Arquivo para 12 de maio de 2012

SABATINA MIDIÁTICA

Êxtase da informação: simulação. Mais verdadeira que a verdade. Jean Baudrillard

@ O ministro, Gilson Dipp, do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), um dos sete membros indicados pela presidenta Dilma Vana Rousseff para compor o colegiado da Comissão da Verdade que vai analisar documentos de violações dos direitos humanos entre os anos de 1946 e 1988, e durante o período tenebroso que foi a ditadura militar que tomou conta do Brasil entre os anos de 1964 e 1985, disse que a comissão não será revanchismo. Ela será a missão que resgatará o passado do país e a paz familiar. Ela não terá a função jurisdicional ou “perseguitória”, disse o ministro.

“A lei é muito clara. Ela diz que a comissão tem apenas o objetivo de trazer à tona a memória, a verdade, a paz familiar para aqueles que se sentiram violados em seus direitos humanos.

Então, não haverá revanchismo. Não é essa a intenção da lei. Outros países já tiveram comissão da verdade, e os direitos humanos foram valorizados e os casos de tortura diminuíram sensivelmente.

A comissão é um compromisso do Brasil com sua história, com seu passado, com o esclarecimento da verdade de violações dos direitos humanos. Nenhum estado se consolida democraticamente se seu passado não for revisto de forma adequada.

Sabemos que há uma demanda reprimida de reclamações e informações. Vai ser um trabalho incessante. Vamos nos equalizar, racionalizar o trabalho e esses dois anos é um tempo razoável. Vamos gerir o nosso tempo e nossas dificuldades”, conjecturou o ministro.

A comissão jamais poderia ser revanchismo, visto que o revanchismo tem um caráter temporal que o faz precisar à razão de sua força histórica. Fato que qualquer vingança contra os personagens da ditadura militar temporalmente seria inatingível. Como muito bem diz o ministro, trata-se de se criar uma memória que dignifique o viver em sociedade sem temor da irracionalidade.

@ Diante de insinuações de que o governo federal teria interferido sobre a negociação da venda da Construtora Delta pela holding J&F, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República divulgou nota do governo negando qualquer envolvimento na transação.

“Em relação às negociações sobre a mudança do controle da Delta Construção, o governo federal reitera que não interfere em negociações privadas”, diz trecho do comunicado.

Também acusado de participar da transação o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES) também divulgou nota se eximindo de qualquer envolvimento.

“A iniciativa do negócio partiu exclusivamente da holding da família controladora e é uma decisão privada de natureza empresarial, que não depende da anuência do BNDES e sobre a qual a instituição não foi consultada. Caso seja concretizada a venda, o BNDES não se tornará sócio da construtora, já que acionista apenas da JBS, empresa do setor de proteína anima”, disse a nota do BNDES.

O Palácio do Planalto também divulgou nota sobre a insinuação que lhe implica na transação da venda da Delta. Na nota ele afirma que a construtora encontra-se sob investigação da Controladoria-Geral da União (CGU) e que se for considerada inidônea perderá todos os contratos com a administração pública.

“O governo alerta que está em curso na Controladoria-Geral da União processo de decretação de idoneidade da Delata Construção. Caso a CGU conclua pela condenação, a empresa estará impedida de ser contratada pela administração pública, nos termos da Lei 8.666 de 1993, com consequências econômicas presentes e futuras”, diz trecho da nota.

As insinuações que foram lançadas na sociedade da possível relação do governo com a venda da construtora tem sinais da direita, mas não se pode deixar de lado, como diz o senador Randolfe Rodrigues (POSL/AP), a estranheza de uma empresa que se encontra até o pescoço envolvida com o mafioso Carlos Augusto Ramos, vulgo Carlinhos Cachoeira, seja colocada à venda no nascedouro da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito.

@ Diante das provas irrefutáveis colhidas pela Polícia Federal nas Operações Vegas e Monte Carlo, onde o mafioso Carlinhos Cachoeira aparece em práticas claras de atividades ilegais de corrupção, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, grampo, tráfico de influências, etc, seus advogados estão tentando de todas as forças, que a lei lhe possibilita esperança, mudar a data de seu depoimento na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI).

Ontem, dia 11, entraram no Supremo Tribunal Federal (STF) com uma ação para tentar impedir o depoimento do mafioso marcado para o dia 15. Como o presidente da CPMI, Vital Rego (PMDB/PB) negou ao meliante acesso às provas e informações colhidas na CPMI, seus advogados afirmaram no habeas corpus que como Carlinhos Cachoeira não tem acesso às provas ele pode recorrer a tática do silêncio: se manter mudo diante da comissão.

