Arquivo para 28 de fevereiro de 2012

MEC DEFINE PISO NACIONAL DO MAGISTÉRIO: R$ 1.451

Em meio a grita de governadores, prefeitos e proprietários de empresas de ensino o Ministério da Educação (MEC) definiu o piso nacional do magistério em R$ 1.451. Em relação ao piso de 2011, o aumento foi de 22,22%. O reajuste é calculado com base no crescimento do valor mínimo por aluno do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) no mesmo período.

De acordo com a Lei do Piso, nenhum professor deve receber menos que o valor estabelecido em uma jornada de 40 horas semanais. É aí que os governadores estrebucham sem qualquer sucesso, porque o Supremo Tribunal Federal (STF) com firmou a legislação.

Os governadores estrebucham afirmando que não têm orçamento suficiente para pagar o piso integral estabelecido pelo governo federal. Quando os governos não têm verba para pagar os professores a União complementa o que está faltando, só que desde 2008, nenhum estado ou município recebeu o complemento, porque nem os estados e municípios conseguiram provar falta de verba.

Outro fator que leva os governantes a estrebucharem é o critério de reajuste. Para eles o reajuste deveria ser feito como em outras categorias: seguir o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Mas os governantes não estão estrebuchando sozinhos. A Câmara dos Deputados tramita um projeto de lei cujo objetivo é alterar o parâmetro da correção para o índice da inflação.

Mas a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) não dorme no ponto. Já convocou, para defender os direitos da categoria que se encontram ameaçados, uma paralisação geral dos professores para os dias 14, 15 e 16 de março. A meta principal é cobrar o cumprimento da Lei do Piso.

DEPUTADO FEDERAL SABINO CASTELO BRANCO É CASSADO PELO TRE-AM E DE QUEBRA SEU FILHO TAMBÉM

O Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TER-AM) cassou, por unanimidade, nesta tarde de segunda-feira, o mandato do deputado federal Sabino Castelo Branco. O desembargador, Flávio Pascarelli, foi o relator do processo e votou pela cassação e inelegibilidade de Sabino Castelo Branco por oito anos por uso indevido de meios de comunicação e abuso do poder econômico.

Na ocasião da decisão proferida pelo TER-AM, o vereador Reizo Castelo Branco (PTB), filho do deputado federal Sabino Castelo Branco, também ficou inelegível por oito anos, não podendo concorrer à reeleição neste ano. Contudo, o vereador Reizo castelo branco pode permanecer no cargo público até o fim de seu mandato. Já o pai Sabino, para se manter no cargo de deputado federal, deve entrar com um embargo de declaração no próprio TRE-AM. Feito isso, Sabino pode conservar o cargo público até o julgamento deste recurso.

Medidas estão sendo realizadas pelo advogado do deputado, Délsio Santos, para evitar a cassação do mandato de seu cliente. Delsio Santos alega cerceamento de defesa, como justificativa para pedir a anulação do julgamento.

Ainda que esta decisão do TRE-AM tenha que ser confirmada, passando por outras instâncias da justiça eleitoral, a cassação e inelegibilidade de pai e filho no cenário da política profissional, evidencia a exploração midiática da miséria do povo, praticada a muito tempo por vários aproveitadores das condições desumanas e de sobrevivência que muitos se encontram em Manaus devido políticas, no âmbito municipal e estadual, completamente deslocadas do bem comum.

PROFESSORES DA SEDUC/AM SÃO REMANEJADOS DAS DISCIPLINAS QUE FORAM CONCURSADOS PARA MINISTRAREM DISCIPLINAS ALHEIAS

Professores de escolas do estado que foram aprovados em concurso promovido pela Secretaria de Educação do estado do Amazonas (Seduc/AM), de acordo com os cursos que são formados, estão protestando contra algumas escolas onde estão lhes obrigando a ministrarem disciplinas que fogem de sua formação universitária.

