Arquivo para 23 de maio de 2012

CACHOEIRA SAIU DO PRESÍDIO, DEU UM ROLER POR BRASÍLIA, CHEGOU NA CPMI, CALOU E VOLTOU AO PRESÍDIO

Carlos Augusto Ramos, vulgo Carlinhos Cachoeira, denunciado pelas investigações realizadas pelas operações Vegas e Monte Carlo dirigidas pela Polícia Federal convocado que fora pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para depor sobre as acusações que pesam sobre si, saiu do presídio da Papuda, deu um roler pelo Distrito Federal, chegou a CPMI, calou e voltou ao presídio. Tudo pontuado como era esperado.

O mafioso diante dos parlamentares fez valer o direito que a Constituição lhe concede: ficou calado. Diante de sua mudez, os parlamentares se sentiram ofendido e alguns lançaram invectivas, contra o chefe da quadrilha composta por bicheiros empresários, políticos e agentes públicos e privados.

O mafioso ao chegar à sessão onde deveria ocorrer seu depoimento não emudeceu de chofre. Ainda pronunciou breves palavras explicando porque iria manter-se calado. Sempre acompanhado de seu advogado, Marcio Thomas Bastos, ex-defensor de presos políticos na ditadura, ex-ministro da Justiça, no governo Lula, ex-defensor de Toninho Malvadeza, e agora defensor do mafioso Carlinhos Cachoeira, tudo em nome da justiça. Ou melhor, para que a justiça prevaleça.

“Estou aqui como manda a lei para responder o que for necessário. Constitucionalmente, fui advertido por meus advogados para não dizer nada e não falarei nada aqui. Somente depois da audiência que eu terei com o juiz, se eu, por ventura, achar que eu devo contribui, eu virei aqui para falar”, desafiou o contraventor preso desde o dia 29 de fevereiro juntamente com membros de seu bando.

Alguns deputados ainda tentaram fazer algumas perguntas, mas o meliante só respondia, “Calado, senhor”. Uma atitude que enfureceu muito dos presentes. Ainda mais quando o mafioso chegou a culpar os próprios parlamentares pela presença dele no recinto.

“Houve um pedido para que os senhores reavaliassem nossa vinda aqui. Quem forçou foram os senhores”, rebateu o mafioso.

Já o senador Álvaro Dias (PSDB) não quis deixar barato a afronta do preso contra os parlamentares e a população. Chamou o mafioso de marginal e rechaçou sua arrogância.

“Não imaginamos que imagem estamos passando para a população. Que estamos aqui diante de um marginal, que sai da Papuda para vir para cá e mantém-se com a arrogância dos livres. Não cheio que devemos continuar com esse depoimento. Da minha parte, formulei algumas perguntas, mas as reservarei para outra oportunidade. Não farei indagação alguma, porque resposta não há”, protestou Dias.

Com a mudez estratégica de Cachoeira a sessão foi suspensa com a promessa de uma nova convocação do meliante na próxima semana.

Cachoeira se manteve calado, pode até, como diz seu advogado Marcio Thomas Bastos, nunca falar, mas levou para o presídio da Papuda a frustrada visão das ruas de Brasília, ao saber que a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou, por 3 a 1, seu pedido de liberdade. Deve continuar preso. Também lhe foi negada a liberdade pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, em Brasília.

      Cachoeira está fazendo o que todo homem fracassado faz: negar a realidade. Ele tenta de toda forma fazer com que o real, que ele mesmo construiu, desapareça. Sendo uma realidade insuportável, ele tenta escamotea-la. Tudo que ele não pode destruir em vista da crueldade que a suficiente realidade lhe mostra. Ou melhor, lhe captura. Não há como escapar. Nenhum homem escapa de si, mesmo sendo um covarde.   

PEC DO TRABALHO ESCRAVO É APROVADA EM SEGUNDO TURNO NA CÂMARA DOS DEPUTADOS, MAS NÃO AGRADOU OS RURALISTAS. É BOM

Deputados, trabalhadores rurais e defensores deram vivas à aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) do Trabalho Escravo em segundo turno, ocorrida na Câmara dos Deputados. Na opinião do deputado Marco Maia (PT/RG), a aprovação da PEC expressa o protesto dos deputados contra o trabalho escravo. Ele disse também, que os cinco deputados e cinco senadores que formarão a comissão que irá produzir o texto à ser votado no Senado, devem estabelecer a diferença entre o que é trabalho escravo e o que é desrespeito à legislação trabalhista.

“O importante é a demonstração que o Parlamento passou ao Brasil que não é mais possível que convivamos com situação análoga ao trabalho escravo. Foram nove anos entre a votação do primeiro e segundo turno da PEC.

