Arquivo para 21 de novembro de 2012

E NEM POR ISSO BAIXOU O PREÇO DO PEIXE

≈          A cantora americana Fiona Apple cancelou seus shows na América Latina. O motivo alegado pela cantora é a doença terminal de sua cachorra, uma pitbull chamada Janet de 13 anos de idade.  De acordo com a musicista, a cadela sofre da doença de Addison. Ela passaria por Porto Alegre (27/11), São Paulo (28/11) e Rio de Janeiro (29/11). E nem por isto baixou o preço do peixe.  

         No segundo dia de julgamento do caso Eliza Samúdio, o réu e ex-goleiro do Flamengo Bruno Fernandes destituiu seu defensor Rui Pimenta do caso. O mesmo foi substituído por Tiago Lenoir que, na segunda-feira (19/11), postou e apostou em seu Twitter uma caixa de cerveja na condenação do arqueiro em mais de 38 anos de prisão..E nem por isto baixou o preço do peixe.

          Joaquim “Dor nas Costas” Barbosa está preparando o seu cerimonial para posse na presidência do Supremo Tribunal de Justiça. Entre os mais de dois mil convites remetidos, alguns foram enviados para ilustres integrantes das cátedras judiciárias do Amazonas: a corregedora Socorro Guedes; o presidente do Tribunal De Justiça do Amazonas (TJAM), Ari Moutinho; o corregedor Yedo Simões; e o presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Flávio Pascarelli. E nem por isto baixou o preço do peixe.

≈          O prefeito em exercício da não-cidade de Manaus, Massami Miki (PSL-AM), que nas últimas eleições para prefeitura apoiou a candidata do PCdoB Vanessa Grazziotin, prometeu entregar um relatório apontando os problemas e propondo sugestões para futura administração do ultraconservador prefeito Artur “Gagueira” Neto, do partido paulistano PSDB. E nem por isto baixou o preço do peixe.

≈        O presidente norte-americano Barack Obama resolveu enviar a secretária de Estado Hillary Clinton para mediar as negociações entre judeus e palestinos na faixa de Gaza. A dúvida pertinente é saber se é possível intervir quando o país que se propõe a isso, no caso os Estados Unidos, afirma categoricamente o compromisso com uma das partes, no caso, Israel. E nem por isto baixou o preço do peixe.

           O Fluminense alcançou, com três rodadas de antecedência, o título do Campeonato Brasileiro de Futebol. Já o periquitinho do Palmeiras, sem grandes surpresas, caiu para a segunda divisão, provando que tudo é um verdadeiro peladão brasileiro. E nem por isto baixou o preço do peixe.

O que há de novo: sobre a “nova classe média”

Os balanços das eleições municipais de 2012 ressaltaram, à exaustão, as ideias de renovação, tempos novos, novidade. O que há de novo, na verdade, é que a boa e velha classe trabalhadora, acrescida de novos contingentes que somam dezenas de milhões, volta a ser chamada como espinha dorsal de um projeto de desenvolvimento nacional. Para os sindicatos e partidos que reivindicam sua representação resta revelarem-se à altura da missão. O artigo é de Artur Araújo.

Artur Araújo (*)

Um espectro ronda o Brasil: a “nova classe média”.

Para lhe fazer companhia, os balanços das eleições municipais de 2012 ressaltaram, à exaustão, as ideias de renovação, tempos novos, novidade. Fica, no entanto, uma pergunta no ar: quanto disso é fato, quanto é ferramenta de marketing, quanto é recurso retórico que produz boas manchetes e parcas matérias?

Fato número um: a integração de dezenas de milhões de brasileiros à faixa intermédia de renda significa isso mesmo. Estão “no meio”, por artes da aritmética, mas “classe média” não são (nos sentidos sociológico, econômico ou político que, tradicionalmente, se atribuem à categoria).
Trata-se de uma imponente ampliação quantitativa da classe dos trabalhadores assalariados, ao lado de uma visível expansão paralela de atividades de pequeno comércio e prestação de serviços autônomos.

