Arquivo para 22 de agosto de 2012

PREFEITO DE MANAUS PROCURA ATENDIMENTO MÉDICO EM SÃO PAULO ENQUANTO O POVO PASSA A NOITE NA FILA PARA NÃO SER ATENDIDO NO DIA SEGUINTE NO FHAJ

“SAÚDE, DOUTOR!”

No final dos anos 90, ainda no Teatro Cabocão, apresentamos na cidade de Manaus a peça  “Saúde, Doutor!” que tratava de atendimento médico-hospitalar. Ali pacientes na fila, alguns moradores do lugar, como o Joca, mais conhecido como perna de Valsa, com as mais diversas enfermidades aguardavam atendimento médico. Numa das cenas marcantes o atendente anuncia que os pacientes serão atendidos pelo homem de branco. Ao ver o homem de branco um deles se emociona, pois nunca havia visto um médico, cai e morre. Só que mesmo morto, não viu o médico. O homem de branco que o atenderia era um estagiário.

ENQUANTO ISSO NA FUNDAÇÃO HOSPITAL “ADRIANO JORGE”

Esse quadro retratado pela arte daquela época pra cá continua degradante. Pacientes da Fundação Hospital “Adriano Jorge”, no bairro da Cachoeirinha, em Manaus, passam a noite na fila para atendimento. Quando amanhece que inicia o atendimento, se o sistema de internet estiver funcionando mesmo assim ficam aguardando. Lá pelas 10 horas, quando chega de um por um no guichê para falar com a atendente ela diz que o médico, Doutor Marlon,  não atende mais na unidade e que tem que aguardar novo agendamento para o dia 30 de agosto de 2012. As pessoa que precisavam desse atendimento  sofrem com hérnia de disco, problemas de coluna e hortopédicos dos mais diversos.

A confusão ocorrida na manhã do dia 21/08/2012 foi tão grande nesse hospital que idosos na fila de prioridades foram às vias de fato por uma vaga.

O deputado José Ricardo, do PT e seus assessores estiveram no local e registram com fotografias as filas.

Para a realização de exames de raio X só são distribuídas 10  senhas.

PREFEITO CASSADO DEIXA PREFEITURA E BUSCA CURA EM SAMPA

Enquanto o povo sofre com esse sistema precário de atendimento médico-hospitalar, um dos principais responsáveis por esse caos, que já governou este Estado por três mandados e está na prefeitura cassado, doente, afasta-se da prefeitura da não cidade de Manaus e ruma para São Paulo para ser atendido nos melhores hospitais daquela cidade. Ficam aqui os pobres, os conveniados do Manausmed que cancelou todos os convêncios com os cirurgiões e especialistas.

O SUS com todos os problemas enfrentados ainda é um programa de socialização do atendimento para o povo. Entretanto, governos antipopulares são responsáveis pelo péssimo atendimento.

ARTUR NETO, CADÊ A CPMF?

E não podemos deixar de mencionar que o candidato Artur Neto, do PSDB, quando senador da República junto com os outros reacionários políticos votaram contra a CPMF que dava uma grande contribuição para a saúde do Brasil. E agora isso deve ser evocado, porque o povo sofre, muitos estão doentes e aquele dinheiro ajudava a manter o sistema de saúde no Brasil funcinando. Como tinham inveja do Lula, para atingi-lo não aprovaram a contribuição. Mas o povo eleitor foi atingido e eis que chegou a hora de novo.

OS MÉDICOS ESTÃO PRIVATIZADOS

Outro entrave que vemos no atendimento médico no Estado do Amazonas é que todos os hospitais estão entregues para as cooperativas. São poucos os médicos estatutários, funcionários públicos. A privatização da saúde é resultado da política neoliberal do PSDB comandada pelo senhor Fernando Henrique Cardoso e acompanhada pelo surrador de presidente, Artur Neto do reacionário partido que entra neste momento no STF contra o governo do Estado do Amazonas por causa de uma ADIN que alegam lhes causar prejuízo.

Os atendentes e os médicos não devem reagir contra a população, claro, que numa situação que mereça legítima defesa o instinto é instinto.

ENTÃO, MORRA!

Como resultado disso, o povo deve através de meios legais, denunciar essa violência para que a  SUSAM , o governo do Estado, a Prefeitura de Manaus evitem que esse povo não morra, apesar disso já ter sido pronunciado por alguém contra uma paraense e que agora busca cura fora desta cidade, pois deve ter  muito medo de morrer.  Então, prefeito cassado, NÃO MORRA!

