Arquivo para 4 de outubro de 2012

CARTÕES DE CORFIRMAÇÃO DO ENEM SERÃO ENTREGUES NO PRÓXIMO FIM DE SEMANA


Quem realizou a inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) fique atento a chegada dos correios em sua casa a partir do dia 10 deste mês, próxima quarta-feira. Nesta data chega o documento que contém o número de inscrição, data, hora e local das provas e a opção de língua estrangeira.

Segundo o sitio eletrônico do Portal Brasil: De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela organização do exame, os inscritos também terão a opção de imprimir o cartão por meio do site do Enem . Quem tiver dúvidas pode entrar em contato com o Ministério da Educação pelo telefone 0800-616161.”

MINISTRO LEWANDOWSKI ABSOLVE GENOINO DE CRIME DE CORRUPÇÃO ATIVA

O ministro-revisor da Ação Penal 470, Ricardo Lewandowski, alcunhada pela mídia conspiradora de mensalão, ao julgar a acusação do ex-presidente do Partido dos Trabalhadores, José Genoino, como avaliador dos empréstimos no Banco Rural e no BMG, destinados aos políticos do PTB e do PP, absolveu-o.  Para Lewandowski a conduta de Genoino não foi individualizada. Segundo ele o Supremo Tribunal Federal (STF) não aceita punir pessoas pelos cargos que elas ocupam e, sim, pelo que efetivamente fizeram.

“O réu viu-se obrigado a enfrentar a kafkiana tarefa de defender-se de acusações abstratas e impessoais, como se repetição bastasse para germinar processualmente, para surgir a condição de integrante de determinada quadrilha”, disse o ministro-revisor.

De acordo com o ministro-revisor, Genoino só assinou os empréstimos, sem saber que tinham origem fraudulentas, porque essa era “sua obrigação estatutária”. Para o ministro a assinatura de Genoino foi um “aval moral”. Na época ele presidia um partido de destaque que tinha 1 milhão de filiados, e embora não tivesse dinheiro para saldar a dívida, o partido era a garantia. Lewandowski lembrou que a dívida foi paga pelo Partido dos Trabalhadores, e o ministro-relator, Joaquim Barbosa, aproveitou para debochar.

Falando sobre o empréstimo do BMG, o ministro-revisor disse que o caso está sendo analisado em outro processo criminal, por isso não interessa ao STF. E disse mais, que várias acusações citadas por Joaquim Barbosa não foram confirmadas no processo judicial, que reuniu “avassaladora prova favorável ao réu”.

“Não tem nenhuma prova de que o réu praticou conduta criminosa. A acusação, de tão lacônica que é, força ao leitor dos autos a retroceder algumas páginas para entender como o Ministério Público Federal (MPF) chegou a conclusão de que réu chegou a determinados ilícitos”, analisou Lewamdowski.

Lewamdowski foi mais contundente ao dizer que se o presidente de um partido não pode negociar política “é melhor retroceder à ditadura militar”.

“Se o presidente de um partido não pode negociar política é melhor fechar o país e retroceder à ditadura militar ou, mais atrás, à ditadura Vargas ou aos mesmos tempos em que a oligarquia resolvia as eleições a bico de pena”, se posicionou realisticamente o ministro-revisor Lewandowski, deixando os ministros reacionários do STF contrariados.

EM COMÍCIO COM HADDAD, LULA, CRITICA A GLOBO E RECORD PELA SUSPENSÃO DOS DEBATES

Participando animadamente em comício do candidato à prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, o ex-presidente Lula e seu maior cabo-eleitoral criticou ironicamente os canais de televisão Globo e Record pela suspensão dos debates besta semana, a última antes das eleições no dia 7, domingo. Lula não livrou o argumento da TV Globo para o cancelamento do debate. A ex-Vênus Platinada disse que não iria mais realizar o debate com os candidatos à prefeitura de São Paulo por causa da presença de partidos nanicos.

“É engraçado que todas as campanhas em que o PT estava na frente das pesquisas, tinha debate na Globo, tinha debate na Record. E agora que o Fernando Haddad está doido por um debatezinho na Globo, por um debatezinho na Record, não vai ter debate desta vez. É uma vergonha. A cidade mais importante do Brasil não ter debate no primeiro turno, isso é uma vergonha”, afirmou Lula.

Para Lula a suspensão do debate pela TV Globo tem um claro propósito de ajudar Serra e o “azarão” Russomano, que não tem proposta para a cidade de São Paulo.

“É crime ser pequeno? As pessoas precisam da televisão para poder ficarem informadas. O dado concreto é que eles não querem que esse moço aqui – apontando para Haddad – mostre a competência que ele tem. Essa é a verdade”, observou Lula.