Segundo fato, este sim, novo: pela primeira vez na história nacional a expansão quantitativa do trabalho assalariado urbano se fez acompanhar, simultaneamente, por alguma redução na desigualdade social; por crescente formalização das relações de emprego; por manutenção e, até, expansão de direitos; e, também, por forte ganho real na renda do trabalho.

Fato número três: a origem dessa movimentação econômica e social está na ação deliberada do governo federal e tem no Estado Nacional seu protagonista e elemento dinâmico. A combinação dos programas de combate à miséria com a política de decidida valorização do salário mínimo é a melhor tradução sintética dessa orientação, ainda que muitas outras iniciativas e programas convirjam positivamente.

Seus múltiplos efeitos levam à constituição de um autêntico mercado interno de massas que, ao lado da expansão das atividades exportadoras de produtos agrícolas e minerais, gera condições de dinamismo na economia capitalista brasileira. Guardadas as devidíssimas proporções, é um quadro já experimentado pelo país nos períodos Vargas e Juscelino; um seminovo, digamos.

Quarto fato: até pelo quanto é recente o fenômeno, a integração de grandes massas ao assalariamento (e sua chegada ao consumo um pouco além da subsistência) ainda não é acompanhada por alterações substantivas nos planos das ideias, dos valores e, até mesmo, dos comportamentos sociais.

Recorrendo ao velho cânone, pode-se dizer que, menos que classe “em si” ou “para si”, vivemos um período de classe “pré-si”, de multidão ainda por conformar-se como grupo de interesses históricos explícitos e organizáveis.

Os fatos acima delineados configuram, em linhas muito gerais, o novo cenário nacional. Entre os brasileiros se formou uma forte maioria, para quem este é um cenário de seu agrado. Um desafio se impõe de imediato: como impedir retrocessos, como assegurar sua continuidade e como buscar seu aprofundamento qualitativo?

A “fidelização dos recém-chegados” tem que ser o ponto de partida. O passo inicial e decisivo é o contínuo atendimento de seus interesses mais imediatos, notadamente os de ordem material. Esta é a âncora antirretrocesso e, ao mesmo tempo, o alicerce do programa político adequado à nova etapa que se abre. Ganham, portanto, relevância estratégica temas como a qualidade e presteza dos serviços públicos – notadamente saúde, educação, transporte de massas, moradia e segurança pública – como complemento obrigatório de uma política sempre expansiva em termos de postos de trabalho e valor real de salários.

As condições materiais necessárias para o desenvolvimento de tal modelo são as de uma contínua expansão da produção (notadamente a industrial) e da produtividade. Isso exige um combate sem tréguas ao rentismo, à financeirização, à proposta arcaica de uma rota principalmente “primário-exportadora” e da acumulação preponderante pela via dos mercados de capitais.

Um pacto pelo desenvolvimento, policlassista, orientado pelo crescimento continuado do mercado interno e pela penetração exportadora – principalmente nos mercados latinoamericanos, asiáticos e africanos – deve ser formalizado e explicitado. O enfrentamento dos principais gargalos de infraestrutura, de logística e tributários merece atenção especial.

Estabelecidas essas premissas “físicas”, há que se enfrentar uma renhida disputa pelos corações e mentes. André Singer, em artigo recente, criou uma imagem poderosa: “Do ponto de vista político, parece um erro pensar que se trata de nova classe média, Configura-se mais como um novel proletariado, que deve ter a cara do capitalismo lulista. Mas como esta ainda não ficou clara, tampouco é nítido o perfil de seus membros. Serão jovens assalariados que caminham para os sindicatos ou microempreendedores interessados em diminuir os impostos?”.

Até por razões de natureza prática – não há como se pensar uma economia “jeffersoniana” de milhões e milhões de pequenos proprietários no quadro do capitalismo moderno – a opção é, sem dúvida, a da socialização organizada da “nova multidão” pela via sindical.

O consultor sindical João Guilherme Vargas Netto é preciso em sua descrição do quadro: “Com o emprego em alta e cada vez mais formalizado o movimento sindical vê-se às voltas com os novos desafios colocados para ele pelos trabalhadores recém-contratados, em sua maioria jovens.

