Arquivo para 13 de outubro de 2012

SABINO, CANDIDATO DO PTB DERROTADO NO PRIMEIRO TURNO, MANTÉM COERÊNCIA: NÃO APOIA AMAZONINO.

O deputado federal do PTB do Amazonas, Sabino Castelo Branco, que foi candidato ao cargo de prefeito de Manaus, a triste não-cidade, mas derrotado nas eleições de domingo, dia 7, ao conseguir 6% de votos, decidiu no dia de ontem, dia12, dia de comemorações às crianças, – embora criança deva ser comemorada todo segundo – a quem não apoiar no segundo turno da eleição.

Ao contrário de seu ex-adversário na corrida à prefeitura, Serafim Correa, também derrotado, que decidiu apoiar o seu ex-inimigo figadal, Sabino Castelo Branco, resolveu não apoiar Amazonino. Hoje fazendo parte do circulo de amizade de Serafim Correa.

Sabino, que como Serafim, tinha Amazonino como seu adversário, resolveu manter a coerência-moral. Não vai apoiar Amazonino que é apoiado por Serafim. Sabino, com sua decisão, resolveu manter sua distância de Amazonino. Não quer acordo com ele. Já alguns tempos os dois não se cruzam: brigaram pela presidência do PTB que ficou com o deputado. Mesmo com Serafim afirmando, no tempo de sua campanha eleitoral, que Sabino era cria de Amazonino. Uma forma tanto de atingir a figura de Sabino como a de Amazonino que agora encontra-se em seu estreito círculo politicofastro – em grego: falso político.

Sabino talvez não conheça a máxima burguesa capitalista do senhor Puntila, personagem do teatrólogo alemão, Brecht, que defendendo seus ideais materialistas capitalistas dizia: “Primeiro a barriga depois a moral”. Mas que ele com sua coerente decisão mostrou que não alimenta essa moral que leva muito dos eleitores afirmarem que “que todos os políticos são iguais”, isso ele mostrou.     

Para quem não leu o texto sobre a coerência-moral de Serafim que bradava aos quatros cantos que era inimigo de Amazonino e agora o apoia, a realidade da moral-politicofastra em Manaus é assim: Arthur, candidato da ultradireita do partido paulistano PSDB, é apoiado por Amazonino que é apoiado por Serafim, mas que Sabino não apoia. Simples, não? Até eleitor de Amazonino pode entender.

SABATINA MIDIÁTICA

Êxtase da informação: simulação. Mais verdadeira que a verdade.

Êxtase da informação: simulação. Mais verdadeira que a verdade. Jean Baudrillard

@ Submersa na maior crise econômica com a maioria dos países recorrendo a decisões drásticas que atingem frontalmente as populações principalmente no quesito emprego, o Prêmio Nobel da Paz é concedido à União Europeia (EU). Uma premiação que apesar de sua representação simbólica não arrefece o furor econômico da ideologia neoliberal de mercado que domina quase todos os países europeus.

O comitê da premiação que fica na Noruega justificou o prêmio da EU recordando aos seus antepassados, afirmando que esses antecessores “contribuíram, por mais de seis décadas, para o avanço da paz e da reconciliação, da democracia e dos direitos humanos da Europa”.

É uma justificativa, mas que não justifica ainda mais quando se fala dos “direitos humanos da Europa”. Uma Europa que no próprio interior desrespeita muito das condições humanas de alguns povos e classes. Principalmente quando encontra-se em questão as migrações. Uma Europa que trata de direitos humanos, mas que não faz uso em sua política exterior, por isso não titubeia quando é para se aliar com o imperialismo norte-americano para invadir países. Como ocorreu com o Afeganistão, Líbia, Síria, e entre outros territórios.

 Mas o comitê apenas reduziu a sua análise sobre a premiação. Não tratou da Europa atual. Focou sua perspectiva no passado e no consenso de convivência pacífica entre os países que compõem a  UE. Para ele a partir do fim da Segunda Guerra Mundial a reconciliação entre esses países tornou-se realidade e hoje é impossível pensar em conflito entre dois países europeus. Um ingênuo reducionismo para justificar um Prêmio Nobel da Paz.

“Isso mostra como esforços bem direcionados e a construção de confiança mútua pode tornar inimigos históricos em parceiros próximos. A parte de estabilização desempenhada pela EU tem ajudado a transformar a maior parte da Europa de um continente de guerra em continente de paz.

