Arquivo para 1 de março de 2012

PROTESTOS EM MADRID, BRUXELAS, ATHENAS E LISBOA CONTRA MEDIDAS PARA CONTER A CRISE PROVOCADA PELO CAPITALISMO

As medidas usadas pelos países europeus para conter a crise do capitalismo neoliberal   tem estimulado várias manifestações por parte das populações contrárias às decisões dos governos e empresários do Velho Mundo. Para os manifestantes as medidas vão levar os trabalhadores ao desemprego e ao empobrecimento.

Atenas, Lisboa, Bruxelas e Madrid são algumas cidades em que as populações decidiram ir às ruas para protestarem contra tais medidas adotadas para conter a crise. E como sempre acontece em manifestações como estas a reação dos governos foi de mandar suas polícias reprimir os manifestantes.

O que não arrefeceu os ânimos dos participantes das manifestações gigantescas que foram compostas nestas cidades. Cartazes de protestos com palavras de ordem como “Indignai-vos!”, foram erguidos durante as manifestações que reuniu centenas de milhares de pessoas.

Em Bruxelas, trabalhadores protestaram contra as medidas de contenção que serão aprovadas nas reuniões de cúpula da União Europeia, hoje, dia 1°.

“Construam uma outra política, a política de austeridade não funciona e criou um abismo entre os cidadãos europeus e os dirigentes da Europa”, discursou o secretário-geral do sindicato dos professores, Claude Rolin.

Por sua vez, Michèle Dehaen, do sindicato dos trabalhadores dos Correios (CGSP), disse que grande parte da dívida da Grécia se encontra em bancos suíços.

“A Grécia está em dificuldades, mas o equivalente a três vezes a dívida pública da Grécia, está em bancos na Suíça. Logo, há formas de obter o dinheiro sem que os trabalhadores sejam penalizados.

Apesara das manifestações anti-austeridade por toda a Europa, os líderes da UE, vão assinar, nesta sexta-feira, aqui em Bruxelas, o novo pacto orçamentário. Mas os sindicalistas acreditam que esse tratado pode conduzir a Europa à recessão”, disse Dehaen. 

INSPEÇÃO EM FOLHA DE PAGAMENTOS DOS TRIBUNAIS DEVE SER RETOMADA PELO CNJ

O ministro Luiz Fux do Supremo Tribunal Federal (STF) respondendo a uma petição protocolada pela corregedora Eliana Calmon, questionando até onde a decisão do ministro Ricardo Lewandowsky deveria interferir no trabalho da corregedoria, esclareceu que a Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pode retomar as inspeções em folhas de pagamentos dos tribunais do país. O ministro Lewandowsky através de uma liminar apresentada no final do ano passado interrompeu a apuração iniciada no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ/SP).

Para a ministra Eliana Calmon disse que a apuração não tem qualquer ilegalidade, visto que o cruzamento das folhas de pagamentos dos tribunais com a declaração de bens dos juízes remonta às origens do CNJ.                             

No despacho, o ministro Luiz Fux afirma que essa atividade está liberada, conquanto que a apuração não use dados sigilosos, na forma de informações do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e do Banco Central.

Ele também determinou que a Corregedoria do CNJ, o Banco Central e o Coaf prestem mais informações ao processo, em resposta à demanda das associações de juízes.

A PALAVRA DE HONRA DE SERRA

José Serra, político reacionário representante da elite ignara paulista, foi eleito prefeito de São Paulo em 2004. Durante sua campanha eleitoral jurava de pés juntos que iria terminar o mandato para o qual foi eleito, por isso pedia a consideração do eleitor. O eleitor considerou, o elegeu, mas um ano e três meses depois deixou a prefeitura de sua jura para se candidatar governador de São Paulo.

Eleito governador jurou novamente de pés juntos que se o eleitor lhe depositasse consideração e fosse eleito iria completar o mandato ao qual foi eleito. Chegado o frisson da eleição para o cargo da Presidência da República o reacionário Serra largou o governo de São Paulo para se candidatar à Presidência. Levou um belo e inesquecível couro da primeira presidenta do Brasil, Dilma Vana Roussefff.

