Arquivo para 5 de outubro de 2012

MINISTRO LEWANDOWSKI CRITICA MPF E ABSOLVE JOSÉ DIRCEU

O ministro-revisor da Ação Penal 470, alcunhada pela mídia acéfala de mensalão, expondo que não há provas da distribuição de dinheiro por José Dirceu a políticos da base do governo entre os anos de 2003 e 2004, decidiu absolve-lo. Defendendo seu voto pela absolvição de José Dirceu, o ministro-revisor, Ricardo Lewandowski, disse que o trabalho do Ministério Público Federal (MPF) são imputações “políticas muito mais que jurídicas”.

“Não afasto a possibilidade de que José Dirceu tenha participado desses eventos, não descarto que foi até mentor da trama criminosa, mas o fato é que isso não encontra ressonância na prova dos autos.

Mesmo após vasta instrução, o Ministério Público limitou-se a potencializar o fato de José Dirceu exercer funções públicas para imputar diversos crimes sem dar-se o trabalho de descrever, ainda que minimamente, as condutas delituosas que foram praticadas por ele. São meras suposições, figurino genérico no qual se poderia encaixar qualquer personagem que ocupasse alto cargo no governo central”, analisou o ministro-revisor.

Lewandowski também colocou por terra os argumentos apresentados pelo deputado cassado Roberto Jefferson que envolveu José Dirceu no processo. O ministro-revisor disse que eles são “inimigos figadais”. Para ele a frase exclamada por Jefferso contra Dirceu, “ Eu salvei o Brasil de José Dirceu”, “reforça a imprestabilidade de seu depoimento”. Por isso, seu depoimento não serve para condenação de José Dirceu, porque na condição de réu, ele pode mentir em sua defesa.

Lewandowski acrescentou que os depoimentos de petistas afirmaram que José Dirceu quando assumiu a Casa Civil se afastou da administração do PT. Segundo ele, o ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares, agia com “total autonomia” e Dirceu não tinha conhecimento dos empréstimos fraudulentos e a distribuição do dinheiro a parlamentares. Ainda em sua defesa de Dirceu, o ministro-revisor disse que não ficou comprovado seu papel de articulador político. A prova é a negociação da reforma da Previdência no Congresso Nacional que teve a atuação do ex-ministro da Previdência Ricardo Berzoini.

“Supor que, nos bastidores (Dirceu), estivesse manejando os cordéis deste teatro de fantoches é uma possibilidade, mas não é uma realidade processual.

Não estou dizendo que não possa ter havido compra de votos. Estou dizendo que não há provas para todos os gostos nesse imenso acervo probatório.

Nada há contra José Dirceu, salvo as polêmicas acusações de Roberto Jefferson. Existem sim suspeitas, ilações, totalmente carentes de suportes probatórios”, expos o ministro-revisor.

E de quebra ainda contestou a Teoria do Domínio do Fato de origem alemã, que vem pegando força no julgamento pelos mais reacionários. A teoria diz que uma pessoa de alto cargo em uma instituição, pode contribuir definitivamente com um crime, ainda que não tenha participado diretamente nos fatos, pela posição de influência que ocupa.

“Não há nenhuma razão para se aplicar a Teoria do Domínio do Fato. Não estamos em situação excepcional, não estamos em guerra, não estamos em situação de convulsão intestina”, contestou Lewandowski.

MANO BROWN, VOCALISTA DOS RACIONAIS MC’S, EM SHOW, CRITICOU A GESTÃO KASSAB E PEDIU PARA NÃO VOTAREM EM SERRA

O rapper Mano Brown, vocalista da engajada banda dos guetos e urbes socialites, Racionais Mc’s, durante show na capital de São Paulo não segurou seu tino reflexivamente político/social e fez um contundente depoimento contra a triste situação em que se encontra a capital paulista produzida pelo prefeito que há sete anos tomou conta da cidade e transformou em um verdadeiro viveiro de sofrimento. Brown criticou veemente a ausência de uma política de habitação e a forma como são feitas as desapropriações usando a polícia contra os pobres moradores.

O rapper pediu para população não votar em Serra que representa o que há de atraso no estado de São Paulo. Ele lembrou da promessa que Serra fez ao se candidatar prefeito e que iria até o fim do mandato, mas depois largou para se candidatar ao governo do estado e deixou Kassab em seu lugar.                    

