Arquivo para 12 de outubro de 2012

SERAFIM CORREA, CANDIDATO DO PSB DERROTADO NO PRIMEIRO TURNO, MANTÉM COERÊNCIA: APOIA AMAZONINO

Uma grande parte do eleitorado do Brasil – quiçá do mundo onde há eleição – tem uma opinião construída em um empirismo e um construtivismo ingênuo que muitas vezes não pode ser deixado de servir de análise. Sua opinião é “que todos os políticos são iguais”. Um imperativo categórico não-kantiano, mas que pela forma como foi construído a-historicamente grande parte do pressuposto, tem razão de ser enunciado.

Não há como negar que essa opinião, considerada senso comum, tem fundamento na observação feita por esses que assim opinam sobre alguns profissionais do Executivo e do Legislativo. O modelo que esses profissionais adotam é facilmente classificado como sendo distante dos interesses públicos. Voltados exclusivamente para seus interesses particulares. Quase sempre financeiro. O tal do “ele quer é se dá bem”.

Todavia, não é só o interesse financeiro desses politicofastros – do grego; o falso político – que serve de matéria para se afirme que “todo político é igual”, embora no final o benefício seja o mesmo. Também serve de matéria para essa opinião a conduta moral dos tais políticos que para alcançar seus anseios mantém os mesmos hábitos contrários à coerência democrática. Ou seja, a escolha de posicionamentos que possam produzir uma democracia participativa, o que os filósofos Machiavel e Spinoza chamam de um direito constituinte racional que conduz as potências de todos para a afirmação da sociedade dos iguais.

Nesses políticos a moral, ou seja, as suas formas de agir e julgar encontra-se sempre contrária à moral da sociedade civil. Ela sempre se aninha nos interesses desses personagens ou de seus partidos. Por isso, as alianças mais diversas sedimentadas em forças mais reacionárias que não servem para a transcendência democrática.

A coerência-Moral de Serafim e sua relação com Amazonino

Para quem não conhece, Amazonino é um personagem que há quase três décadas participa do maior plano de atraso do estado do Amazonas. Foi conduzido ao cenário politicofastro do Amazonas pelo conservador direitista, Gilberto Mestrinho, com quem fez carreira. Em uma “vitoriosa” dobradinha. Ou, como eles mesmos diziam; uma ação conjunta. Antes se dizia comunista, mas foi como prefeito biônico que iniciou sua aventura nas linhas do conservadorismo. Foi várias vezes governador do estado, prefeito e senador, sem ser. Era tido pelo reacionário da ultradireita baiana, Antônio Carlos Magalhães, vulgo Toninho malvadeza, o imperador do norte. Talvez, por ser o imperador do norte que ele fora acusado de participar da compra de votos de parlamentares para elegerem a emenda – a maior violência contra a Constituição – que levaria Fernando Henrique, seu amigo, à reeleição. Uma acusação feita no jornal Folha de São Paulo pelo jornalista Fernando Rodrigues.

O certo é que Amazonino se fincou no cenário local e nacional como populista, conservador, sem qualquer afinidade com uma ideia progressista que pudesse lhe levar a ser considerado como um homem moderno. Já que não pôde politicamente chegar ao  pós-moderno. E foi exatamente observando a conduta de Amazonino que o economista Serafim Correa se autonomeou como um personagem diferente dele. Principalmente no que Serafim entendia como política. Posicionou-se como seu adversário, que segundo Serafim, tinha ideias contrárias às suas. É claro que Amazonino não tinha ideias suas. O que ele carregava eram os velhos dogmas do populismo-demagógico. Performance das antigas que não serve para construção do indivíduo político em uma sociedade civil. O que Serafim tomava como necessário a ser combatido.

Assim, Serafim levou o tempo que lhe foi dado ser candidato contra Amazonino. Em uma eleição, depois de outras, Serafim composto com a maioria da sociedade manaura, conseguiu derrotar Amazonino. Para muitos era o fim de Amazonino. Mas Serafim sentiu o peso de ser prefeito de uma não-cidade literalmente destruída. E de erros em erros, Serafim no fim de seu mandato ressuscitou seu maior inimigo. Amazonino fez uma campanha basicamente sobre seus próprios erros, mas atribuídos a Serafim e foi eleito. Exemplo, os imensos buracos de Manaus. Como disse o deputado federal Praciano, na época, “Serafim vestiu o paletó em Amazonino que já estava de pijama”.