    

EM DEPOIMENTO À CPMI PROCURADORES DA REPÚBLICA AFIRMAM QUE CACHOEIRA MONTOU UMA MÁFIA E QUE AINDA É ATUANTE

Em depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) os procuradores da República em Goiás, Lea Batista de Oliveira e Daniel Rezende, responsáveis pelas operações Vegas e Monte Carlo, da Polícia Federal, voltaram afirmar que o contraventor Carlos Augusto Ramos, vulgo Carlinhos Cachoeira, preso no dia 29 de fevereiro com sua corriola, comanda uma organização criminosa com caráter mafioso, e que Carlinhos Cachoeira cooptou agentes do Estado para melhor por agir.

“O certo é que a operação desvelou uma máfia, uma sociedade bem estruturada, mais lucrativa que uma grande empresa. Um grupo profissionalizado, estável, permanente e habitual, montado para o cometimento de crimes de natureza grave. A sua existência por mais de uma década foi suficiente para montar uma estrutura estável e entranhada no seio do Estado.

Uma organização criminosa armada, complexa e com característica mafiosa. O principal traço dessa organização é o código do silêncio orquestrado. A postura dessa organização criminosa, decorrente de um código de silêncio, é típico das organizações criminosas com objetivo de escudar a organização e seus membros. O código está bem claro aqui na CPI e na Justiça Federal”, analisou a procuradora Lea de Oliveira.

No entender do procurador Daniel Rezende, as dificuldades nas investigações decorrem do fato da legislação brasileira ser deficitária referente ao enquadramento de organizações criminosas complexas. Segundo ele, o uso de escutas telefônicas é decorrente do fato de agentes do Estado terem sido cooptados pela organização criminosa. Ele falou também das ameaças que sofreram.

“Não é uma investigação voltada para o solitário social e o criminoso individual. Estamos tentando construir determinadas teses para que possamos desenvolver o trabalho de enfrentamento de organizações criminosas infiltradas no seio do Estado. O Estado se torna muito mais vulnerável quando essas organizações se infiltram, principalmente quando é na área de segurança.

Com essa cooptação dos agentes do Estado, ficou mais difícil o trabalho de campo, por isso o uso das interceptações telefônicas.

Tivemos que alterar totalmente a nossa rotina e isso faz com que nossas famílias passem a absorver. Não é segurança para nós, membros do Ministério Público, mas também para nossas famílias”, observou o procurador Daniel Rezende.

VÍDEO DE BOB FERNANDEZ MOSTRA QUE MENSALÃO NÃO É FARSA, MAS É FARSA O QUE A MÍDIA OCULTOU DA CORRUPÇÃO NO GOVERNO FERNANDO HENRIQUE, INCLUSIVE A COMPRA DE VOTOS

MINISTRO LEWANDOWSKI DIZ QUE SEU VOTO VAI DURAR UMA SESSÃO E MEIA

O ministro-revisor, Ricardo Lewandowiski, do processo do alcunhado mensalão que já teve alguns dos réus com pedido de condenação feito pelo ministro-relator, Joaquim Barbosa, disse em entrevista que a leitura do primeiro trecho de seu voto no dia de hoje, 22, deve durar pelo menos uma sessão e meia.

O ministro-revisor afirmou que esse processo é um caso complexo, cheio de nuances técnicas, e que vai tentar ser o mais objetivo possível. Ele disse ainda que seu voto é “completo e complexo” e que pretende esgotar todos os pontos apresentados antes pelo relator Joaquim Barbosa. De acordo com sua visão, o tribunal “se esforçará para que o julgamento chegue a bom termo”,

Sobre a fixação de teses sobre lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta de instituição financeira e formação de quadrilha, o julgamento será paradigmático, de acordo com seu entendimento.

“O que for definido pela Corte criará jurisprudência e será seguido pelos outros tribunais”, disse o revisor.

Sobre se o ministro, Cezar Peluso, terá tempo para votar no julgamento antes da consumação de sua aposentadoria compulsória no dia 3 de setembro quando completa 70 anos, Lewandowski, disse que só a dinâmica do julgamento é quem poderá responder. 

