Arquivo para 28 de janeiro de 2012

INDA TEM FRANCÊS QI DIZ QI A JENTI NUM SEMO SERO

@ IGNACIO RAMONET, JORNALISTA FRANCÊS, DEFENDE COMISSÕES DE VERDADE e memória pública. O jornalista, ex-diretor do jornal francês, Le Monde Diplomatique, ao participar do debate sobre Direitos Humanos, Memória e Justiça, em sessão especial do Fórum Social Temático (FST) e do Fórum Mundial de Educação, em Porto Alegre,  sugeriu que fossem criadas e fortalecidas comissões da verdade  e memória pública para que os crimes cometidos nas ditaduras não sejam esquecidos e repetidos.

Para Ramonet, o reconhecimento da memória tem que ir além de reparações individuais às vítimas e familiares. Tem que ser tornado público para que a sociedade tenha conhecimento dos horrores que são cometidos contra os direitos humanos nas ditaduras. Para que isso ocorra, Ramonet sugeriu que sejam criados museus, construção de monumentos e a criação de datas nacionais para homenagear as vítimas.

“O relato do sofrimento e da resistência é indispensável para que novas gerações conheçam melhor o que se passou. Para que a memória não se degrade, é necessário que seja exercida em relação direta com o presente. É a única maneira de evitar a impunidade e de evitar que o horror se repita.

O que está em jogo é o direito das vítimas a uma reparação moral e o direito coletivo à memória, a poder estabelecer oficialmente que a ditadura foi uma abominação e que a impunidade é insuportável, a poder denunciá-la e proclamá-la em museus, nos manuais escolares ou em dias de memória coletiva como o de hoje.

A verdade é uma resposta essencial para as vítimas e os sofrimentos devem ser reconhecidos publicamente. É preciso saber em que condições se violaram os direitos humanos dessas pessoas e quais foram às razões que conduziram os torturadores a fazer o que fizeram para que tenhamos uma idéia do que não se pode repetir”, disse Ramonet. Inda tem francês…   

@ RAQUEL ROLNIK, RELATORA ESPECIAL DA ONU pede a suspensão da ordem de despejo de Pinheirinho. A relatora especial da Organização das Nações Unidas (ONU), a urbanista brasileira, Raquel Rolnik, apelou às autoridades que suspendam a ordem de despejo no bairro Pinheirinho, em São José dos Campos, efetuada pela Policia Militar de São Paulo, que usando da violência expulsou do local, moradores que se encontravam na área há mais de oito anos. O despejo dos moradores seguiu a ordem da Justiça de São Paulo.

Dizendo-se “chocada” com o “uso excessivo de força” na operação de remoção, ela pediu que as autoridade se esforcem para encontrar uma solução pacifica e adequada para as famílias que foram expulsas.

“A suspensão da ordem de despejo permitiria que as autoridades retomassem as negociações com os moradores, a fim de encontrar uma solução pacífica e definitiva para o caso, em total conformidade com as normas internacionais de direitos humanos.

A situação atual das pessoas despejadas é extremamente preocupante. Sem alternativa de habitação, elas estão vulneráveis a outras violações de direitos humanos”, afirmou a relatora da ONU. Inda tem francês…

@ VALE É ESCOLHIDA A PIOR EMPRESA DO MUNDO. A empresa mineradora Vale, que foi privatizada pro Fernando Henrique, foi escolhida pelo Publics Eye Awards com o prêmio de Pior Empresa do Mundo, por prática de crimes ambientais e sociais. A divulgação do prêmio ocorreu ontem, dia 27, em Davos, na Suíça, onde ocorre o Fórum Econômico Mundial.

O prêmio é anualmente organizado pelas organizações internacionais Greenpeace, da área ambiental; e declaração de Berna, da área social para atentar contra as ações de corporações que realizam crimes ambientais e sociais.

