Arquivo para 2 de outubro de 2012

CUT DIVULGA NOTA AFIRMANDO ENCONTRA-SE PREOCUPADA COM O JULGAMENTO DA AÇÃO PENAL 470 PELO STF

Em nota divulgada ontem, dia 1, no Rio de Janeiro, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) diz que vê com extrema preocupação o julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) da Ação Penal 470, alcunhada de mensalão. A nota destaca a pressão da mídia, a espetacularização do julgamento, as condenações antecipadas e o linchamento público dos réus, a pressa no julgamento para coincidir com as eleições municipais, a antecipação do julgamento da Ação Penal 470 quando havia em primeiro lugar o mensalão do PSDB que envolve desde o candidato Azeredo como Fernando Henrique, o chamado mensalão de Minas, entre outros.

 

LULA DIZ QUE O HISTORIADOR-FILÓSOFO, ERIC HOBSBAWM “FOI UM DOS MAIS LÚCIDOS, BRILHANTES E CORAJOSOS INTELECTUAIS”

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao ser notificado da morte do historiador-filósofo Eric Hobsbawm ficou muito triste e desabafou afirmando que ele fora “um dos mais lúcidos, brilhantes e corajosos intelectuais do século XX”.

Logo em seguida, Lula, enviou uma mensagem de pêsames à viúva do historiador-filósofo, Marlene Schwartz. Lula tinha uma estreita e respeitável amizade com ele que foi um dos grandes defensores de seus governos principalmente no cenário internacional. Lula esteve em sua casa como convidado especial, visto que os propósitos políticos de Lula eram os mesmo que os do historiador-filósofo.

Íntegra da mensagem.

São Paulo, 1° de outubro de 2012.

Prezada senhora Marlene Schwartz.

Acabo de receber, com profunda tristeza, a notícia do falecimento do seu marido, o querido amigo Eric Hobsbawm, um dos mais lúcidos, brilhantes e corajosos intelectuais do Século 20.

Desde que o conheci pessoalmente, muitos anos trás, recebi de Eric, como ele preferia que eu o tratasse, incontáveis manifestações de estímulos à implantação de políticas que incorporassem os trabalhadores aos benefícios e à riqueza produzidos pelo conjunto da sociedade brasileira.

Ao longo da última década, li com um sentimento de orgulho as entrevistas em que ele atribuía ao nosso governo a responsabilidade por “ mudar o equilíbrio do mundo e levar os países em desenvolvimento para o centro da política internacional”.

Quatro meses trás, poucos dias de completar 95 anos, Eric Hobsbawm enciou-me, por um amigo comum, uma carinhosa mensagem. “Diga ao Lula para seguir lutando pelo Brasil”, disse ele, “mas não se esquecer jamais da sofrida África”. A partir de agora meu comprometimento com meus irmãos africanos passará a ser, também, uma homenagem à memória de seu marido.

Mais que um privilégio, foi uma honra ser contemporâneo e ter convivido com Erci Hobsbawm.

Receba e, por favor, transmita aos filhos, netos e bisnetos dele as minhas homenagens.

Luiz Inácio Lula da Silva 

DILMA PARTICIPA DE COMÍCIO DE HADDAD E, RESPONDENDO AOS ATAQUES DE SERRA, DIZ QUE DEVE “METER O BICO NAS ELEIÇÕES DE SP”

Na semana passada o candidato à prefeitura de São Paulo, representante do partido da ultradireita da burguesia-ignara paulistana, José Serra, resolveu ser juiz da presidenta Dilma afirmando que ela estava faltando com a ética ao querer participar da campanha de Fernando Haddad (PT/SP) em São Paulo. Na verdade, Serra, com seu personagem destrambelhado e arrogante, disse, ameaçador, que Dilma não deveria “meter o bico” na maior cidade do Brasil. Em seu limitadíssimo vernáculo teve que pedir emprestado termo do vernáculo aviário. E Dilma, com seu tranquilo senso de humor, respondeu aproveitando o vernáculo aviário de Serra, dizendo que tinha “gosto de meter o bico em São Paulo”.

Animadíssima, ao lado de Lula e outros companheiros, a presidenta Dilma Vana Rousseff, participou do comício pró Haddad realizado na zona leste da capital. Durante sua permanência e seu discurso, Dilma, foi aplaudidíssima pelos presentes. Dilma não só falou da importância da eleição de Haddad para a cidade de São Paulo, falou também dos dois governos de Lula, levando o povo a cantar vibrante o “olê, olê, olê, olê ola, Lula, lá”.

“Estou aqui hoje metendo meu bico nesta eleição porque para o Brasil, São Paulo é, sobretudo, o lugar onde milhares de brasileiros vivem. Não temos como dirigir o Brasil sem meter o bico em São Paulo.

 Fico mais feliz ainda quando estou com Lula porque sabemos que se tem um homem que fez a diferença neste País, este homem se chama Luiz Inácio Lula da Silva. É um homem que o mundo respeita e está no coração porque merece estar no coração porque mudou nosso País. Tenho muito orgulho de suceder o Lula porque ele deixou uma herança bendita.

