Arquivo para 23 de agosto de 2012

A ECOLALIA DAS PROPAGANDAS PARTIDÁRIAS AO CARGO DE PREFEITO DE MANAUS

O início das campanhas gratuitas – nem tanto, pois quem paga é a sociedade – dos partidos políticos (?) na televisão apresentadas pelos candidatos ao cargo de prefeito de Manaus no dia de ontem, 22, não se furtou ao que já era esperado: um silencioso vazio ecolálico. O eco de campanhas anteriores que formaram um quadro desprezível de falta de novidade. Uma ecolalia que desespera aquele que acredita na possibilidade da produção democrática partidária. Um vazio que não compromete o pulsar vibrante da vida democrática. Nada de novo sobre os escombros de Manaus.

Todos os candidatos de partidos que detém uma base financeira, e até mesmo os com menor sustentação financeira, usaram a miséria que a tecnologia virtual usa para procurar simular o real e manipular os espectadores. Ou melhor: dissipar qualquer possibilidade de percepção da realidade. Com exceção, é lógico, os partidos limitadíssimos financeiramente.

Para simular algum feito de algum candidato que já ocupa um cargo, ou já ocupou, os programas apresentaram aleatórias imagens dos candidatos se relacionando com algumas pessoas nas ruas, e em outras situações fazendo as tradicionais demagógicas, as promessas e os autoelogios. Quando não declarando amor a Manaus, um território que até hoje não foi produzido como cidade. Uma cascata de elogios à Manaus, e declarações pérfidas sobre a cumplicidade com a Zona Franca. Mas ninguém tocou, ou toca, nos transtornos que ela trouxe para o povo manauara. Ninguém é leso. Pode não ser político, mas leso não é. Examinar a realidade do porque a Zona Franca foi implantada e seus malefícios não concede ganho a ninguém. Por isso, a turma maravilhada não toca nesse totem. Não se faz campanha em Manaus se não se elogiar a Zona Franca.

O CANDIDATO SABINO DO PTB

O programa do deputado federal Sabino Castelo Branco, que tem processo de cassação, e é apresentador de programa televisivo de exploração da miséria, seguiu a mesma norma e a mesma técnica usada pelo programa caça-votos na TV. Focar sobre os signos hipnotizantes controladores da emoção do telespectador.

Ele começou falando sobre a vida de sua família e os sofrimentos que ela passou. Falou tanto do sofrimento de sua família que ele deve ter deixado em alguém a certeza de que sofrer é excelente, é uma dádiva de Deus. Pelo menos para que o sofrimento sirva de moeda de exploração. Nada de que “o homem não é para passar privação”, como diz o filósofo Toni Negri.

Sabino usou o recurso da miséria midiatizada com o único fim de atingir seus possíveis eleitores, porque ele de sofredor não tema mais nem a catinga. Sua jornada no meio político lhe permitiu uma boa renda.

Mas o ápice manipulador do programa de Sabino ocorreu no momento em que ele falou sobre a morte de seu pai. Ele tentou mostrar tanto o quanto estava sentindo para impressionar os eleitores que a câmara mostrou em close seus olhos lagrimando, em um tempo necessário para afetá-los. Claro que nada comparado à cena do olho do cinema de Buñuel, já era querer demais na província. Tudo não passou de um recurso virtual em que outras partes do corpo desaparecem para evidenciar um detalhe. Se Sabino alcançou seu propósito, só no dia das eleições vamos saber.

Em síntese, seu programa não apresentou nada de democraticamente inteligente.

O CANDIDATO ARTHUR NETO DO PSDB

O programa de Arthur Neto do PSDB, o partido da ultradireita paulistana, que se apresenta como de oposição quando se sabe que em Manaus não existe oposição, e ainda mais quando se é apoiado pelo maior ícone da direita do Amazonas, Amazonino Cassado Mendes, foi na mesma linha do Serra candidato também do PSDB à prefeitura de São Paulo.

Recursos virtuais, abraços em pessoas nas ruas, algumas imagens de suas andanças dos tempos em que foi prefeito de Manaus, muito autoelogio mostrando sua carreira como ministro, senador, mas nada de mostrar que foi o primeiro prefeito a apoiar o ex-presidente cassado Collor de Mello, falso caçador de marajá, na verdade “caçador de maracujá” como disse, na época, Lula. E muito menos tocar na ameaça de surrar o ex-presidente Lula. Isso foi escondido, é óbvio, porque se trata de uma campanha para seduzir eleitores.