 

CANDIDATA VANESSA TEM SEU SITE INVADIDO POR HACKERS E ELA FAZ DENÚNCIA NA POLÍCIA FEDERAL

A assessoria da campanha da candidata Vanessa (PCdoP/AM), à prefeitura de Manaus, divulgou nota afirmando que o site da candidata fora invadido por hackers que postaram enunciados sórdidos contra Vanessa, em uma clara demonstração de continuidade do que já fazem pelas ruas de Manaus e inserções nos meios de comunicação contra a candidata, tentando denegri-la junto ao eleitorado manauara.

Leia a nota.

Nós, da coligação “Melhor pra Manaus”, lamentamos profundamente mais uma prova do desrespeito e da absoluta falta de ética que vem se tornando prática recorrente por parte de grupos adversários contra a candidata Vanessa Grazziotin.  Não bastassem os ataques pessoais, calúnias espalhadas no horário gratuito no rádio e TV e panfletos apócrifos distribuídos nas ruas, desta vez os praticantes de tais crimes invadiram e tiraram do ar o site de campanha de Vanessa. Mais que uma nova agressão à candidata, esse ato de vandalismo demonstra, por parte dos responsáveis, o total desprezo à democracia e ao cidadão e eleitor amazonense, que se vê privado de um veículo destinado à divulgação de propostas, como parte essencial e legítima do processo eleitoral. Estamos efetuando os procedimentos técnicos para restabelecimento do site da campanha de Vanessa no menor tempo hábil, e estamos encaminhando o processo às autoridades para investigação e punição dos verdadeiros culpados.

 

Um tribunal opinático

Comentários togados a fatos eleitorais e políticos revelam assustadora imperícia na atribuição de sentido a esses fatos, tomados como indiscutíveis evidências de gravíssimos crimes. O risco de que a sentença final seja informada por essas interpretações canhestras, em acréscimo às adequadas provas jurídicas, é uma ameaça à sociedade política brasileira, não somente aos eventuais sentenciados de agora. São abundantes as ilustrações das distrações de análise dos magistrados do Supremo. O artigo é de Wanderley Guilher dos Santos.

Wanderley Guilherme dos Santos

(*) Publicado originalmente em Brasil247.
Nem só a política, mas toda atividade humana deve respeitar normas de conduta compatíveis com a crescente civilidade da convivência social. Dentistas, sapateiros e todas as demais ocupações próprias ao ser humano devem respeitá-las. Inclusive os praticantes da ambiciosa tarefa, algo extraordinária, de julgar seus semelhantes, apontá-los à execração e priva-los de liberdade. Fazer da ética uma exigência exclusiva ou especial da ação política contraria o código de valores que se consolida a partir do Renascimento, atravessa o Iluminismo do século XVIII, aquele de Jean Jacques Rousseau e de Cesare Beccaria, e se inscreve no espírito das leis correntes.

Direitos e deveres fundamentais, hoje, excluem privilégios ou isenções a indivíduos ou grupos. Milênios distantes da concepção, por exemplo, que permitia a um cidadão ateniense (excluídos, pois, metecos, mulheres e escravos) executar diretamente qualquer condenado que encontrasse pelo caminho. Igualmente abandonadas as diversas noções de graphé, em particular a de graphé paranomon, que submetia a severíssimas penas, inclusive a de ostracismo ou de morte, juízes ou promotores públicos cujas propostas ou deliberações se revelassem contrárias às leis da cidade ou ameaçassem a segurança de seus cidadãos. Legislar e julgar equivalia a aceitar compromissos perigosos. Ao contrário do progresso moderno, sabe-se, em que não há punição para falhas de sentença ou fracassos políticos e só as vítimas padecem suas conseqüências. Pois não existem erros inócuos em matérias públicas.

Sentenças polêmicas não faltam na Ação Penal 470. Processo multifacético, compreende ilícitos eleitorais, crimes de colarinho branco, apropriações indébitas, desvios de recursos em conexões as mais variadas e, algumas vezes, independentes uns dos outros. O prazer de punir, associado a estereótipos sobre o que devia ser a vida política, têm impedido juízes do Supremo captarem implicações essenciais do processo. Se a existência de um caixa 2 quase que obriga ao cometimento de mais de um ilícito, vários outros decorrem de oportunidades clandestinas e não são conseqüências necessárias do processo original. Buscar a causa eficiente do início do processo seria indispensável a uma avaliação produtiva, não apenas punitiva, de um aspecto generalizado na competição político-eleitoral brasileira. Financiamento de companheiros do mesmo partido ou de partidos aliados, com recursos de origem lícita ou ilícita, não constitui mero problema a ser escamoteado pela referência à legislação que permitiria tais ajustes dentro de normas legais.

