Arquivo para 3 de março de 2012

INDA TEM FRANCÊS QI DIZ QI A JENTI NUM SEMO SERO

@ TENSÃO ENTRE ÍNDIOS E FAZENDEIROS decorre da morosidade da Justiça brasileira para finalizar os processos relacionados às homologações de terras indígenas. Esta morosidade é que fomenta a tensão entre os índios, produtores rurais e fazendeiros do Mato Grosso do Sul, e dispõem os mesmos a resolverem as questões fundiárias de acordo com suas forças.

Essa afirmação foi feita pela desembargadora Kenarik Baujikian, uma das fundadoras da Associação dos Juízes pela Democracia (AJD).

“O Judiciário brasileiro precisa saber do reflexo do descumprimento da sua obrigação, que é fazer justiça. Nesse caso, acaba criando mais injustiça e isso é gravíssimo. É preciso ter consciência de que a falta de decisão está fomentando situações muito triste que estamos vendo agora, especialmente em Mato Grosso do Sul.

A demora na solução acaba reforçando os problemas que existem de violência, tensões, seja dentro das comunidades indígenas, seja nas outras comunidades que estão em volta. O Judiciário tem cumprido um papel de reforçar, na medida em que a questão da demarcação de vários processos está paralisada no Supremo Tribunal Federal (STF).

“A demora da Justiça contribui para violência e não só para isso como também para instabilidade geral em todos os sentidos, inclusive, econômico dos envolvidos. A pior coisa que pode acontecer é não se resolver esse problema logo, seja por meio das homologações, seja pelas questões que já estão no Judiciário.

Não é só o Judiciário. O Executivo tem também responsabilidade porque existem atribuições próprias do Executivo e isso não tem sido realizado. Estamos muito atrasado em relação a isso e o que só vem reforçar a questão de incerteza, tensão para todas as pessoas envolvidas”, afirmou a desembargadora. Inda tem francês…

@ PRESIDENTA DILMA VANA ROUSSEFF DEFENDE POLÍTICA DE COALIZÃO. Durante a cerimônia de posse do novo ministro da Agricultura e Pesca, Marcelo Crivela (PRB/RJ), que substituiu na pasta Luiz Sérgio, deputado do Partido dos Trabalhadores do Rio de Janeiro, a presidenta defendeu a necessidade de uma política de coalizão, e disse que não há contradição em defender a coalizão.

“A constituição de alianças políticas é fundamental para que o Brasil seja administrado, governado de forma democrática e, ao mesmo tempo, que o governo represente os interesses da nação.

Não há contradição em governar baseado em uma coalizão. Isso só é contraditório para aqueles que não percebem que é possível e necessário, quando se chega ao governo eleito pelo voto popular falar para todos os brasileiros’, disse Dilma.

Durante sua fala de agradecimento ao companheiro do PT, deputado Luiz Sérgio, Dilma chegou a ter a voz embargada ao dizer que às vezes se é obrigada a prescindir de colaboradores.

“Nós temos certeza, que ao longo do caminho, muitas vezes somos obrigados a prescindir de grandes colaboradores”, disse a presidenta. Inda tem francês…

@ A MINISTRA ELIANA CALMON, corregedora nacional do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) afirmou que o trabalho de investigação nas folhas de pagamento do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ/SP) e na evolução patrimonial dos magistrados vai recomeçar com “mais desenvoltura” . Para reforçar seu compromisso com a Justiça, a ministra Eliana Calmon, disse que a maioria dos membros da corte “espera de braços abertos pelo auxílio da corregedoria”.

O recomeço das investigações ocorre depois da queda da liminar do ministro Ricardo Lewandowski do Supremo Tribunal Federal (STF) que, em dezembro, suspendeu o processo investigativo sobre as movimentações financeiras em 22 tribunais do país, e que quarta-feira, dia 29, foi derrubada por força da decisão do ministro do STF, Luiz Fux, que autorizou a volta das investigações.

A afirmação da ministra ocorreu durante a solenidade comemorativa dos dez anos da instalação dos juizados especiais federais da 3ª Região.

“A grande maioria dos desembargadores de São Paulo quer, efetivamente, um diagnóstico real do que está acontecendo no tribunal, na folha de pagamentos”, disse a ministra. Inda tem francês…

@ “ELES VÃO ME MATAR”, afirmou a lavradora, líder comunitária, em Lábrea, município do Amazonas, Nilcilene Miguel de Lima. Há mais de três anos a lavradora vem afirmando que os madeireiros, grileiros e pistoleiros a ameaçam de morte, por isso ela está no Programa de Proteção dos Defensores dos Direitos Humanos. São nove homens armados que lhe dão proteção, mas nem essa escolta consegue lhe dá segurança que não será assassinada a mando dos inimigos dos povos trabalhadores. Mais uma violência contra trabalhadores rurais decorrente da ausência do Estado.

