Arquivo para 29 de novembro de 2012

Folha de S Paulo: jornalismo à la domínio dos fatos

A Suprema Corte do país acaba de se avocar mais uma prerrogativa: a de violar a lógica da história democrática brasileira.

Roberto Jefferson, que dispensa apresentações, pivô das denúncias que levaram à montagem daquilo recebeu o nome de fantasia de ‘mensalão’, foi objetivamente liberado pelas togas do STF nesta 4ª feira.

A pena que lhe foi atribuída, sete anos e 14 dias, tem a precisão de relojoeiro; coisa feita para encher os olhos mas aliviar o ônus. Permitir-lhe-á ficar longe de qualquer instituição prisional para exercer livremente aquilo que sempre fez e sabe fazer.

A mesma condescendência já havia sido dispensada antes ao deputado do PR, Waldemar da Costa Neto, outro cuja folha de bons serviços à nação brasileira é conhecida, embora menos festejada.

A contrapelo desse indulto sugestivo, mas em tom de júbilo incontido,o Globo desta 3ª feira espocou em manchete faiscante: “Tremembé, cidade do interior paulista, à espera de mensaleiros’.

Quais?

O texto é claro no alvo da mira: ‘ (…) Cidade pequena encravada na região do Vale do Paraíba, no interior de São Paulo, Tremembé já vive as expectativas de ser o provável destino dos mensaleiros, como está sendo chamada a turma liderada pelo ex-ministro José Dirceu (…) Enquanto José Dirceu e seus companheiros não chegam, Tremembé segue sua rotina“, garante-se o jornal, como se iniciasse a cobrança regressiva do grande dia.

Devemos à Suprema Corte sob a batuta do agora presidente Joaquim Barbosa esse conjunto de uma harmonia desconcertante: Jefferson e Waldemar, livres; e José Dirceu, condenado sem provas, cuja vida foi posta na ponta da baioneta da ditadura militar por lutar pela democracia, vai para Tremembé – pelo menos assim a Globo prefixou. Em se tratando do Judiciário que aprendemos a conhecer em sua fina sensibilidade aos holofotes, significa um passo e tanto.

A reportagem do Globo pode ser encarada como um recado às togas: estamos aqui, ministros. Equipes e câmeras de prontidão no aquecimento para o grande dia quando um símbolo do PT será emoldurado pelas grades -em cena e horário naturalmente desfrutáveis pelo Jornal Nacional, como o foi todo o processo.

O empenho do dispositivo midiático é manter acesa a chama.

Cercá-la de cuidados para que contradições flagrantes, como a que foi reiterada hoje, na absolvição daquilo que avulta como a caricatura de um escroque, não empalideçam a demonização arduamente construída ao longo dos 50 capitulos da novela.

Para tanto, o símbolo representado por José Dirceu deve ser regularmente aspergido de lama até que o desfecho predeterminado se materialize na escalada do JN e no jogral das manchetes do dia seguinte.

É disso que cuida a cobertura jornalística ns dias que correm.

A mídia quer porque quer convencer a opinião pública que repousa nas entranhas da Operação Porto Seguro a ‘chave do porão’.

Aquela capaz de escancarar o quarto escuro dentro do qual Lula, Dirceu e todos os corruptos do país, que naturalmente serão sempre do PT, debatem novos e velhos golpes.

Na busca sôfrega das pistas para confirmar as manchetes a lógica muitas vezes atrapalha. Demita-se a lógica. Os supremos juízes da Suprema Corte não demitiram s provas? Por que o jornalismo há de se ater aos fatos? O país e a mídia vivem agora sob o império do domínio dos fatos.

Eis aí uma contribuição inesperada, porém contundente da suprema instância ao aperfeiçoamento das instituições democráticas e do currículo das escolas de jornalismo. Por certo há outras na mesma direção; o tempo as descortinará.

Justiça seja feira: virtuoses do ramo há muito praticam, com impressionante desembaraço, o novo cânone assertivo das togas que se dispensaram do elemento essencial de uma sentença:provas.

O que mudou agora é que passaram a contar com a legitimação do paradigma que vem de cima, o que não é pouco.

Na edição impressa desta quarta- feira, 28-22, o jornal ‘Folha de S. Paulo’ deu mostras de como a nova jurisprudência lubrificou os comandos editoriais, tornando ainda mais esperta a tarefa de estruturar a notícia para que ela se transforme em um editorial dissimulado do anti-petismo.