Hoje, ano 2012, ano de eleição municipal, o velho reacionário continua circulando em sua posição molar. Vai disputar as prévias de seu partido, o retrógado representante da direita ultraconservadora do Brasil, PSDB. Ciente que vai ganhar a indicação para concorrer à prefeitura da capital do estado de São Paulo o molar Serra já jurou de pés juntos que vai cumprir o mandato que termina em 2016.

“Estou sendo candidato para governar a cidade até quando o mandato terminar, até 2016. Sei que esta questão vai ser posta, principalmente pelos adversários, mas vou cumprir os quatro anos, e isso é mais do que uma promessa.

O sonho – da Presidência – não está enterrado, mas sim adormecido. Estou no auge da minha energia”, afirmou o sincero Serra.

Será que alguém ainda acredita em Serra?

Occupy Wall Street revela poder da ‘nova classe trabalhadora’

De passagem pelo Brasil para três conferências e lançamento de um novo livro, o renomado geógrafo marxista inglês aponta as relações históricas entre o capital e o processo de urbanização, relaciona o processo de acumulação das corporações ao mercado imobiliário e vê os movimentos urbanos, da Comuna de Paris ao Occupy Wall Street, como um vetor poderoso para luta pelo socialismo e a justiça social.

Marcel Gomes

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São Paulo – Sim, a classe trabalhadora ainda pode revolucionar o mundo em direção à justiça social e ao socialismo. Mas, não, ela não está mais no chão das fábricas. Agora, os “trabalhadores de Marx” só podem ser encontrados nas ruas das grandes cidades globais.

É com essa análise, ao mesmo tempo crítica e cheia de esperança, que o renomado geógrafo inglês David Harvey conduz as conferências que profere no Brasil nesta semana, na PUC-SP, na USP e na UFRJ.

“Precisamos redefinir quem é a classe trabalhadora e, para mim, é aquela que produz vida urbana”, disse ele, na noite de terça (28), a jovens que lotaram o auditório da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP – e para muitos outros que não puderam entrar e o assistiram por um telão instalado no pátio.

Como argumentos para sua reflexão, ele relaciona a força dos protestos de Seattle contra a Organização Mundial do Comércio, em 1999, a mobilização em Mar del Plata contra a Alca, em 2005, e o movimento Occupy Wall Street, que estimulou ações semelhantes em outras cidades do mundo.

Longe de ser uma novidade, o próprio geógrafo inglês lembra outros movimentos anti-sistema que também tiveram características urbanas, como Comuna de Paris, em 1871. “É a revolução de caráter urbano mais clássica”, afirma ele, sobre o movimento revolucionário que tomou a capital francesa por três meses e lançou um governo popular.

Trajetória teórica
Convidado pela Boitempo Editorial para lançar seu novo livro, “O enigma do capital” (240 páginas, R$ 39), Harvey ainda retoma nas conferências conceitos desenvolvidos ao longo de sua trajetória intelectual.

Entre eles, as dinâmicas financeiras que resultam na criação das regiões metropolitanas (sub-urbanização) e o enriquecimento das corporações com a especulação imobiliária (acumulação por espoliação).

Sua experiência como geógrafo e especialista em estudos urbanos o faz ver como previsível a forte relação entre as crises financeiras do capitalismo e o mercado imobiliário – para ele, o histórico destino prioritário dos excedentes do capital.

É dessa maneira que Harvey enxerga o mercado imobiliário contemporâneo, que, do dia para a noite, ergue novos condomínios, bairros e até cidades inteiras. Foi assim nos Estados Unidos do pós-guerra, e é assim hoje na China e até em algumas regiões do Brasil.

Sub-urbanização
Diante da crise econômica dos anos 30, o governo dos Estados Unidos investiu em obras de infra-estrutura e na construção civil em geral para reaquecer a economia do país.

Foi a partir desse período que surgiram os grandes subúrbios norte-americanos, que resultaram nas grandes regiões metropolitanas de Nova York, Chicago e Los Angeles.

A partir dos anos 70, o modelo entrou em crise junto à economia do país. Os crescentes déficits do balanço de pagamentos geraram a desvalorização do dólar (alguma semelhança com a conjuntura atual?) e levaram a uma reorganização da economia global.

Em 71, o banco central dos Estados Unidos acabou com a ancoragem do dólar em relação ao ouro, dando ponto final ao sistema de câmbio fixo. O adeus aos acordos firmados na conferência de Bretton Woods, em 1944, gerou um novo ciclo recessivo, agravado pelo primeiro choque do petróleo, em 1973.

