Arquivo para 1 de novembro de 2012

A NATUREZA EM SEUS MODUS DE SER TEMPORAL COM VENTOS FORTES, RAIOS, TROVÕES E RELÂMPAGOS MOSTRA PORQUE MANAUS É UMA NÃO-CIDADE

Durante quase quinze horas esse Blog Intempestivo esteve fora de cogitação de postagem. Por isso, só pela parte da tarde começou sua ação cyber-espacial. Um fato comum com qualquer blog não fosse o fator causa da interrupção.

Na terça-feira, dia 30, pela parte da noite, às 21h30 – no centro -, Manaus foi visitada por uns modus de ser da natureza. Ela foi envolvida por um forte temporal composto de ventos velozes, chuva intensa, raios, trovões e relâmpagos. Modus de expressão da natureza que seria singular não fossem às interferências científicas promovidas como experiências no seio Naturante-Naturado. Consequência dessa visita foram árvores derrubadas, casas avariadas, ruas e avenidas alagadas, intransitáveis (já são intransitáveis quando não chove), postes da rede elétrica caídos, casas avariadas, telhas arrancadas, igarapés transbordando, pessoas sem poder se locomover, principalmente as pessoas usuárias dos transportes coletivos, rede telefônica fora de ar, internet ausente, e o já famoso blecaute.

Em alguns bairros foram mais de vinte horas sem energia elétrica. Na quarta-feira, ontem, dia 31, último dia de pagamento do funcionalismo público, com a falta de energia e internet algumas repartições públicas tiveram seus serviços suspensos, em algumas foi feriado. Bancos também não atenderam seus clientes. Em alguns atendimentos médicos, como Serviços de Pronto Atendimento (SPA), médicos e outros profissionais da saúde tiveram que atender os pacientes na parte externa dos prédios.

Tirando a atuação original da natureza, muitas – quiçá todas – dessas consequências terríveis que violentam e debocham da população poderiam ser evitadas, se Manaus fosse uma cidade com uma arquitetura urbana material e imaterial que fosse ligada ao espírito humano. Mas ela não tem arquitetura urbana. Da maioria dos seus espaços construídos em forma estilística, histórica, funcional, afetivo, em corpus interpelantes dos moradores de Manaus, todos só lhe afetam de forma triste. Manaus é um escombro. Não tem saneamento básico. Esgotos e, algumas ruas – quando têm – são ineficazes. Não atendem a demanda de uma pequena chuva. Há uma grande quantidade de lixo na cidade, em razão de uma falha coleta. Não tem uma rua com calçada completa. Os carros são donos das calçadas e jogam os transeuntes para às ruas. O transporte coletivo é depauperante. Os sistemas de abastecimento elétrico e de águas são deficientes. Quando chove em muitos bairros e centro fata energia e a água, quando não falta também, diminui sua força. Quer dizer, quem tem um mínimo de entendimento de polis, de urbanismo, de hábita-humano, de espaço de vivência coletiva, sabe que Manaus não pode ser considerada, nem com a maior boa vontade, como cidade.

Tirando o fator-natureza do ocorrido mais uma vez em Manaus, ficamos com o político e o social, para não indicar o antropológico, o cultural e o epistemológico que aí era fazer desaparecer todos os rastros da não-cidade. Só com o político e o social podemos ter uma amostragem de que a triste Manaus de hoje não é nada mais do o produto dos desgovernos que aqui aportaram e não querem mais partir. Mas tem um personagem que tem uma ligação direta com essa triste Manaus. O ex-prefeito biônico, ex-governador e ex-senador Amazonino Mendes, atual prefeito. Contado seu tempo de prefeitura, propriamente dito, e o tempo em que elegeu prefeito e teve ingerência na não-cidade, já vão mais de vinte anos. E Sabe-se que vinte anos é tempo suficiente para se construir uma cidade.

A prova histórica da ineficácia administrativa de Amazonino encontra-se na síntese de seu governo hoje. Posiciona-se entre os piores do Brasil, com uma rejeição a gosto de Serra. Mas o mais “encantador” de toda essa produção de Manaus não-cidade, é que ele foi o braço forte do candidato representante da ultradireita de Manaus, Arthur Neto (PSDB/SP/AM), eleito prefeito com os votos dos conservadores de Manaus. Um preocupante sinal. Se são conservadores, podem muito bem ajudar na conservação dessa não-cidade. Um grande perigo para quem tem a grandeza do espirito humano urbano.

Até que o tempo não se faça, esses manauaras do espírito  humano urbano, vão parafrasear o teatrólogo alemão, Brecht: “Nos futuros “temporais” não venha meu cigarro apagar-se por causa da amargura”.   