Este prêmio é o reconhecimento mais forte possível dos profundos motivos políticos por trás da nossa União: o esforço único para cada vez mais europeus superarem guerras e divisões e para, juntos, formarem um continente de paz e prosperidade”, observou, José Manuel Barroso, presidente da Comissão Europeia.

@ Organizado pela Plataforma de Espanha e Catalães que reúne diversos movimentos sociais da região e com o apoio do Partido Popular, Cidadão de Catalunha e União Progresso e Democracia, milhares de pessoas participaram na Praça Catalunha pela unidade da Espanha. Segundo os organizadores a manifestação não teve nenhuma ligação com partidos políticos. A sexta-feira, 12, foi escolhida como data por ser o dia da Festa Nacional da Espanha e Barcelona, e por ser a capital catalã.

Com o lema “Catalunha somos todos nós” os manifestantes protestavam contra os pedidos pela independência da região. Eles reivindicam a nacionalidade catalã, mas também a espanhola. Com os cantos “Catalunha é Espanha”, “Eu sou espanhol”, “Eu sou também catalão” e “Liberdade, Liberdade” os manifestantes entusiasmados não diminuíram seus propósitos mesmo com a chuva que caiu. Foi lido um manifesto em catalão e inglês defendendo os direitos da “Catalunha silenciosa, que até agora não havia saído às ruas”.

“Catalunha somos todos nós e não queremos que se separe do resto da Espanha contra a nossa vontade. Não é um sentimento excludente nem contra nada, mas defendemos o respeito e a pluralidade “, dizia trecho do manifesto que ao final de sua leitura foi saudado gritos de comprovação: “Viva Espanha! Viva Catalunha!”.

@ Em entrevista depois de participar de uma missa celebrada na região leste ao lado de Chalita(PMDB/SP), quarto colocado nas eleições realizadas no domingo, dia 7, o candidato do Partido dos Trabalhadores à prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, comentando os últimos achaques de seu adversário, candidato da burguesia-ignara paulistana, José Serra, representante do reacionário partido da ultradireita, PSDB, disse que ele encontra-se novamente recorrendo aos velhos expedientes que usou em outras campanhas para atacar as candidaturas de Lula e Dilma.

Haddad disse que Serra está evocando as forças das trevas para tentar ganhar de qualquer jeito essa eleição. Por isso, se aliou fortemente ao pastor Malafaia que anda exibindo um vídeo atacando Haddad afirmando que ele é o autor do kit gay.

“Acho que ele está fora de si, ele vai mobilizar as trevas como fez em 2010. Tudo que ele pôde fazer para ofender a presidente Dilma ele fez. É uma pessoa que está completamente fora do tom e isso não é o que a cidade quer.

A história se repete nessas eleições. Assim como no segundo turno em 2010, eles recorrem a esse tipo de expediente. O Serra não tem jeito. Na minha opinião ele é incorrigível. Ele vai ser assim para sempre.

É importante ressaltar o nosso papel, de promover a liberdade religiosa e respeito ao diferentes credos”, analisou Haddad.

Desesperadíssimo por se encontrar 11 pontos abaixo de Haddad, segundo a primeira pesquisa do segundo turno do IBOPE, Serra, viu que recorrer ao mensalão não surtiu nenhum efeito contra Haddad, entretanto continua lançando mão desse ineficaz recurso. Anda tentando ilusionismo procurando ligar Haddad a José Dirceu. Ainda crendo na força do mensalão. É o pobre Serra do PSDB que desaparece junto com seu irmão DEM.

“Divulguem a teoria política do Supremo”

Licitamente derrotados, os conservadores e reacionários encontraram no STF o aval da revanche. O Legislativo está ameaçado pelo ressentimento senil da aposentadoria alheia. Em óbvia transgressão de competências, decisões penais lunáticas estupram a lógica, abolem o universo da contingência e fabricam novelas de horror para justificar o abuso de impor formas de organização política, violando o que a Constituição assegura. Declaram criminosa a decisão constituinte que consagra a liberdade de estruturação partidária. O artigo é de Wanderley Guilherme dos Santos.