“Para decidir se fala ou se cala, ele precisa antes saber o que há a seu respeito. Caso decida silenciar perderá valiosa oportunidade não só de desconstruir as suspeitas que pesam sobre seus ombros, mas também de esclarecer fatos que tanto rumor tem causado”, diz trecho da ação.

O ministro Celso Mello é o relator do habeas-corpus.

@ O 5º Festival de Filmes Curtíssimos que ocorre atualmente no Museu da República exibindo curtas-metragens nacionais e internacionais até hoje, trouxe um tema de relevante importância no território da educação: a produção audiovisual voltada para criança e adolescente é pouco incentivada no Brasil.

Não há políticas públicas claras na produção referente ao audiovisual para acriança e o adolescente, afirmou João Baptista Pimentel, presidente do Congresso Brasileiro de Cinema. Segundo João as produções audiovisuais para criação e adolescente podem servir para criar um público para o cinema brasileiro e ajudar em sua formação visual.

“O Brasil, as autoridades brasileiras, os professores, os diretores de escola, reitores de universidade, todos têm que ser convencidos de que nos vivemos numa sociedade audiovisual. E, portanto, a sociedade audiovisual precisa receber a devida atenção”, admoestou João Baptista.

João tem razão ao afirmar que a sociedade é audiovisual, mas ele tem mais razão quando enfoca a questão para a produção de audiovisuais que podem fazer o deslocamento do olhar para criar novos mundos. Ou como diária o filósofo Nietzsche, “mudar a perspectiva” para ver o mundo real.

@ O mundo não é amenidades, mas que ela tenta cobri-lo com seu manto do inútil é fácil perceber. A revista Forbes em seu contínuo propósito de amenidades classificou a presidenta Dilma Vana Rousseff como a segunda mãe mais poderosa do mundo, ficando atrás apenas de Hilary Clinton.

Dupla amenidade. Dilma é mãe pó ser uma fêmea que si quis ser mãe-mulher. Uma escolha própria clara de sua responsabilidade, como diz o filósofo Sartre. Nisso ela é inclassificável. Nada lhe hierarquiza. Ser mãe foi sua escolha o que não implica ser mãe do mundo. Quanto a graduação tendo como referência Hillary Clinton, é um despropósito do tamanho da fome dos países pobres. Dilma não tem a postura da Secretária do Estado Norte-Americano que como a mãe mais poderosa ,segundo a revista das amenidades, apoia tratados intervencionistas para invadir países onde crianças são bombardeadas.

@ Enquanto isso, a presidenta Dilma foi até Betim, município de Minas Gerais, para inaugurar uma creche e fazer a entrega de 1.160 apartamentos do programa Minha Casa, Minha Vida. Do outro lado da rua um grupo de manifestantes composto por ambientalistas, a Associação Mineira de Defesa do Ambiente (Amda), Associação de Preservação Ambiental de Betim (Apua), estudantes e transeuntes chamavam a atenção para que Dilma vete os pontos perversos do Código Florestal aprovado pela Câmara dos Deputados, construindo um grande ganho aos ruralistas.

De repente, sem que ninguém esperasse, Dilma quebrou o protocolo da cerimônia e foi cumprimentar os manifestantes que em vozes e cartazes pediam seu veto ao Código Florestal. Diante do gesto da presidenta os estudantes Raul Lansky e Gabriel da Luz, organizadores do Veta, Dilma!, nas redes sociais, e os manifestantes ficaram surpresos com o gesto de Dilma.

Eternos chapa-branca

O jornal O Globo toma as dores da revista Veja e de seu patrão na edição de terça 8, e determina: “Roberto Civita não é Rupert Murdoch”. Em cena, o espírito corporativo. Manda a tradição do jornalismo pátrio, fiel do pensamento único diante de qualquer risco de mudança.

Desde 2002, todos empenhados em criar problemas para o governo do metalúrgico desabusado e, de dois anos para cá, para a burguesa que lá pelas tantas pegou em armas contra a ditadura, embora nunca as tenha usado. Os barões midiáticos detestam-se cordialmente uns aos outros, mas a ameaça comum, ou o simples temor de que se manifeste, os leva a se unir, automática e compactamente.