EXAMES CONFIRMAM O JÁ CONFIRMADO: LULA ESTÁ CURADO

O ex-presidente Lula voltou novamente ao Hospital Sírio Libanês onde realizou uma série de exames para saber se o tumor que tivera na laringe já havia desaparecido por completo ou se ainda deixará algum sinal. O resultado foi o que todos já sabem há meses: Lula está curado. Todos os exames deram negativos

O tumor que tivera, segundo os exames, regrediu totalmente. Essa reavaliação é uma rotina que ocorrerá durante quatro anos. O objetivo da reavaliação é impedir um recomeço da doença que foi diagnosticada no início e teve seu tratamento prontamente. Mas, segundo os diagnósticos, Lula tem total possibilidade de não ter uma recidiva.

A cura de Lula mostrou-se claramente através de sua atuação nas eleições que passaram. Ele esteve em todos os municípios e capitais que fora convidado para fazer campanha aos candidatos de partidos aliados do governo federal. E foi exatamente nesse enfrentamento vigoroso que conseguiu, junto com o povo paulistano, eleger seu pupilo, Fernando Haddad, que disputou a prefeitura de São Paulo contra o representante da ultradireita exibida pela burguesia-ignara paulistana, José Serra, seu partido retrógado, PSDB.

Assim, Lula, está curado. Viva, Lula!

PROJETO DE CRIMES CIBERNÉTICOS É APROVADO PELO SENADO

A invasão de computadores, roubo de senhas, derrubada proposital de sites e roubo de conteúdos de e-mails, entre outros, passou a ser considerado crime cibernético de acordo com a aprovação do Senado do Projeto de Crimes Cibernéticos.

Para estes tipos de crimes praticados por meios eletrônicos, as penas variam de três meses a dois anos de prisão, dependendo da gravidade dos casos. Se os praticantes dos crimes tiverem agravantes, como obter benefícios financeiros ou invadir dados de autoridades como o presidente da República ou de um dos Poderes, suas penas poderão ser aumentadas.

Também pode aumentar as penas e ser tomado como agravantes, a venda de programas ou dispositivos que facilitem a invasão de computadores ou locais privados na internet. O projeto tem como objetivo garantir o máximo de tipificação para essas práticas por meios eletrônicos que até o momento ainda não são tidas como crimes.

A matéria deverá seguir para revisão final na casa original antes de seguir para sanção da presidenta, porque ela recebeu alterações em relação ao texto da Câmara na Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado.

VÍDEO MOSTRA A TIRANIA DA MÍDIA DA EXTREMADIREITA COMANDADA PELA GLOBO PARA AJUDAR PSDB

VÍDEO MOSTRA O POVO ISLANDÊS PRODUZINDO A DEMOCRACIA CONSTITUINTE ENQUANTO A MÍDIA INTERNACIONAL CALA

Brasil: um anacronismo chamado “direita”

A direita brasileira, atavicamente, de certo modo até hoje segue tentando derrubar Vargas. Talvez o fantasma de que a direita deva se livrar não seja essa mescla de Lula e Vargas, mas o de Carlos Lacerda. Que, pelo menos, era um escriba e um orador brilhante. Coisa que hoje a direita carece.

Flávio Aguiar

“O senhor Getúlio Vargas, senador, não deve ser candidato à Presidência. Candidato, não deve ser eleito. Eleito, não deve tomar posse. Empossado, devemos recorrer à revolução para impedi-lo de governar.”
Carlos Lacerda, em 1º. De junho de 1950, no jornal Tribuna da Imprensa.

Visto de longe (apesar da imediatez da internet, mas ela também distancia) o Brasil continua parecendo um desajuste temporal.

Antigamente, quando o Brasil era o país do futuro, ele parecia um túnel do tempo, rumando do passado (atraso) para a modernidade (progresso) mais ou menos conservadora, conforme o gosto do freguês. Ou dos donos da loja, do futuro, do poder e do Brasil. Houve aquele intervalo de um certo período milagroso da ditadura, quando esta apregoava: “agora, o futuro chegou”. E o futuro não era um sonho, era um pesadelo.

Agora as coisas estão um pouco diferentes. De algum modo, aos trancos e barrancos, o futuro, de novo, chegou. Mas desta vez chegou mesmo. O Brasil continua com suas desigualdades, com seus achaques, com seus muros da vergonha social. Mas de algum modo está avançando em melhorar a vida de seus cidadãos, em todos os sentidos. Enquanto em boa parte do resto do mundo – inclusive aqui na Europa “desenvolvida” – as sociedades marcham em sentido contrário.

Mas no Brasil há um lastro chamado direita. Que não aceita, inclusive, esse nome. Talvez seu problema começa aí: um problema de identidade, de nascença, de família, sei lá. O mote da direita brasileira continua sendo aquela famosa frase de Carlos Lacerda sobre Getúlio Vargas, proferida em 1950.

