Arquivo para 7 de junho de 2012

2a RODADA DO PEBOLZIN, O NOVO VETOR ESPORTIVO AFINADO

Neste último domingo após a projeção kinemasófica, que já movimenta há 3 anos o bairro do Novo Aleixo em Manaus,a platéia deu lugar ao campo para a segunda rodada do Pebolzin, o novo vetor esportivo da Afin. A alegre brincadeira do Pebolzin se diferencia do tradicional futebol, tendo suas regras criadas pelas crianças afinadas.

Lembrando que o campo tem duas faixas no meio campo onde ficam os atacantes não podendo fazer gols ou de lá sair . Caso saiam mais de duas vezes do espaço delimitado, a equipe adversária tem direito a um chute do meio campo sem barreira. Os zagueiros por sua vez podem correr o campo todo e são os únicos que podem fazer gols.

Outra regra importante é que a dendeca não pode ser levantada, e caso isto ocorra por duas vezes o time adversário tem direito a um chute com barreira de pernas abertas.

Assim o torneio Pebolzin vai ficando cada vez mais emocionante e as mais de 20 duplas participantes vêm mostrando habilidade  e que craques entram e jogam em qualquer campo. Destaque para a atuação das meninas que armam jogadas fabulosas e muitas vezes com partidas mais disputadas que os garotos.

Esta rodada começou com as duplas que ainda não tinham jogado passando então para os confrontos entre os vitoriosos das duas rodadas, e entre as duplas derrotadas, sendo que cada equipe jogará duas vezes.

Assim o pebolzin vai se mostrando uma brincadeira com muitos craques,ao contrário do futebol da nossa pátria sem chuteiras que vem perdendo todas, principalmente para os cupins.

Mas além do envolvimento de um torneio, o Pebolzin é a produção de uma brincadeira que vai se tornando uma verdadeira festa nos encontros dominicais afinados.  Assim no torneio não importa saber quem serão os vencedores, mas sim todo o processo de produção de alegria que fazem de todas crianças afinadas envolvidas no Pebolzin, mesmo as que não estão jogando.

Na próxima rodada neste domingo serão definido as duplas que se classificarão para a fase decisiva, sendo que o campeão será revelado neste mesmo dia. Então haja coração nesta produção das crianças afinadas  do Pebolzin…

JULGAMENTO DO CHAMADO MENSALÃO COMEÇA NO DIA 1º DE AGOSTO

Em sessão administrativa da Corte, onde não compareceram os ministros Ricardo Lewandowski, revisor do processo e o ministro Antonio Dias Toffoli, Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que começará o julgamento do chamado mensalão no dia 1º de agosto. A decisão relativa a data, foi por unanimidade. A data foi marcada com a garantia de que o ministro Levawdowski entregará seu voto ainda no mês de junho, visto que como revisor do processo, o ministro é responsável por liberar a ação penal para a pauta do STF.

De acordo com os ministro, a primeira etapa do julgamento terá sessões de segunda a sexta-feira até o dia 14, com exceção do dia 3 de agosto. Nesse período será apresentado relatório resumindo o caso, as alegações do Ministério Público e as alegações dos advogados dos 38 réus. Às sessões começarão às 14 horas e irão até às 19 horas. Por cinco horas, o Ministério Público terá direito de fazer a acusação, e cada advogado dos réus terá uma hora para fazer a defesa.

A segunda fase começará às 14 horas das segundas, quartas e quinta-feira e, segundo o presidente do STF, ministro Carlos Ayres Britto, não tem hora para acabar, visto que cada ministro deverá votar e explicar seu voto.

Não há expectativa para o final do julgamento, mas alguns acreditam que até o final do mês de setembro tudo tenha sido encerrado. Segundo o ministro Ayres Britto, embora o ministro Cezar Peluzo tenha que se aposentar compulsoriamente no final de agosto, quando completa 70 anos, “há expectativa” de que ele participe até o final do julgamento.