A solução encontrada pelo governo norte-americano repetiu a escrita da primeira metade do século: incentivar os investimentos na construção civil.

A Lei da Recuperação Econômica, de 1981, incentivou a aplicação de recursos no ramo imobiliário e em 1983 a Fannie Mae foi autorizada a securitizar hipotecas convencionais. A crise do subprime, duas décadas e meia depois, estava em gestação.

Acumulação por espoliação
Nos subúrbios das grandes cidades norte-americanas, os novos proprietários de casas passaram a ser incentivados a usar mecanismos financeiros artificiais. “Casas que eram compradas por US$ 200 mil logo passavam a valer US$ 300 mil. Os proprietários podiam refinanciar a dívida e, de uma hora para outra, colocar US$ 100 mil no bolso”, explica o geógrafo.

A estabilidade social nessas área também é garantida por um rígido controle. Segundo Harvey, nos Estados Unidos a ameaça de demissões passou a ser utilizada pelos empregadores como uma arma contra as mobilizações populares. A cultura conservadora prosperou. “Não é à toa que a maioria tornou-se republicana”, afirma.

Mas o previsível estouro da bolha em 2008 ajudou a abrir rachaduras no sistema. Houve manifestações em diversas cidades norte-americanas contra a crise econômica, migrantes se levantaram em protesto a leis xenófobas e o movimento Occupy ganhou ruas e praças do país.

Sobre o Brasil, Harvey deixou poucas palavras. Lembrou que o país consegue, assim como a Argentina e outros “emergentes”, escapar da crise por uma razão singular: esses países se aproveitam das exportações de matéria-prima para a China.

Ele lembra, porém, que o governo chinês também segue a tradicional receita norte-americana de estimular o crescimento econômico através da construção civil e da urbanização, o que tende a gerar bolhas passíveis de explosão.

Dessa forma, também o Brasil não estaria imune, em um futuro próximo, de uma crise novamente relacionada à acumulação capitalista através do mercado imobiliário.

Produção de Harvey
David Harvey é um dos marxistas mais influentes da atualidade, reconhecido internacionalmente por seu trabalho de vanguarda na análise geográfica das dinâmicas do capital.

É professor de antropologia da pós-graduação da Universidade da Cidade de Nova York (The City University of New York – Cuny) na qual leciona desde 2001.

Foi também professor de geografia nas universidades Johns Hopkins e Oxford. Seu livro Condição pós-moderna (Loyola, 1992) foi apontado pelo Independent como um dos 50 trabalhos mais importantes de não ficção publicados desde a Segunda Guerra Mundial.

Seus livros mais recentes, além de O enigma do capital (Boitempo), são: A Companion to Marx’s Capital (Boitempo, no prelo) e O novo imperialismo (São Paulo, Loyola, 2004).

*Fotos: Divulgação/Boitempo

*Carta Maior

Minutos preciosos

Não é por acaso que todo ano de eleição começa com a corrida dos partidos em busca de alianças para garantir o maior tempo possível de TV. Como está acontecendo agora. Programas partidários, ideologia, planos de governo, nada disso importa para a maioria das coligações. O que interessa são os minutos no ar.

Laurindo Lalo Leal Filho

“Em ano de política…”. A expressão pode ser ouvida na boca das mais diversas pessoas em várias partes do país, reveladora do que é a política para muitos brasileiros. Confundem, com razão, ação política com ano eleitoral.

Às vezes há ainda o complemento: “nesse ano rola muito dinheiro” fechando o raciocínio de que se trata apenas de mais um negócio datado. Não sem alguma razão (ou muita?).

Por essas e por outras a vida política fica empobrecida reduzindo-se, para a maioria da população, ao ato obrigatório de votar.

Há várias explicações para essa alienação. Desde a herança simbólica do voto censitário, em vigor no Brasil durante toda a monarquia até os dias atuais, onde a política só surge no debate nacional três meses antes das eleições através do chamado “horário eleitoral gratuito” no rádio e na TV, que de gratuito nada tem. É pago às emissoras através de renúncia fiscal.

Claro que, ao longo dos períodos não eleitorais, circulam através da mídia informações políticas. Mas são informações organizadas pelos meios de comunicação segundo seus interesses. Apenas “in-formam”, ou seja colocam na forma os fatos prontos para serem servidos ao público.