Comissão da Verdade não fará nada sozinha, diz Fonteles

O ex-Procurador Geral da República, Claudio Fonteles, fala sobre o trabalho da Comissão Nacional da Verdade e reforça a importância da mobilização social para uma real superação dos desafios postos. Entre eles, destaca a criação de uma cultura que nunca mais admita o Estado ditatorial e que repense o papel das Forças Armadas.  “O fundamental é criarmos uma rede de cidadania de sorte que não só a nossa geração, mas a geração dos meus filhos, dos meus netos, dos meus bisnetos, dos bisnetos dos meus bisnetos”.

Vinicius Mansur

Brasília – Cético, mas entusiasmado. Estes dois adjetivos aparentemente paradoxais se misturam quando Cláudio Fonteles analisa a missão da Comissão Nacional da Verdade (CNV), da qual é um dos sete membros. “A CNV em si, por si, sozinha, não vai a lugar nenhum, não vai fazer absolutamente nada, o resultado será zero”, introduz o assunto o primeiro procurador-geral da República nomeado pelo governo Lula, agora aposentado pelo Ministério Público.

O ceticismo é, em parte, prudência diante do enorme desafio posto à CNV e de reconhecimento de seus limites legais. Mas também é uma provocação.  “O fundamental é criarmos uma rede de cidadania de sorte que não só a nossa geração, mas a geração dos meus filhos, dos meus netos, dos meus bisnetos, dos bisnetos dos meus bisnetos, ou seja, que crie-se no Brasil uma cultura, que seja internalizada, de nunca mais admitirmos isso”, vislumbra.

O discurso de Fonteles é um apelo à mobilização social. “Caixa de ressonância”, “grande voz dos segmentos sociais”, “motor propulsor”, “rede com capilaridade nacional” são adjetivos recorrentemente projetados por ele à CNV. Diante de uma comissão legalmente circunscrita à narração da violência do estado ditatorial brasileiro e à proposição de recomendações para enterrar-lo, Fonteles sabe que a força vinda de fora da CNV é quem determinará a legitimidade das proposições de seu colegiado e a profundidade com que serão incorporadas política, administrativa e juridicamente pelo Estado. Da mesma forma, reside nesta força a capacidade de mudança em um âmbito tão enfatizado pelo ex-procurador-geral: na cultura,na memória, na consciência histórica da sociedade brasileira. “Se nós conseguirmos fazer algo semelhante com o que os judeus fazem com o holocausto, ganhamos”, idealiza.

Para tanto, a CNV vem realizando audiências públicas em diferentes partes do país, reunindo-se com os mais diversos atores para criação de canais de diálogo direto e motivando a criação de comissões ou comitês locais sobre a temática. Exceto Rondônia e Roraima, todos os estados já criaram uma ou mais instâncias desse tipo.

Para ampliar a divulgação e garantir a memória da própria comissão, Fonteles planeja propor à EBC, órgão público de comunicação, a documentação das atividades do colegiado e a produção e veiculação de programas sobre a temática. A inspiração veio do “Diário da Constituinte”, programa de TV, com áudio também utilizado pelas rádios, produzido pela Radiobrás – o “embrião” da atual EBC. O programa foi criado por decisão da Assembleia Nacional Constituinte, com intuito de ampliar o debate sobre a nova Constituição e foi veiculado entre 1987 e 1988. Com duração de 5 minutos cada, os programas foram transmitidos pelas emissoras entre 12:00 e 14:00h e 19:00 e 22:00h.

Fantasmas atuantes
Dentro da comissão, Claudio Fonteles afirma haver bastante harmonia de trabalho. Porém, elenca algumas adversidades fora dela. Em primeiro, destaca que a tradição do desrespeito às urnas ainda é um fantasma paira sobre o continente, vide as recentes derrubadas dos presidentes do Paraguai e de Honduras e as tentativas de golpe na Venezuela, Bolívia e Equador.

Apesar de viver situação diferenciada, o Brasil não está imune aos “saudosistas” ou protetores do regime militar. A título de ilustração, o membro da CNV lista episódios recentes e um outro nem tanto. Regressa a 1992, quando era consultor jurídico do Ministério da Justiça – cargo ocupado apenas por restringir-se a uma função técnica e porque o então ministro, Célio Borja, havia manifestado seu compromisso de impedir a volta dos militares, faz questão de frisar – e relata uma conversa telefônica presenciada por ele, mas até então não divulgada:

“Um dia, com os cara-pintada [do movimento Fora Collor] lá embaixo do ministério, eu estava despachando com o ministro, no final da noite. Toca o telefone e a secretária diz: ‘é o ministro do Exército’. Me levantei para sair e ele disse: ‘senta, senta’. A ligação foi transferida e ele respondeu: ‘pois não… pois não… pois não’. Disse três ‘pois não’ e respondeu: ‘agora eu digo-lhe o seguinte, ministro. O árbitro sobre se periclita ou não as instituições democráticas de um país é o senhor presidente da República. Digo-lhe mais, o excelentíssimo presidente da República ao fazer esse juízo se louva exclusivamente, repito-lhe, exclusivamente, numa avaliação do quadro que é feita pelo ministro da Justiça, que sou eu. O Senhor quer mais alguma coisa?’ e desligou o telefone. Pois esse homem enquadrou o ministro do Exército. Se esse homem fraqueja eu não sei o que teria acontecido”, revelou.