Tem gente por aí que tenta mudar essa situação, mas não se muda o fato de que ninguém vai tirar de nós essa herança bendita que Lula nos deixou.

Fernando Haddad é um realizador de sonhos, uma pessoa que, asseguro, é um homem decente, honesto, trabalhador, este homem que eu tenho certeza que pode dirigir a Prefeitura de São Paulo. Venho aqui hoje dar o meu testemunho em favor de Fernando Haddad, tenho certeza de que São Paulo crescerá, se desenvolverá e será uma cidade muito mais humana.

Estive presa aqui, São Paulo faz parte da minha luta e foi uma cidade que me acolheu, me protegeu, cidade à qual devo, não só respeito por ser a maior cidade do Brasil, mas devo gratidão por ter me protegido, ter me acolhido.

Venho ajudar Haddad porque sei que é, conheço, não falo mal de ninguém, mas este pessoal que vive falando mal dos outros, devemos ficar de olhos abertos, são intolerantes, este pessoal não é o nosso pessoal. O Haddad é companheiro de fé porque melhorou a nossa educação, levando esperança a quem não tinha”, discursou Dilma elegantemente. 

PARTICIPANDO DE EVENTO DA REVISTA CARTA CAPITAL, DILMA, DIZ QUE RECURSO DO PRÉ-SAL DEVE SER APLICADO NA EDUCAÇÃO

A destinação dos recursos com a exploração do petróleo e gás da camada do pré-sal, dever ser para a educação. Foi o que afirmou a presidenta Dilma Vana Rousseff durante participação da festa de premiação das Empresas Mais Admirados no Brasil 2012 promovida pela magnânima revista Carta Capital que é dirigida pelo probo jornalista, Mino Carta.

Ao discursar Dilma afirmou que é preciso realizar  “vultuosos” investimentos em educação para que seja garantido o desenvolvimento do país a médio e longo prazo. Dilma também disse que a nova classe média surgida nesses últimos dez anos só pode ter sua sustentabilidade garantida com a melhoria do ensino.

“Eu acredito que uma das grandes questões que nós temos que discutir, logo após das eleições, é para onde vamos destinar os recursos do petróleo e do gás, tanto no que se refere aos royalties, como ao Fundo Social aprovado em relação à partilha. Nisso, a importância da educação tem que ficar clara.

Nós, em uma visão de médio prazo, e mesmo de longo prazo, temos de assumir o compromisso de ampliar o gasto de educação como percentual do PIB.

É um elemento fundamental tanto para que a gente garanta que a nossa classe média seja consistente, não volte atrás, não enfrente um processo de perda de renda, como que nós tenhamos condições de ter massa crítica para inovar e investir em tecnologia e inovação”, discursou Dilma. 

A lição de método de Marx e o legado de Hobsbawm

Paul Valéry, no início de sua “Introdução ao Método de Leonardo da Vinci”, disse que “o que fica de um homem é o que nos leva a pensar seu nome e as obras que fazem desse nome um signo de admiração, de ódio ou de indiferença”. A obra de Eric Hobsbawm é um signo de admiração e de lições para o século XXI. Em um de seus últimos trabalhos, reafirmou sua confiança política e metodológica na obra de Marx: “o liberalismo econômico e o liberalismo político, sozinhos ou combinados, não conseguem oferecer uma solução para os problemas do século XX. Mais uma vez chegou a hora de levar Marx a sério”.

Marco Aurélio Weissheimer

Em um de seus últimos trabalhos publicados no Brasil (Como Mudar o Mundo – Marx e o Marxismo. Companhia das Letras, 2011), Eric Hobsbawm conta a seguinte história para falar da força e da atualidade do pensamento de Marx:

“No Cemitério Highgate estão sepultados dois pensadores do século XIX – Karl Marx e Herbert Spencer – e, curiosamente, da tumba de um se avista o outro. Quando ambos eram vivos, Herbert era considerado o Aristóteles da época, enquanto Karl era um sujeito que morava nas ladeiras mais baixas de Hampstead à custa do dinheiro do amigo [Engels]. Hoje ninguém sabe que Spencer está sepultado ali, enquanto peregrinos idosos, vindos do Japão e da Índia, visitam o túmulo de Karl Marx, e comunistas exilados iranianos e iraquianos fazem questão de ser enterrados à sua sombra” (Como Mudar o Mundo – Marx e o Marxismo, p. 14).

Marx foi um autor que acompanhou a vida e a obra do historiador inglês, que morreu na manhã desta segunda-feira (1º), aos 95 anos. O livro citado acima é uma coletânea de textos que Hobsbawm escreveu sobre o assunto entre 1956 e 2009, “um estudo sobre a evolução e o impacto póstumo do pensamento de Karl Marx (e de seu amigo inseparável Friedrich Engels)”, como ele próprio define. Nesta obra, o historiador defende uma tese central: “Marx é hoje, mais uma vez, e com toda justiça, um pensador para o século XXI”. Como uma das melhores formas de homenagear alguém que partiu é manter acesa a memória das obras de uma vida, cabe falar um pouco sobre essa tese que sintetiza uma parte importante das preocupações e compromissos desse historiador extraordinário.