Nilcilene é presidenta da Associação Deus Proverá criada pelos pequenos produtores do assentamento para defender os assentados contra a invasão dos agressores nas terras e roubo de árvores. Como ocorre com líderes trabalhadores agrários nestas regiões com litígios agrários, a lavradora Nilcilene, passou a ser ameaçada de morte depois que começou a denunciar a participação de madeireiros e grileiros nas derrubadas de árvores e invasão de terra.

Nilcilene já foi espancada e teve seu cachorro morto pelos invasores. Certa vez, em maio de 2011, para fugir dos pistoleiros que estavam acampados na frente de sua casa, teve que se enrolar em um lençol. A ameaçada de morte é Nilcilene, mas seu marido, Raimundo Oliveira, também tem medo de ser também assassinado por isso passa o tempo todo sobressaltado. Quando sua esposa não pode ficar em casa, ele vaia para casa de amigos para se esconder.

Mas o grande dilema da líder agrária Nilcilene é quando acabar o direito a escolta policial. O contrato dos programas de proteção só dura três meses e, agora em fevereiro, terminou o primeiro contrato, mas a Comissão Pastoral da Terra intercedeu.

“Eu tô apavorada! Não tem condição de ficara aqui!

Está muito perigoso. O Raimundo não está mais dormindo sozinho em casa. Quando eu saio, ele tem que se esconder na casa de alguém, porque está correndo risco de vida.

Fazia tempo que eu não via eles tirarem tantas madeiras daqui. A serra comeu a noite toda, passaram mais de dez caminhões na estrada de casa.

Os madeireiros aproveitaram que a estrada está ruim e falaram para os produtores – os assentados – que eles consertam, desde que o povo pague com madeira. E o povo aceitou, tá todo mundo deixando eles pegarem madeira para consertar a estrada. No assentamento dá pra ver as toras de árvore empilhada”, disse a líder comunitária. Inda tem tem francês…

Vamos que vamos! Fomos?

A utopia de um sábio que jamais se calou

No ano de 1995, o professor Darcy Ribeiro conseguiu concluir e publicar a obra que mais desejava mostrar ao mundo: o livro O Povo Brasileiro: a Formação e o Sentido do Brasil.

Na verdade, Darcy passou a maior parte de sua vida almejando escrevê-lo. Por duas vezes na sua conturbada vida de antropólogo, indigenista, filósofo, educador, escritor e político, tentou concluí-lo, sendo sempre afastado do epílogo pelas batalhas em que sempre se envolveu. Só o fez, quando sentiu que tinha pela frente um inimigo que não podia vencer – a morte, que o rondava desde muito, mas que sempre adiava sua cartada final, pois ele a convencia de que ainda não era hora. Parece que houve um acordo final, nesse jogo de xadrez bergmaniano. Tomou a forma de uma pequena trégua.

Após escapar do CTI de um hospital, de onde quase ninguém acreditava que saísse vivo, Darcy encontrou forças do fundo do seu ser, exilou-se em Maricá e legou à posteridade essa obra – talvez a mais magistral de todas, da robusta lista de criações originais que fez sobre o nosso Brasil.

Em 2005, um documentário em linguagem televisiva procurou popularizar as ideias contidas no livro. Produzido pela Fundação Darcy Ribeiro, TV Cultura e GNT, dirigido por Isa Ferraz e materializado (em 2 DVDs), sugere estabelecer contato com o Brasil fantástico de Darcy e com o que significamos, segundo ele, como participantes da grande história universal.

Darcy parte de uma pergunta que o atormentou por toda a vida. Por que, a despeito de todas as condições favoráveis, o Brasil ainda não deu certo? Para superarmos o que nos amarrava, ele acreditava, era imperioso saber quem somos, qual a gênese de nossa formação e no que ela resultou. Nesse sentido, a idéia de lançar o conteúdo do livro em linguagem televisiva foi perfeita.

