Arquivo para 7 de novembro de 2012

OBAMA É REELEITO

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, segundo projeções, foi reeleito presidente disputando com o republicano Mitt Romney. Obama foi reeleito com votos de estados mais populosos como Nova York, Pensilvânia, Illinos, Michigan, Hampshire, Wisconsin, Florida e Ohio, os chamados estados-chaves onde os dois candidatos tinham chance de vencer. E foram exatamente Flórida e Ohio que confirmaram a vitória de Obama.

Obama teve 274 votos no Colégio Eleitoral, e Mitt Romney 201, segundo projeções das principais redes de TV dos Estados Unidos como NBC, CNN, CBS e FOX News.

No mais, os Estados Unidos continuam com a sua política econômica no pior patamar, segundo pesquisa, os protestos contra o 1% de detentores do poder econômico continuam, e as articulações para políticas imperiais no Oriente continuam.

Assim, os eleitores comemoram.

      

LULA PARTICIPA DA 1° CONFERÊNCIA NACIONAL SOBRE NEGOCIAÇÃO COLETIVA

Participando da 1° Conferência Nacional sobre Negociação Coletiva, na sede da Confederação Nacional dos Metalúrgicos, em São Bernardo do Campo, ABC paulista, o ex-presidente Lula, falou para mais de 180 dirigentes sindicais de todo o Brasil na discussão das ações que visam acabar com as desigualdades salariais na categoria. Lula afirmou ser necessário avançar nas discussões e buscar implementar o objetivo para ter uma sociedade mais justa.

A conferência tem como princípio maior construir uma pauta nacional através das discussões em mesas temáticas e seminários, durante dois dias, para ser posteriormente ser discutida com as entidades empresariais e o governo federal.

“O sindicalismo mudou muito desde que eu comecei a luta. Hoje é necessário estudar, ler, discutir e se aprofundar mais nas temáticas. Por isso, este evento é muito importante para expor todas as vertentes desse tema. Os representantes de outras categorias, como bancários e petroleiros, podem servir de base para a categoria metalúrgica com suas experiências.

Esse tema é válido e muito importante para que o Brasil tenha uma sociedade mais igual e justa. O trabalhador de uma empresa daqui ganha muito mais do que um do Nordeste na mesma função, e isso não é justo”, observou Lula.

Para Paulo Cayres, presidente da Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT), o importante para o Brasil é que haja um piso nacional para a categoria.

“Estudos econômicos e sociais já demonstraram que o custo de vida e dos produtos é muito semelhante em todas as regiões do país. Por exemplo, o carro zero quilômetro custa o mesmo valor aqui ou no Amapá. Isso demonstra que é necessário rever a questão do salário também. Um torneiro mecânico aqui e lá estudou o mesmo tempo, tem a mesma carga horária e não tem os mesmos salários e benefícios. Se já fosse assim, com certeza o poder de consumo destes trabalhadores seria maior, como acontece com bancários e petroleiros, que já têm acordos nacionais”, analisou Cayres.

EM CERIMÔNIA DE ENTREGA DA MEDALHA DEFESA CIVIL NACIONAL, MINISTRO FALA DO TRABALHO PARA IMPEDIR DESASTRES NATURAIS

Cinquenta personalidades entre civis, militares e entidades que trabalharam com a Defesa Civil na ajuda às comunidades que sofreram com os desastres naturais, foram homenageadas pelo governo federal com a medalha Defesa Civil Nacional. Durante a cerimônia, Fernando Bezerra, ministro da Integração Nacional, falou do trabalho de prevenção que o governo federal vem desenvolvendo para evitar tragédias causadas pelos fenômenos climáticos.

Entre os trabalhos de prevenção, segundo o ministro, observa-se o aumento de investimentos em ações emergenciais para regiões que sofrem com esse tipo de problema. Falando sobre a estiagem, ele, destacou a construção de 150 mil cisternas com previsão de entrega na região do Semiárido ate o fim do ano. Além da ampliação do investimento no Programa Água Para Todos quando serão construídos novos poços e barragens. Para combater a maior estiagem dos últimos 40 anos, a presidenta Dilma Vana Rousseff, prorrogou por dois meses os benefícios da Bolsa Estiagem e do Garantia Safra. Também o governo federal estendeu o prazo de subsídio do preço do milho até dezembro deste ano.