“Ouvi falar que serão 12 mil desapropriações até o final do mandato. Sem lugar para essas pessoas morarem, que não é um plano desse governo e dessa prefeitura que está aí. O ser humano para eles é um mero detalhe, o importante são as máquinas, computadores ruas. Porque não é o povo deles que está aqui, que vai ser despejado e morar na rua.

O bisavô e tataravô deles foram os mesmos que escravizaram os nossos bisavôs e tataravôs. Isso é uma coisa que vem perpetuando. Já ouviu falar de cadeia perpétua? Que não acaba nunca? É Isso.

Na próxima eleição, preste atenção. Porque eu tombei vários irmãos votando no Serra. O Serra passou o cabo pro Kassab direto e ele está fazendo essa merda aí. É o Brown que está falando, viu Kassab. Não é o rap não. Vem em mim”, mandou ver o Mano. 

Massacre do Carandiru, 20 anos: Pastoral Carcerária critica impunidade de Fleury

Em entrevista à Carta Maior, o advogado da Pastoral Carcerária Rodolfo Valente recorda-se que o governador de São Paulo à época do massacre, Luiz Antônio Fleury Filho, “sequer foi investigado” e está fora do julgamento marcado para janeiro de 2013. Ao participar de um ato sobre a tragédia, Valente ainda ataca a política de segurança e diz que a maioria dos presos hoje em São Paulo cometeram crimes leves ou são pequenos traficantes e usuários de drogas.

Ana Paula Salviatti

São Paulo – Em memória dos 20 anos do Massacre do Carandiru, inúmeros movimentos sociais que integram a Rede Dois de Outubro – data da tragédia – realizam nesta semana uma série de atividades para cobrar o fim do que chamam de “massacre da juventude negra e pobre”, representado pela política de encarceramento em massa, o “auto de resistência” e a cobertura sensacionalista do tema da segurança pública.

Na última terça-feira (2), lideranças religiosas estiveram em frente à Catedral da Sé, no centro de São Paulo, para lembrar a morte de 111 presos na Penitenciária do Carandiru durante o governo de Luiz Antônio Fleury Filho. Até hoje não houve julgamento dos envolvidos. Houve leitura de poemas e de falas dos integrantes de movimentos como Mães de Maio, Rede Extremo Sul, Coperifa e Rede Não te Cales.

Em seguida, os presentes iniciaram uma caminhada pelo centro de São Paulo, quando realizaram nova homenagem em que citaram cada um dos nomes dos 111 assassinados. A marcha passou em frente ao Tribunal de Justiça e, por fim, à Secretaria de Segurança Pública do Estado. Presente em toda a atividade, Carta Maior entrevistou o advogado Rodolfo Valente, que integra a Pastoral Carcerária.

Carta Maior Em que estágio se encontra o processo judicial do Massacre do Carandiru?
Rodolfo Valente – Após muito tempo, foi designado o júri para os dias 28 e 29 de janeiro de 2013. Infelizmente apenas os policiais são réus. Luís Antônio Fleury segue impune e sequer foi investigado. Hoje de manhã [terça-feira] fizemos uma “singela” homenagem, com um escracho em frente à casa dele. Vamos continuar esculachando enquanto a impunidade persistir.

CM O caso foi levado à Comissão Interamericana de Direitos Humanos?
RV – Sim, no mesmo ano do massacre. A comissão chegou a divulgar um relatório com uma série de recomendações ao Estado de São Paulo, mas nenhuma delas foi cumprida. Uma das recomendações era sobre o fim da superlotação carcerária. Isso até piorou. Nós vemos claramente que quanto mais se constrói presídios, mais se prende. O remédio para superlotação não é construir presídios, é soltar quem não tem que estar preso. O sistema prisional não está aí para combater a criminalidade, está para gerir aqueles que não se inserem no mercado de trabalho, no mercado de consumo. Hoje, para se ter uma ideia, metade da população prisional está presa por conta de crimes sem violência ou de grave ameaça. Oitenta por cento da população prisional está presa por crimes contra o patrimônio ou pequeno tráfico de drogas. E nesse pequeno tráfico de drogas, muitas vezes essas pessoas são usuárias. Enfim, é um sistema de aprofundamento de desigualdades, e não um sistema de justiça.