Eis o passo a passo da reportagem à la ‘domínio dos fatos’, em que a ‘Folha’ afirma sem dispor de provas os vínculos entre o ex-ministro José Dirceu e a ‘Operação Porto Seguro’:

No título, antecipa-se a criminalização, assim: “Procuradora e denunciante citam Dirceu”.

No destaque, abaixo do título, reforça-se a indução reiterativa:

“O nome do ex-ministro José Dirceu foi duplamente envolvido no caso apurado pela Operação Porto Seguro da Polícia Federal”.

No corpo da matéria, as ‘provas’ que sustentam a manchete:

1) “A procuradora federal Suzana Fairbanks afirma que Dirceu era procurado para resolver questões como se ainda fosse ministro: “[Era] Uma pessoa que tinha poder de decisão lá dentro [do governo]”;

2) Em seguida, o texto incorpora a entrevista ao “Jornal Nacional” do delator do esquema, o ex-auditor do TCU, Cyonil da Cunha Borge (veja aqui, outro primor do gênero ‘jornalismo à la Supremo’)

Trecho incorporado pela pela matéria da Folha: ” Cyonil disse que Paulo Rodrigues Vieira, tido como um dos cabeças do esquema, o convidou para participar de um aniversário de Dirceu e citou o nome do petista ao oferecer a propina”.

Por fim, escondidos no artigo, sem peso nem influencia na manchete, os fatos:

1) (…) “Fairbanks afirma que não há troca direta de mensagens entre a ex-assessora (Rosemary Noronha) e Dirceu”;

2) Também não há o nome de Lula: “Conversa dela com o Lula não existe”, diz. “Nem áudio, nem emails.”

3) Sobre o delator, a promotora afirmou(…) “É um corrupto que sofreu um golpe. Levou um calote. Não recebeu o pagamento todo, como tinham combinado, e resolveu entregar o esquema todo’ .

No arremate, seis linhas para o famoso ‘o outro lado’, em nome do qual avoca-se o direito de fazer qualquer coisa.

Leia a seguir a íntegra da matéria.

Procuradora e denunciante citam Dirceu
Folha de São Paulo 28-11-2012

O ex-ministro da Casa Civil era uma das autoridades a quem a ex-chefe de gabinete da Presidência sempre recorria

Auditor que entregou o caso afirma que suborno foi oferecido em nome do petista; Dirceu diz que é ‘improcedente’

DE SÃO PAULO

O nome do ex-ministro José Dirceu foi duplamente envolvido no caso apurado pela Operação Porto Seguro da Polícia Federal.

A procuradora federal Suzana Fairbanks diz que Dirceu era uma das autoridades do governo federal a quem Rosemary Noronha, ex-chefe de gabinete da Presidência em São Paulo, recorria para atender interesses do grupo desarticulado pela PF.

Rosemary, segundo investigação da PF e do Ministério Público Federal, costumava citá-lo como “JD”.

Fairbanks afirma que Dirceu era procurado para resolver questões como se ainda fosse ministro: “[Era] Uma pessoa que tinha poder de decisão lá dentro [do governo].”

Ainda ontem, o petista também teve o nome envolvido no caso pelo delator do esquema, o ex-auditor do TCU (Tribunal de Contas da União) Cyonil da Cunha Borges.

Em entrevista ao “Jornal Nacional”, da TV Globo, Cyonil disse que Paulo Rodrigues Vieira, tido como um dos cabeças do esquema, o convidou para participar de um aniversário de Dirceu e citou o nome do petista ao oferecer a propina.

Cyonil disse ter recebido uma oferta de R$ 300 mil de Vieira para fazer um relatório favorável à Tecondi, empresa que opera em Santos.

“Na ocasião, ele [Vieira] escreveu que o processo era de suposto interesse de José Dirceu e escreveu R$ 300 mil no papel”, disse ao “JN”.

PRISÃO
A procuradora Fairbanks disse ainda que não está descartado o pedido de prisão de Rosemary Noronha.

Segundo ela, Rose procurava a cúpula do governo para “agendamento de reuniões de políticos, nomeação de cargos”, para atender o grupo. “A influência dela era constante”, diz, tanto no governo do ex-presidente Lula quanto no de Dilma Rousseff.