Por exemplo, professor de Língua Portuguesa foi remanejado para ministrar Ensino Religioso. Não importa que o professor seja ateu. E o mais tocante: algumas escolas estão necessitando de professores de Língua Portuguesa. Um caso de sabotagem do ensino visto que uma das maiores queixas sobre a deficiência da educação no estado do Amazonas encontra-se nas práticas ligadas ao ensino de Língua Portuguesa. O Amazonas é um dos estados do Brasil onde os jovens e as crianças têm pouca prática de leitura e escritura. Uma breve constatação é perceber quantas livrarias tem a não-cidade de Manaus e quantos escritores.

É um caso de violência pedagógica-educacional. O professor quando entra na universidade escolhe o curso que mais ele se identifica e acredita poder desdobrar os conhecimentos adquiridos em atos concretos na sociedade. Um professor quando é licenciado em geografia, acredita que pode muito bem expressar o discurso geográfico na escola em que vai trabalhar. Mas quando ele é remanejado para outro discurso de outra disciplina ele sofre uma violência epistemológica que o leva – para continuar lecionando – a entrar na ordem ficcional da disciplina que não domina o discurso. Como está em ficção seu ensino jamais se materializa como realidade necessária à sociedade. Essa violência é conhecida também como “quebra galho pedagógico”. Os professores que façam seus malabarismos mentais para continuar na escola e defender seus salários.  

As queixas de hoje não têm nada de novo. O fato já se tornou comum nas escolas do estado do Amazonas, mormente de Manaus. É uma prática muito bem estimulada pelas secretarias de educação dos governos reacionários que se apossaram do estado há quase 30 anos. A educação no estado é apenas um reflexo da insuficiência política desses alcunhados administradores.

Agora, cabe aos professores tomarem o fato como pauta imprescindível para ser discutida e tentar encontrar uma solução para esta violência. Uma discussão profissional em si mesma, porque pouco tem que esperar do governo.

Uma discussão filosófica/educacional que não conte com a presença do sindicato dos professores que é pelego, e vive atrelado a prefeitura e ao estado. Ainda porque, tratando-se de discussão filosófica/educacional o sindicato dos professores não tem qualquer corpus que possa compor com essa potência revolucionária/criadora que é o devir filosófico/educacional.

DEFESA DE TESE DE DOUTORADO DO BIÓLOGO YUDI ODA

O biólogo e professor da Universidade Federal do Amazonas (UFAM),Yudi Oda, cursando doutorado na Universidade Federal de Santa Catarina estará defendendo sua tese no dia 28 de fevereiro às 14 horas no Auditório do PPGECT.

A tese de doutorado de Yudi Oda por seu ineditismo pode ser considerada um trabalho de grande envergadura científica, filosófica, pedagógica, política e sociológica. “Docência Universitária e Ensino de Parasitologia e Microbiologia: o caso da Região Norte”, o título da tese, por si só mostra a pluralidade de encadeamentos de saberes que carrega. Uma cartografia de saberes que não se reduz apenas a um trabalho universitário. Ou como se costuma burocraticamente dizer: uma dissertação acadêmica.

Os múltiplos percursos que o doutorando teve que compor como territórios existenciais de saberes e afetos fizeram com que todas as notas, antes virtuais, pudessem ser atualizadas como realidade que salta dos limites da tese. Uma concatenação de saberes e afetos que escapa do  simples exercício de quem precisa de um título acadêmico para concretizar seu carreirismo profissional, como ocorre com a maioria dos professores que se aventura no mestrado e doutorado. Acompanhado sempre da vaidade burguesa que domina os esquálidos e inseguros profissionais do ensino. Tudo que o pensamento dogmático do Estado espera de seus tristes súditos. 

                         Abraços afinados!

