Arquivo para 21 de maio de 2012

SEGUNDA-FEIRA DOMINICAL

Dia das boas almas

# Para conseguir dados mais concretos sobre a violação dos direitos humanos ocorrida no período da ditadura militar que ocorreu no Brasil entre os anos de 1964 e 1985, a Comissão da Verdade vai buscar informações junto aos comitês estaduais da memória e da verdade. Estes comitês vão junto à sociedade explicar o que é a Comissão da Verdade, buscar documentos e analisar depoimentos.  

Para José Cavalcante Filho, um dos membros da comissão os trabalhos só poderão ter mais eficácia com a ajuda desses comitês.

“Se a gente conseguisse que todos os estados fizessem isso, a gente poderia ajudar. Quer quebrar sigilo? A gente ajuda. Se a gente conseguir conquistar a confiança deles, eles vão apurar e a gente só vai filtrar”, disse José Cavalcante.

De acordo com Gilney Viana, coordenador-geral do Projeto Direito à Memória e à Verdade, essa organização está entrando em uma nova fase com fechamento de parcerias com sindicatos e entidades de classe como a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a Central Sindical e Popular (Conlutas) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores da Agricultura (Contag). Essas entidades vão criar comissões para resgatar a verdade do que ocorreu com os trabalhadores durante a ditadura militar.

“A minha intenção é mobilizar essas entidades. Eles têm dinheiro, têm equipes e estão interessados em apurar os fatos”, disse Viana.

Criada no ano de 2011, pela Secretaria dos Direitos Humanos (SDH) a Rede dos Observatórios do Direito à Verdade, Memória e Justiça das Universidades Brasileiras, composta por universidades públicas e federais, e que é ligada ao Arquivo Nacional, é outra entidade que vai ajudar a Comissão da Verdade. Ela vai ampliar pesquisas acadêmicas sobre as lutas políticas ocorridas no Brasil durante o regime ditatorial. As pesquisas da Rede terá o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

“No ambiente acadêmico, temos poucas pesquisas sobre isso. Com essa rede, vamos fortalecer a pesquisa nas áreas de direito, história e ciências políticas”, afirmou Viana.

Tentar construir relações de compromissos com entidades variadas que tratam das questões dos direitos humanos na concepção histórica é uma profícua decisão da Comissão da Verdade. Essas entidades poderão ter consigo informações que a Comissão da Verdade não detém, e que talvez jamais fosse ter acesso.

José Anselmo dos Santos, vulgo Cabo Anselmo, ex-marinheiro conhecido como o maior delator do período da ditadura a ponto de denunciar sua namorada, Soledad Viedma, às forças de repressão que a vitimaram violentamente, assim como à outros militantes, terá seu pedido de anistia julgado nessa terça-feira, dia 22. Cabo Anselmo entrou com o processo de indenização no ano de 2004.

O caso do Cabo Anselmo tem um teor puramente desprezível. Ele durante a ditadura participou de uma rebelião militar na Marinha simulando ser um militante dos direitos democráticos, quando só estava ensaiando a performance desprezível que iria desempenha durante a ditadura militar. Preso durante a rebelião na Marinha, ele conseguiu fugir para Cuba e treinar guerrilha. Chegando ao Brasil foi preso no início de 70, mas uma negociação com o militares em troca de sua liberdade passou a desempenhar seu verdadeiro papel ignóbil de delator.

Se mostrando de esquerda ele conseguiu se infiltrar em grupos que lutavam contra o regime e colher informações para depois entregar aos militares. O que o transformou em um grande delator protegido pelas forças de repressão. Com sua mente pervertida ele se jacta de ter delatado mais de 200 militantes para os militares da ditadura. Já confessou em público que não carrega qualquer arrependimento pelo que fez. Uma afirmação verdadeira já que mesmo que se arrependesse de nada iria mudar a história do Brasil. Os presos continuariam presos, os torturados continuariam torturados, e os assassinados continuariam assassinados. Para esse tipo psicopático não há arrependimento.

Hoje não há no Brasil quem não conheça a desprezível fama de Cabo Anselmo. Sua fama é tamanha que seu nome passou a ser usado como indicativo de dedo duro em qualquer lugar que haja suspeita de delação.

E foi exatamente por força de sua patologia que Cabo Anselmo teve o desplante de entrar com processo de pedido de indenização na Comissão de Anistia. Mas a comissão que entende muito bem de patologia política encontra-se propensa a negar seu pedido. O relator do processo é Nilmário Miranda, ex-preso político e ex-ministro dos Direitos Humanos do primeiro governo Lula.  

# Tendo até o dia 25 como data para sancionar ou vetar, parcial ou totalmente, o texto do Novo Código Florestal, a presidenta Dilma Vana Rousseff, depois de três reuniões durante a semana passada com a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, encontrou-se com ministros para tratar do assunto.

