Arquivo para 27 de novembro de 2012

MINISTÉRIO DA CULTURA PRODUZIRÁ 360 CENTROS UNIFICADOS DE ARTE E ESPORTE EM TODO O PAÍS

A ministra da Cultura Marta Suplicy informou hoje em participação no Fórum de Reitores do Rio de Janeiro. que em breve haverão 360 novos Centros Federais de Arte e Esporte funcionando em todo país. O primeiro desta série será inaugurado nesta semana em Pato Branco, Paraná e 30% do total dos Centros já estáo em obras.

A ministra disse ainda que o foco destes é o desenvolvimento dos talentos artísticos pelo interior do Brasil com o intercâmbio das diversas formas artísticas.A diferença é a valorização do intercâmbio entre as diferentes expressões artísticas. Os espaços servirão para a formação de artistas, com bibliotecas de arte, telecentros e cursos.Estes espaços serão abertos a população e terão toda sua programação gratuitamente. Estes centros certamente auxiliarão na diminuição da diferença cultural entre a região sudeste e o resto do país, fazendo com que espetáculos e produção circulem pelo país, e cidades como Manaus, por exemplo,  possam dar a arte um espaço.

Ainda no evento a ministra falou sobre a parceria com a Fifa para levar atrações culturais às arenas Fifa Fun Fest da Copa do Mundo de 2014, que contarão com telões em espaços públicos quem não conseguir ir aos estádios para ver os jogos. “Nós vamos entrar como parceria para fazer a arena cultural entrando na Fun Fest, mas também queremos fazer outros eventos, como a Arena Cinema Brasileiro e também da América Latina”, falou a ministra que também pediu a colaboração das Universidades estaduais e federais para encontrar locais adequados para receber atrações culturais.

Ainda hoje a ministra reuniu-se com senadores e deputados estaduais do Rio de Janeiro para debater sobre um tema do patrimônio cultural do estado: a reforma do Palácio Gustavo Capanema, um edifício de 1947 que inaugurou a arquitetura moderna no Brasil.  “A reunião do Capanema foi para ter uma ideia dos custos que seriam necessários para a recuperação do prédio na sua estrutura e a apresentação de possibilidades de utilização do prédio de outra forma, visando recuperá-lo como centro cultural do modernismo, o qual ele simboliza”, informou a ministra. Felizmente foi acordado um auxílio de 50 milhões por meio de emendas dos parlamentares carioca para uma reforma estrutural do edifício.

Documentos entregues à Comissão da Verdade mostram que Brasil criou e comandou Operação Condor

“O Brasil, definitivamente criou e comandou a Operação Condor. Os documentos que eu trouxe aqui provam”, disse o ativista em direitos humanos, Jair Krischke em depoimento prestado hoje (26) à Comissão Nacional da Verdade (CNV), que apura as violações de direitos humanos, praticadas por agentes públicos no período da ditadura militar.

Presidente do Movimento de Justiça e Direitos Humanos (MJDH), Krischke entregou à representante da comissão, Rosa Maria Cardoso da Cunha uma série de documentos secretos  que relatam a perseguição e captura de dissidentes políticos além-fronteira, com a colaboração das ditaduras da Argentina, Bolívia, do Chile, Paraguai e Uruguai.

De acordo com Krischke, a Operação Condor  teve como objetivo reprimir e eliminar os opositores das ditaduras que vigoravam nesses países. “As ditaduras trocavam informações, prisioneiros e assassinatos, realizando operações conjuntas altamente clandestinas, sem  respeitar as normas internacionais e diplomáticas existentes”, disse.

Durante seu depoimento, Krischke também contestou a versão oficial das autoridades militares brasileiras sobre a queima de arquivos do período. Ele disse que muitos arquivos estão nas mãos de chefes militares à época. “Sabemos que existem [arquivos] nas mãos do Major Curió e de tantos outros que são mais discretos. É preciso continuar na luta para abrir os do Exército e demais arquivos”, disse .

Krischke disse à Comissão da Verdade que a primeira evidência da Operação Condor relata a prisão do ex-coronel do Exército Jefferson Cardin Osório na Argentina, em dezembro de 1970, o primeiro alvo da operação. Em outubro , a Agência Brasil revelou a existência da operação de sequestro de  Osório.

Em 1965, Osório comandou a Guerrilha de Três Passos, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, a primeira contra o regime militar do Brasil e, por isso, era um militante visado. Um ano antes, ele teve os direitos políticos cassados pelo Ato Institucional 4, de 1964.