O irrealismo da lei diante das condições efetivas da competição, condições impostas pelo legislador e pela justiça eleitoral, fica inocentado quando se atribui exclusivamente à má fé do infrator a responsabilidade pela infração.

Lembra a surpresa de John Stuart Mill, candidato derrotado a uma cadeira na Câmara dos Comuns, conforme consta de referências biográficas: Antigamente era preciso possuir uma fortuna para alguém poder eleger-se (período do voto censitário severo), hoje é necessário gastar-se uma. Estávamos em meados do século XIX, com o eleitorado inglês correspondendo a não mais do que 6% da população.

A legislação eleitoral brasileira é falha, contraria em última análise algumas leis fundamentais do país e ameaça a segurança jurídica dos cidadãos. Para ocultar essa condição antecedente os juízes parecem prontos a determinar o ostracismo daqueles réus cuja visibilidade seja suficiente para ofuscar a ocultação. Nesse afã, comentários togados a fatos eleitorais e políticos revelam assustadora imperícia na atribuição de sentido a esses fatos, tomados como indiscutíveis evidências de gravíssimos crimes. O risco de que a sentença final seja informada por essas interpretações canhestras, em acréscimo às adequadas provas jurídicas, é uma ameaça à sociedade política brasileira, não somente aos eventuais sentenciados de agora.

Ouve-se que migrações partidárias seriam robusto indicador de compra de votos. Fora a substituição da expressão “ajuda financeira a aliados” pela expressão “pagamentos para compra de votos” – que é justamente o que se pretende provar, não uma premissa válida de argumento – a singularização de um movimento em particular é desautorizada pela freqüência e generalização do fenômeno. Migrações partidárias ocorrem em dois momentos da política brasileira: depois de eleições majoritárias, parlamentares e partidos desejando se aproximar do poder – vide modificações nas bancadas partidárias depois da posse de Fernando Collor e Fernando Henrique Cardoso, por exemplo, e, claro, também depois da posse de Luiz Inácio Lula da Silva; antes das eleições, com parlamentares buscando abrigo em legendas que lhes ofereçam melhores perspectivas de vitória – caso paradigmático, aqui, o de Marina Silva, transferindo-se do PT para o PV em busca de uma candidatura à Presidência.

E isso ocorre a cada dois anos, claro, com eleições em níveis diferentes, mas submetidas aos mesmos condicionantes. Não constitui, em si, prova de crime algum. Monumental migração tendo em vista futuras eleições ocorreu em 2011, depois da moralizadora lei de fidelidade partidária, com a criação do PSD, por Gilberto Kassab, hoje detendo 48 deputados federais, a quarta maior bancada da Câmara, nenhum deles eleitos por essa legenda. Quem comprou os votos dos parlamentares do PSD?

Ouve-se que acordos políticos envolvendo ajuda financeira, dentro das inócuas leis, estariam bem, mas a votação dos partidos ajudados em alinhamento com o partido ajudante seria imoral, degradante, corrompido. Em que se manifestaria o apoio do partido ajudado, caro magistrado? Em inauguração de retratos nas sedes dos partidos subsidiados? O acordo político pode consistir em mais do que ajuda financeira, e é notória a distribuição de postos governamentais a partidos aliados em contraponto ao apoio parlamentar. Se é para discriminar qual o tipo de “moeda” aceitável nos acordos, tudo bem, tese respeitável, mas que deve ser discutida francamente. Para mim, trata-se de um juízo de exceção aceitar acordo envolvendo cargos governamentais e, discricionariamente, incriminá-lo, interpretando as votações como “atos de ofício” a provarem o “pagamento” do voto comprado.

São abundantes as ilustrações das distrações de análise dos magistrados do Supremo. Mas, terrível, sobretudo, é a inovação epistemológica proposta pela intervenção suavemente facciosa do ministro Ayres Brito. Defende ele que a pergunta a que os indiciados devem responder cabalmente não é a direta e simples: o senhor tinha conhecimento de que se tratava de dinheiro ilícito? (ou acusação semelhante, sempre envolvendo o essencial aspecto cognitivo), mas esta outra: era possível o senhor não saber do ilícito? Pois bem, trata-se de ardil lógico perverso, praticamente impossível de ser respondido inocentemente. No artigo V de Pensées, “A justiça e a razão dos efeitos”, Pascal se refere a uma ignorância sábia de si mesmo. Ignorância socrática à parte, a expressão de Pascal é falaciosa, posto que só os limites do conhecimento nos é dado ter consciência e sabedoria, mas é impossível conhecer a extensão do que ignoramos, exceto se soubéssemos o conteúdo do que ainda não conhecemos – o que é, obviamente, contraditório.