Hoje, o candidato Arthur do partido da ultradireita paulistana, PSDB, ideário da burguesia-ignara paulistana, e apoiado por Amazonino, encontra-se no segundo turno disputando com a candidata do PCdoB, Vanessa. Serafim é do PSB, e durante sua campanha no primeiro turno sempre fez alusão que Arthur era apoiado por Amazonino, seu maior inimigo, até então. Com sua saída da disputa em função da derrota, ele teve que decidir a quem apoiar. Não deu outra: ele optou por seu ex-adversário, Amazonino. Resolveu assumir sem qualquer pejo essa aliança. Ele, Amazonino e Arthur. E sempre se tomando como socialista.

Mas é fácil entender essa aliança retrógada. Serafim nunca teve a potência política que faz fruir a vontade democrática-constituinte que enfraquece os estados de coisas que impedem a vida ser revelada ou a revelação do movimento real, como diz Marx. Aliás, a maioria do Amazonas não tem. Serafim sempre pareceu um economista ortodoxo que jamais leu Marx, mas que quer ser tido como socialista. Serafim é católico, mas não carrega visivelmente nenhum signo do socialismo cristão. Serafim não enganou ninguém, em sua própria campanha ele já deixava transparecer que iria se juntar a Amazonino. Ele encenava que censurava deu dileto colega Arthur, mas se recolhia com pressa. Porém, em relação à candidata Vanessa sempre lembrava, com veemência, que ela tinha como vice um ex-secretário de Amazonino. A sua neurose de base politicofastra era Amazonino que não precisou de Freud para ser curada.  

Serafim jamais pareceu ser um personagem do teatrólogo Brecht que esbanja humor. Entretanto, no momento de defender sua posição em apoiar Amazonino, quis ser irônico. Disse que apoiava Arthur para manter o equilíbrio político em Manaus. Arthur, equilíbrio político e Manaus. Que bela trindade.

Assim, observando essa serafimzada, os tais eleitores fortalecem suas opiniões de que “todos os políticos são iguais”. Principalmente na ordem moral.

Estamos com medo; e não porque somos culpados

É assustador que, numa suposta democracia, tremamos aos olhares furibundos e aos sorrisos sardônicos de certos brasileiros, que ocupam as cadeiras de ministros no Supremo Tribunal Federal. Eles são senhores absolutos do Brasil: há que temê-los, naturalmente.

Enio Squeff

Samuel Weiner gostava de contar sobre sua experiência no Julgamento de Nuremberg, aquele que levou a um tribunal internacional os maiores criminosos do Terceiro Reich. Como brasileiro, representante da imprensa de um dos países vitorioso da Segunda Guerra, Weiner tinha o direito de ficar fisicamente mais próximo de alguns dos acusados. Os réus estavam encerrados em cubículos de vidro, a prova de balas e, com um pequeno binóculo, Weiner, por pura curiosidade, observava um a um os acusados, até chegar a Hermann Goering, criador da Gestapo, um dos maiores criminosos da história, co-responsável pelos campos de concentração nazistas. Aí Weiner parou. Confessava que baixou o binóculo rapidamente; sentiu medo. O homem que o encarou de dentro da cabine de vidro “tinha olhos de tigre” (sic). Conforme Weiner, o interior de Goering revelou-se em seus olhos, na inteireza de sua crueldade inconcebível.

É um depoimento revelador, não só sobre réus eventuais. No julgamento sobre o Mensalão, por exemplo, não é aos réus que nos vem sendo dado mirar, mas os juízes. Não existem comparações possíveis. A palavra medo, porém, não parece muito distante do sentimento de qualquer brasileiro com um mínimo de consciência. Há quem fale – sabe-se lá se, paranoicamente ou não- em ambiente de golpe nas decisões que estão sendo tomadas.

Não parece uma questão estranha à justiça ou ao poder. Aos fatos dão-se as dimensões que eles podem não ter. Parece mais que tolice que a ação 470 seja considerada “o maio escândalo da história do Brasil”. Soa como absurdo tal consideração, principalmente num país, como o nosso, em que em quatro anos foram vendidas estatais sem qualquer transparência para os bilhões que lhes foram ou não, devidamente dados. Basta, no entanto, que o poder julgue fatos maiores do que são, e os envolvidos serão, então, maiusculamente julgados.