“Vallejos sabe o que aconteceu com meu pai: Queremos escutá-lo na Comissão da Verdade”

O filho de Francisco Tenório Cerqueira, pianista de Vinícius de Moraes desaparecido em 1976 após ser sequestrado por supostos elementos da ESMA, pediu que o repressor Vallejos seja interrogado na Comissão da Verdade brasileira, cujas deliberações começariam no primeiro semestre do ano. “Vallejos sabe o que aconteceu com meu pai. Queremos escutá-lo na Comissão da Verdade. Gostaria de vê-lo cara a cara e questioná-lo”, disse Francisco Tenório Cerqueira Neto.

Darío Pignotti – Página/12

Brasília – O filho de Francisco Tenório Cerqueira, pianista de Vinícius de Moraes desaparecido em 1976 após ser sequestrado por supostos elementos da ESMA, pediu que o repressor Vallejos seja interrogado na Comissão da Verdade brasileira, cujas deliberações começariam no primeiro semestre do ano. “Vallejos sabe o que aconteceu com meu pai. Queremos escutá-lo na Comissão da Verdade. Gostaria de vê-lo cara a cara e questioná-lo para terminar com as perguntas que nunca tiveram respostas em todos estes anos… Este homem não pode ficar em liberdade, tem que continuar preso”, exige Francisco Tenório Cerqueira Neto.

– Vallejos afirmou que Astiz assassinou seu pai, acredita nessa versão?

–Não sei se inventou algo, se contou tudo que sabe… isto não é o importante. Nossa família esteve acompanhando todos estes anos o que aconteceu e estamos certos de que grande parte do que disse é verdade. Quase não temos dúvidas de que meu pai foi torturado e foi interrogado por argentinos e por brasileiros. A ditadura brasileira esteve metida nisto porque era parte da Operação Condor. Meu pai não foi o único brasileiro sequestrado, torturado e assassinado na Argentina. Se meu pai tivesse sido o único, poderia acreditar que houve erro, que os argentinos o apanharam e o mataram sem cumplicidade dos brasileiros. Mas foram vários casos de brasileiros opositores sequestrados na Argentina com o aval da nossa ditadura.

–Vinicius de Moraes havia sido expulso do corpo diplomático pouco antes da desaparição de seu pai. Ele entrou em contato com vocês?

– Eu era criança nessa época, mas lembro de que minha mãe conversou com Vinícius quando voltou da Argentina. Ele não gostava dos militares, foi muito solidário, acho que organizou um show com outros músicos para nos apoiar.

– Você espera que a Justiça brasileira processe Vallejos a partir do que se apure na comissão?

– Não sei. O Brasil nunca se interessou pelo crime. Nos deram as costas, chegaram à ironia de pedir que apresentássemos provas de uma pessoa desaparecida em outro país.

– E da Justiça argentina?

– Sabemos que lá se investigou, que a presidenta Cristina está comprometida, que se colocou uma placa em memória de meu pai em Buenos Aires. Isto é importante. Faz um tempo esteve aqui no Rio o diretor Fernando Trueba, inquieto com fazer algo sobre esta história. Sabemos que no exterior há mais sensibilidade, inclusive o governo argentino autorizou uma reparação econômica em 1999, mas a verdade é que não nos pagaram quase nada. Temos esperança de que o atual governo argentino nos atenderá.

Tradução: Libório Júnior

*Carta Maior

Prisão de repressor argentino pode abastecer Comissão da Verdade

Os organismos de segurança brasileiros desconheciam a vinculação de Claudio Vallejos com a prática de crimes contra a humanidade. Nos anos 80 havia reconhecido ter assassinado e torturado, assim como ter participado com Alfredo Astiz do assassinato do pianista Francisco Tenório Cerqueira Junior. “Essa confissão, de 26 anos atrás, agora pode ter toda a atualidade do mundo e pode ser tratada na Comissão da Verdade. Temos na prisão o repressor que conhece e também parece que participou na desaparição de um cidadão brasileiro em Buenos Aires”, diz Rose Nogueira, do grupo Tortura Nunca Mais. A reportagem é de Darío Pignotti, do Página/12.