“Já assinamos convênios de até R$ 1 bilhão com os estados, e já liberamos R$ 300 milhões. Os estados estão agora licitando as obras. Nosso esforço é que de novembro deste ano a fevereiro de 2013, a média chegue a 60 mil toneladas por mês de milho com preço subsidiado”, disse o ministro Bezerra.

GABARITO DA PROVA DO ENEM 2012, É DIVULGADO

Os gabaritos das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que foram realizadas nos dias 3 e 4 já podem ser observados pelos estudantes interessados. O gabarito oficial do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) está disponível no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

A partir de 15 de fevereiro de 2013, os estudantes também poderão ter acesso, pelo site do Inep http://www.inep.gov.br/ , às redações corrigidas para fins pedagógicos.

Ontem, o Ministério da Educação as mudanças nas regras do sistema. Foram regulamentadas regras para que o SISU se adeque à Lei das Cotas, onde fica estabelecido reservas de 12,5% das vagas oferecidas em 2013 para estudantes que fizeram todo o ensino médio em escolas públicas. Também trata do critério da declaração do candidato quanto sua cor da pele e os alunos de baixa renda, no plano de menos de 1,5 salário mínimo.

“A tendência é ampliar a luta por moradia nas áreas centrais”

Segundo Benedito Barbosa, da União dos Movimentos de Moradia de São Paulo, os conflitos de comunidades pobres contra concessões urbanísticas e cessões de terras para grandes projetos imobiliários e de infraestrutura nos centros das cidades brasileiras devem se intensificar no próximo período. “O que a gente está vendo cada vez mais é o capital imobiliário, especulativo, e as grandes incorporadoras se apropriarem desses territórios, com o apoio e articulação do poder público.”

Da redação

São Paulo – Daqui para frente, a luta por moradia será travada mais do que nunca nas áreas centrais das grandes cidades brasileiras. A avaliação é de Benedito Barbosa, mais conhecido como Dito, liderança da União dos Movimentos de Moradia de São Paulo (UMM) e da Central dos Movimentos Populares (CMP).

Em entrevista a Letícia Sígolo, Luciana Ferrara e Márcia Hirata, pesquisadoras do Laboratório de Habitação e Assentamentos Humanos da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (LabHab FAU USP) – publicada com exclusividade pela Carta Maior –, ele explica que está em curso processos de “exclusão, expulsão e higienização” nos centros dos principais municípios do Brasil. “O que a gente está vendo cada vez mais é o capital imobiliário, especulativo e as grandes incorporadoras imobiliárias se apropriarem desses territórios, com o apoio e articulação do poder público”, denuncia. A entrevista na íntegra pode ser lida aqui.

De acordo com Dito, os vários tipos de projetos urbanísticos e de infraestrutura para as áreas centrais – como o Projeto Nova Luz, em São Paulo, e o Porto Maravilha, no Rio de Janeiro, entre outros – têm todos o mesmo objetivo: “expulsar a população pobre das regiões mais valorizadas ou readequar territórios abandonados das cidades para o capital imobiliário e o capital especulativo”. O líder da UMM explica que a disputa pela terra – uma commodity cada vez mais valorizada – está se intensificando nas cidades. “Então, expulsar as populações e retomar esses territórios é uma agenda muito forte do capital imobiliário”, analisa.

Dito, que tem acompanhado os casos da capital paulista, questiona duramente os planos urbanísticos. Para ele, é fundamental pressionar os governos e empresas para que estes esclareçam como os projetos são elaborados, qual a participação da sociedade e para onde estão indo as famílias afetadas que não estão sendo atendidas adequadamente. “São dois processos: um é muita violência para as pessoas que resistem às intervenções, com remoção, cheque-despejo, aquele programa de parceria social com R$ 300 por mês; outro é a cooptação. Existe essa via de dupla mão e esses projetos ganham certa legitimidade na comunidade”, diz. Em São Paulo, ele cita como exemplos as comunidades de Paraisópolis e Heliópolis, que vêm recebendo grandes intervenções urbanísticas da prefeitura, com recursos do governo federal. Dito alerta, no entanto, que tais projetos são executados sem diálogo com as famílias e com “muita truculência” contra os removidos.