Como um filme melodramático da PelMex, o programa de Arthur também, como o de Sabino, também teve seu ápice, ou melhor, seu clímax controlador. Foi no momento em que ele pediu perdão aos camelôs. Em sua insípida gestão como prefeito de Manaus, Arthur, embalado em sua estética de classe-média parisiense-manauara, resolveu “embelezar” o centro de Manaus, território dos camelôs. Como não teve a singeleza do diálogo, a essência peculiar de uma autoridade, como diz a filósofa Hannah Arendt, se comportou como qualquer tirano, novamente Hannah Arendt: permitiu que sua guarda-municipal – conhecida no jargão popular como rapa – agisse violentamente contra os trabalhadores de rua. O que resultou em vários trabalhadores feridos até camelô em estado gravíssimo.

Arthur tentou mostrar que se encontra arrependido, por isso pediu perdão. Se os camelôs vão acreditar ou não, isso é ação de seus espíritos humanos, como diria Karl Marx. Mas um fato é certo: Arthur não sabe, como diz o filósofo Nietzsche, que o perdão não passa pelo sistema nervoso como passa uma ofensa aos corpos físico e espiritual, conforme mostra o filósofo das afecções Spinoza. Perdoar é apenas uma reação imaginativa e supersticiosa. Pedir perdão ou perdoar não muda o ato de ofender ou de ser ofendido. O que muda é a transfiguração da complexidade do ato de ofender através da inversão racional de um novo pressuposto ontológico. Ou seja, elevar os sentidos e a razão ao exercício transcendente de outra sensibilidade, como afirma o filósofo Deleuze.

Para fortalecer seu pedido de perdão, e se aproximar com facilidade dos camelôs, Arthur, disse que os tempos são outros. Mas essa temporalidade leva para o gonzo da incerteza. Alguns tempos atrás, Arthur, ameaçou dar uma surra em Lula. Em que tempo ele se encontra. No tempo de prefeito, no tempo de senador, ou no tempo presente de candidato que pretende a prefeitura?

Qualquer resposta não tem nada de intempestivo, como é o novo, como é o devir.

CANDIDATA VANESSA DO PCdoB

Com mais tempo de exposição nos meios de comunicação em função das coligações, o programa da candidata Vanessa do PCdoB, pôde abusar dos recursos virtuais e dos encontros com pessoas nas ruas. Além das promessas, autoelogios e uso das imagens de Lula e de Dilma.

Vanessa embora seja candidata de um partido historicamente de esquerda, entretanto é na verdade candidata da direitíssima, como Arthur. Ela é apoiada pelo senador Eduardo Braga, e o governador do Amazonas, Omar Aziz. Todos os dois crias de Amazonino que foi cria do ex-governador Gilberto Mestrinhos, o Amazonino que apoia Arthur. A semelhança de candidata da direitíssima é tamanha que ela já foi, no passado, aliada de Arthur. Coisa do passado, mas que serve para o eleitor citar o escritor-filósofo Milan Kundera, “a luta do homem contra o poder é a luta da memória contra o esquecimento”.

Daí que este não esquecimento faz com que o eleitor entenda que não há candidatura de oposição em Manaus, e muito menos novidade como pretendeu passar o programa de Vanessa. Sua candidatura mostra que um dos motes fortes da campanha é apresentar a estreita ligação com o governo estadual. Não foi por acaso que Omar participou de seu programa tecendo loas à sua candidatura e ainda lembrou dos velhos tempos quando acreditavam militar contra a ditadura quando já não existia a “dita” e ninguém era mais preso. Velhos tempos que hoje servem para buscar o triste poder auferido pela destroçada Manô.

Vanessa na exposição de seu programa usou bom tempo para elogiar os feitos do senador Eduardo Braga. Talvez com a crença de que os eleitores do senador possam lhe conferir seus votos. Se for por falta de cacife e cacique, Vanessa, disso não se lamenta.

CANDIDATO SERAFIM DO PSB

O ex-prefeito de Manaus, Serafim Correa do PSB – que segundo o deputado federal Praciano vestiu o paletó em Amazonino que já se encontrava de pijama -, fez um programa modesto. Sem ostentação, sem recursos virtuais, sem o uso do desbum, com poucas promessas e autoelogios. Também seu tempo de programa não lhe permite largas exposições.

Ele cumprimentou o eleitor, andou pelas ruas de Manaus, abraçou e beijou adultos e crianças, como fizeram os outros, mas não passou disso. Terminou o programa prometendo mostrar mais no próximo programa. Aguardemos.

CANDIDATO NAVARRO DO PCB

O candidato Navarro do PCB – o velho pecebão – apresentou um programa nos moldes dos filósofos franceses Jean Baudrillard e Paul Virilo. Sem recurso até para usar uma câmara, mostrou um programa em que as concepções dos dois filósofos ficaram evidentes. A tirania das tecnologias da virtualização  não se mostraram como dissipadora do real, pois não tiveram vez. Como correra nos outros programas anteriores.