A Vale foi eleita como a Pior Empresa do Mundo com 25 mil votos de internautas, derrotando até a empresa japonesa Tepco, responsável pelas usinas nucleares de Fukushima, que ficou com 800 a menos.

As entidades responsáveis pela indicação da Vale para concorrer ao prêmio e que se encontram participando do Fórum Social Temático (FST) comemoraram a escolha. Um dos membros da coordenação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Alexandre Conceição, desabafou em alegria.

“A Vale foi roubada do povo brasileiro durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso e entregue praticamente de graça ao mercado. Ainda hoje recebe financiamento público, via BNDES, para levar devastação ambiental e degradação social onde quer que ela atue”, disse. Inda tem francês…

@ PROTESTOS CONTRA O CÓDIGO FLORESTAL É NOTA NO FÓRUM SOCIAL TEMÁTICO. Várias entidades ligadas às questões ambientais que participam do Fórum Social Temático (FST), em Poro Alegre, vêm demonstrando em forma de protestos suas posições contra o Código Florestal, e o que acreditam que ocorrerá na Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, na Rio+20, que ocorrerá no mês de junho.

Para os manifestantes a chamada economia verde, não passa de um capitalismo verde sem qualquer conotação de alternativa de desenvolvimento sustentável. Para eles a economia verde não é nada mais do que uma forma de banalizar o discurso ambiental nos meios econômicos e na sociedade.

Especificamente sobre o Código Florestal, setores avançados da sociedade têm criticado com veemência as tentativas de alterações da legislação ambiental brasileira, como fez a coordenadora da Rede de ONGs da Mata Atlântica (RMA), Renata Cunha.

“As mudanças no Código Florestal afetam não somente a Mata Atlântica, mas todos os biomas brasileiros. Na verdade não se trata de um código florestal, mas de um código agrícola elaborado pelos ruralistas. É um retrocesso na legislação ambiental e estamos correndo um risco muito grande”, disse Renata.

Seguindo o mesmo entendimento que denuncia a ofensiva do capital rural, Pedro Stédile, dirigente do MST, relembrou os desrespeitos à lei executados pelos empresários ruralistas no episódio da introdução da soja transgênica no Rio Grande do Sul, como os ataques ao Estatuto da Terra.

“O capital se comportou contra a lei. Sempre que há uma lei que prejudica ou controla o capital, as elites brasileiras adotam essa política de comer pelas beiradas. Está sendo assim com esta anistia. O agronegócio precisa desmatar. Atualmente, são apenas três setores – a soja, a pecuária e a cana – que querem avançar sobre o Código Florestal. Querem avançar sobre a biodiversidade para impor a monocultura”, disse Stédile. Inda tem francês…

Vamos que vamos. Vamos!

Economia verde ou economia das verdinhas?

“Antes eles garantiram a parte morta da natureza e agora querem a parte viva”, disse a francesa Genevieve Azam, ativista da Attac, durante debate sobre a chamada economia verde. O americano Pat Mooney reforçou a fala de Genevieve: “Desde a Rio 92, é possível ser dono dos elementos da cadeia periódica e dos códigos genéticos dos seres. Agora o capitalimo está atrás do restante. Através da nanotecnologia e da biotecnologia, é possível tornar os elementos da natureza em produtos”.

Ivan Trindade

Porto Alegre – O segundo dia de atividades do evento Plenárias, Diálogos e Narrativas rumo à Rio +20 contou com uma plenária sobre alternativas à chamada economia verde, terminologia que os grandes capitalistas utilizam para posar de preocupados com o meio ambiente. Com o auditório da faculdade de direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul repleto, a francesa Genevieve Azam abriu as falas dizendo que o agora capitalismo verde quer em 2012 saquear o que não conseguiu saquear em 1992, época da Eco 92. “Antes eles garantiram a parte morta da natureza e agora querem a parte viva”, disse a ativista da ATTAC.