A presidenta se reuniu com os ministros Pepe Vargas, do Desenvolvimento Agrário, Mendes Ribeiro, da Agricultura; Luiz Inácio Adams, da Advocacia-Geral da União, e as ministras Gleise Hoffmann, da Casa Civil; Izabella Teixeira, do Meio Ambiente; e Helena Chagas, da Comunicação Social e conversaram sobre sua decisão em relação ao Código Florestal.

O governo não concordou com a votação do Código Florestal decidida pela Câmara dos Deputados. O Código Florestal da Câmara é contra as perspectivas do governo e dos ambientalistas que apresentaram um texto, aprovado pelo Senado, de aceitação pela sociedade. Diante da alteração provocada pelos deputados no texto, que deu mais vantagens aos ruralistas, várias entidades no Brasil iniciaram manifestações pedindo para que a presidenta vete os trechos que são contrárias aos interesses da sociedade. Das manifestações saiu o movimento “Veta, Dilma!” Um anseio popular.

O que a sociedade espera que Dilma vete são os pontos defendidos pelos ruralistas como anistia para os desmatadores e a redução dos parâmetros de proteção de áreas de preservação permanente (APP). Veta, Dilma!

Enquanto isso, em São Paulo, na Praça do Monumento às Bandeiras, 1,5 mil militantes realizaram uma manifestação organizada pela Fundação SOS Mata Atlântica fortalecendo o coro para que Dilma vete o Código Florestal. Entretanto, a palavra de ordem não foi “Veta, Dilma!”, mas “Veta tudo, Dilma!”.

O deputado Ivan Valente (PSOL/SP), um dos políticos participantes disse que as mudanças impostas no texto pelos ruralistas prejudicam nossa biodiversidade.

“As mudanças não só prejudicam a nossa biodiversidade como têm por trás uma visão agrário-exportadora, que visa ao lucro imediato e reprimariza a economia do país.

O governo brasileiro deu espaço para crescer uma bancada ruralista que atua muitoas vezes contra o interesse nacional. Ou a Presidência veta esse projeto, ou cede aos ruralistas e à governabilidade que vai levar o País para trás”, observou Ivan Valente.

# Daí que o Peladão Brasileiro mostrou sua cara. Novidades? Algo a ser visto com prazer? Perspectivas alvissareiras? Nada! Tudo do mesmo jeito que foi ano passado, ou nos anos passados. Os cupins agradecem ao Clube dos 13, e confraria.

O Mengão e o Sport mostraram essa digna realidade cupinhante que foi aplaudida pelas outras pelas realizadas nas outras praças pernadas. O Fogão, time humilhado e ofendido no peladão carioca e na Copa Brasil, empurrou 4 a 2 no Sampa, mas o contrário poderia ser também verdadeiro.

Enquanto isso, a Liga dos Campeões é conquistada pelo mais doloroso e seco peladão retranqueiro do mundo. Chelsea, com um antifutebol espectral faz uma conquista que não merece reconhecimento, pois seria reconhecer a mediocridade como objetivo da Liga.

Parabéns aos outros times que não conquistaram o campeonato, mas foram de grandeza que o time inglês nem de longe tem.  

 

 

‘Vitória da esquerda na Grécia é decisiva para derrotar Merkel’

Um governo da Grécia que se oponha à política de austeridade é hoje a única possibilidade que a Europa tem de enfrentar a senhora Merkel. Não há nenhuma outra alternativa no curto prazo. Se isso acontecer teremos uma mudança política muito profunda. Esta é a única forma de enfrentar a chancelaria de Berlim, de vencer a direção da União Europeia, de vencer o Fundo Monetário Internaciona e de recuperar a democracia e a Europa. A avaliação é de Francisco Louçã, coordenador da Comissão Política do Bloco de Esquerda, de Portugal.

Esquerda.Net

Na sessão de encerramento da Conferência Econômica Internacional “Portugal na encruzilhada da Europa”, Francisco Louçã deixou duas reflexões: uma sobre a política europeia e outra sobre a situação da Grécia e as lições a retirar do caso grego.

Em primeiro lugar, o coordenador da Comissão Política do Bloco referiu-se à proposta apresentada pelo “senhor Trichet, ex governador do Banco Central Europeu (BCE) e que foi durante muito tempo a segunda pessoa mais importante da União Europeia, o ‘vice Merkel’.

Louçã frisou que a solução para a Europa apresentada por Trichet na Cúpula do G8 em Washington, e que constitui “a mais radical das soluções federais levadas ao seu extremo”, “tem uma longa história, porque já foi sucessivamente usada pelo menos em sete países diferentes e em momentos diferentes”.

Segundo adiantou o dirigente bloquista, a proposta de a Comissão Europeia tomar “conta do governo de qualquer país que não esteja cumprindo os seus acordos de austeridade com a União e, portanto, confiscar o poder de decisão orçamentário e tributário desses países”, já foi aplicada no México, pela França em 1862, no Egito, pela França e Inglaterra em 1876, no Perú em 1889, na Republica Dominicana, pelos EUA e potências europeias em 1905 e 1916, na Nicarágua, em 1902 e 1911, e no Haiti, em 1916, e sempre com o mesmo objetivo: “tomar conta do sistema tributário que irá ser utilizado para financiar o sistema financeiro de cada um dos países credores”.