O militante por moradia critica a atual política de habitação brasileira que, segundo ele, está assentada no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) – que financia reurbanizações de favelas – e no Programa Minha Casa Minha Vida. “A crítica de fundo a esses dois programas é que não há controle social. Foram gestados praticamente no seio do governo Lula e nenhuma deliberação importante passou pelo Conselho das Cidades”, afirma. Sobre o segundo, Dito alerta que não atende famílias com renda média de zero a três salários mínimos, “por causa do preço da terra, da burocracia da Caixa Econômica Federal e das dificuldades de viabilizar projetos nas prefeituras”.

Ele destaca que embora nos últimos anos tenham sido construídos importantes marcos regulatórios do setor de habitação e urbanismo, o Brasil não avança na questão. “Pese todos os avanços na legislação brasileira, que é referência no mundo, não conseguimos colocar travas importantes na especulação imobiliária. Quer dizer, a gente não conseguiu mexer em uma questão central: o problema da terra urbana. Há uma apropriação pela burguesia da nossa concepção de política urbana”, lamenta, citando como exemplos dessa apropriação desvirtuada o Projeto Nova Luz e as Operações Urbanas.

“Os instrumentos do Estatuto da Cidade estão sendo tratorados pelos atuais processos. Muitas comunidades que estão sendo removidas, que sofreram processo de remoção, eram Zonas Especiais de Interesse Social e tinham direito à concessão especial para fins de moradia, mas nada disso foi respeitado”, denuncia Dito. Segundo a liderança da UMM, o judiciário, em vez de atuar com base no Estatuto da Cidade, age de acordo com o conceito do direito de propriedade absoluto. “Sem levar em consideração que a propriedade deve exercer sua função social, [o judiciário] acaba dando garantia e guarida para essa truculência dos Estados e das empreiteiras.”

Comissões da Verdade investigarão “acidente” do educador Anísio Teixeira

A Comissão Nacional da Verdade e a Comissão de Memória e Verdade da UnB firmaram convênio para investigar os casos de assassinato, tortura, morte e perseguição de membros da comunidade acadêmica, durante a ditadura. O mais emblemático é o do ex-reitor da instituição, Anísio Teixeira, cassado pelo golpe, cujo corpo foi encontrado no fosso do elevador do prédio em que morava, em 1971. O laudo oficial disse que foi “acidente”. A família contesta.

Najla Passos

Brasília – A trágica morte do educador Anísio Teixeira, no auge da ditadura militar, será alvo de investigações da Comissão Nacional da Verdade (CNV) e da Comissão de Memória e Verdade da Universidade de Brasília (UnB), que firmaram acordo de cooperação nesta terça (6). Teixeira foi um dos idealizadores e reitor da UnB até o golpe de 1964, quando teve seu cargo cassado pelo regime. O educador desapareceu sete anos depois, no Rio de Janeiro. Seu corpo foi encontrado no fosso do elevador do prédio onde morava e a causa da morte, apontada como “acidente”.

O ex-deputado federal Haroldo Lima (PCdoB-BA), sobrinho de Teixeira, afirma que a versão jamais convenceu os parentes e amigos que acompanharam as investigações oficiais sobre a morte do tio. “Não há comprovação técnica”, justifica. O médico Carlos Teixeira, filho do educador, acrescenta que o corpo do pai foi retirado do fosso sem a presença da perícia. “Eu não sou legista, mas sou médico. Sei que um acidente naquele local e naquelas circunstâncias seria quase impossível. E o corpo foi retirado do fosso sem perícia. E isso já contaminou toda a investigação”, avalia.