A formalização do vínculo não implica a adesão ao sindicato e muito menos sindicalização; infelizmente o que temos visto, por ora, nos sindicatos são as grandes filas de jovens empregados entregando as cartas de oposição aos descontos sindicais.

Duas razões afastam ou, pelo menos, não aproximam os jovens dos sindicatos: a formação ou deformação ideológica sob o bombardeio do neoliberalismo que valoriza o egoísmo e é avesso à socialização sindical; e a própria conquista do primeiro emprego, em cuja fruição o jovem se aliena, desprezando as condições político-sindicais que o têm garantido. Ele acredita em si e na empresa e despreza, porque não conhece, a história das conquistas sociais.

[…] O movimento sindical precisa, com urgência, adicionar às suas preocupações mais esta: chamar para si os jovens trabalhadores falando a sua linguagem e educando-os, oferecer-lhes o sindicato como porta de entrada de sua socialização e instrumento eficaz na conquista de suas reivindicações, no atendimento de suas expectativas e na compreensão de seus interesses e comportamentos.”.

Isto, no entanto, não ocorre espontaneamente, ou por osmose ou por decantação. Ou bem o movimento sindical dos trabalhadores apercebe-se do desafio e assume sua tarefa intransferível e, também, arregimenta apoios partidários e governamentais, ou bem a oportunidade se esvai e se perde força vital para o processo.

Ressalvados todos os riscos e falhas de quaisquer metáforas, reducionistas por natureza, pode-se dizer que o “Novo Brasil” está postado em uma encruzilhada. A via à direita é regida pelas ideias do “americanismo”, do primado do individualismo, de “empreendedorismo” e do livre-mercado. À esquerda se abre a rota “europeia”, da construção do Estado do Bem-Estar, conduzida pelas ideias-força de coletivo, da solidariedade de classe e da firme presença estatal.

O que há de novo, na verdade, é que a boa e velha classe trabalhadora, acrescida de novos contingentes que somam dezenas de milhões, volta a ser chamada como espinha dorsal de um projeto de desenvolvimento nacional dinâmico e fortemente includente. Para os sindicatos e partidos políticos que reivindicam sua representação resta revelarem-se à altura da missão.

(*) Consultor especializado em gestão pública e empresarial.

Israel não cresceu desde a última Guerra de Gaza

Os palestinos tentaram de três maneiras: armas, diplomacia e resistência pacífica, e Israel disse não às três. O que os israelenses querem? Nada. Eles querem tranquilidade, querem que a ocupação continue sem perturbação na sua interminável sesta. Quase todos os políticos israelenses dizem que não há solução e que não devemos chegar nela. Qual é a oferta israelense aos palestinos? Fiquem quietos e não façam nada. O artigo é de Gideon Levy.

Gideon Levy – Haaretz

Tel Aviv – O povo palestino quer se libertar da ocupação. Às vezes a vida é assim. Mas como conquistar isso? Primeiro eles tentaram não fazendo nada. Por 20 anos eles ficaram abandonados, e de fato nada aconteceu. Eles então tentaram pedras e facas, a primeira intifada. E ainda assim nada aconteceu, exceto pelos Acordos de Oslo, que não mudaram a natureza fundamental da ocupação. Depois disso, eles tentaram uma intifada viciosa: de novo, nada. Eles fizeram uma tentativa diplomática; ainda assim nada, a ocupação seguiu adiante, como antes.

Agora eles romperam: uma mão lança foguetes Qassam em Israel, a outra se volta para as Nações Unidas. Israel esmaga a ambas. Em meio a isso, o povo palestino também tentou o protesto não violento, e se deparou com rifles na cara, balas de borracha e lança-chamas. E, de novo, nada. Os palestinos tentaram de três maneiras diferentes: armas, diplomacia e resistência não violenta, e Israel disse não às três.

O que os israelenses querem? Nada. Eles querem tranquilidade. Eles querem que a ocupação continue sem perturbação na sua interminável sesta. Quase todos os políticos israelenses dizem que não há solução e que, seja como for, não devemos chegar nela. Não há palestinos, nem ataques terroristas e nenhum problema. Deixamos a Faixa de Gaza, a Cisjordânia está tranquila, nós já anunciamos nosso apoio à solução dos dois estados. Qual é a oferta israelense aos palestinos? Fiquem quietos e não façam nada. Mas o povo palestino quer se libertar da ocupação. A vida às vezes é assim.