Outro documento apresentado mostra a colaboração do Exército argentino com o governo brasileiro na prisão do militante Edmur Péricles Camargo, em 1971. Ele foi detido quando fazia escala em Buenos Aires, em um voo que partiu de Montevidéu em direção ao Chile.

A representante da Comissão da Nacional da Verdade, Rosa Maria Cardoso, disse que os documentos vão contribuir para resgatar a história do período. “Nós vamos caracterizar a operação, levantando questões factuais e evidências também. Vamos anexar no nosso relatório final a comprovação do que estamos dizendo”, disse.

Parte do material apresentado por Krischke foi recebido de autoridades argentinas e trazem os nomes brasileiros ou descendentes desaparecidos na Argentina por ações combinadas da repressão dos dois países. A Operação Condor é objeto de uma investigação na Justiça Federal daquele país, denominada Causa Condor.

“Lamento que as autoridades brasileiras não tenham nenhuma atitude com relação a esses casos. Acho que ao final dos trabalhos da comissão eles têm que ser encaminhados ao Ministério Público”, disse Krischke.

Amanhã (27), a Comissão Nacional da Verdade vai receber das mãos do governador do Rio Grande do Sul (RS), Tarso Genro, documentos que relevam detalhes sobre o episódio Riocentro (1981) e sobre o desaparecimento do ex-deputado Rubens Paiva (1971). O material foi apreendido pela Polícia Civil gaúcha na residência do coronel do Exército Júlio Miguel Molinas Dias, ex-comandante do Destacamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), assassinado no início do mês em Porto Alegre.

“O dia que durou 21 anos” remonta a participação dos EUA no golpe de 64

O documentário “O dia que durou 21 anos”, dirigido por Camilo Tavares, explicita a participação ativa dos EUA no golpe de 1964 com uma contundência inédita no Brasil. O trabalho de pesquisa de três anos rendeu aos organizadores do filme materiais secretos da CIA, telegramas e até gravações telefônicas entre o embaixador norte-americano no Brasil e os presidentes dos EUA John Kennedy e Lyndon Johnson.

Fábio Nassif

São Paulo – Que os Estados Unidos da América contribuíram com o golpe militar de 1964 no Brasil todos sabem. Mas o documentário O dia que durou 21 anos, dirigido por Camilo Tavares, explicita isso com uma contundência inédita no Brasil. O trabalho de pesquisa de três anos rendeu aos organizadores do filme materiais secretos da CIA, telegramas e até gravações telefônicas entre o embaixador norte-americano no Brasil e os presidentes dos EUA John Kennedy e Lyndon Johnson. As conversas mostram o passo a passo do golpe e o reconhecimento dele.

O documentário introduz o contexto vivido no Brasil desde João Goulart e suas tentativas de aplicação das chamadas Reformas de Base, até a reação estadunidense ao encaixá-lo como um comunista semelhante a Fidel Castro. Com forte participação dos embaixadores no Brasil, de institutos – como o Instituto de Pesquisa e Estudos Sociais (IPES) e Instituto Brasileiro de Ação Democrática (IBAD) – o golpe é tratado no filme de maneira direta, expondo os interesses econômicos dos EUA no Brasil e o investimento financeiro aplicado para, por exemplo, comprar parlamentares brasileiros.

Historiadores e personalidades conduzem a narrativa, com ajuda de fotos da época animadas, áudios, imagens de documentos e filmagens do período. Um trabalho de fôlego, que preenche a 7a Mostra de Cinema e Direitos Humanos na América do Sul com conteúdo, contribuindo para a construção das história do país. O documentário buscará a distribuição comercial para abril de 2013.

Veja a entrevista que Camilo concedeu à Carta Maior e confira a programação da Mostra no site (www.cinedireitoshumanos.org.br):

Por que escolheu dar o enfoque do documentário na atuação norte americana no golpe de 64?

Camilo Tavares: A riqueza do material encontrado nos levou a esta opção. Tanto os telegramas da CIA, como as conversas da Casa Branca, assim como os incríveis programas de TV produzidos pela CBS (em 1961) para convencer a opinião pública dos EUA.

Acredita que no Brasil há uma percepção comum dessa participação ativa dos presidentes norte-americanos no golpe?