Ambos assinam, ao lado de outros familiares e pesquisadores, um dossiê sobre as circunstâncias da morte de Teixeira e as perseguições que ele sofrera pelo regime, entregue nesta terça às Comissões da Verdade. O documento pontua os acontecimentos que precederam seu desaparecimento, com depoimentos colhidos ao longo de 40 anos de investigações. “Precisamos afastar a possibilidade de acidente e nos certificarmos de que foi uma morte política”, defende o filho.

Carlos lembra que quando o pai desapareceu, a família iniciou a busca tradicional em hospitais, IML, até que foi informada pelo acadêmico Abgar Renault, que teria sabido através do general Sizeno Sarmento, comandante do Exército, que Teixeira fora preso pela Aeronáutica. “Renault disse que não tinha condições, naquele momento, de dizer onde ele estava preso, mas que no outro dia poderia informar. No outro dia, meu pai foi encontrado morto e levado para o IML com a etiqueta em nome de um oficial da Marinha, que havia cometido suicídio”, relembra o filho.

O filho relata que, naquele momento específico, Teixeira não militava em nenhuma causa específica que provocasse o regime. “O fato é que ele tinha uma identidade muito forte. Era um homem de esquerda. Comunista para alguns, não tão comunista para outros, mas sempre perigoso, porque tinha ideias revolucionárias. Além disso, a candidatura dele à Academia Brasileira de Letras era vista como uma afronta ao regime. E, de certa maneira, foi formulada mesmo com este caráter. Não por ele, que não aceitava muito bem esta coisa de Academia, mas por amigos acadêmicos como Jorge Amado, José Honório, Afrânio Coutinho e todo um grupo que queria marcar uma posição”, avaliou.

Carlos, que foi um quadro do Partido Comunista do Brasil e teve que viver na clandestinidade para escapar da prisão, conta que na época mais ferrenha de sua militância chegou a classificar o pai como um “reacionário”, mas hoje faz outra leitura da personalidade de Anísio. “Meu pai não tinha militância político-partidária. Mas era um revolucionário por suas ideias, suas propostas para a educação brasileira.”, esclarece.

Para Haroldo, o tio foi “uma figura luminar na história do Brasil”, eterno defensor da educação pública de qualidade para todos. Ele lembra que, em 1935, Teixeira criou, no Rio de Janeiro, a Universidade do Distrito Federal, tido como de vanguarda por ser a primeira a se estruturar por institutos, e não apenas congregar várias faculdades isoladas. Entretanto, perseguido pelo Estado Novo, precisou se refugiar no sertão da Bahia, sua terra natal, para escapar da prisão.

Em 1946, assumiu o cargo de Conselheiro de Ensino Superior da Unesco e, de volta ao Brasil, no ano seguinte, o de secretário de Educação da Bahia. Foi neste cargo que desenvolveu e aplicou o conceito de “escola-parque”, iniciativa inovadora de educação integral, que concilia a grade convencional com atividades artísticas, esportivas, socializantes e de preparação para o trabalho e a cidadania, até hoje adotada na educação pública modelo de Brasília.

Na década de 1950, voltou à esfera nacional. No Ministério da Educação (MEC), criou a CAPES, dirigiu o INEP por 12 anos, foi presidente da SBPC por dois mandatos, fez inúmeras palestras no exterior e editou seu livro mais polêmico: “Educação não é privilégio”, de 1957. Também se tornou professor universitário, à frente da cadeira de Administração Escolar da Faculdade de Filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

“No início dos anos 1960, se uniu ao também educador Darcy Ribeiro para idealizar a UnB, criada para atender aos anseios inovadores da nova capital federal. Em 1963, assumiu a reitoria da instituição, mas teve seu mandato cassado um ano depois, com o golpe militar. Lecionou como professor visitante nos Estados Unidos, tornou-se consultor da Fundação Getúlio Vargas e retomou as atividades de tradutor e escritor na Editora Nacional, até sua morte.

