Arquivo para 21 de março de 2012

DILMA LANÇA PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO NO CAMPO

 Com o objetivo de formar agricultores em universidades e em cursos técnicos para que depois seus saberes sejam aplicados na produção do aumento de produtividade das pequenas empresas e garantir a distribuição de renda, a presidenta Dilma Vana Rousseff  lançou o Programa Nacional de Educação no Campo (Pronacampo). Na prática o programa vai usar disciplinas e material condizentes com a realidade do campo. O que se realizará como uma educação diferenciada. As metas do programa estão previstas para o período 2012-2014.

        Os estados, municípios e Distrito Federal terão apoio financeiro e técnico do Pronacampo para que sejam implementadas as políticas de ensino voltadas para áreas de quilombolas e escolas de áreas rurais.

      Quatro são os eixos em que o programa está dividido.

      1 – gestão e práticas pedagógicas.

      2 – formação de professores.

      3 – educação de jovens e adultos e educação profissional e tecnológica.

      4 – infraestrutura física e tecnológica.

     O programa tem também o direcionamento de atingir uma área grande de moradores dos quilombolas e assentamento de reforma agrária que vivem em extrema pobreza, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e que pela educação podem mudar suas condições de existências.

     “Estamos apostando que esta geração e, sobretudo, que uma outra geração vai se beneficiar com tudo isto, mudando a feição do campo brasileiro, garantindo que ele será um local digno de se morar.

    Dentro de nossa estratégia de combate à miséria no país, este programa é um dos eixos estratégicos, porque aposta não retirar as pessoas da condição de miséria, mas em garantir que as gerações futuras tenham um outro tipo de horizonte, de oportunidades pela frente.

     E isso não se faz sozinho, mas em parceria com governadores, com entidades representativas do campo”, afirmou Dilma.

ESPECIALISTA DIZ QUE A IMPLANTAÇÃO DA LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO NO BRASIL VAI SER DIFÍCIL, MAS POSITIVA

Toby Mendel, diretor executivo do Centro para o Direito e a Democracia, do Canadá, que acompanhou a implementação de leis de acesso à informação em mais de 20 países, ao participar de discussão sobre a implantação da Lei de Acesso à Informação, promovida pela Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), disse que o Brasil vai ter que mudar seu sentido cultural do segredo em acesso à informação. De acordo com Mendel, a implementação da lei vai sofrer bastantes posições contrárias, mas que ela será positiva para a sociedade brasileira.

      Para Toby Mendel, a classificação das informações, conforme o grau de sigilo deve ser feita por outra instância, e não pelo órgão detentor dos dados.

       “Esse papel deve caber preferencialmente à Justiça. Certamente será uma luta longa e árdua, com muitas batalhas. O Brasil não é, e não será o único país a ter problemas com esta lei. No Reino Unido, cerca de 100 mil órgãos se adaptaram a ela. Mas o impacto aqui certamente será positivo”, considerou Mendel.

     A Lei de Acesso à Informação, que entra em vigor em maio, regulamenta o acesso a dados do governo pela imprensa e pelos cidadãos, e põe fim ao sigilo eterno de documentos oficiais estabelecendo prazo limite para o sigilo de 25 anos, para documentos ultrassecretos, 15 para os secretos e 5 para os reservados.

 

SERRA PROMETEU FICAR TODO O MANDATO NA PREFEITURA E AGORA DIZ QUE TUDO É “PAPELZINHO”. “NADA EM CARTÓRIO”

 José Serra, representante maior do partido da direita PSDB, voz da burguesia ignara, e candidato para disputar à prefeitura da capital do estado de São Paulo, falando sobre sua promessa, nas eleições de 2004, que ficaria todo o mandato, disse que assinou “um papelzinho”. E que não assinara nada em cartório.

      A questão foi levantada porque Serra novamente voltou a prometer que se eleito for nas eleições de 2012, para prefeito de São Paulo, ele irá cumprir o mandato até o último dia. Como Serra já é conhecido contumaz  candidato de duas palavras, nunca cumpre o prometido, o tema voltou a tona e está servindo de elemento de campanha para seus opositores, principalmente o candidato do Partido dos Trabalhadores, Fernando Haddad.

      Para se livrar da heresia religiosa de descumprido da promessa, e manter seus eleitores sob a ilusão de sua ‘justa palavra’, o candidato dos reacionários tentou se explicar.

       “Houve um debate, uma entrevista. O pessoal perguntou:”Se o senhor for eleito prefeito vaia sair para se candidatar à Presidência:”. Eu disse que não. “Então assina aqui”. Eu assinei um papelzinho. Não era nada… Eu estava dizendo a absoluta verdade”, afirmou Serra.

