis quadras da paróquia. Na curta caminhada, as roupas ficam ensopadas com o calor de 40 graus. No interior do imóvel, com três cômodos, há apenas uma pequena janela. Não há luz nem água. O calor é sufocante.

Numa única casa, cerca de cem haitianos se amontoam pelo chão sobre lençóis velhos e papelão. Todos têm algo em comum: deixaram para trás um país dizimado pelo terremoto. E também o túmulo de parentes mortos na tragédia. Desde a catástrofe que arrasou o Haiti e matou mais de 220 mil pessoas, em janeiro de 2010, cerca de 2 mil habitantes daquele país já chegaram ao município amazonense (em todo o Brasil, são 4 mil, mais da metade deles irregulares). Seguem em Tabatinga pelo menos 1,2 mil, nas contas do padre. “Mas todo dia chegam outros.”

Um deles, Ernesto, de 34 anos, morador da capital, Porto Príncipe, reconstitui o roteiro de sua viagem. “Saí de Porto de ônibus até a República Dominicana. De lá, dois aviões, um para o Panamá e outro até o Equador. Após chegar ao Equador peguei outro ônibus, até o Peru, de onde cruzei de barco até Tabatinga.”

Leia também:
Governo restringe entrada de haitianos

As embarcações que chegam do Peru atravessam o Rio Solimões e alcançam o lado brasileiro, aparentemente sem problemas. O preço da viagem: 3 mil dólares, pagos a “coiotes” (traficantes de pessoas) que prometem uma vida de oportunidades no Brasil. A presença dos haitianos em Tabatinga mudou a paisagem da pobre cidade de 52 mil habitantes, com consequência no atendimento dos postos de saúde e do hospital. É comum encontrar grupos vagando pela cidade, sem nada para fazer, ou dormindo em praças. Alguns conseguem subempregos como vendedores de picolé ou de jornal. O que mais se vê são haitianos pedindo trabalho, quase nunca esmola.

A presença dos haitianos em Tabatinga chamou a atenção da organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF). Foi o maior reforço para os trabalhos do padre Gonzalo desde o início da diáspora. Desde dezembro, a entidade iniciou a distribuição de 1,3 mil kits de higiene pessoal e de limpeza. O primeiro passo para melhorar as condições básicas de vida dos imigrados, diz a coordenadora do trabalho da ONG no município, Renata de Oliveira Silva. “Isso é essencial para evitar a deterioração de sua saúde e uma série de distúrbios psicológicos.”

Em uma das casas visitadas pela ONG, cerca de 40 pessoas dividiam uma única latrina.

Num mesmo cômodo, cerca de 40 haitianos chegam a dividir a mesma latrina, diz a ONG. Foto: Médicos Sem Fronteiras

Tabatinga não é, obviamente, o ponto principal. O objetivo é um só: seguir viagem em direção a Manaus, em busca de trabalho e oportunidades. Precisam, para tanto, de uma autorização do governo federal. Operação demorada, o número de entrevistas da Polícia Federal sediada em Tabatinga com estrangeiros gira em torno de 25 por semana, o que é insuficiente.

A situação difícil em que vivem os haitianos no Brasil se repete também no Acre, na cidade de Brasileia. Lá, cerca de 1,2 mil enfrentam as mesmas dificuldades. A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República promete acolher os haitianos que estão nos estados do Amazonas e do Acre. “É um compromisso de humanismo”. No entanto, para o padre Gonzalo, o governo federal precisa “com urgência” agilizar os trâmites na liberação da entrada dos haitianos no País. “Tabatinga representa uma espécie de limbo aos haitianos, eles não têm como seguir viagem sem a autorização, mas também não podem voltar, já que não dispõem de dinheiro algum.”

Na terça-feira 10 o governo federal anunciou uma série de medidas após reunião entre a presidenta Dilma Rousseff e quatro ministros. Uma das medidas visa a conter o fluxo de deslocamento deles ao Brasil. Para isso, determinou que só serão aceitos os haitianos que tenham visto concedido pela Embaixada do Brasil no Haiti. Quem estiver em situação irregular poderá ser deportado. Os vistos permitirão a permanência no Brasil por cinco anos para quem vier para atividade de trabalho regular, segundo o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. “Aqueles que entrarem depois estarão em situação irregular e, como qualquer outro estrangeiro nessa condição, -serão -notificados e extraditados”, disse ele.

O governo também decidiu que os haitianos não poderão entrar no País na condição de refugiados políticos, por decisão do Conselho Nacional para os Refugiados (Conare). O entendimento é que os haitianos deixam o país em razão da vulnerabilidade econômica local. O patrulhamento nas áreas de fronteiras deverá também ser reforçado.

A presidenta tem viagem marcada ao Haiti para 1º de fevereiro. Na pauta com o presidente Michel Martelly estarão acordos de cooperação entre os dois países. Mas em Tabatinga a esperança é que ao menos um tema seja priorizado pelos chefes de Estado: o sofrimento de -haitianos em solo brasileiro.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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