Convênio CNV/UnB
Além de reestabelecer a verdade histórica sobre a repressão da ditadura à UnB, o convênio assinado nesta terça também é uma tentativa de sensibilizar outras instituições a contribuírem com a pesquisa histórica realizada pela CNV. Membro titular da comissão, o professor Paulo Sérgio Pinheiro ressalta que já foram assinados vários outros acordos com instituições diversas da sociedade. “Já temos comissões da verdade em sete estados. Há comitês da verdade no mundo inteiro. A CNV não pode trabalhar sozinha. Por isso este e outros convênios são tão importantes”, explicou.

Para o reitor da UnB, José Geraldo de Souza Junior, o convênio é um passo à frente na reconstrução da memória do país e da própria instituição, que foi a universidade mais perseguida pela ditadura militar. Dados históricos já levantados pelos pesquisadores da instituição indicam que, até um ano após o golpe, 200 professores foram cassados ou levados a se demitirem do quadro de funcionários. Nos anos seguintes, funcionários e estudantes foram mortos, torturados e sequestrados.

Para o reitor, o levantamento histórico que está sendo feito pela CNV é também uma oportunidade de reeducação das instituições brasileiras, para que a defesa dos direitos e da dignidade humana se torne um valor maior a ser preservado sob quaisquer conjunturas. “Tortura não tem perdão. Pode-se até anistiar o que foi anistiado, pode-se não punir em função da Lei da Anistia, mas não se pode esquecer”, afirmou.

O professor Paulo Sérgio Pinheiro acrescentou que a CNV é resultado de um amplo processo de luta social, iniciado nos anos 1980, que já nasceu com “imensos poderes”. “Podemos convocar qualquer pessoa. Também temos acesso irrestrito a todos os arquivos do país”, esclareceu. Pinheiro também calou as críticas dos que não acreditam em punição para os agentes da ditadura. “Não sejamos céticos: quando este relatório for publicado, haverá consequências”, explicou.

O presidente da Comissão de Memória e Verdade da UnB, professor Roberto Aguiar, avaliou que o momento exige que todos mantenham a indignação com as injustiças praticadas pelo regime. “Tem gente que anda pela UnB sem saber que esse campus foi palco de mortes, torturas, desaparecimentos. Que todos nós acordemos e que nunca coloquemos a cabeça no travesseiro tranquilos. O esquecimento é o pior dos inimigos que nós temos”, afirmou.

Oficina: Construção da Fertilidade do Solo

Oficina- Museu do solo vivo: “CONSTRUÇÃO E MANUTENÇÃO DA FERTILIDADE DO SOLO”

DATA: 07/11/2012 (quarta-feira)                     HORÁRIO: 9 h – 17 h

LOCAL: Agroflorestas da Área de Permacultura do IFAM Campus Zona Leste (área no castanhal, entrada do outro lado da rua em frente a guarita do IFAM).

OBJETIVOS DA OFICINA:

– Realizar trocas de saberes e experiências científicas e populares sobre como a fertilidade do solo pode ser construída e mantida por meio de práticas agroecológicas.

– Discutir o solo como um sistema vivo.

– Discutir o papel dos sistemas agroflorestais e das árvores na construção da fertilidade do solo e na recuperação de áreas degradadas.

– Construir e sistematizar coletivamente por meio de processos participativos conhecimentos sobre indicadores da saúde do solo.

– Analisar a saúde do solo por meio da cromatografia.

PÚBLICO ALVO (60 vagas, sendo 20 vagas para a Oficina de Cromatografia)

– Participantes do II Semana de Agroecologia do IFAM

– Agricultores da Associação de Produtores Orgânicos do Estado do Amazonas (APOAM) e Agricultores agroecologistas da Rede Tipiti

– Parceiros do Projeto Ajuri Agroflorestal, Embrapa

– Pesquisadores, técnicos e consumidores comprometidos com os paradigmas da sustentabilidade.