     Serra mais uma vez tripudia de si próprio ao negar que não assinou um termo de compromisso. No dia 14 de setembro de 2004, ao participar de um debate promovido pelo jornal reacionário da família Frias, seus amigos, Folha de São Paulo, ele assinou um documento afirmando que cumpriria todo ao mandato e não renunciaria para se candidatar a outro.

               “São Paulo, 14 de setembro de 2004.

         Eu José Serra, comprometo-me a, se eleito prefeito do município de São Paulo no pleito de outubro de 2004, cumprir os quatro anos de mandato na íntegra, sem renunciar à prefeitura para me candidatar a nenhum outro cargo eletivo”, teor do documento assinado pelo justo candidato da ralé retrógada.

        É claro que só acreditam nas promessas de Serra os indiferentes, para quem Serra sempre fala a verdade. Sua verdade, mas verdade. Como gostam os indiferentes.   

 

Aziz Ab’Saber e o Instituto da Cultura Árabe

Há muitas histórias para contar sobre Aziz Ab’Saber e seu papel como intelectual. Porém, sua ligação com a cultura árabe e por que ele foi, e para nós continua sendo, o Presidente de Honra do Instituto da Cultura Árabe, cabe-nos contar. A busca e a difusão do saber eram a vida dele. Nunca se negou a dividir e compartilhar o que sabia. Nunca se negou a dividir o que podia. Construiu e ajudou a construir, deu ideias, apoio e, principalmente, sua amizade incondicional. O artigo é de Soraya Samili e Michel Sleiman.

Soraya Smaili e Michel Sleiman

Essa é uma parte da vida do Eminente Professor e geógrafo brasileiro que nem todos conhecem. Embora tenha sido consciente e orgulhoso de sua origem árabe-libanesa, que sempre colocava lado a lado com a origem cabocla de sua mãe, Aziz Ab’Saber salientava que era um brasileiro. Por isso mesmo tinha apreço pela obra de Darcy Ribeiro, que sempre recomendava aos amigos e alunos. “O Povo Brasileiro deve ser lido e visto por todos nós, pois nos ajuda a entender como os árabes chegaram ao Brasil e como influenciaram a constituição da nossa cultura muito antes de a imigração árabe chegar”.

Certamente há muitas histórias para contar sobre Aziz Ab’Saber e o papel que desempenhou como intelectual. Porém, sua ligação com a cultura árabe e por que ele foi, e para nós continua sendo, o Presidente de Honra do Instituto da Cultura Árabe, cabe-nos contar.

Esse certame se inicia em 2004, quando começamos uma série de reuniões para discutir a formação de um instituto que divulgasse a cultura árabe em todos os seus aspectos universais e humanistas. O Professor Aziz, ao ser convidado, tomou parte das inúmeras e longas reuniões de formação. Afeito ao debate de ideias, participou ativamente da concepção do Instituto e foi defensor de um espaço de atuação onde deveria haver lugar para todos, mas onde se deveria discutir e divulgar em primeiro lugar a cultura. “A cultura”, dizia ele, “é um conjunto de valores sociológicos, antropológicos e animológicos. Não podemos nos deixar levar pelos fatos atuais e discutir os aspectos do contemporâneo ou os aspectos políticos, que são importantes, mas não são únicos”.

Com essas ideias, divulgadas continuamente e de maneira educadora e paciente, fez com que se acalmassem os ânimos dos que queriam discutir política e notícias do momento sem levar em consideração a parte histórica e a identidade cultural. Isso foi fundamental para estabilizar nossas posições e ações e para entendermos que nosso trabalho seria de longo prazo. Da mesma forma, ele não se cansava de afirmar que o “Instituto deveria ser um instituto da sociedade brasileira e não dos descendentes árabes. Essa será a nossa diferença e é o que o Brasil precisa”. De fato, o tempo mostrou que isso era necessário para garantir a continuidade do nosso trabalho. Deu-nos outras perspectivas e nos abriu os horizontes. Hoje, depois de quase oito anos de fundação, entendemos melhor o significado de suas palavras e verificamos que seus ensinamentos foram e continuam sendo cruciais.

Por essas razões que descrevemos tão suscintamente (há muito mais a falar), logo no início da formação do Instituto, decidimos que ele seria nosso Presidente de Honra, escolhido por aclamação na primeira eleição de diretoria. Claro que durante muito tempo ele procurou negar que seria um presidente de honra, pois não era afeito a títulos. Essa é uma característica do Professor Aziz que sempre agiu por ideais, por aquilo em que acreditava e não por projeção ou interesse pessoal. Após algum tempo de insistência da nossa parte, ele passou a aceitar silenciosamente quando fazíamos a referência, o que consideramos um privilégio.