Darío Pignotti – Página/12

Brasília – O diretor do presídio brasileiro de Xanxerê ignorava o que tinha nas mãos: “O argentino Claudio Vallejos está aqui, desde o dia 4 de janeiro, por estelionato. Não sabemos quase nada do que fez quando era repressor, como você diz que foi. Ficamos sabendo agora”. “Vallejos atuou na repressão durante a ditadura argentina que matou brasileiros, uruguaios, chilenos, italianos…”, explicamos ao agente penitenciário Luis Brandielli, que não saía de seu assombro: “É serio? Este homem esteve envolvido em tudo isso? Você poderia mandar alguma matéria sobre ele?”.

Este diálogo telefônico, ocorrido às 7h40min de sexta-feira, não deixa de ser revelador da desinformação que abunda nos organismos de segurança brasileiros em relação aos ex-agentes envolvidos em violações aos direitos humanos e ilustra bem a trajetória de Vallejos. Há três décadas o antigo membro da ESMA encontrou cômodo refúgio no Brasil, repetindo o itinerário de outros repressores desocupados que saltaram do terrorismo de Estado à delinquência comum.

A notícia sobre a prisão de Vallejos pôs em alerta a embaixada argentina em Brasília, que às 8h30min de sexta-feira já havia feito contato com os funcionários credenciados no sul para qualificar o preso alojado no interior do estado de Santa Catarina. “Ou trabalhamos rápido ou este senhor escapa porque seu advogado pode pedir a liberdade condicional a qualquer momento. É muito fácil de conseguir para um acusado de estelionato”, comenta uma fonte diplomática em troca de anonimato.

O Gordo Vallejos, pseudônimo bem dado a julgar pelo que descrevem as fotos de seu prontuário policial, já havia sido preso na cadeia estadual de Xanxerê pelo menos uma vez, por estelionato, e foi expulso do Brasil de onde, segundo fontes de organizações de direitos humanos, tem um filho. Em 1986, talvez se sentindo seguro pela impunidade que garantiam as eminentes leis argentinas de Obediência Devida e Ponto Final, o fugitivo se vangloriou da imprensa brasileira de ter matado 30 prisioneiros, torturado outros tantos e – aqui o mais importante – narrou como Alfredo Astiz assassinou o pianista de Vinicius de Moraes em março de 1976, em um dos primeiros crimes posteriores ao golpe de 24 de março.

“Essa confissão, de 26 anos atrás, agora pode ter toda a atualidade do mundo e pode ser tratada na Comissão da Verdade que a presidenta Dilma (Rousseff) criou. Temos na prisão o repressor que conhece e também parece que participou na desaparição de um cidadão brasileiro em Buenos Aires”, sustenta Rose Nogueira, do grupo Tortura Nunca Mais.

– O que disse pode lhe trazer consequências políticas, mas não jurídicas, porque no Brasil rege a anistia à ditadura.

– Permita-me corrigi-lo: a lei de anistia, ou se prefere de auto anistia, que lamentavelmente está em vigor, não pode anular delitos permanentes como o desaparecimento. Se nós podemos demonstrar na Comissão da Verdade, perante promotores que queremos que compareçam nas audiências, que Vallejos está incurso em um desaparecimento, acreditamos que poderia ser julgado. Digo isso porque já há uma decisão do Supremo reconhecendo que esse crime não prescreve. Obviamente haverá uma polêmica com os defensores da anistia.

A afirmação de Rose Nogueira, ex-companheira de cela da presidenta Rousseff nos anos 70, antecipa que os organismos de direitos humanos não cruzarão os braços ante o repressor, se é que ele permanecerá no Brasil. Tanto por sua proximidade com a desaparição do músico Tenório Cerqueira como por seu exílio no Brasil desde os primeiros anos da transição democrática, Vallejos pertence à cria da Operação Condor Brasil-Argentina, um dos capítulos menos conhecidos da década infame sul americana.