Foi o que fez o Marquês de Pombal no século XVIII, em Portugal. Ao atentado contra Dom José I – do qual o monarca sobreviveu com não mais que alguns arranhões– o então primeiro ministro luso, fez um escarcéu. Imediatamente, alguns de seus principais inimigos na aristocracia portuguesa seriam arrolados como responsáveis pelo crime de lesa-majestade. O Marquês, diga-se, não se limitou a torturar e a matar uma família inteira, do qual nunca se provou qualquer culpa. Logo, seus juízes saíram à cata de culpados onde quer que algum tugido ou mugido se fizesse ouvir. Em poucos anos, até a queda do Ministro, os inimigos, falsos ou verdadeiros, os criminosos ou não, eram todos enclausurados, mortos, cruelmente torturados, ou obrigados a se exilar: tudo, porem, na mais perfeita ordem legal – que disso o marquês não descurava nunca. Uma vez que eram proibidos os contraditórios, valiam as interpretações jurídicas do momento: se não havia provas, impunham-se as evidências.

À época, não se excluíam as torturas para os processos legais. Eram suficientes, portanto, as confissões dos réus. Depois de algumas sessões de tortura, muito dificilmente alguém não admitia que não tivesse participado fosse do que fosse – não só das conspirações dos Jesuítas – cuja a ordem o Marquês logrou que o Papa extinguisse ( o ouro do Brasil operava milagres na Santa Sé, pelo menos naqueles tempos), mas de que tinha ligações com todos os crimes do mundo – não excluídos os maiores absurdos, fosse da morte de Cristo. Ou do pecado original. Era só os juízes do Marquês quererem – pronto, lá estava o réu quanto menos, na prisão ou no exílio.

Parte da mídia brasileira apoiou o golpe da Suprema Corte de Honduras; e, quando houve o impeachment de Fernando Lugo, ela foi coerentemente a favor do congresso paraguaio. Já que os militares não são mais massa de manobra, como foram nos anos 70 em toda a América Latina, impõe-se, agora, qualquer legalização, seja pelos congressos, sejam pelas pelos poderes judiciários de alguns países. Os golpes não podem parecer que tais: têm de ostentar o selo da legalidade.

A questão maior, por isso, parece ser sobretudo o medo.

Qualquer pessoa de bom senso que passou pela ditadura militar, deve ter em alta conta o cenho carregado e enraivecido do ministro Joaquim Barbosa: ele já deixou claro, no grande evento televisivo em que se transformou o julgamento da ação 470, que não lhe agradam, nenhum pouco, qualquer balbucio de contraditórios a suas teses. Assim também em relação ao sorriso melífluo do ministro Marco Aurélio Mello ; há vários partidos no chamado caso do mensalão. Só lhe ocorre mencionar o PT. Fica-se na dúvida: não será temerário criticá-lo por considerar um escroque, como Roberto Jefferson, um digno “servidor da pátria” como ele declarou?

Restam muitas dúvidas, todas certamente temerárias.

De fato, qual o próximo capítulo televisivo, a merecer capas das revistas e jornalões que querem ver o ex-presidente Lula varrido da história? O exemplo do excelso Marquês de Pombal talvez seja um exagero – mas não deveria ser custoso ou mera paranóia ao ex e à atual presidenta porem-se em alerta. A ser verdade verdadeira, que provas não são necessárias para condenar alguém, dispensem-se inclusive as torturas. Haverá sempre evidências de que todos sejamos criminosos, incluindo-se aí não só os hoje e agora valorosos José Dirceu o José Genoíno. Eles não precisam mostrar sua santidade, por favor (já que o ônus da sua inocência deve-se a eles, apenas a eles). Basta, para nós, que não sejam culpados. E seremos, de novo, aquele pobre país que precisa de heróis

ropor a guardar um silêncio mais que obsequioso (ou a palavra seria outra?) – aos espantados e inconformados com as sentenças que vão sendo atiradas a torto e a direito – sem que o país possa fazer nada (a começar pela decidida aprovação da grande imprensa), resta constatar, realmente, um “cheiro” de 64 no ar.

A propósito, será certamente apenas um desejo que a emocionante carta da filha de José Genoíno venha a comover alguns juízes do STF. Estamos vivendo aqueles inesquecíveis momentos em que a Justiça comete injustiças. Não é de se desprezarem os sinais

Aliás, pode parecer apenas fortuito que Samuel Weiner sentisse medo do o olhar de um autêntico assassino genocida, como foi Hermann Goering. Mas parece bem mais que assustador que, numa suposta democracia, tremamos aos olhares furibundos e aos sorrisos sardônicos de certos brasileiros, que ocupam as cadeiras de ministros no Supremo Tribunal Federal. Eles são senhores absolutos do Brasil: há que temê-los, naturalmente.

Enio Squeff é artista plástico e jornalista.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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