Não há necessidade de uma convocação explícita, o toque do alerta alcança com exclusividade os seus ouvidos interiores enquanto ninguém mais o escuta. E entra na liça o jornal da família Marinho para acusar quem acusa o parceiro de jornada, o qual, comovido, transforma o texto global na sua própria peça de defesa, desfraldada no site de Veja. A CPI do Cachoeira em potência encerra perigos em primeiro lugar para a Editora Abril. Nem por isso os demais da mídia nativa estão a salvo, o mal de um pode ser de todos.

O autor do editorial exibe a tranquilidade de Pitágoras na hora de resolver seu teorema, na certeza de ter demolido com sua pena (imortal?) os argumentos de CartaCapital. Arrisca-se, porém, igual a Rui Falcão, de quem se apressa a citar a frase sobre a CPI, vista como a oportunidade “de desmascarar o mensalão”. Com notável candura evoca o Caso Watergate para justificar o chefe da sucursal de Veja em Brasília nas suas notórias andanças com o chefão goiano. Ambos desastrados, o editorialista e o líder petista.

Abalo-me a observar que a semanal abriliana em nada se parece com o Washington Post, bem como Roberto Civita com Katharine Graham, dona, à época de Watergate, do extraordinário diário da capital americana. Poupo os leitores e os meus pacientes botões de comparações entre a mídia dos Estados Unidos e a do Brasil, mas não deixo de acentuar a abissal diferença entre o diretor de Veja e Ben Bradlee, diretor do Washington Post, e entre Policarpo Jr. e Bob Woodward e Carl Bernstein, autores da série que obrigou Richard Nixon a se demitir antes de sofrer o inevitável impeachment. E ainda entre o Garganta Profunda, agente graduado do FBI, e um bicheiro mafioso.

Recomenda-se um mínimo de apego à verdade factual e ao espírito crítico, embora seja do conhecimento até do mundo mineral a clamorosa ignorância das redações nativas. Vale dizer, de todo modo, que, para não perder o vezo, o editorialista global esquece, entre outras façanhas de Veja, aquele épico momento em que a revista publica o dossiê fornecido por Daniel Dantas sobre as contas no exterior de alguns figurões da República, a começar pelo presidente Lula.

Vamos, de todo modo, à vezeira acusação de que somos chapa-branca. Apenas e tão somente porque entendemos que os governos do presidente Lula e da presidenta Dilma são muito mais confiáveis do que seus antecessores? Chapa-branca é a mídia nativa e O Globo cumpre a tarefa com diligência vetusta e comovedora, destaque na opção pelos interesses dos herdeiros da casa-grande, empenhados em manter de pé a senzala até o derradeiro instante possível.

Não é por acaso que 64% dos brasileiros não dispõem de saneamento básico e que 50 mil morrem assassinados anualmente. Ou que os nossos índices de ensino e saúde públicos são dignos dos fundões da África, a par da magnífica colocação do País entre aqueles que pior distribuem a renda. Em compensação, a minoria privilegiada imita a vida dos emires árabes.

Chapa-branca a favor de quem, impávidos senhores da prepotência, da velhacaria, da arrogância, da incompetência, da hipocrisia? Arauto da ditadura, Roberto Marinho fermentou seu poder à sombra dela e fez das Organizações Globo um monstro que assola o Brazil-zil-zil. Seu jornal apoiou o golpe, o golpe dentro do golpe, a repressão feroz. Illo tempore, seu grande amigo chamava-se Armando Falcão.

Opositor ferrenho das Diretas Já, rejubilado pelo fracasso da Emenda Dante de Oliveira, seu grande amigo passou a atender pelo nome de Antonio Carlos Magalhães. O doutor Roberto em pessoa manipulou o célebre debate Lula versus Collor, para opor-se a este dois anos depois, cobrador, o presidente caçador de marajás, de pedágios exorbitantes, quando já não havia como segurá-lo depois das claras, circunstanciadas denúncias do motorista Eriberto, publicadas pela revista IstoÉ, dirigida então pelo acima assinado.

Pronta às loas mais desbragadas a Fernando Henrique presidente, com o aval de ACM, a Globo sustentou a reeleição comprada e a privataria tucana, e resistiu à própria falência do País no começo de 1999, após ter apoiado a candidatura de FHC na qualidade de defensor da estabilidade. Não lhe faltaram compensações. Endividada até o chapéu, teve o presente de 800 milhões de reais do BNDES do senhor Reichstul. Haja chapa-branca.