Lacerda procurava se antecipar ao que ia acontecer: a inevitável eleição de Vargas. Eleito este, a UDN tentou, primeiro, reverter o resultado no tapetão do Tribunal, argumentando que Vargas não tivera maioria absoluta. Como a Constituição não exigia isso, não adiantou. Continuou tentando derrubá-lo, instalou um poder paralelo na Base Aérea do Galeão e outro na mídia, até seu suicídio em 1954.

O suicídio, aparentemente, teve um efeito paradoxal. Deixou um vácuo de herança para história do Brasil. O resultado foi que, atavicamente, a direita continuou tentando derrubar Vargas. Continua, de certo modo, tentando até hoje. Em 61, por detrás da imagem de Jango, ainda pairava o fantasma daquele homem/esfinge. Em 64 idem, atrás de Brizola. Houve a famosa outra frase de FHC, depois de sua primeira eleição, sobre “o fim da era Vargas”.

Agora a direita transfere essa tara (no sentido de peso) histórica para Lula. Inconformada, olha no retrovisor e tenta ainda anular a eleição de 2002.

Reverter a história. Faze-la enquadrar-se na sua alucinação de que é “moderna” no país do “atraso”, quando ela dá mostras seguidas de senilidade histórica. Ela, a direita, é o atraso, o retardo, e peso bruto que quer impedir o vôo do balão – o papagaio que seja – chamado Brasil.

Isso se consubstanciou nesse erro crasso da direita midiática e do candidato Serra em transformar o julgamento do processo 470, no STF, no grande trunfo político da eleição de 2012. Houe, em primeiro lugar, jum erro de timing. O tema do chamado “mensalão” tinha tudo para não se tornar relevante numa eleição de caráter municipal. Mas… havia um outro problema por trás desta escolha. É que a direita não tinha outra coisa a dizer nem propor. Mergulhada na crise histórica de identidade que se aprofunda, e no esfrangalhamento de suas cúpulas divididas pela presença de um autêntico “peso morto” como centroavante de seu time – o candidato José Serra – a direita deixou-se levar pela auto-imagem no espelho – no seu espelho, é claro: como na década de 50, a campeã da “moralidade pública” contra a “lama” – “mar de lama”, de Vargas.

Não funcionou. O disco ficou girando sozinho, sem agulha para tocar. Em S. Paulo, o que se viu, por exemplo, foi uma curiosa versão daquela teoria da “pedra n’água”, usada como a “inelutável” explicação para a “inevitável” derrota de Lula em 2006. Primeiro ela atingiria as classes e regiões mais “esclarecidas”, para se espalhar em círculos concêntricos pelas classes e regiões “mais atrasadas”. Em S. Paulo, afastados Russomano e Chalita do segundo turno, o que se viu foi a “pedra” Haddad se firmar na periferia da cidade e comer pelas bordas, ou até pelo núcleo mesmo, como no bairro de Santa Ifigência, a candidatura de José Serra onde esta deveria ter seus redutos.

Agora, a direita, na mídia e fora dela, às vezes parte para a tentativa de reverter o resultado histórico, tentando construir uma imagem de “empate técnico”, para dizer o mínimo, onde houve uma fragorosa derrota sua. É claro que o PT tem derrotas a analisar, como em Manaus, e Belo Horizonte, para a direita, além de outras. Mas deve analisar sobretudo o significado do crescimento de seu – afinal – aliado, o PSB, como em Recife e o enredamento nas próprias pernas, como em Porto Alegre, além de outros partidos terem também análises a fazer. Mas isso seria um assunto para outro artigo.

Neste, fica o registro de que – apesar de minhas inclinações e preferências – acho que faria muito bem ao Brasil uma direita mais moderna e up to date com o mundo que ela acha que está em contato, na Europa, nos Estados Unidos ou no Japão. Há tantos exemplos que ela poderia seguir, aqui na Alemanha, por exemplo, da vetusta CDU de Angela Merkel à direção do SPD alemão, uma direção sem dúvida de centro-direita, procurando alfaiates para um corte tipo século XXI.

Ao invés de ficar aferrada a seu ideário-anos-cinqüenta, não deve se candidatar, não deve ser eleito, não deve governar. Mesmo que seja 50 anos depois, ou mais.

Talvez o fantasma de que a direita deva se livrar não seja essa mescla de Lula e Vargas, mas o de Carlos Lacerda. Que, pelo menos, era um escriba e um orador brilhante. Coisa que hoje a direita carece.

Flávio Aguiar é correspondente internacional da Carta Maior em Berlim.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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