Paradoxalmente, observou Hobsbawm, quem “redescobriu” Marx foram os capitalistas e não os socialistas. O ano de 1998 foi emblemático neste processo. Neste ano, comemorou-se o sesquicentenário do Manifesto Comunista. A data coincidiu, ironicamente, com o início de uma forte turbulência na economia internacional. Hobsbawm relata que ficou espantado quando, num almoço mais ou menos na virada do século, George Soros perguntou o que ele achava de Marx: “Por saber o quanto nossas ideias eram divergentes, preferi evitar uma discussão e dei uma resposta ambígua. Esse homem, disse Soros, descobriu uma coisa com relação ao capitalismo, há 150 anos, em que devemos prestar atenção”.

Alguns depois, em 2008, o jornal londrino Financial Times estampou em sua manchete: “Capitalismo em convulsão”. “Não podia mais haver dúvida de que Marx estava de volta aos refletores. Enquanto o capitalismo mundial estiver passando por sua mais grave crise desde o começo da década de 1930, será improvável que Marx saia de cena. Por outro lado, o Marx do século XXI será, com certeza, bem diferente do Marx do século XX”, advertiu Hobsbwam. Quais seriam essas diferenças?

O Marx do século XXI
A resposta a essa pergunta está intimamente ligada ao diagnóstico sobre quais aspectos da análise de Marx continuam válidos e relevantes. O historiador inglês destaca dois deles: (i) a análise da dinâmica global do desenvolvimento econômico capitalista e de sua capacidade de destruir tudo o que se antepuser a ele; (ii) a análise do mecanismo de crescimento capitalista, por meio da geração de contradições internas, levando a crises sucessivas e a uma crescente concentração econômica numa economia cada vez mais globalizada.

E a força dessas análises reside, em larga medida, no método empregado por Marx, um método que rejeita a ideia de modelo e procura pensar o mundo como um todo. Não se trata de um pensamento interdisciplinar no sentido convencional, assinala Hobsbwam, mas de um pensamento que integra todas as disciplinas, abordando os fenômenos sociais a partir de distintos pontos de vista: econômicos, políticos, científicos e filosóficos. “Não podemos prever as soluções dos problemas com que se defronta o mundo no século XXI, mas, quem quiser solucioná-los, deverá fazer as perguntas de Marx, mesmo que não queira aceitar as respostas dadas por seus vários discípulos”, defende o historiador.

Marx tem, pois, uma lição metodológica que é, de diferentes modos, destacada por Hobsbawm. No método de Marx, não há lugar para determinismos, dogmas ou modelos pré-concebidos que possam ser aplicados mecanicamente a qualquer momento histórico. E esses pressupostos foram assumidos também por Hobsbawm em seu trabalho como historiador. No final do artigo “Marx e o trabalhismo: o longo século” (op.cit. pp. 358-375), ele reflete sobre os fracassos do século XX, os problemas do século XXI, reafirmando sua confiança no método de análise de Marx:

“Paradoxalmente, ambos os lados têm interesse em voltar a um importante pensador cuja essência é a crítica do capitalismo e dos economistas que não perceberam aonde levaria a globalização capitalista, como ele previra em 1848. Mais uma vez é óbvio que as operações do sistema econômico devem ser analisadas tanto historicamente, como uma fase da história, e não como seu fim, quanto de forma realista, isto é, em termos não de um equilíbrio de mercado ideal, e sim de um mecanismo integrado que gera crises periódicas capazes de transformar o sistema.” (op.cit. p.375)

Para Hobsbawm, a crise atual mostra que o “mercado” não tem nenhuma resposta para o “principal problema com que se defronta o século XXI”: “o fato de que o crescimento econômico ilimitado e cada vez mais tecnológico, em busca de lucros insustentáveis, produz riqueza global, mas às custas de um fator de produção cada vez mais dispensável, o trabalho humano, e, talvez convenha acrescentar, dos recursos naturais do planeta”. O historiador conclui: “O liberalismo econômico e o liberalismo político, sozinhos ou combinados, não conseguem oferecer uma solução para os problemas do século XX. Mais uma vez chegou a hora de levar Marx a sério”.

O que fica de um homem?
Paul Valéry, no início de sua formidável “Introdução ao Método de Leonardo da Vinci” (publicado no Brasil pela editora 34), disse que “o que fica de um homem é o que nos leva a pensar seu nome e as obras que fazem desse nome um signo de admiração, de ódio ou de indiferença. Pensamos que ele pensou, e podemos reencontrar entre suas obras esse pensamento que lhe é dado por nós: podemos refazer esse pensamento à imagem do nosso”.

A longa, profícua e aguda obra de Hobsbwam está aí para que nós melhoremos o nosso próprio pensamento sobre a nossa história e, sobretudo, sobre os desafios que o presente desfia a nossa frente. Não há fim da história, o mercado não é um deus e os homens e mulheres seguem lutando para sobreviver e levar a humanidade a um patamar melhor do que o que está aí. As palavras, as reflexões e a vida de Eric Hobsbwam seguirão a nossa disposição para deixar esse caminho um pouco menos sombrio.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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