Diferente seria se a política fosse comunicada, no sentido de torná-la comum a todos, dividida, partilhada. Seriam diferentes visões de mundo e de sociedade circulando através dos grandes meios de comunicação dando ampla possibilidade de escolha aos que as recebessem.

Temos hoje muita informação e pouquíssima comunicação. Somos talvez a única grande democracia do mundo onde não existe um programa de debates políticos em rede aberta, com alcance nacional, capaz de tornar comuns os fatos políticos do cotidiano.

Em livro recente, o professor Danilo Rothberg transcreve trechos do programa Newsnigth, da BBC, onde toda noite questões centrais para a vida do pais são debatidas (Jornalismo Público, Editora UNESP). Um bom exemplo de comunicação.

E aqui ao lado, na Argentina, a televisão pública dá outro exemplo positivo ao colocar no ar programas como El Debate. Nele defensores de posições divergentes sobre temas nacionais polêmicos são colocados frente-a-frente. A platéia convidada emite também sua opinião, através de dispositivos eletrônicos, antes e depois do debate. É significativo ver como o esclarecimento leva a mudanças (1).

São programas que colocam a política no dia-a-dia da população facilitando posteriores escolhas eleitorais. Aqui ficamos restritos às precárias mensagens partidárias oferecidas nos três meses que antecedem as eleições. Não que elas não sejam importantes mas é muito pouco.

Para candidatos e partidos ocupar o tempo no rádio e na TV é um jogo de vida ou morte. Muitos têm apenas esse espaço, garantido por lei, para se dirigir ao eleitor. Quantos não foram banidos das telas por se confrontarem com os interesses das emissoras? Exemplos, entre muitos: Saturnino Braga e Leonel Brizola vetados pela Rede Globo e Luiza Erundina, pela Bandeirantes.

A situação torna-se mais grave porque foi-se o tempo em que o voto era conquistado nos comícios. A televisão acabou com isso tornando-se o principal cabo eleitoral do pais.

Não é por acaso que todo ano de eleição começa com a corrida dos partidos em busca de alianças para garantir o maior tempo possível de TV. Como está acontecendo agora. Programas partidários, ideologia, planos de governo, nada disso importa para a maioria das coligações. O que interessa são os minutos no ar.

E nessa disputa feroz como eles são utilizados? Quase sempre com os mesmos critérios dos comerciais de sabonete. Se no dia-a-dia a TV não trata o telespectador como cidadão e sim como consumidor, nos programas eleitorais ele é tratado apenas como eleitor de quem se quer conquistar o voto. Nos dois momentos o mecanismo de sedução é o mesmo: a emoção se sobrepondo à razão.

Salvo exceções, honrosas, o horário foi transformado em um grande bazar sob o controle de profissionais de propaganda. A mesma lógica da programação convencional foi adotada pelas mensagens políticas. Numa vende-se mercadorias, na outra candidaturas.

Perde-se assim a grande oportunidade de ampliar o debate democrático oferecido por lei. Planos de governo são subordinados a trens que voam, projetos de pontes e estradas irrealizáveis feitos apenas para aparecer na TV, performances de artistas sem idéias em busca de votos e por ai adiante.

Ou o pior: o uso desse espaço precioso e privilegiado para banalizar temas sérios como, por exemplo, a legalização do aborto, transformado na eleição passada em peça publicitária de alto impacto.

Estamos diante de dois desafios: exigir das emissoras de rádio e de TV, no dia-a-dia, mais respeito pela política tornando-a objeto da comunicação e não apenas da informação e, ao mesmo tempo, cobrar dos partidos e candidatos um uso mais sério e conseqüente do “horário eleitoral”, um dos mais importantes espaços democráticos existentes no pais.

(1) Uma edição do programa El Debate, do Canal 7 da Argentina pode ser visto em (http://www.youtube.com/watch?v=vketL3W28kY).

*Laurindo Lalo Leal Filho, sociólogo e jornalista, é professor de Jornalismo da ECA-USP. É autor, entre outros, de “A TV sob controle – A resposta da sociedade ao poder da televisão” (Summus Editorial). Twitter: @lalolealfilho.

*Carta Maior

USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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