Qualquer promotor curioso, brasileiro ou argentino, poderia confrontar Vallejos com as revistas (que nos foram cedidas pelo Movimento Justiça e Direitos Humanos) nas quais, há 26 anos demonstrou estar muito bem informado sobre a presença, no Brasil, de repressores argentinos e até de crianças arrebatadas de seus pais em cativeiro. Está documentado que, nos anos 80, a Operação Condor providenciou abrigo aos seus homens em retirada ante a “ameaça” democrática.

Os chilenos, com apoio do ditador paraguaio Alfredo Stroessner, criaram a conhecida “confraria” em Assunção, e contaram com o apoio do Serviço de Inteligência de Defesa uruguaio, em 1992, para tirar de Santiago o incômodo bioquímico do DINA, Eugenio Berríos, pouco tempo depois assassinado em uma praia oriental.

Claudio Vallejos talvez possa lançar luz sobre a estrutura que facilitou os movimentos no Brasil do repressor Guillermo Suárez Mason, que repartia seu tempo entre movimentos desestabilizadores contra Raúl Alfonsín e encontros em São Paulo com Licio Gelli, da Loja Maçônica P2, de notória vinculação com as ditaduras dos anos setenta.

Tradução: Libório Júnior

*Carta Maior


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

esquizofia.wordpress.com

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

_________________________________

BLOG PÚBLICO

Propaganda Gratuita

Você que quer comprar entre outros produtos terçado, prego, enxada, faca, sandália, correia, pé de cabra ou bola de caititu vá na CASA UYRAPURU, onde os preços são um chuchu. Rua Barão de São Domingos, nº30, Centro, Tel 3658-6169

Pão Quente e Outras Guloseimas no caminho do Tancredo.
PANIFICADORA SERPAN (Rua José Romão, 139 - Tancredo Neves - Fone: 92-8159-5830)

Fique Frio! Sabor e Refrescância!
DEGUST GULA (Avenida Bispo Pedro Massa, Cidade Nova, núcleo 5, na Rua ao lado do DB CIdade Nova.Todos os dias).

O Almoço em Família.
BAR DA NAZA OU CASA DA VAL (Comendador Clementino, próximo à Japurá, de Segunda a Sábado).

Num Passo de Mágica: transforme seu sapato velho em um lindo sapato novo!
SAPATEIRO CÂNDIDO (Calçada da Comendador Clementino, próximo ao Grupo Escolar Ribeiro da Cunha).

A Confluência das Torcidas!
CHURRASQUINHO DO LUÍS TUCUNARÉ (Japurá, entre a Silva Ramos e a Comendador Clementino).

Só o Peixe Sabe se é Novo e do Rio que Saiu. Confira esta voz na...
BARRACA DO LEGUELÉ (na Feira móvel da Prefeitura)

Preocupado com o desempenho, a memória e a inteligência? Tu és? Toma o guaraná que não é lenda. O natural de Maués!
LIGA PRA MADALENA!!! (0 XX 92 3542-1482)

Decepcionado com seus desenganos? Ponha fé nos seus planos! Fale com:
PAI GEOVANO DE OXAGUIÃ (Rua Belforroxo, S/N - Jorge Teixeira IV) (3682-5727 / 9154-5877).

Quem tem fé naõ é um qualquer! Consultas::
PAI JOEL DE OGUM (9155-3632 ou paijoeldeogum@yahoo.com.br).

Belém tá no teu plano? Então liga pro Germano!
GERMANO MAGHELA - TAXISTA - ÁGUIA RADIOTAXI - (91-8151-1464 ou 0800 280 1999).

E você que gostaria de divulgar aqui seu evento, comércio, terreiro, time de futebol, procurar namorado(a), receita de comida, telefone de contato, animal encontrado, convites diversos, marocagens, contacte: afinsophiaitin@yahoo.com.br

Outras Comunalidades

   

Categorias

Arquivos

Blog Stats

  • 4.245.600 hits

Páginas

fevereiro 2012
D S T Q Q S S
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
26272829  

Arquivos