INSTRUTORES (moderadores/sistematizadores)

– Acácia Neves– INCRA

– Eder Galucio

– Elisa Wandelli – Embrapa

– David Reis – SEMPAB

– Domingos Barros – IFAM

– Graciney Carvalho – SEMPAB

– Graça Passos – IFAM

– Janaina Aguiar – UFAM

– Jasiel Nunes – Embrapa

– Katell Uguen- UEA

– Luzia Correa- IFAM

– Mariana Semeguini- IPE

– Marcio Menezes – MDA

– Melissa Michelotti- IFAM

– Mirza Pereira – Embrapa

– Rosângela Reis – Embrapa

– Valdely Kinnup – IFAM

– Alunos e estagiários de Agroecologia, Florestal e Biologia


PROGRAMAÇÃO DA OFICINA – MUSEU VIVO DO SOLO  “CONSTRUÇÃO E MANUTENÇÃO DA FERTILIDADE DO SOLO”

8 h – 9 h – Credenciamento e pequeno lanche – Refeitório da Permacultura

9 h – 10 h

– Boas vindas

– Apresentação dos grupos, instituições e organizações sociais presentes

– Apresentação dos objetivos e metodologia da Oficina

– Apresentação introdutória sobre a origem dos solos amazônicos e aspectos de sua sustentabilidade.

– Dinâmicas Culturais

– Divisão dos grupos para o circuito nas Rodas de conversas

10 h – 12 h

– Rodas de conversas  – Nos sistemas agroflorestais da área da permacultura

Temas a serem abordados nas Rodas de conversas (cada cor constitui uma roda de conversa):

1 – Microbiologia do solo (bactérias e fungos)

2 – Fauna do solo

3 – Influência dos tipos de preparo da terra e cobertura do solo na conservação de nutrientes, água e na vida do solo.

 4-  Agroflorestas e plantas de cobertura

 5 – Cobertura morta / matéria orgânica do solo

 6 – Adubação verde

 7 – Preparo e aplicação de composto

 8 – Preparo e aplicação de biofertilizante

 9 – Análise da saúde do solo pelo método Cromatográfico (grupo de 20 participantes durante todo o dia)

12 h – 13 h

Almoço – no refeitório da permacultura

13 h – 16 h

Continuação do circuito das Rodas de conversas – Nos sistemas agroflorestais da área da permacultura

16 h – 16h 30`

Compartilhamento de todas as rodas de conversas com o grupo de Análise da saúde do solo pelo método Cromatográfico –

INSTITUIÇÕES PARCEIRAS DA OFICINA:

Esta OFICINA é uma das atividades da II Semana de Agroecologia promovida pelo IFAM e será coordenada pela Embrapa e IFAM com as seguintes instituições parceiras: INCRA, SEMPAB, MDA, APOAM, NUSEC/UFAM, UEA.

CONTESTUALIZAÇÃO

O solo é um sistema vivo, não somente um aglomerado de nutrientes. A saúde do solo, e, portanto a fertilidade de áreas agrícolas, depende da interação de muitos fatores biológicos, ecológicos, físicos, químicos, hidrológicos e climáticos. Estes fatores podem ser manejados e, assim a fertilidade do solo pode ser construída pelos agricultores.

As práticas agroecológicas de construção da fertilidade do solo na Amazônia são constituídas com base nos princípios do funcionamento da Floresta Amazônica, onde uma das maiores e mais biodiversas cobertura florestal do planeta desenvolve-se sobre solos mineralogicamente pobres.  Os princípios que norteiam a construção e a manutenção da saúde do solo agrícola são baseados no conjunto de processos ecológicos da floresta que constituídos principalmente na ciclagem de nutrientes por meio das folhas e galhos que cobrem o chão da floresta, na biodiversidade, em uma rica e ativa biota do solo, na presença de plantas que fixam nitrogênio do ar e na presença de árvores.

Para agricultores agroecologistas não existem solos ruins, o que há são manejos agrícolas inadequados para as diferentes realidades. Com práticas agroecológicas de construção da fertilidade do solo há respeito a todas as formas de vida, com preservação dos recursos naturais, melhoria da qualidade de vida, valorização dos saberes locais e sem a aplicação de insumos químicos e agrotóxicos que degradam a saúde humana e dos recursos naturais.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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