Impossível a comparação entre a chamada “grande imprensa” (eu a enxergo mínima) e o que chama de “linha auxiliar de setores radicais do PT”, conforme definem as primeiras linhas do editorial de O Globo. A questão, de verdade, é muito simples: há jornalismo e jornalismo. Ao contrário destes “grandes”, nós entendemos que a liberdade sozinha, sem o acompanhamento pontual da igualdade, é apenas a do mais forte, ou, se quiserem, do mais rico. É a liberdade do rei leão no coração da selva, seguido a conveniente distância por sua corte de hienas.

Acreditamos também que entregue à propaganda da linha auxiliar da casa-grande, o Brasil não chegaria a ser o País que ele mesmo e sua nação merecem. Nunca me canso de repetir Raymundo Faoro: “Eles querem um País de 20 milhões de habitantes e uma democracia sem povo”. No mais, sobra a evidência: Roberto Civita é o Murdoch que este país pode se permitir, além de inventor da lâmpada Skuromatic a convocar as trevas ao meio-dia. Temos de convir que, na mídia brasileira, abundam os usuários deste milagroso objeto.

Por Mino Carta

Carta Capital

QUER DIZER QUE VEJA FUMOU, MAS NÃO TRAGOU?

Além de 200 telefonemas trocados, o editor da revista Veja em Brasília, Policarpo Júnior, e integrantes da quadrilha do contraventor Carlinhos Cachoeira se encontram presencialmente, pelo menos, 10 vezes. Só com Cachoeira foram 4 encontros.

O número pode ser maior, uma vez que a reportagem de Carta Maior teve acesso apenas ao apenso 1 do inquérito, com 7 volumes. Entretanto, existem mais dois apensos que, juntos, tem 8 volumes. Um destes encontros ocorreu no dia 10 março de 2011. Em ligação telefônica no dia anterior, às 22:59, Cachoeira diz ao senador Demóstenes Torres (então do DEM, hoje sem partido):“É o seguinte: eu vou lá no Policarpo amanhã, que ele me ligou de novo, aí na hora que eu chegar eu te procuro“.

Carta Maior


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

esquizofia.wordpress.com

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

_________________________________

BLOG PÚBLICO

Propaganda Gratuita

Você que quer comprar entre outros produtos terçado, prego, enxada, faca, sandália, correia, pé de cabra ou bola de caititu vá na CASA UYRAPURU, onde os preços são um chuchu. Rua Barão de São Domingos, nº30, Centro, Tel 3658-6169

Pão Quente e Outras Guloseimas no caminho do Tancredo.
PANIFICADORA SERPAN (Rua José Romão, 139 - Tancredo Neves - Fone: 92-8159-5830)

Fique Frio! Sabor e Refrescância!
DEGUST GULA (Avenida Bispo Pedro Massa, Cidade Nova, núcleo 5, na Rua ao lado do DB CIdade Nova.Todos os dias).

O Almoço em Família.
BAR DA NAZA OU CASA DA VAL (Comendador Clementino, próximo à Japurá, de Segunda a Sábado).

Num Passo de Mágica: transforme seu sapato velho em um lindo sapato novo!
SAPATEIRO CÂNDIDO (Calçada da Comendador Clementino, próximo ao Grupo Escolar Ribeiro da Cunha).

A Confluência das Torcidas!
CHURRASQUINHO DO LUÍS TUCUNARÉ (Japurá, entre a Silva Ramos e a Comendador Clementino).

Só o Peixe Sabe se é Novo e do Rio que Saiu. Confira esta voz na...
BARRACA DO LEGUELÉ (na Feira móvel da Prefeitura)

Preocupado com o desempenho, a memória e a inteligência? Tu és? Toma o guaraná que não é lenda. O natural de Maués!
LIGA PRA MADALENA!!! (0 XX 92 3542-1482)

Decepcionado com seus desenganos? Ponha fé nos seus planos! Fale com:
PAI GEOVANO DE OXAGUIÃ (Rua Belforroxo, S/N - Jorge Teixeira IV) (3682-5727 / 9154-5877).

Quem tem fé naõ é um qualquer! Consultas::
PAI JOEL DE OGUM (9155-3632 ou paijoeldeogum@yahoo.com.br).

Belém tá no teu plano? Então liga pro Germano!
GERMANO MAGHELA - TAXISTA - ÁGUIA RADIOTAXI - (91-8151-1464 ou 0800 280 1999).

E você que gostaria de divulgar aqui seu evento, comércio, terreiro, time de futebol, procurar namorado(a), receita de comida, telefone de contato, animal encontrado, convites diversos, marocagens, contacte: afinsophiaitin@yahoo.com.br

Outras Comunalidades

   

Categorias

Arquivos

Blog Stats

  • 4.242.988 hits

Páginas

Arquivos