Analogamente, a inovação epistemológica de Ayres Brito só admite duas respostas: não sei – o que, na interpretação subentendida significaria que, de fato, não existiriam condições possíveis de ignorância da matéria – uma confisssão, portanto; ou expondo as circunstâncias de todas as circunstâncias em que não poderia ter conhecido todo o conteúdo das ações alegadamente criminosas – e só descrevendo os limites da extensão de sua ignorância a comprovaria – outra forma de confissão. O ministro Ayres Britto está sugerindo a substituição da defesa com base nos limites do conhecimento pela obrigação do réu comprovar a extensão de sua ignorância. Falácia perversa.

Alguns comentários togados têm margeado a volúpia tirânica. Não tão distantes de Hobbes, que considerava a reunião de duas pessoas como evidência de conspiração criminosa, sem atender à razão do encontro, base suficiente para pesada condenação, inclusive à morte, apartes variados têm contribuído para a degradação da atividade política, discursos bem intencionados não obstante. Especulo como reagiriam ao saber que os eleitores atenienses eram pagos para votar, a partir do final do século V. Chamava-se ekklesiastikon, tal pagamento, e tenho a evolução do valor dessa “compra”, se alguém ficar curioso.

Lewandowski votará sobre Dirceu, já condenado pelo relator

O ministro-revisor abre a sessão desta quinta (4) analisando a acusação de corrupção ativa contra José Dirceu, já condenado na quarta (3) pelo ministro-relator. Na sequência, os demais ministros apresentarão seus votos. Ainda não é possível prever se haverá um veredito final antes das eleições municipais deste domingo (7). Mas o procurador-geral avalia que seria “bom” se julgamento influísse nos resultados das urnas.

Najla Passos e Vinicius Mansur

Brasília – O ministro-revisor, Ricardo Lewandowski, vai abrir, nesta quinta (4), a 32ª sessão do julgamento do “mensalão” com seu voto sobre a acusação de corrupção passiva contra o ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, já considerado culpado, nesta quarta (3), pelo ministro-relator, Joaquim Barbosa. A sessão será a última antes das eleições municipais deste domingo (7), mas ainda não é possível prever se haverá uma decisão final do colegiado sobre o futuro do petista.

“Tudo vai depender do andamento da sessão”, afirmou o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ayres Britto. Segundo o presidente, como quinta é dia de atividade do Tribunal Superior Eleitoral, os ministros que fazem parte deste pleno (Carmem Lúcia, Dias Toffoli e Marco Aurélio Mello) terão prioridade na apresentação dos votos, se assim o quiserem. Dessa forma, e se os demais ministros concordarem, a sessão poderá ser esticada para que as eleições ocorram já com o veredito dado.

Em entrevista à imprensa, no intervalo da sessão, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, não disfarçou seu interesse em fazer uso político do julgamento  no pleito. “As urnas dirão se houve alguma repercussão [do julgamento]. A meu ver, era bom que houvesse, seria salutar”, afirmou.

Contra Dirceu, pesa a acusação formulada pelo Ministério Público de ser o chefe da quadrilha. Mas este tópico só será apreciado no último bloco do julgamento. Agora, a questão é se ele foi ou não responsável pelo pagamento de propina aos deputados, já condenados por corrupção passiva.  A principal tese do seu advogado de defesa, José Luiz de Oliveira Lima, é que não há nenhuma prova que o ligue ao esquema.

Porém, o ministro relator, Joaquim Barbosa, avaliou o contrário. “Considero impossível acolher a tese de que José Dirceu simplesmente não sabia que Marcos Valério efetuava pagamentos em espécie, em nome do Partido dos Trabalhadores, a líderes de partidos da nova base aliada.”

O relator procurou, primeiro, ressaltar o papel de coordenação que Dirceu desempenha no “esquema”. Recuperando depoimento da esposa de Marcos Valério, Barbosa disse que o publicitário e Delúbio estiveram presentes em “duas reuniões capitais” de Dirceu com a direção das duas instituições financeiras que concederam empréstimos já considerados fraudulentos pelo STF. “A data dessas reuniões contribui para situá-las no período exato da formalização dos empréstimos fraudulentos e dos pagamentos para parlamentares”, considerou.