Precisamos ajustar melhor a legislação, inclusive, para estabelecer prazos, definir quem tem o poder de julgar as situações onde for necessária a desapropriação de terra em função de trabalho escravo”, afirmou Marco Mai.

Por sua vez, o deputado Luiz Carlos Heinze, vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária disse que votou contra a PEC porque não foram corrigidas nela as distorções, mas que os trabalhadores são contra o trabalho escravo e espera que o Senado faça as correções.

“Tentamos, exaustivamente, um acordo até a hora da votação para uma proposta que alterasse o Código Penal, uma vez que estas questões constantes da PEC são trabalhistas e não de trabalho escravo. O assunto é puramente trabalhista. Esperamos que o Senado faça as correções que não conseguimos fazer”, lamentou o ruralista.

A PEC determina que as propriedades rurais e urbanas onde foram encontradas culturas ilegais de plantas psicotrópicas ou a exploração de trabalho escravo sofrerão expropriação e passaram a integrar os programas de reforma agrária e habitação popular. Os proprietários não terão direito a nenhuma indenização. Também todos os bens de valor econômico apreendidos, decorrentes do tráfico de entorpecentes e escravo serão confiscados.

CACHOEIRA AVISA AO SEU COMPARSA DEMÓSTENES QUE ELE VAI TER QUE SE VIRAR SOZINHO NO CONSELHO DE ÉTICA. ELE TÁ FORA.

É “cada um por si e Deus contra todos”, como diz o filme do cinegrafista alemão Werner Herzog . Ou “cada um por si e o Diabo que leve o último”, como diz a sabedoria popular. Negócio de meliante quando começa a degringolar tudo que parecia amizade torna-se miragem escafedida.

O amicíssimo e comparsa de bravas lutas trapaceiras do senador Demóstenes Sem Partido Torres, Carlos Augusto Ramos, vulgo Carlinhos Cachoeira, mandou que seus advogados entregassem ao presidente do Conselho de Ética do Senado, senador Antonio Carlos Valadares (PSB/SE), um ofício comunicando que ele, Cachoeira, não iria comparecer ao seu depoimento marcado no Conselho de Ética.

Segundo a defesa do mafioso, Carlinhos Cachoeira, não irá falar no Senado antes da audiência marcada para o dia 31 de maio na 11ª Vara Criminal Federal, em Goiânia, onde se encontra respondendo processo por inúmeros crimes como lavagem de dinheiro e corrupção, entre tantos.

“As duas testemunhas arroladas decidiram não comparecer. O relator afirma que vai trabalhar com as provas que ele dispõe. E tem o depoimento do senador que é muito importante. Ele vai ter que convencer”, sentenciou Valadares.

Antes da decisão do contraventor em não ir ao conselho defender seu amicíssimo comparsa, o advogado Rui Cruvinel, não compareceu no conselho para depor em defesa de seu amigo Demóstenes Sem Partido Torres.

Diante do “cada um por si”, o presidente do Conselho de Ética decidiu transferir a data do depoimento do senador, que seria hoje, dia 23, para a próxima semana.

A sociedade brasileira aguarda com precisão democrática.        

PETULÂNCIA DO EXECRÁVEL DELATOR DA DITADURA, CABO ANSELMO, É NEGADA PELA COMISSÃO DE ANISTIA

O execrável delator que entregou sua própria namorada, grávida de sete meses, para ser morta pelas forças repressivas da ditadura militar e que ainda se envaidece de ter delatado mais de 200 militantes políticos, Cabo Anselmo, havia entrado com pedido de indenização na Comissão da Anistia, mas seu delírio megalomaníaco não conseguiu o intento. O pedido do psicopata, Cabo Anselmo, foi protocolado no ano de 2004, considerando que antes de ser delator havia sido perseguido, preso e exilado por seus patrões repressores.

O relator do processo, Nilmário Miranda, ex-ministro da Secretaria de Direitos Humanos, no governo Lula, e hoje presidente da Fundação Perseu Abramo, votou pelo indeferimento do pedido.

“Não cabe ao Estado, em nenhuma hipótese, reconhecer anistia a pessoa que participou em  atos de repressão ilícita e, portanto, não cabe discutir sobre eventuais reparações”, indeferiu o relator Nilmário Miranda.

O ignóbil delator ainda pode recorrer ao plenário da comissão que é composto de 24 conselheiros, mas seu procurador e advogado disse que não sabe se ele vai recorrer, porque desde 2011 não o encontra. E só sabe noticias suas através de pessoas próximas. O prazo para recorrer é de 30 dias.

Enquanto o psicopata-delator não foi anistiado, Ana Lúcia Valença de Santa Cruz Oliveira, e Anivaldo Pereira Padilha, pai do ministro da Saúde, foram anistiados e terão direito à indenização.