CM Como vê a cobertura da mídia?
RV – Há uma grande simbiose entre a mídia, o sistema de Justiça e a polícia, e ela está toda a favor desse sistema de exploração dos poucos que detêm muito sobre os muitos que não têm nada. A mídia é só uma engrenagem nessa máquina de moer gente, de produzir estereótipos. A mídia está aí para legitimar e fomentar este discurso. Temos a ideologia que diz que o Estado existe para proteger o povo e que nossa pequena mídia, de três ou quatro emissoras, está dialogando com o povo. Nós sabemos que ela não está.

A espetacularização e a ideologização do Judiciário

A ideologia que perpassa os principais pronunciamentos dos ministros do STF parece eco da voz de outros, da grande imprensa empresarial que nunca aceitou que Lula chegasse ao Planalto. Ouvem-se no plenário ecos vindos da Casa Grande, que gostaria de manter a Senzala sempre submissa e silenciosa.

Leonardo Boff

É com  muita tristeza que escrevo este artigo no final da tarde desta quarta-feira, após acompanhar as falas dos ministros do Superemo Tribunal Federal. Para não me aborrecer com e-mails rancorosos vou logo dizendo que não estou defendendo a corrupção de políticos do PT e da base aliada, objeto da Ação Penal  470 sob julgamento no STF.  Se malfeitos foram comprovados, eles merecem as penas cominadas pelo Código Penal. O rigor da lei se aplica a todos.

Outra coisa, entretanto, é a espetacularização do julgamento transmitido pela TV. Ai é ineludível a feira das vaidades e o vezo ideológico que perpassa a maioria dos discursos.

Desde A Ideologia Alemã, de Marx/Engels (1846), até o Conhecimento e Interesse, de J. Habermas (1968 e 1973), sabemos que por detrás de todo conhecimento e de toda prática humana age uma ideologia latente. Resumidamente, podemos dizer que a ideologia é o discurso do interesse. E todo conhecimento, mesmo o que pretende ser o mais objetivo possível, vem impregnado de interesses.

Pois, assim é a condição humana. A cabeça pensa a partir de onde os pés pisam. E todo o ponto de vista é a vista de um ponto. Isso é inescapável. Cabe analisar política e eticamente o tipo de interesse, a quem beneficia e a que grupos serve e que projeto de Brasil tem em mente. Como entra o povo nisso tudo? Ele continua invisível e até desprezível?

A ideologia pertence ao mundo do escondido e do implícito. Mas há vários métodos que foram desenvolvidos, coisa que exercitei anos a fio com meus alunos de epistemologia em Petrópolis, para desmascarar a ideologia. O mais simples e direto é observar a adjetivação ou a qualificação que se aplica aos conceitos básicos do discurso, especialmente, das condenações.

Em alguns discursos, como os do ministro Celso de Mello, o ideológico é gritante, até no tom da voz utilizada. Cito apenas algumas qualificações ouvidas no plenário: o mensalão seria “um projeto ideológico-partidário de inspiração patrimonialista”, um “assalto criminoso à administração pública”, “uma quadrilha de ladrões de beira de estrada” e um “bando criminoso”. Tem-se a impressão de que as lideranças do PT e até ministros não faziam outra coisa que arquitetar roubos e aliciamento de deputados, em vez de se ocuparem com os problemas de um país tão complexo como o Brasil.

Qual o interesse, escondido por detrás de doutas argumentações jurídicas? Como já foi apontado por analistas renomados do calibre de Wanderley Guilherme dos Santos, revela-se aí certo preconceito contra políticos vindos do campo popular. Mais ainda: visa-se a aniquilar toda a possível credibilidade do PT, como partido que vem de fora da tradição elitista de nossa política; procura-se indiretamente atingir seu líder carismático maior, Lula, sobrevivente da grande tribulação do povo brasileiro e o primeiro presidente operário, com uma inteligência assombrosa e habilidade política inegável.