Sabemos que a sociedade contemporânea é da televisão. Ela está presente em todos os lugares e influencia fortemente o comportamento do cidadão no seu dia-a-dia. Acompanha-o quando acorda; nos ônibus e carros com que se desloca ao trabalho; nos restaurantes onde come e na sala de espera de seu médico ou dentista; no celular e na Internet; em casa, à noite, dividindo tempo precioso com a família. Ao empregá-la, as classes dominantes procuram manter os cidadãos amorfos, sem uma concepção de mundo própria. Na disputa pelo poder de Estado, ela constrói vitórias e derrotas eleitorais. Tornou-se um clássica, por exemplo, a manipulação promovida pelo Jornal Nacional nas eleições presidenciais de 1989, após o debate entre Collor e Lula, distorcendo a imagem do último a ponto de evitar sua provável vitória nas urnas.

Mas o uso apropriado de veículos como a TV também pode produzir resultados excepcionais, difundindo vastamente certas ideias, como já nos dizia Rossellini, com seu cinema pedagógico. Mostrar ao brasileiro a sua cara, através de um documentário baseado na obra de Darcy Ribeiro, é a estratégia mais correta para despertar as ideias contidas em seu livro, libertando-as do campo meramente acadêmico, em que poucos irão entendê-lo e lançando-as à população. Muito de acordo, aliás, com as concepções do próprio autor.

Embora doutor honoris causa pela Sorbonne, plenamente reconhecido em grandes universidades; criador, ele próprio da Universidade de Brasília, ministro da Educação no governo João Goulart e autor de livros ediados em vários idiomas, Darcy não foi uma unanimidade (se é que isto existe realmente) na academia. Sua história de “fazedor” desenvolve-se plenamente no campo, na ação da prática de vida-vivida, segundo o axioma marxista de que “os filósofos limitaram-se a interpretar o mundo de diversas maneiras, mas o que importa é transformá-lo” (Karl Marx, in Teses sobre Feuerbach).

Por suas atitudes, colecionou muitos seguidores, mas também muitos opositores. Darcy faz parte da galeria de grandes intelectuais, que pensaram o Brasil e desenvolveram, no pós-II Guerra Mundial, teses para nossa consolidação como uma das grandes nações do mundo. O grupo inclui Florestan Fernandes e a chamada Escola Paulista de Sociologia; intelectuais oriundos dos partidos de esquerda – comunistas, socialistas, e outros; economistas da escola cepalina, que influenciaram governos como os de Vargas, Juscelino, Jânio e João Goulart.

Profundo conhecedor do interior Brasil, principalmente pela estreita ligação com o Serviço de Proteção ao Índio (SPI), do Marechal Rondon, e com os indigenistas da época, como os irmãos Villas Boas, Darcy destacou-se pelos seus valiosos estudos sobre etnias indígenas brasileiras. Passou a ter dimensão nacional quando se aproximou do professor Anízio Teixeira e os educadores da “Nova Escola”, incorporando aos seus estudos a questão educacional no
Brasil.

Suas formulações teóricas sempre estiveram ligadas a uma prática política com um conteúdo ideológico definido: ele partia da concepção de que na raiz de um pensamento existem sempre interesses de classes, que determinam a sua essência. Darcy escolheu um lado, e este foi sempre o dos despossuídos, tendo grande capacidade de se colocar na posição do outro e de fazer do interesse do outro o seu problema.

Por suas ideias e ações políticas – exerceu, por exemplo, importante influência no governo João Goulart – granjeou muitos inimigos. Por isso, foi obrigado ao exílio, após o golpe de Estado de 1964. Mas jamais deixou de produzir.

Em 1968, lançou O Processo Civilizatório, em que se ateve a uma revisão crítica dos esquemas conceituais propostos pelos estudos clássicos de antropologia. Esboça uma nova visão acerca do desenvolvimento humano que gera forte impacto, haja vista não estar enquadrada nos esquemas teóricos tradicionais.

Darcy se queixa: “… nos faltava uma teoria geral, cuja luz nos tornasse explicáveis em seus próprios termos, fundada em nossa experiência histórica. As teorizações oriundas de outros contextos eram todas elas eurocêntricas demais e, por isso mesmo, impotentes para nos fazer inteligíveis. Nosso passado, não tendo sido o alheio, nosso presente não era necessariamente o passado deles, nem nosso futuro um futuro comum. (…) O processo civilizatório é minha voz nesse debate. Ouvida, quero crer, porque foi traduzida para as línguas de nosso círculo ocidental, editada e reeditada muitas vezes é objeto de debates internacionais nos Estados Unidos e na Alemanha. A ousadia de escrever um livro tão ambicioso me custou algum despeito dos enfermos de sentimentos de inferioridade, que não admitem a um intelectual brasileiro o direito de entrar nesses debates, tratando de matérias tão complexas. Sofreu restrições, também, dos comunistas, porque não era um livro marxista, e dos acadêmicos da direita, porque era um livro marxista. Isso não fez dano, porque ele acabou sendo editado e mais lido do que qualquer outro livro recente sobre o mesmo tema” (Darcy Ribeiro, in O Povo Brasileiro).