Talvez alguém se pergunte: -“Como que um sujeito que teve a atuação perversa que teve delatando até sua mulher para ser torturada e morta, acreditava que seria beneficiado com indenização?”.  A resposta é simples: Seu ser psicopata lhe turva a percepção e o entendimento de um mundo humano.

Tsipras: “Refundar a Europa e derrotar o poder financeiro”

Em visita a Paris, onde se reuniu com Jean-Luc Mélenchon, o líder da esquerda radical grega, Alexis Tsipras, fez duras críticas à política europeia conduzida pela chanceler alemã Ângela Merkel e ao setor financeiro. “Esse poder é o grande inimigo dos povos, não governa mas decide sobre todas as coisas”, afirmou. Tsipras acusou Merkel de “estar levando a Europa a uma espécie de suicídio coletivo”. As últimas pesquisas dão ao partido de esquerda radical 28% dos votos, a frente da direita da Nova Democracia, que apresenta 24%. O artigo é de Eduardo Febbro, direto de Paris.

Eduardo Febbro – Paris

Paris – O homem que colocou em xeque o mega plano de austeridade que o Fundo Monetário Internacional e a União Europeia impuseram a Grécia enviou, desde Paris, uma mensagem muito clara: Alexis Tsipras, o líder da esquerda radical grega, Syriza, disse na capital francesa que era urgente “refundar a Europa e derrotar o poder financeiro. Esse poder é o grande inimigo dos povos, não governa mas decide sobre todas as coisas”.

Alex Tsipras veio a Paris para se encontrar com Jean-Luc Mélenchon, o líder da Frente de Esquerda francesa, candidato nas eleições presidenciais de abril e maio e, hoje, adversário direto da líder da extrema-direita, Marine Le Pen, nas eleições legislativas de 10 e 17 de junho.

Tsipras chegou na França em posição de força. A Grécia volta a realizar eleições legislativas no próximo dia 17 de junho e as sondagens indicam a vitória de seu partido, o que faria dele o próximo primeiro ministro. Dirigindo-se diretamente à chanceler alemã Angela Merkel, o homem que faz tremer a Europa fustigou com paixão e virulência os programas de austeridade e ajustes promovidos por Berlim, ao mesmo tempo em que desqualificou aqueles que não deixam a Atenas outra alternativa além de aceitar a austeridade ou morrer: “não se negocia com o inferno”, disse o responsável da Syriza. Quanto a Merkel, Alexis Tsipras acusou a chanceler alemã de “estar levando a Europa a uma espécie de suicídio coletivo”.

Para este político de 37 anos que surgiu no primeiro plano em plena hecatombe, o que está ocorrendo na Grécia não é uma crise passageira acompanhada por um enésimo plano de austeridade, mas sim um experimento que pretende ser ampliado: “não se trata de um simples programa de austeridade, mas sim de um experimento neoliberal de choque que conduz a Grécia a uma crise humanitária que, logo em seguida, deverá ser exportado a toda Europa”. O diagnóstico que Tsipras formulou em Paris é claro e combativo: “estamos vivendo uma guerra entre as forças do trabalho e as forças invisíveis da finança e os bancos”, disse ele junto a Mélenchon, que completou a mensagem dizendo que “a cadeia de resignação e de servidão que unia os povos europeus está se rompendo”.

O panorama eleitoral do partido Syriza tem contornos favoráveis para mudar as regras do jogo impostas pelo mundo financeiro. Esse “inimigo”, disse Tsipras, pode “cair” graças às eleições legislativas de 17 de junho. Segundo ele, a consulta eleitoral não será “um pseudo dilema entre o euro e o dracma – a antiga moeda grega -, mas sim uma escolha entre o memorando de austeridade e a esperança. Longe de ser um inimigo do euro, Tsipras se apresentou em Paris como um “partidário” da moeda única mas, ao mesmo tempo, como um adversário da “chantagem praticada pelos partidários da austeridade”. Os argumentos do Syriza ganharam muitos eleitores na Grécia. As últimas pesquisas dão ao partido de esquerda 28% dos votos, a frente da direita da Nova Democracia, que apresenta 24%.

O crescimento do Syryiza tem sido espetacular. Desde as eleições legislativas realizadas no último 6 de maio, quando surgiu como a segunda força política do país, o partido ganhou 16 pontos em intenções de voto.

Comparativamente, nas eleições de 2009, o Syriza havia obtido só 4%. Alexis Tsipras deixou bem claro em Paris que, em caso de vitória nas eleições de junho, não aceitará nenhuma negociação sobre o pacote de austeridade que a UE e o Fundo Monetário Internacional impuseram a Grécia em troca dos 130 bilhões de euros de resgate financeiro. Neste sentido, Tsipras defendeu os argumentos do presidente francês, o socialista François Hollande, a favor do crescimento como estratégia para sair da crise. “Se seguirmos como estamos agora, em seis meses será preciso aprovar um terceiro plano de ajuda e uma segunda reestruturação da dívida. Os governos europeus devem deixar de pedir aos contribuintes que sigam colocando seu dinheiro em um poço sem fundo. Sem crescimento, jamais poderemos pagar o dinheiro que nos emprestarem”.