Wanderley Guilherme dos Santos

Diante de um Legislativo pusilânime, Odoricos Paraguassú sem voto revelam em dialeto de péssimo gosto e falsa cultura a raiva com que se vingam, intérpretes dos que pensam como eles, das sucessivas derrotas democráticas e do sucesso inaugural dos governos enraizados nas populações pobres ou solidárias destes. Usando de dogmática impune, celebram a recém descoberta da integridade de notório negocista, confesso sequestrador de recursos destinados a seu partido, avaliam as coalizões eleitorais ou parlamentares como operações de Fernandinhos Beira-mar, assemelhadas às de outros traficantes e assassinos e suas quadrilhas.

Os quase quarenta milhões de brasileiros arrancados à miséria são, segundo estes analfabetos funcionais em doutrina democrática, filhos da podridão, rebentos do submundo contaminado pelo vírus da tolerância doutrinária e pela insolência de submeter interesses partidariamente sectários ao serviço maior do bem público. Bastardos igualmente os universitários do Pró-Uni, aqueles que pela primeira vez se beneficiaram com os serviços de saúde, as mulheres ora começando a ser abrigadas por instituições de governo para proteção eficaz, os desvalidos que passaram a receber, ademais do retórico manual de pescaria, o anzol, a vara e a isca.

Excomungados os que conheceram luz elétrica pela primeira vez, os empregados e empregadas que aceitaram colocações dignas no mercado formal de trabalho, com carteira assinada e previdência social assegurada. Estigmatizados aqueles que ascenderam na escala de renda, comparsas na distribuição do butim resultante de políticas negociadas por famigerados proxenetas da pobreza.

Degradados, senão drogados, os vitimados pelas doenças, dependentes das drogas medicinais gratuitas distribuídas por bordéis dissimulados em farmácias populares. Pretexto para usurpação de poder como se eleições fossem, maldigam-se as centenas de conferências locais e regionais de que participaram milhões de brasileiros e de brasileiras para discussão da agenda pública por aqueles de cujos problemas juízes anencéfalos sequer conhecem a existência.

O Legislativo está seriamente ameaçado pelo ressentimento senil da aposentadoria alheia. Em óbvia transgressão de competências, decisões penais lunáticas estupram a lógica, abolem o universo da contingência e fabricam novelas de horror para justificar o abuso de impor formas de organização política, violando o que a Constituição assegura aos que sob ela vivem. Declaram criminosa a decisão constituinte que consagra a liberdade de estruturação partidária. Vingam-se da brilhante estratégia política de José Dirceu, seus companheiros de direção partidária e do presidente Lula da Silva, que rompeu o isolamento ideológico-messiânico do Partido dos Trabalhadores e encetou com sucesso a transformação do partido de aristocracias sindicais em foco de atração de todos os segmentos desafortunados do país.

Licitamente derrotados, os conservadores e reacionários encontraram no Supremo Tribunal Federal o aval da revanche. O intérprete, contudo, como é comum em instituições transtornadas, virou o avesso do avesso, experimentou o prazer de supliciar e detonou as barreiras da conveniência. Ou o Legislativo reage ou representará o papel que sempre coube aos judiciários durante ditaduras: acoelhar-se.

Imprensa independente, analistas, professores universitários e blogueiros: comuniquem-se com seus colegas e amigos no Brasil e no exterior, traduzam se necessário e divulguem o discurso do ministro-presidente Carlos Ayres de Britto sobre a política, presidencialismo, coalizões e tudo mais que se considerou autorizado a fazer. Divulguem. Divulguem. Se possível, imprimam e distribuam democráticamente. É a fama que merece.

O STF escreve página de vergonha e arbítrio

Por Breno Altman – A bem da verdade, alguns dos magistrados foram coerentes com sua trajetória. Atiraram-se avidamente à chance de criminalizar dirigentes de esquerda e prestar bons serviços aos setores que representam.

O voto de Gilmar Mendes, por exemplo, transbordava de revanchismo contra o Partido dos Trabalhadores. O ministro Marco Aurélio de Mello, o mesmo que já havia dito, em entrevista, que considerava o golpe de 1964 como um “mal necessário”, seguiu pelo mesmo caminho. Mandaram às favas a análise concreta das provas e testemunhos. Apegaram-se às declarações de Roberto Jefferson para fabricar discurso de rancor ideológico, ainda que disfarçado por filigranas jurídicas.

Outros juízes, porém, simplesmente abaixaram a cabeça, acovardados. Balbuciavam convicções sem fatos ou argumentos dignos. A ministra Carmen Lúcia não listou uma única evidência firme contra José Dirceu ou Genoíno, contentando-se com ilações que invertem o ônus da prova. Foi pelo mesmo caminho de Rosa Weber, sempre pontificando sobre a “elasticidade das provas” em julgamentos desse naipe.