O processo do chamado mensalão já foi analisado por vários ângulos e interstícios. Surgido no ano de 2005, no governo Lula, ele tem como quadro penal a suspeita de um esquema de compra de votos de parlamentares. Na verdade, o mensalão tem um forte teor de fraudes e simulações comandadas por personagens da ultradireita como Carlinhos Cachoeira, como já foi divulgado, jornalistas da nazifascista Veja, e o resto da mídia componente da mesma subjetividade patológica que a Veja. Mas não há que se afastar a inconsequência do ex-chefe da Casa Civil, José Dirceu, que no começo do governo Lula montou um banker para dialogar com parlamentares do tipo do ex-deputado cassado, Roberto Jefferson, figura recorrente da ditadura, personagem perigosíssimo. Sem contar que José Dirceu, se aproximou de outras figuras comprometidas, vindas das tramas do governo Fernando Henrique, como o lobista e tramador Marco Valério. Personagem que já no governo Fernando Henrique, mexia com dinheiro suspeito.

Por esses e outros vícios, que o mensalão é alcunhado de “chamado”, porque foi a mídia nazifascista quem cunho-o para atingir o governo Lula e transformá-lo em consciência pública de que governo de Lula era tão corrupto quanto os anteriores. Não havia nada de diferente. Mas não colou. Lula foi reeleito, e saiu do governo com aprovação recorde, e de quebra elegeu a sua sucessora, Dilma Vana Rousseff, a primeira presidenta do Brasil.

Provavelmente porque o povo brasileiro soubesse que Fernando Henrique cometera em seu primeiro governo o maior crime contra a Constituição. Para se reeleger comprou parlamentares para a emenda da reeleição. Contando, inclusive, com a participação direta do governador do Amazonas, Amazonino Mendes, responsável pela trama dos votos de parte do Norte, conforme foi divulgado, na época, pelo jornalista Fernando Rodrigues, do jornal conservador, Folha de São Paulo.

 Crente de que o julgamento do mensalão pode influir nas eleições deste ano, a direita ultraconservadora espera com ânsia o resultado do processo acreditando que poderá tirar vantagens para seus candidatos. Hilária fantasia e delírio.

DEPUTADO PROTÓGENES REBATE DEPUTADO DO PT, AMAURI TEIXEIRA, QUEA APRESENTOU PARECE CONTRA ELE

O deputado Amauri Teixeira (PT/BH) apresentou no Conselho de Ética da Câmara, parecer pela admissibilidade de abertura de processo de quebra de decoro parlamentar contra o deputado Protógenes Queiroz (PCdoB/SP) que é membro da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do mafioso Carlos Augusto Ramos, vulgo Carlinhos Cachoeira, preso com seu bando no dia 29 de fevereiro, por força das operações Vegas e Monte Carlo deflagradas pela Polícia Federal.

A representação contra o deputado comunista foi feita diretamente pelo partido retrógrado, PSDB. Demonstração clara de que na CPMI tem momentos que não sabe quem é oposição e situação, porque ambas atuam em alguns momentos juntas para defender seus interesses.

O deputado petista apresentou parecer pela admissibilidade de abertura de processo contra Protógenes argumentando que ele aparece em uma conversa com o delator e espião, Dada, braço direito de criminalidade do mafiosos Carlinhos Cachoeira. Mas ao mesmo tempo se contradiz, afirmando que as gravações são “frágeis” e não justificariam quebra de decoro.

“Encaminhamos nosso parecer pela admissibilidade. Não quer dizer que estamos concluindo pela quebra de decoro ou não. Apenas aceitamos que a representação obedece aos pressupostos normais, está de acordo com regimento interno da Câmara e do Conselho de Ética. Além disso, também há indícios, que são as ligações do Protógenes com o Dada”,disse Teixeira, relator do pedido.

Se em entrevista Teixeira tentou ponderar, em seu relatório quis implicar o deputado Protógenes.

“Um parlamentar não pode agir, como tudo indica, tem agido o deputado Protógenes Queiroz, mantendo relacionamento próximo com um notório contraventor e, pior, o auxiliando diante das investigações levadas a cabo pela Polícia Federal”, diz trecho do parecer.

Mas Protógenes não deixou por menos. Mandou seu recado rebatendo a posição dúbia, mas importante para a direita, do parlamentar. Protógenes disse que recebia com respeito e tristeza a decisão de Teixeira, e que a decisão é uma tentativa de desviar a atenção da sociedade em relação à Delta, e que Teixeira estar irmanado com o PSDB.

“Recebo com respeito e tristeza o parecer do deputado Amauri Teixeira, do PT. Contraria os depoimentos dos delegados e documentos que me inocentam. Vou me defender.

Talvez o erro ético maior foi requerer a CPMI do Cachoeira e revelar os ladrões desta República e aqueles que se revelam no processo.