Seguindo a esteira de grandes pensadores da sociedade brasileira, desde a Semana de Arte Moderna de 1922, Darcy nos via na construção de uma civilização original: tropical, mestiça e humanista. Dos índios, segundo ele, herdamos a capacidade e o talento para o convívio; dos negros, a espiritualidade e a ação sobre o invisível e o não dito; dos europeus a tecnologia e racionalidade. Estaríamos prontos, pois, para ser uma das civilizações do mundo. Seriamos o novo, capaz, na medida em que tomássemos conhecimento de nós mesmos, de contribuir para o avanço histórico da humanidade.

“Nessa confluência, que se dá sob regência dos portugueses, matrizes raciais dispares, tradições culturais distintas, formações sociais defasadas se enfrentam e se fundem para dar lugar a um povo novo, num novo modelo de estruturação societária. Novo porque surge como uma etnia nacional, diferenciada culturalmente de suas matrizes formadoras, fortemente mestiçada, dinamizada por uma cultura sincrética e singularizada pela redefinição de traços culturais delas oriundos. Também novo, ainda, porque é um novo modelo de estruturação societária, fundada num tipo renovado de escravismo e numa servidão continuada ao mercado mundial. Novo, inclusive, pela inverossímil alegria e espantosa vontade de felicidade, num povo tão sacrificado, que alenta e comove a todos os brasileiros.” (Darcy Ribeiro, in O Povo Brasileiro).

O documentário desenvolve as teses darcinianas seguindo o roteiro do livro. Ao longo de sete capítulos, ele nos fala sobre nossas matrizes: tupi, lusa e afro. Aborda o encontro dessas matrizes e a estruturação do modo de vida, costumes e tradições: cabocla, caipira, crioula, sertaneja, e sulina. Por fim, discute os caminhos para o Brasil atual, ressaltando principalmente nossas homogeneidades (tais como a língua, comportamentos, etc.), e ao mesmo tempo, nossas diversidades.

Mais do que uma junção de etnias formando uma outra, e única (a brasileira), o Brasil é um povo-nação, ajustado a um território próprio para nele, juntos, viver o seu destino. Suas gentes teriam se amalgamado, a princípio, pelo peculiar instituto do cunhadismo, originário da cultura indígena. Formaram um ser, “um ninguém” – o brasileiro primitivo, que teve de procurar o sentido de sua existência como ser diverso das culturas matrizes.

Para Darcy Ribeiro formamos a maior presença neolatina no mundo, uma “Nova Roma”. Melhor do que a anterior, porque radicalmente lavada em sangue índio e negro. Esta singularidade nos condena a nos inventarmos a nós mesmos.

Também nos desafia a construir uma nova sociedade, inspirada nas nossas gêneses, despontando no cenário mundial com nossas próprias particularidades Darcy acreditava que o Brasil estava diante de uma encruzilhada, a partir da reordenação do mundo globalizado, provocada pela terceira revolução industrial. Impaciente, via que poderíamos perder essa oportunidade, a exemplo do que aconteceu no século XIX – quando não nos industrializamos e permanecemos como exportador de matérias primas. Vem dai sua insistência na pauta prioritária da educação como mola motriz do nosso desenvolvimento, em uma época na qual dominar o conhecimento tornou-se o elemento decisivo no processo de emancipação de um povo.

Utópico no melhor da sua essência – movido por aquela utopia de que nos fala Karl Mannheim que é a incongruência perante a realidade – Darcy é uma das figuras mais fascinantes do século XX. Viveu plenamente suas utopias, não se importando se elas não se realizavam. Sua contribuição ao Brasil, até hoje pouco compreendida, pode nos dotar de uma proposta original. Abre caminho para participar de fato do novo cenário internacional. Exige que venham à tona do fundo de nossas humanidades, e num quadro de declínio de civilizações, novas formas de viver. Pacíficas, alegres e sábias, capazes de recompor a aliança do ser humano com a natureza e a criatividade.

Darcy achava que, por nossa peculiar formação, nós seriamos seus arautos.

Serra da Mantiqueira, fevereiro de 2012.

Arlindenor Pedro é professor de história e especialista em Projetos Educacionais. Anistiado por sua oposição ao Regime Militar de 1964, atualmente dedica-se ao cultivo de flores tropicais na Região das Agulhas Negras.

Contato : arlindenor@newageconsultores.com.br
Blog: arlindenor.wordpress.com


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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