Israel chegou até aqui, neste círculo sem fim de derramamento de sangue e a um outro pico de denegação da existência do povo palestino. Do ministro do exterior Avigdor Lieberman e do primeiro ministro Benjamin Netanyahu ao presidente do Yesh Atid, Yair Lapid e a presidente do partido trabalhista, Shelly Yacimovich, todos tentam enterrar suas cabeças na areia e dizer que a questão não existe, que o problema não é um problema – até que um Qassam venha e exploda em suas caras. Eles planejaram uma campanha eleitoral com debates em torno do preço do queijo cottage, até que o Hamas veio e lembrou-lhes de sua existência da única maneira que pôde, ainda assim, tampouco chegou em algum lugar.

O que Israel deve fazer, agora, perguntam os perguntadores, não reagir com força? Deve aguentar quieto quando as vidas das pessoas no sul se tornou um inferno? Essa questão não deveria ser feita agora, quando todas as outras opções foram recusadas. Essa questão deveria ser levantada em relação às outras tentativas que fracassaram. Agora Israel deve, mais uma vez, escolher a opção do fracasso, familiar ao ponto da náusea; mais um outro nível pesado de assassinatos, outro golpe de nocaute, do tipo que conhecemos e amamos.

Nós crescemos um pouco desde a Operação Chumbo Fundido, é verdade. Richard Goldstone merece gratidão por isso, mesmo que o deneguemos. As Forças de Defesa de Israel não mataram 250 palestinos num dia e (pelo menos até agora) a atual, relativamente cirúrgica operação, empalidece diante de sua predecessora. A retórica, também, é levemente menos diabólica. Os políticos e os generais estão nos estúdios de rádio e tevê de novo, competindo entre si pelo título de mais sanguinário, mas num grau menor. MK Benjamin Ben-Eliezer se vangloria de ter sido o único a “ter eliminado Shehadeh”, referindo-se a Salah Shehader, o comandante do Hamas que foi morto por uma bomba da Força Aérea Israelense em julho de 2002, quando Ben-Eliezer era ministro da Defesa. O ministro da defesa do front interno, Avi Dichter recomenda que a Faixa de Gaza seja “reformada”, enquanto o ex comandante do sul Yoav Galant lembra-nos mais uma vez de como somos felizes por ele não ser mais comandante.

As Forças de Defesa de Israel cunham um novo termo no campo de batalha, “degola”, para descrever o que Israel estava fazendo à liderança militar do Hamas. MK Miri Regev (Likud) disse que se opõe à solução de dois estados, cometendo um execrável erro gramatical no processo. O correspondente para assuntos de defesa do canal 2, Roni Daniel, prometeu a Gaza “uma noite interessante”. Mais uma vez, há intelectuais e acadêmicos que propõem o corte no fornecimento de alimentos, água e eletricidade à Faixa de Gaza. MK Yisrael Katz (Likud) lidera todos eles em monstruosidade: uma só lágrima de uma criança judia é suficiente para justificar que se varra uma população inteira da Faixa de Gaza. Ministro do Transporte ou não, as primárias do partido estão aí.

Este é, assim parece, o único campo de batalha que nos resta, agora que os jogos do Maccabi Tel Aviv e o concurso musical Eurovision não podem mais fazê-lo por nós. Mas até mesmo essa conversa é menos chauvinista que no passado. Quem sabe, talvez o reconhecimento esteja começando a ecoar e algo deva ser feito “de uma vez por todas’, como os israelenses gostam de dizer. Mas, assim como antes, isso não ocorrerá pela força das armas. Tentar conversar com o Hamas, dizer sim à iniciativa saudita de paz, uma vez que seja, até para discutir o maior número de pontos que restaram a ser debatidos entre o ex-primeiro ministro Ehud Olmert e o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, em suas negociações; qualquer coisa, menos bombardeios. Chegou o momento da diplomacia e do fim da ocupação, o tempo do bombardeio acabou.

Tradução: Katarina Peixoto


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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