Um passarinho me contou agora que o deputado Amauri Teixeira, do PT, cumpriu tarefa do PT em acordo com o PSDB. Querem desviar o foco da corrupção da Delta.

Recebi alguns telefonemas de colegas do PT falando que o parecer do deputado Amauri, do PT, foi uma traição”, observou Protógenes.

Não precisava nem Protógenes constatar a posição do deputado Teixeira. É evidente que trata-se de um personagem daquela banda da CPMI que pretende que entre os acusados ligados aos dois partidos, PT e PSDB, escapem todos. Personagens fortemente tendenciosos.

O ULTRACONSERVADOR, CESAR MAIA, EX-PREFEITO DO RIO, FOI CASSADO

César Maia, ex-prefeito ultraconservador do Rio, teve seus direitos políticos cassados. O ex-prefeito do Rio foi cassado por improbidade administrativa. Ele agora encontra-se impedido de candidatar-se por cinco anos. Ele pode entrar com recurso no Tribunal de Justiça para reverter a cassação, mas se não conseguir seu sonho de ser candidato à Câmara Municipal do Rio, virará pesadelo.

Parceiro de partido do ex-governador do Distrito Federal (DF), José Roberto Arruda, cassado, César Maia, também é amigo de outro parceiro de seu partido DEM: senador Demóstenes Sem Partido Torres, vivendo hoje o astral que jamais imaginou cair-lhe na cabeça de moralista parlamentar.

Ele também foi condenado na ação movida pelo Ministério Público Estadual (MPE)ao pagamento da multa de R$ 149.432, 40. A condenação foia assinada pelo juiz Ricardo Coimbra da Silva Starling Barcellos, da 13ª Vara da Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A condenação ocorreu, porque foi encontrado irregularidades no contato e execução de obras e serviços, orçados em R$ 149.432,40, da construção da Igreja de São Jorge, em Santa Cruz, na Zona Oeste da cidade.

Se César Maia, recorrer, como vai recorrer, e se confirmar essa decisão, será um grande bem para a democracia. César Maia é uma espécie de Serra do Rio de Janeiro. Também, no passado, se considerava socialista.

Carta aberta à esquerda grega

O que está em jogo nesta batalha é imenso, é provavelmente a mais significativa que temos na Europa desde a Revolução dos Cravos em Portugal. Neste contexto, todas as forças da esquerda radical devem trabalhar tão juntas quanto possível. As polêmicas estéreis, reiterando o padrão tão familiar de “desmascarar o inimigo reformista”, devem então ser evitadas a favor de uma discussão fraterna. As nossas responsabilidades são enormes, milhões de pessoas têm os olhos postos na Grécia como o nome e o lugar da esperança. O artigo de Stathis Kouvelakis.

Stathis Kouvelakis

Numa publicação recente do “Socialist Worker” respondia-se à pergunta “Que forma tomou o reformismo grego?” (os termos em que se põe a questão já me parecem tendenciosos), Panos Garganas (líder do SEK, organização irmã do SWP britânico) resumiu a posição da Syriza na atual situação da seguinte forma: “Os líderes da Syriza asseguram que podemos escapar da austeridade reformando a União Europeia. Afirmam que um governo de esquerda não deveria dar passos de forma unilateral como o do cancelamento da dívida e a saída do euro.

Pretendem negociar uma saída da austeridade. Asseguram que um orçamento com um valor acrescentado fortaleceria a posição da Grécia nas negociações com os seus credores. Isto na prática adia a promessa de acabar com a austeridade até que o governo alemão e os bancos concordem com isso. É por isto que reivindicamos na Antarsya [NR: coligação da esquerda radical que obteve menos de 2% nas eleições de 6 de maio] uma esquerda anticapitalista forte e a continuação das lutas.”
À exceção da última frase, temo que esta afirmação esteja bastante longe de ser capaz de mostrar uma imagem adequada tanto da posição da Syriza como também dos parâmetros de demarcação dentro da esquerda radical e, de forma mais ampla, no marco da atual conjuntura.

É verdade que a posição geral da Syriza está a favor de uma transformação interna da UE, mas numa base de denúncia de todos os tratados europeus existentes (Maastricht, Lisboa, etc…).
Também é verdade que a Syriza se opõe à saída da zona euro, ainda que correntes importantes tanto dentro do Synaspismos como dos outros grupos desta frente política (que, por certo, também conta com um bom número de organizações significativas da extrema-esquerda grega, maioritariamente de origem maoísta e trotsquista) estão a favor dessa saída (ou consideram que é uma consequência inevitável).