O americano Pat Mooney reforçou a fala de Genevieve: “Desde a Rio 92, é possível ser dono dos elementos da cadeia periódica e dos códigos genéticos dos seres. Agora o capitalimo está atrás do restante. Através da nanotecnologia e da biotecnologia, é possível tornar os elementos da natureza em produtos”. Além da crítica ao modelo de negócios da economia verde, Mooney mostrou-se alarmado com ações de governos, que não só não aceitam a responsabilidade pelos danos causados ao planeta, como estão tentando modificar o modo como a natureza funciona para adequá-lo ao modus operanti do capitalismo: “Eu chamo isso de geopirataria, Dois exemplos são o estímulo à super-reprodução de planctons, para que a absorção de CO2 seja maior.

De outra forma, o governo inglês está preparando um vulcão artificial que lançará cinzas à estratosfera para diminuir a penetração dos raios do sol e diminuir o aquecimento global”. E o pior, segundo, Mooney é que as as nações desenvolvidas não precisam de aprovação da ONU para fazer isso. Mooney encerrou com uma analogia sobre a geopirataria: “É como se aqueles que destruíram a casa, nos garantissem que acharam um jeito de reconstruí-la sem parar de derrubar as paredes”.

A seguir, falou o representante do Greenpeace, Pedro Torres, que enumerou os fatos que não se enquadram nas alternativas à economia verde. “Nessa alternativa, não cabe Belo Monte, não cabe a energia nuclear, que é suja e perigosa. Não cabem também as termoeléticas, como a que estão construindo em Soape, Pernambuco, que será a mais poluente do mundo, pois usará o diesel como combustível. Da mesma forma, o novo código florestal também não se encaixa. Esperamos que Dilma vete os artigos que premiam os desmatadores”.

O padre Dario, do movimento Justiça nos Trilhos, propôs uma viagem aos participantes ao contar a situação da região de Carajás, na divisa do Maranhão com o Pará: “Lá está a maior mina de minério de ferro do mundo, e a sua produção sai pela ferrovia que tem o maior trem do mundo, com 400 vagões. O Brasil gosta de se orgulhar desses números. Com dinheiro público, a Vale segue explorando o minério brasileiro e exportando, ao invés de beneficiá-lo aqui mesmo. Assim o Brasil segue comprando o produto industrializado mais caro enquanto vende matéria prima barata. E, depois de 30 anos desse processo, o que propõem? A duplicação da ferrovia!”.

O indígena equatoriano Rodrigo De La Cruz, representante da Coica, denunciou o desrespeito aos territórios indígenas em toda a América Latina, sempre pelo mesmo motivo: “São esses territórios que abrigam grande parte da biodiversidade das florestas. É preciso garantir a integridade dos territórios e a preservação dos seus valores culturais”. Cruz criticou também a criminalização do movimento indígena: “No Equador, há 200 índios presos”.

Alex Conceição, representante do MST e da Via Campesina, pediu o fim do uso de agrotóxicos pelo agronegócio. “Todo brasileiro ingere mais de cinco litros de agrotóxicos por ano. A agricultura brasileira e a política agrária é ditada por sete empresas multinacionais”, protestou Conceição. Para o trabalhador rural, uma verdadeira alternativa a qualquer projeto de economia verde no Brasil precisa passar pelo veto do novo código florestal e por uma reforma agrária verdadeira.

O mediador Pablo Solon encerrou as discussões com a constatação de que o capitalismo verde já está instalado e pediu resistência: “Querem especular com a natureza, como fizeram com o dinheiro. Não se pode permitir. Na economia verde, só se pensa em preservar o que tem algum valor. Há que se reconhecer que a natureza tem seu próprio ritmo e que o homem não é dono dela, mas parte dela”.

Os debates rumo à Rio +20 seguem nesta sexta-feira, 27.

Fotos: Ivan Trindade

*Carta Maior

A FACISMO (DES)NUDADO COMO SOLUÇÃO DO GOVERNO PAULISTA


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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