A ideologia que perpassa os principais pronunciamentos dos ministros do STF parece eco da voz de outros, da grande imprensa empresarial que nunca aceitou que Lula chegasse ao Planalto. Seu destino e condenação é a Planície. No Planalto poderia penetrar como  faxineiro e limpador dos banheiros.  Mas nunca como presidente.

Ouvem-se no plenário ecos vindos da Casa Grande, que gostaria de manter a Senzala sempre submissa e silenciosa. Dificilmente, se tolera que através do PT os lascados e invisíveis começaram a discutir política e a sonhar com  a reinvenção de um Brasil diferente. Tolera-se um pobre ignorante e mantido politicamente na ignorância. Tem-se verdadeiro pavor de um pobre que pensa e que fala. Pois, Lula e outros líderes populares  ou convertidos à causa popular como João Pedro Stedile, começaram a falar e a implementar políticas sociais que permitiram uma Argentina inteira ser inserida na sociedade dos cidadãos.

Essa causa não pode estar sob juízo. Ela representa o sonho maior dos que foram sempre destituídos. A Justiça precisa tomar a sério esse anseio a preço de se desmoralizar, consagrando um status quo que nos faz passar internacionalmente vergonha. Justiça é sempre a justa medida, o equilíbrio entre o mais e o menos, a virtude que perpassa todas as virtudes (“a luminossísima estrela matutina” de Aristóteles). Estimo que o STF não conseguiu manter a justa medida. Ele deve honrar essa justiça-mor que encerra todas as virtudes da polis, da sociedade organizada. Então, sim, se fará justiça neste país.

Leonardo Boff é teólogo e escritor.

RARIDADE SOBRE A HISTÓRIA DO CINEMA EXCLUSIVO DA AFIN PARA O MUNDO

A Associação Filosofia Itinerante (Afin) pelo seu vetor kinemasófico vem trazer mais um documento sobre a história do cinema, como já haviamos feito no afinado Um Breve Toque sobre a História dos Cinema: um plano para as crianças. Este novo material conseguido em um antiquário é uma cartilha contando sobre a história do cinema.

Este livreto de cinema que está em domínio público por ser de 1930, é uma obra kinêmica de R. Millaud, publicada em francês em 1925 e traduzida para o português por Costa Marques (Eng. Industrial I.I.C.P.) dentro da coleção Encyclopedia Pela Imagem. Esta cartilha conta desde os primeiros aparelhos que tentavam reproduzir as imagens com a velocidade da percepção da retina humana, e todos seus elementos como o obturador, mecanismos de desenrolamentos, tiragem da positiva, retardador, armazem, objetivas, mecanismos de arrastamento.

Além disso há capítulos sobre a fabricação dos filmes (sobre estúdio, iluminação, cenário, trajes, fotografia, animação, efeitos especiais, a tentativa de criar o cinema colorido e muito mais), sobre o cinema de amadores (sobre as máquinas para amadores, cinemas no ensino, entre outras coisas).

Não esquecendo que quando esta obra foi publicada ainda não havia o cinema totalmente colorido (somente havia a coloração a mão, ou mecânica, mais ainda não satisfatória). Além disso quando ocorreu a publicação em português, havia apenas um ano em que o cinema falado havia sido produzido em O Cantor de Jazz (The jazz singer, 1929). Desta forma estas 65 páginas são um curso de cinema para qualquer iniciante, amador, estudantes e até profissionais.

DO TRATAMENTO

Esta edição foi escaneada afinadamente e teve um tratamento de imagem para retirar a o amarelamento da página via Photoshop, através de experimentos. Para saber como foi retirado o amarelado (ou as páginas amarelas) criados pelo tempo, nosso blog dá a receita.

Abra a imagem no Photoshop, na aba Camada (Layer) clique em nova camada de ajuste (New Adjustment Layer) e em Matiz/ Saturação (Hue/Saturation) e coloque a Saturação (Saturation) em -100% (toda pra esquerda). Pronto a página amarelada ficou branca. Isto só não funciona perfeitamente onde há manchas.

DOWNLOAD

Para baixar O Cynema da Coleção Encyclopédia pela imagem escolha uma das opções abaixo. Esta pode ser impressa, lida e distribuida gratuitamente, uma vez que se encontra em domínio público, ou quando uma obra passa mais de 70 anos de sua publicação.

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Tamanho reduzido (1017 X 1416)


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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