Mas a Syriza conquistou o apoio da maioria do eleitorado de esquerda e tal como indica a sua posição liderante nas sondagens, provavelmente até o apoio duma maioria relativa do povo grego no seu conjunto, não por propor ficar à espera duma reforma da União Europeia ou de negociações para acabar com a austeridade, mas sim porque escolheram um governo de unidade de todas as forças de esquerda que se opõem à austeridade.

Esse eventual governo, como repete Alexis Tsipras, anularia imediatamente a totalidade do memorando infame, fazendo disso o seu “ato fundacional”. O memorando não é negociável, afirmar o contrário seria como “tentar negociar com o inferno”, como Tsipras recentemente assinalou.

Sobre esta base e a desta medida unilateral, um governo anti-austeridade exigiria uma renegociação da dívida para poder anular a maior parte dela. Se esta reivindicação pela renegociação fosse rejeitada, então a Grécia deixaria de pagar a dívida e declararia uma moratória pelo tempo necessário a permitir um desfecho favorável da renegociação, seguindo a linha já adotada no passado em negociações semelhantes (como a Argentina, no caso mais recente).

A Syriza diz que estas ações não implicariam uma saída da zona euro nem a interrupção dos pagamentos em vigor que são feitos ao país por causa do plano de resgate.

As declarações de responsáveis da UE e líderes europeus a afirmar o contrário são apresentadas como uma guerra de propaganda visando pressionar o eleitorado e evitar o crescimento da Syriza, cuja posição, é importante reforçar, reflete a vontade da grande maioria da população grega, que rejeita a austeridade mas não quer sair da zona euro.
Essas declarações também demonstram que, como Larry Elliot escreveu no Guardian, “a Europa ganha forma quando se trata de assegurar que os eleitores votam “como deve ser”.

No entanto, é verdade que parece muito improvável que a UE, representando os interesses dos credores da Grécia e os do capital financeiro europeu em geral, não vá reagir à saída unilateral do enquadramento de austeridade presente no Memorando.
As recentes declarações dos líderes da Syriza mostram que estão conscientes da necessidade de um tal plano de contingência, mas os seus contornos ainda não estão claros, já que contribuiriam inevitavelmente para a saída do euro e o não pagamento da dívida.

As duas possibilidades lógicas aqui presentes, se a Syriza vencer as eleições de 17 de junho e liderar o próximo governo, são ou a rendição, renegando o compromisso de revogar o memorando, o que levaria ao desastre absoluto não apenas para a Syriza mas para a esquerda radical no seu conjunto e sobretudo para o povo grego, ou levar a cabo uma longa batalha que certamente levaria a resultados muito para além dos objetivos avançados pela Syriza.

Creio que isso estaria de acordo com um padrão histórico bastante comum de processos de mudança política e social, onde a dinâmica da situação, naturalmente potenciada pela pressão da mobilização popular, empurra os atores (ou pelo menos alguns deles) mais adiante do que era a sua intenção inicial. É isto que mais assusta as forças dominantes na Grécia e na Europa e isso explica a campanha histérica contra a Syriza e a perspectiva aberta pela sua possível chegada ao poder.

O que está em jogo nesta batalha é imenso, é provavelmente a mais significativa que temos na Europa desde a Revolução dos Cravos em Portugal. Neste contexto, todas as forças da esquerda radical devem trabalhar tão juntas quanto possível, não apenas no terreno das lutas e das mobilizações, que é um ponto de partida indispensável, mas também politicamente, para ajudar a situação a radicalizar-se e desencadear toda a sua força.

As polêmicas estéreis, reiterando o padrão tão familiar de “desmascarar o inimigo reformista”, devem então ser evitadas a favor de uma discussão fraterna, que inclui com certeza a clarificação aprofundada das desavenças reais e que são bem-vindas entre as forças do nosso campo político. As nossas responsabilidades são enormes, milhões de pessoas têm os olhos postos na Grécia como o nome e o lugar da esperança, de uma possibilidade concreta para a tão esperada vitória popular.

(*) Stathis Kouvelakis é professor de filosofia política no King´s College em Londres e co-diretor da revista Contretemps.

(**) Publicado no site Socialist Worker. Traduzido por Luís Branco, para o Esquerda.net.

Carta Maior


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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