Entre os episódios recentes, Fonteles cita a declaração do ex-ministro da Defesa, Nelson Jobim, que considerou juridicamente correta a destruição, pelas Forças Armadas, não só de documentos sigilosos, mas também das atas que descrevem o seu teor. Ao solicitar ao Ministério da Defesa, em junho deste ano, documentos referentes ao período de 1946 e 1988, a CNV recebeu como resposta o Aviso 195, expedido por Jobim à Casa Civil em 2010. Nele consta que os militares destruíram os arquivos do período com base na legislação da época. No momento, a comissão se encontra em tratativas com o ministério, agora chefiado por Celso Amorim, para averiguar se de fato não há mais documentos, hipótese que Fonteles acha improvável. No limite, a CNV quer ter acesso aos Termos de Destruição, registro previsto pela legislação da ditadura, que deve conter as assinaturas do responsável pelo ato e de duas testemunhas.

Outro obstáculo está na Polícia Federal, que há três anos criou um núcleo exclusivamente para estudar as ossadas que possam vir a ser ou não de guerrilheiros, mas até o momento não emitiu qualquer parecer à CNV. “O ministro [da Justiça] falou que vai mandar o pessoal da perícia conversar conosco”, informou Fonteles.

A lista de episódios “fantasmagóricos” poderia ser acrescida por organizações sociais com as intimidações sofridas pelo Levante da Juventude – organização que realizou atos contra torturadores da ditadura – e a invasão da sede do grupo Tortura Nunca Mais.

Trabalho
Por sua experiência profissional, Fonteles disse que seu trabalho na comissão está mais voltado para a investigação que resultará no Relatório Circunstanciado, motivo que o leva a frequentar o Arquivo Público ao menos uma vez por semana em busca de registros que caracterizem “as mazelas, barbaridades e o horrível mal que significou o estado ditatorial brasileiro”. “Hoje mesmo vi coisas interessantes, de linha de pensamento, que utilizam a palavra ‘aniquilar’, ‘exterminar’, por exemplo, no caso da Guerrilha do Araguaia” conta.

Por força de lei, destaca Fonteles, a CNV deve apurar os casos daqueles que, por suas atividades políticas, tiveram seus direitos violados por agentes públicos do Estado brasileiro. Por este motivo, ele afirma que casos de violência policial sem conotação política direta ou enfrentamentos com indígenas, quando da construção da Transamazônica, por exemplo, não devem entrar no escopo do trabalho. De outra sorte é o caso da etnia Suruí, que já tem seu caso sob investigação, pois há fortes indícios de que os militares dominaram seu território no sul do Pará para combater a Guerrilha do Araguaia.

As forças da sociedade civil diretamente vinculadas à ditadura terão um capítulo exclusivo no relatório, diz Fonteles. “Há um documento interessantíssimo mostrando militares na Fiesp”, exemplifica.

A investigação é espinhosa e trabalhosa, demandando muito cuidado, relata o ex-procurador-geral, para não adentrar no sofrimento de famílias que já não desejam saber de seus entes perdidos ou para não cair em denúncias-blefe. Uma demanda muito recebida pela comissão são pedidos para rever decisões da Comissão da Anistia. “Isso não nos cabe”, esclarece.

O passo final da CNV será definir uma lista de recomendações com o fim de “prevenir violação de direitos humanos, assegurar sua não repetição e promover a efetiva reconciliação nacional”, diz a lei. Fonteles almeja recomendações com aplicação concreta, mas não cita ainda nada específico, se restringe a dizer que é importante trabalhar a ideia de que ninguém é contra a missão verdadeira das Forças Armadas. “Temos que começar a trabalhar uma visão de Exército, uma visão de Aeronáutica, uma visão de Marinha, uma visão de Polícia. Temos que pegar toda a base e propor”, conclui.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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