E “as palavras do Sr. Trichet são para levar a sério”, alertou Francisco Louçã, porque “são precisamente um ensaio de algo que outros não podem dizer mas ele vai antecipando”.

“A dívida é a força, a cobrança é a força. A austeridade é a força, e a austeridade impõe-se mesmo que seja contra a vontade dos povos”, sublinhou Louçã, adiantando que Trichet, ao querer impor esta solução, não se deve esquecer que “não se entra na Grécia e em Portugal para dizer agora governamos nós sem que isso passe por uma exibição de força e por uma imposição de força que vá muito além da chantagem que está agora em curso”.

As lições a retirar do caso grego
Segundo o dirigente bloquista, mediante as últimas eleições na Grécia, e as já agendadas para junho, ganhamos a perceção de que “o tempo se esgotou e de que o mapa já mudou.

Louçã frisou que a discussão sobre “se é um partido de esquerda ou de direita, ou um partido da troika ou que se opõe à troika” que governará a Grécia “é um fato absolutamente novo na política europeia” e que é possível retirar quatro lições do caso grego.

Primeiro, que a “troika é insuportável”. “A austeridade chegou ao seu limite”, sendo que a “Grécia demonstrou que não existe economia que possa resultar com aquela punição”.

Segundo, que, se a troika é “insuportável”, os partidos da troika serão derrotados, “porque uma parte importante do povo não aceita a continuidade das políticas da troika”. “A esquerda na Grécia cria a ruptura com a troika e é isso que lhe permitiu ascender à posição de propor um governo e de propor uma alternativa”, avançou Louçã.

Terceiro, que os partidos de uma esquerda contra a troika ganharam nas eleições da Grécia, e é a primeira vez que tal acontece na Europa. “A Syriza representou a esquerda que, com consequência, com alternativa, com pragmatismo, com capacidade de diálogo, com força de compromisso, com respeito pelos seus valores e com uma proposta clara perante com o país, vem romper com a troika, recusar a dívida ilegítima, restabelecer as condições para defender o salário e as pensões, trazer a economia para a democracia e impor democracia na economia”, adiantou o deputado bloquista, afirmando ainda que “foi assim que ela venceu e é assim que disputa a possibilidade de formar governo”.

Na opinião de Francisco Louçã, a quarta lição a retirar do caso grego é a de que um governo da Grécia que se oponha à política de austeridade “é hoje a única possibilidade que a Europa tem de enfrentar a senhora Merkel”. “Não há nenhuma outra que, nas próximas semanas, nos próximos meses, nos possa dizer: há uma Europa que começa a mobilizar-se para vencer à austeridade e para recusar a recessão”, sublinhou o dirigente do Bloco.

Se assim acontecer, defendeu Louçã, ”teremos uma mudança de política muito profunda”. E, por isso, “essa esperança merece toda a nossa atenção e toda a nossa solidariedade”.

Se é possível haver um governo de esquerda, ele baseia-se, segundo Francisco Louçã, “exatamente na convicção de que qualquer destes países tem os recursos e a Europa tem a responsabilidade de criar uma economia de respeito, sustentável, socialmente equilibrada, que possa combater o desastre econômico e recuperar os salários e as pensões para a vida das pessoas”.

É tempo de mudar o mapa
O desemprego no nosso país, que atinge acima de um milhão de pessoas, traduz-se em perdas de “30 a 40 bilhões em produção e em contribuições para a segurança social”, destacou Louçã.

“Onde a economia morre e onde colapsa o sistema fiscal é onde há desemprego”, avançou, defendendo que “esses recursos que se perdem pela política da desigualdade são os que podem fazer uma economia que responda às pessoas, e a grande virada que nós precisamos na economia portuguesa é precisamente a política do emprego, do investimento, da sustentação”.

“Eu sei que António José Seguro e Pedro Passos Coelho se reuniram pela quinta vez no último ano, no dia em que se comemorava um ano em Portugal e creio mesmo que alguns comentadores muito bem-intencionados comentaram ‘que alívio para o país’”, afirmou o deputado do Bloco de Esquerda.

“Eu não vejo nenhum alívio para esses desempregados quando a direita fez votar uma lei na Assembleia da República com o beneplácito do PS para facilitar a demissão mais acelerada, mais barata, mais violenta e mais cruel em relação às pessoas que estão perdendo o emprego”, sublinhou o dirigente bloquista.

Para Francisco Louçã, “agora é o tempo de mudar o mapa, agora é o tempo de não esperar mais, de não ter meias palavras. É o tempo da coragem, da força, da determinação, da democracia, da luta por uma governança que à esquerda traga uma alternativa ao desastre que estamos a viver”.

“Esta é a única forma de enfrentar a chancelaria de Berlim, de vencer a direção da União Europeia, de vencer o Fundo Monetário Internacional, de recuperar Portugal, a democracia e a Europa”, rematou o dirigente bloquista.

Carta Maior


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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