O papel nobre e honroso de resistência à chacina judicial coube ao ministro Lewandovski, o único a se ater com rigor aos autos, esmiuçando tanto os elementos acusatórios quanto as contraposições da defesa. Teve a companhia claudicante de Dias Toffoli, sempre apresentado pela velha mídia como “ex-advogado do PT”, sem que o mesmo tratamento fosse conferido a Mendes, notório áulico tucano.

Assistimos a um julgamento político e de exceção. Um aleijão que fere os princípios constitucionais e contamina as instituições democráticas. O processo está sendo presidido por teorias que possam levar ao objetivo pré-concebido, em marcha batida na qual são atropeladas seculares garantias civis.

A existência da compra de votos dos parlamentares é reconhecida sem que haja qualquer prova factual ou testemunhal. A transferência de recursos financeiros entre partidos passa automaticamente a ser considerada corrupção passiva, mesmo que não haja ato de ofício ou compromisso ilícito, renegando a jurisprudência da corte e abrindo as portas para toda sorte de subjetivismo.

Quadros de partido e governo são condenados porque a função que exercem traz em seu bojo a responsabilidade penal por supostos atos de seus subordinados ou até por aqueles sobre os quais teriam ascendência não-funcional. Em nome dessa doutrina, denominada “domínio do fato”, a presunção de inocência é fuzilada. Cabe ao réu comprovar que não teria como desconhecer o fato eventualmente delituoso.

Essa coleção de barbaridades e ofensas à Constituição ontem levou à condenação, por corrupção ativa, de José Dirceu, José Genoíno e Delúbio Soares. Dos três, apenas o ex-tesoureiro petista esteva vinculado a situações materiais, mas sem que houvesse qualquer elemento comprobatório de ação corruptora. Arrecadou e transferiu irregularmente fundos para os partidos, e desse procedimento é réu confesso, mas não houve registro fático que ele algo tivesse comprado que tivesse sido posto à venda pelos parlamentares denunciados.

Quando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso conseguiu a emenda da reeleição, o deputado Ronivon Santiago, então no PFL do Acre, confessou ter recebido R$ 200 mil para dar seu voto a favor dessa medida. Aqui temos valor, fato e prova mediante confissão – aliás, de um crime que o STF jamais se dispôs a julgar. Nada disso, no entanto, apareceu na ação penal 470. Apenas ilações e conjecturas a partir de mecanismos anormais de financiamento partidário ou eleitoral.

Mas o caso de Dirceu e Genoíno é ainda pior. Não aparecem na cena de qualquer crime, delito ou contravenção. A suposta prova contra o ex-guerrilheiro do Araguaia é um contrato de empréstimo contabilizado e quitado, cujas verbas não constam das transações interpartidárias, como bem demonstrou o ministro Lewandovski. Foi condenado porque a ele se aplicou a lógica de exceção: se era presidente do PT, não tinha como ser inocente das denúncias formuladas.

A condenação do ex-chefe da Casa Civil, por sua vez, apresenta-se como a maior das brutalidades legais cometidas. Salvo acusações do condenado Roberto Jefferson, não há contra si qualquer testemunho ou evidência. Ao contrário: dezenas de depoimentos juramentados corroboram sua inocência, formando verdadeira contra-prova. Mas a maioria dos ministros sequer se deu ao trabalho de citá-los ou analisá-los.

Ambos, Dirceu e Genoíno, tiveram seus direitos degolados para que os interesses mobilizadores do processo se consumassem. Há sete anos as forças conservadoras e seu partido midiático fizeram do chamado “mensalão” o centro da estratégia para enfrentar a liderança crescente do PT e do presidente Lula, de vitalidade reconfirmada em seguidas eleições, incluindo a do último domingo. Condenar os dois dirigentes era marco imprescindível dessa escalada.

O STF, acossado pela mídia corporativa, além de aviltado pelo reacionarismo e a covardia, prestou-se a um triste papel, escrevendo página de vergonha e arbítrio em sua história. De instituição responsável pela salvaguarda constitucional, abriu-se para ser o teatro onde se encena a reinvenção da direita. Quem viver, verá.

Breno Altman é diretor editorial do sítio Opera Mundi e da revista Samuel.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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