Logo no começo a câmara as apresentou as imagens envoltas em cor escurecida. Foi filmado apenas o lado esquerdo de Navarro – talvez pelo hábito comunista – olhando para frente enquanto o seu vice, aparecia, ao seu lado, de perfil. Tudo em um pequeno local. O fim da ilusão virtual, como diria Baudrillard. Nada de dissipação. Lá estavam Navarro e seu vice como em uma névoa.

Para melhor destruir a exposição do chamado mundo hiper-real, tanto usado por candidatos virtuais, de vez em quando a tela ficava toda escura, lembrando o filósofo Roland Barthes. O fim do tempo cronológico e do movimento perceptivo. Nada de fusão/confusão, como diz Paul Virilo. A tela escura lembrando o cinegrafista-filósofo Jean Luc Goodar: “ se filmar é um piscar de olhos…”

Em uma simples fala Navarro, destrambelhou as candidaturas financiadas com recurso privado. Disse que não tinha recursos e fazia seu programa como podia. Fazer campanha financiada por empresários é comprometer o governo. Eles vão cobrar o dobro.

Quanto aos outros candidatos, fica para os próximos programas.

Marcha em Brasília sela unidade dos movimentos do campo

Cerca de 10 mil pessoas participaram da marcha dos movimentos sociais do campo, em Brasília. Uma comitiva de mulheres representando as 13 organizações que gestaram o encontro foi recebida pelo ministro da secretária geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho. Segundo Alexandre Conceição, dirigente do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), no momento não há o que negociar com o governo, apenas informá-lo sobre o que estão pensando as organizações que estão iniciando um processo de aproximação.

Vinicius Mansur

Brasília – Com cerca de 10 mil pessoas percorrendo a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, os movimentos sociais do campo terminaram o seu Encontro Unitário. A marcha terminou em frente ao Congresso Nacional, mas antes os militantes passaram pelo Palácio do Planalto, armaram barracos de lona na Praça dos Três Poderes e estenderam faixas cobrando a reforma agrária da presidenta Dilma Rousseff.

Uma comitiva de mulheres representando as 13 organizações que gestaram o encontro foi recebida pelo ministro da secretária geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho. Entretanto, não houve qualquer negociação, apenas a entrega da declaração final do encontro. Não houve qualquer negociação.

Segundo Alexandre Conceição, dirigente do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), no momento não há o que negociar com o governo, apenas informá-lo sobre o que estão pensando as organizações que estão iniciando um processo de aproximação. “Essa unidade se dá em cima da construção de um projeto popular e da necessidade da reforma agrária, que está parada no governo. Teremos um calendário para a construção dessa unidade e a ideia é ter agora seminários estaduais de todos esses movimentos”, disse.

O dirigente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Willian Clementino, afirmou que a marcha serve para dizer ao governo não duvidar da capacidade dos trabalhadores. Carmem Foro, vice-presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), o dia de hoje é marcante para o futuro da luta no campo. “Não viremos mais para Brasília isolados”, alertou. Ela ainda apontou que a CUT se empenhará em construir a aliança “operária e camponesa” e chamou atenção para importância da construção da unidade nos territórios, municípios e estados.

A declaração final do Encontro Unitário aponta que esta nova articulação busca responder ao “projeto de remontagem da modernização conservadora da agricultura, iniciada pelos militares, interrompida nos anos noventa e retomada como projeto de expansão primária para o setor externo nos últimos doze anos, sob a denominação de agronegócio, que se configura como nosso inimigo comum”. De acordo com o texto este projeto produz “desigualdades nas relações fundiárias e sociais no meio rural, aprofunda a dependência externa e realiza uma exploração ultrapredatória da natureza” e tem como protagonistas “o capital financeiro, as grandes cadeias de produção e comercialização de commodities de escala mundial, o latifúndio e o Estado brasileiro nas suas funções financiadora – inclusive destinando recursos públicos para grandes projetos e obras de infraestrutura – e (des)reguladora da terra”.

A insatisfação dos movimentos sociais do meio rural com o governo Dilma é grande. Eles afirmam que em seus dois anos de mandato não houve nenhum decreto para desapropriação de terras para a reforma agrária. Os movimentos indígena e quilombola também elencam uma longa lista de violações de seus direitos por parte do Estado. Por outro lado, a senadora e principal representante do agronegócio, Kátia Abreu (PSD-TO), foi recebidas inúmeras vezes por Rousseff, dando margem, inclusive, para especularem o nome da ruralista para comandar o Ministério da Agricultura em 2013.

Além da Contag e do MST, fazem parte desta articulação de movimentos do campo a Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar (Fetraf), a Associação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq), a Cáritas Brasileira, o Conselho Indigenista Missionário (CIMI), a Comissão Pastoral da Terra (CPT), 0 Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), o Movimento Camponês Popular (MCP), o Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), o Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) e o Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário (Sinpaf).

Fotos: Antonio Cruz/ABr


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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