O relator destacou também que Dirceu mantinha “reuniões periódicas com os líderes dos partidos da base aliada, justamente os que mais receberam do esquema”. O relator não explicou o porquê da estranheza de um ministro da Casa Civil se reunir com os líderes da base aliada. “A distribuição de dinheiro a esses parlamentares foi prolongada com pontos de concentração na semana que antecedeu e na semana que sucedeu as votações [ das reformas da previdência e tributária]”, justificou.

Depois, procurou comprovar o vínculo existente entre Dirceu e Valério, o principal operador do esquema. Citou que o empresário intermediou reuniões entre ele e representantes dos Bancos Rural e BMG. Também ressaltou o fato que os dois já haviam se falado por telefone. E priorizou a citação de depoimentos que evidenciavam encontros sociais entre eles: na inauguração de uma agência do Banco Rural e em um churrasco promovido por outro deputado.

Barbosa criticou duramente a defesa de Dirceu e chegou a acusá-la de “faltar com a verdade”. Para o relator, a falta de provas diretas da participação de Dirceu no esquema se deveu ao fato dele se valer de todos os cuidados possíveis para manter sua relação com Valério em segredo. “José Dirceu detinha o domínio final dos fatos. Em razão do elevadíssimo cargo que exercia a época dos fatos, José Dirceu atuava em reuniões fechadas, jantares, encontros secretos, executando os atos de comando, direção, controle e garantia do sucesso do esquema criminoso executado mediante divisão de tarefas em que as funções de cada corréu encontravam nítida definição”.

O relator alegou que a viagem de Valério à Portugal, na companhia de Delúbio, justifica o quanto ele era próximo do grupo de Dirceu. “A atuação de Valério mostra-se intimamente conectada com a de José Dirceu”, ressaltou. Na avaliação de Barbosa, pesou muito contra Dirceu a “ajuda” prestada por Marcos Valério à sua ex-mulher, Maria Ângela Saragoça, que, através dele, conseguiu empréstimo imobiliário com o Banco Rural, emprego no banco BMG e, ainda, um comprador para o apartamento que estava vendendo: o advogado das empresas de Valério e réu do processo, Rogério Tolentino.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

esquizofia.wordpress.com

CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

_________________________________

BLOG PÚBLICO

Propaganda Gratuita

Você que quer comprar entre outros produtos terçado, prego, enxada, faca, sandália, correia, pé de cabra ou bola de caititu vá na CASA UYRAPURU, onde os preços são um chuchu. Rua Barão de São Domingos, nº30, Centro, Tel 3658-6169

Pão Quente e Outras Guloseimas no caminho do Tancredo.
PANIFICADORA SERPAN (Rua José Romão, 139 - Tancredo Neves - Fone: 92-8159-5830)

Fique Frio! Sabor e Refrescância!
DEGUST GULA (Avenida Bispo Pedro Massa, Cidade Nova, núcleo 5, na Rua ao lado do DB CIdade Nova.Todos os dias).

O Almoço em Família.
BAR DA NAZA OU CASA DA VAL (Comendador Clementino, próximo à Japurá, de Segunda a Sábado).

Num Passo de Mágica: transforme seu sapato velho em um lindo sapato novo!
SAPATEIRO CÂNDIDO (Calçada da Comendador Clementino, próximo ao Grupo Escolar Ribeiro da Cunha).

A Confluência das Torcidas!
CHURRASQUINHO DO LUÍS TUCUNARÉ (Japurá, entre a Silva Ramos e a Comendador Clementino).

Só o Peixe Sabe se é Novo e do Rio que Saiu. Confira esta voz na...
BARRACA DO LEGUELÉ (na Feira móvel da Prefeitura)

Preocupado com o desempenho, a memória e a inteligência? Tu és? Toma o guaraná que não é lenda. O natural de Maués!
LIGA PRA MADALENA!!! (0 XX 92 3542-1482)

Decepcionado com seus desenganos? Ponha fé nos seus planos! Fale com:
PAI GEOVANO DE OXAGUIÃ (Rua Belforroxo, S/N - Jorge Teixeira IV) (3682-5727 / 9154-5877).

Quem tem fé naõ é um qualquer! Consultas::
PAI JOEL DE OGUM (9155-3632 ou paijoeldeogum@yahoo.com.br).

Belém tá no teu plano? Então liga pro Germano!
GERMANO MAGHELA - TAXISTA - ÁGUIA RADIOTAXI - (91-8151-1464 ou 0800 280 1999).

E você que gostaria de divulgar aqui seu evento, comércio, terreiro, time de futebol, procurar namorado(a), receita de comida, telefone de contato, animal encontrado, convites diversos, marocagens, contacte: afinsophiaitin@yahoo.com.br

Outras Comunalidades

   

Categorias

Arquivos

Blog Stats

  • 4.241.960 hits

Páginas

Arquivos