Camilo Tavares: Há muito pouco conhecimento do assunto. Este foi um dos objetivos do filme. Nossa meta é que o filme que teve patrocínio do Ministério da Cultura e da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, via Eletrobras, Sabesp e Cesp, seja distribuído na rede de ensino público com foco no público jovem que precisa conhecer melhor nossa história. E também do público adulto em geral que viveu a ditadura militar mas não conhece a dimensão dos interesses dos EUA em nosso país.

O documentário traz uma série de documentos secretos do governo dos EUA e da CIA, além de gravações entre embaixadores e os presidentes dos EUA. Como foi o processo de pesquisa? Quanto tempo durou, como foram adquiridos esses materiais e como foi organizado? A divulgação desse material é considerada inédita no Brasil?

Sim é inédita no sentido do volume de informações. Tivemos apoio de historiadores muito antenados como Carlos Fico (UFRJ) que pesquisou os arquivos e publicou dois livros sobre o assunto, Peter Kornbluh (NARA_Washington) e da jornalista e escritora Denise Assis que fez a pesquisa do IPES e IBAD. A Pequi Filmes , minha produtora, arcou um árduo e custoso trabalho de 3 anos para levantar todo o material de arquivo. Aliás temos um rico material suficiente para novas series de TV ou filmes longa-metragem das relações Brasil, EUA e América Latina.

O documentário traz também dois aspectos interessantes: a insistência do interesse financeiro dos governos norte-americanos em apoiar o golpe militar e a suposta falta de controle de pessoas que apoiaram o golpe mas não concordavam com torturas, prisões e outras medidas autoritárias. Acredita que os objetivos norte-americanos foram atingidos ou em algum momento houve um descompasso com os interesses dos militares brasileiros?

Os militares brasileiros fizeram exatamente o que os americanos queriam. Entregaram nosso mercado para os EUA e adotaram o modelo de desenvolvimento financiado pelas empresas americanas, que hoje são as grandes empresas do Brasil nos setores estratégicos da economia. A primeira medida do Presidente Castelo Branco ao assumir foi acabar com a lei que limitava a remessa de lucros excessivos das empresas americanas ao EUA. Ou seja abriu as portas , como diz a música do Raul Seixas: ” a solução é alugar o Brasil”. E alias como será que está esta lei de remessa de lucros atualmente?

Foram colhidos depoimentos de militares. Com que objetivo buscou isso?

Este foi o grande desafio ouvir a voz dos militares como o Ministro Jarbas Passarinho, General Newton Cruz, Almirante Bierrenbach e também dos militares que apoiavam João Goulart, como Capitão Ivan Proença e o Brigadeiro Rui Moreira Lima.

Qual papel o documentário em si e o cinema em geral podem ter para a promoção dos direitos humanos no Brasil?

Considero essencial.

Catalunha: crescem as esquerdas nas eleições

Os partidos chamados de “soberanistas” na Catalunha venceram as eleições deste domingo nesta “província rebelde” da Espanha. Mas a vitória veio de um modo inesperado: cresceram as esquerdas, embora em todas as direções. A tentativa do presidente da província, Artur Más, da Convergência e União, de ampliar sua maioria no parlamento, fracassou. Por outro lado, cresceu o partido da Esquerra Republicana, de esquerda, e seu líder, o professor de história Oriol Junqueros, apontado como o grande vencedor do pleito. O artigo é de Flávio Aguiar, direto de Barcelona.

Flávio Aguiar, de Barcelona

Barcelona – Como era esperado, os partidos chamados de “soberanistas” na Catalunha venceram as eleições deste domingo nesta “província rebelde” da Espanha. Mas a vitória veio de um modo inteiramente inesperado, pelo menos de início: cresceram as esquerdas, embora em todas as direções.

Esta eleição parlamentar antecipada foi resultado de uma tentativa, por parte do presidente da província, Artur Más, de conseguir ampliar sua maioria no Parlamento. Seu partido, a Convergência e União, tinha 62 cadeiras. Mas o tiro lhe saiu pela culatra: perdendo 12 cadeiras, a CiU, como é conhecida, ficou com apenas 50. Mas é um político considerado como um “conservador moderado”, liberal em matéria de economia, conhecido por dar uma no cravo e outra na ferradura: por exemplo, é favorável ao fim da discriminação contra gays, mas não do casamento entre pessoas do mesmo sexo, e é a favor da “livre discussão” sobre o tema do aborto em seu partido.