Os cerca de 200 jornalistas credenciados na Assembleia Nacional nunca tinham escutado um discurso tão cirúrgico contra o sistema financeiro pronunciado dentro do sacrossanto recinto parlamentar. Tsipras definiu o plano de austeridade aplicado a Grécia como um “desastre humanitário”, como um “ato de barbárie ineficaz”. Tanto Tsipras como Mélenchon fustigaram a Europa por sua conduta em relação a Grécia e a condenação coletiva de Atenas no que diz respeito à crise. Ambos pediram uma “solução comum para um problema comum” porque, senão, a tragédia grega alcançará inevitavelmente outros países. “Ameaçar a Grécia é ameaçar a nós mesmos”, disse Mélenchon que, de passagem, recordou que 60% da dívida grega está em cofres públicos.

Apoiados pela brisa de uma mudança, Tsipras e Mélenchon defenderam uma associação completa da esquerda europeia destinada à “refundação da Europa baseada na coesão social e na solidariedade”. A linguagem juvenil e combativa de Alexis Tsipras não é angelical. O líder do Syriza sabe que, mesmo com a vitória política nas urnas, a estrada será árdua: “formar um governo não equivale a ter o poder. Se conseguirmos ser majoritários nas urnas teremos contra nós os bancos, os meios de comunicação e uma parte do Estado”, disse Tsipras.

O político grego se comprometeu em Paris a tomar uma série de medidas imediatas em caso de ganhar as eleições de junho: “um governo de esquerda – explicou – colocará fim imediatamente as medidas mais insustentáveis como a diminuição dos salários e das aposentadorias”. Tsipras reconheceu que para tirar a Grécia do marasmo será preciso fazer “sacrifícios”, mas também esclareceu que “do mesmo modo que todos os povos da Europa os gregos querem ter o sentimento de que seus sacrifícios são úteis e que os mais pobres não serão os únicos a pagar a conta”.

Tradução: Katarina Peixoto

Carta Maior

Ministra diz que Brasil vai colaborar no caso de argentino desaparecido

Domingo Campiglia e Monica Binstock, cidadã argentina, foram sequestrados em março de 1980, no aeroporto do Rio de Janeiro, e levados para um campo de concentração argentino e desde então continuam desaparecidos. “O caso do ítalo-argentino foi reconhecido pela Comissão de Desaparecidos (criada em 1995) e já é um caso significativo para o Brasil”, disse a ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário.

Redação

Brasília – A ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, disse segunda-feira (21) que sua pasta está disposta a colaborar nas investigações sobre o sequestro ocorrido no Rio de Janeiro, em 1980, do cidadão ítalo-argentino Domingo Campiglia, no marco do Plano Condor, que coordenou a repressão das ditaduras sul-americanas. “A Comissão da Verdade tem atribuições para investigar entre 1946 e 1988, então esse caso está dentro do espaço temporal da Comissão”, disse a ministra durante encontro com jornalistas estrangeiros.

Campiglia e Monica Binstock, cidadã argentina, foram sequestrados em março de 1980, no aeroporto do Rio de Janeiro, e levados para um campo de concentração argentino e desde então continuam desaparecidos. “O caso do ítalo-argentino foi reconhecido pela Comissão de Desaparecidos (criada em 1995) e já é um caso significativo para o Brasil”, acrescentou Rosário. Ela enfatizou ainda que o “Brasil participa do esforço dos países do Mercosul no âmbito dos direitos humanos, para uma cooperação no resgate da memória e da verdade relativas ao Plano Condor”.

Segundo ela, o governo brasileiro já começou a trabalhar no esclarecimento de crimes cometidos coordenadamente pelos aparatos repressivos sulamericanos na década de 70. Os canais de intercâmbio de informações, garantiu, estão permanentemente abertos com todos os países da região. O Brasil já tem um acordo de cooperação com o Paraguai para a localização de cidadãos paraguaios que teriam sido executadas em território brasileiro, no marco do Plano Condor.

Por outro lado, Maria do Rosário disse que prefere não comentar muito sobre os trabalhos da Comissão da Verdade, porque está “é uma instituição do Estado e não do governo”. “Quem fala sobre as prioridades da Comissão são os sete membros da mesma….por isso não quero pronunciar-me sobre isso, pois seria utilizar um espaço que não me pertence”. A ministra fez essa declaração ao ser indagada sobre a possibilidade de que, além de averiguar os crimes da ditadura, a comissão abra um expediente para investigar as ações da guerrilha.

Carta Maior


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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