Um marco nessa nossa história de formação do Instituto da Cultura Árabe foi o quanto o Professor Aziz se dedicou ao Instituto. Talvez porque ele visse um grupo de professores universitários, profissionais, escritores, jornalistas e estudantes tão empenhados na construção desse projeto. Decidiu que iria nos apoiar e nos ajudar e por isso não deixava de vir às reuniões, mesmo estando às vezes nos limites de sua condição física. Sua presença constante e a força do exemplo, bem como suas palavras e a duração de sua postura, foram elementos balizadores do nosso fazer cotidiano. E assim fomos fazendo e ele foi nos emprestando e concedendo sua força intelectual, sua habilidade de contar estórias, sua simpatia e seu imenso coração a um projeto em que ele acreditou e ajudou a impulsionar. Dessa forma também impulsionou todas as atividades do Instituto até onde pode. Esteve presente em inúmeras palestras, cursos, debates, homenagens, noites de poesia.

Uma das últimas atividades de que participou focava a mulher árabe, aspecto da sociedade árabe que ele considerava necessário discutir. Não se negou a participar de atividades nos lugares mais ermos da cidade e, como sempre, onde chegava atendia a todos, especialmente aos jovens e estudantes, que pediam para tirar fotos com ele. Devido à sua ligação com os livros e com o conhecimento, doou um conjunto grande de obras ao Instituto da Cultura Árabe, que se encontram guardados para a nossa futura biblioteca. Aliás, esse é um compromisso que firmamos com ele e que cumpriremos.

Durante o tempo em que convivemos, o Professor Aziz contou a história de sua família, a história de seu pai Nacib Ab’Saber, que traduz e resume a história de muitos outros imigrantes árabes no Brasil. Com a habilidade plena de um exímio contador de histórias, sempre incrementava a narrativa com aspectos poéticos e com muita leveza, mesmo para contar histórias muito sofridas. Por causa de seu desejo de resgatar a trajetória de seu pai e de sua família, nos propôs a formação do Centro de Estudos da Imigração Árabe no Brasil, que hoje está em andamento. O início desse projeto provém, como sempre ele fazia, de uma ideia simples, mas ao mesmo tempo complexa : “todos nós filhos ou descendentes devemos escrever, mesmo que seja em um pequeno pedaço de papel, a história de nossa família. Assim teremos um conjunto de histórias e escreveremos a história oral juntos”.

Além das histórias de Nacibinho e da infância do pequeno Aziz e seus irmãos, descobrimos que o Professor Aziz tinha uma verdadeira paixão por conhecer melhor os países árabes. Paixão essa que ele concretizou parcialmente em uma viagem feita com sua esposa Cléia e outros amigos da comunidade árabe, na década de 90. Dessa viagem ele trouxe na bagagem centenas de fotos que revelou e guardou por muitos anos. Ao apresentá-las para a diretoria do Instituto em uma ocasião em que fazíamos uma reunião na USP, ele falou da importância de mostrar essas fotos e fazer uma análise comparativa do solo, do relevo, do clima e do povo brasileiro com o que ele viu e conheceu no Líbano, na Síria e no Egito. O resultado foi, depois de alguns anos de elaboração, a exposição “Imagens e Paisagens do Mundo Árabe e o Brasil de Aziz Ab’Saber” que o Instituto da Cultura Árabe expôs na Caixa Cultural. Passados alguns anos da fundação deste Instituto, o fato marcante foi ouvi-lo dizer “Eu agradeço ao ICA (assim ele chamava carinhosamente) que me ajudou a resgatar a memória, a trajetória e a lembrança de meu pai e de minha família e permitiu que eu falasse sobre isso”.

O Professor Aziz nos mostrou que a busca e a difusão do saber eram a vida dele. Nunca se negou a dividir e compartilhar o que sabia e o que aprendeu. Nunca se negou a dividir o que podia. Paralelamente a isso construiu e ajudou a construir, deu ideias, deu apoio e, principalmente, deu sua amizade incondicional. Talvez não tenhamos ainda compreendido toda a dimensão do que ele nos deixou em gravações e escritos que buscaremos compilar e divulgar ao publico. Certamente temos um legado que persistirá e que nos norteará em nossa caminhada, pois seu pensamento e sua força inspiram e permanecem presentes.

Aziz Ab’Saber, presente e muito vivo!

(*) Soraya Smaili (Presidente do ICArabe, gestão 2004-2008) e Michel Sleiman (Presidente do ICArabe, gestão 2008-2012)

*Carta Maior


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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