Por outro lado, cresceu o partido da Esquerra Republicana, de esquerda, e seu líder, o professor de história Oriol Junqueras, é apontado na mídia catalã e do restante da Espanha como o grande vencedor do pleito. Foi de 10 cadeiras no Parlamento para 21. O Esquerra Republicana é um partido historicamente independentista desde antes do tempo de Franco. Seu líder e presidente da província em 1934, Lluís Companys, foi preso e condenado depois de uma tentativa de levante contra o governo (então conservador) de Madri. Depois da vitória da Frente Popular em 1936, foi libertado, e foi líder da resistência anti-franquista na Catalunha. Exilado na França depois do fim da Guerra Civil, deixou de fugir deste país, após à invasão alemã, porque seu filho se achava gravemente enfermo num hospital parisiense.

Preso pelos nazistas em 1940, foi deportado para a Espanha, sendo fuzilado em outubro deste ano pelo governo franquista depois de um julgamento considerado vergonhoso. Antes da execução líderes franquistas iam até sua cela para dizer-lhe insultos e jogar moedas e migalhas de pão contra seu corpo. Hoje seu nome batiza o Estádio Olímpico em Barcelona.

As eleições marcaram também uma derrota para o Partido Socialista, que pregava um federalismo renovado, que caiu de 28 para 20 cadeiras. O PP de Mariano Rajoy, claramente contra a independência, ficou onde estava: de 18 foi para 19 cadeiras. A Iniciativa Verde-Esquerda Unida, que se autodenomina ecossocialista, ganhou mais 3 cadeiras, ficando com 13. Já o partido Ciudadans, tido como de esquerda, mas anti-independência, teve 9 cadeiras (tinha 3). E outro partido considerado vencedor, a CUP – Candidatura de Unidad Popular, de extrema esquerda – ficou com 3; apesar do número pequeno, é a primeira vez que toma assento no Parlamento.

Os partidos “soberanistas”, com seu leque de opções ideológicas, ficaram com 87 assentos, três a menos do que os 2/3 necessários para, por exemplo, um voto favorável à independência. Os partidos contrários ficaram com 48 cadeiras.

Artur Más viu seu desempenho prejudicado por denúncias de corrupção levantadas em Madri. Mas também teve um erro de avaliação política. Depois de eleito em 2010, viu o descontentamento catalão com Madri crescer por duas razões. A primeira foi a resistência do governo madrilenho em renegociar a repartição de impostos com Barcelona, o que aumentou a insatisfação geral, mas sobretudo de um setor mais conservador da Catalunha, que pensa estar esta província “financiando” outras mais pobres. Explique-se que a Catalunha é a província mais rica do país, sendo, historicamente, uma das primeiras que se industrializou na Espanha.

A segunda foi a recusa pela Suprema Corte Espanhola em aprovar o novo Estatuto da Autonomia Catalã, aprovado depois de um extenso processo de negociação com o então governo socialista de Zapataro, num julgamento exarado em 2010. A decisão declarava inválido, inclusive, o uso da palavra “nação” no preâmbulo do Estatuto, além de invalidar outros 14 itens.

No embalo deste descontentamento realizou-se uma manifestação no dia 11 de setembro deste ano em Barcelona, que reuniu de 1,5 a 2 milhões de pessoas, segundo diferentes avaliações. No embalo destes movimentos, Más decidiu antecipar as eleições parlamentares, num movimento cujos contornos não eram muito claros, ficando entre a soberania e fortalecer sua posição para renegociar com Madri. Essa ambigüidade ficava clara na proposta que levantou, que era a de realizar, ao invés de um plebiscito vinculante, para o que precisaria de uma validação do Poder Judiciário (que já proibira algo desse tipo no País Basco), uma “consulta não vinculante”, que contornaria o problema.

Porém entre a chamada ao pleito e a sua realização aconteceu a greve geral ibérica e européia de 14 de novembro, com grande adesão na Catalunha, que elevou a temperatura à esquerda. O resultado é que Más plantou e a Esquerda Republicana colheu. Analistas da tendência à soberania dizem também que o eleitorado rejeitou a ambiguidade de Más, preferindo um partido clara e historicamente independentista. É possível. Mas não dá para negar a evidência que a esquerda cresceu em todas as direções, pela soberania e contra ela.

O debate em torno da soberania vai continuar, embora o plano de Más no sentido de chamar a consulta para breve tenha sofrido uma pane. Mas o que o pleito mostra é o crescimento de uma clara insatisfação com a linha “austera” de Rajoy e que hoje predomina na Europa, além de um desejo, ainda que fragmentário, de mudança na direção de uma social-democracia tradicional, do estado de bem-estar social.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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