Fairbanks afirma que não há troca direta de mensagens entre a ex-assessora e Dirceu. Também não há o nome de Lula. “Conversa dela com o Lula não existe”, diz. “Nem áudio, nem emails.”

Sobre Cyonil, o delator, Fairbanks afirmou que ele entregou o esquema porque foi traído. “É um corrupto que sofreu um golpe. Levou um calote. Não recebeu o pagamento todo, como tinham combinado, e resolveu entregar o esquema todo”, disse.

OUTRO LADO
Em nota, Dirceu afirmou que é improcedente a informação de que tenha relação pessoal ou profissional com Paulo Vieira. “Se Vieira usou o meu nome em conversas com terceiros, o fez de maneira indevida. Também não tenho nenhum interesse nas atividades da empresa Tecondi”, disse o ex-ministro.

O petista afirmou que estuda com os advogados tomadas medidas judiciais. “Considero-me vítima de calúnias com as menções feita.”

O advogado de Cyonil, Rodrigo Selberg, afirmou que a avaliação da procuradora sobre seu cliente é “precipitada”. “O histórico [de Cyonil] comprova que ele não é corrupto”, afirmou.

Postado por Saul Leblon

Ministra rebate Alckmin sobre aumento de pena para jovens infratores

Para a ministra, a questão dos adolescentes em conflito com a lei, “não se trata exclusivamente do tempo em que eles ficam dentro da unidade, mas da qualidade do trabalho que é realizado com eles. Ou seja, a socioeducação no Brasil não é aplicada como está prevista em lei”, disse Maria do Rosário à Carta Maior durante o seminário Latino-Americano Sobre Lugares de Memória, realizado no Rio de Janeiro.

Rodrigo Otávio

Rio de Janeiro – A ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, afirmou nesta terça-feira (27) discordar de teses que advocam o aumento da pena de reclusão para jovens infratores como solução para os problemas da violência urbana no país. Na segunda-feira, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, defendeu o aumento do tempo de punição para menores infratores no contexto da onda de violência que assola São Paulo e após rebelião e fuga de 43 internos da Fundação Casa no domingo. Pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a internação em estabelecimentos educacionais por atos infracionais de menores não pode ser superior a três anos.

Para a ministra, a questão dos adolescentes em conflito com a lei, “não se trata exclusivamente do tempo em que eles ficam dentro da unidade, mas da qualidade do trabalho que é realizado com eles. Ou seja, a socioeducação no Brasil não é aplicada como está prevista em lei”, disse Maria do Rosário à Carta Maior durante o seminário Latino-Americano Sobre Lugares de Memória, realizado no Rio de Janeiro.

“De fato, nesses três anos dentro da unidade, se esses jovens fossem escolarizados, fossem tratados da situação de drogadição e tivessem formação profissional, com projetos de vida associados as suas famílias, eles teriam uma outra perspectiva de vida. Agora, mais tempo de internação, na situação de abandono que essas unidades socioeducativas estão, não vai resolver o enfrentamento à violência”, completou.

Rosário afirmou que o preocupante diante de situações de violência como as que estão sendo vivenciadas em São Paulo, “e que o governo federal tem contribuído para enfrentar através do ministério da Justiça”, é se colocar a culpa em adolescentes. Segundo a ministra, “em geral, os adolescentes e jovens são vítimas. A violência é a principal causa de morte da juventude brasileira. Agir preventivamente diante disso é mais importante do que buscar soluções que em princípio podem parecer simpáticas à opinião pública, mas não oferecem, de fato, solução para o problema da violência e criminalizam ainda mais a juventude”.

Para a ministra existe também o risco de o aumento da pena de reclusão para menores se transformar em uma bola de neve, “hoje são três anos, amanhã podem ser mais; quatro, cinco, nove”, e não se alcançar a resocialização dos jovens, como o ECA prevê.

Rosário defende ainda a separação dos jovens que completam 18 anos internados em uma das unidades de resocialização daqueles entre 12 e 17 anos, mas acha que os recém entrados na maioridade também devem ficar separados de criminosos adultos. “O governo federal avalia que o jovem a partir dos 18 anos pode estar em uma unidade com outros adolescentes, outros jovens adultos de 18 anos. Ele não deve estar em contato com aqueles entre 12 e 18 anos que ficam na unidade”.

Plano nacional
A ministra disse que vai buscar um diálogo direto com o governador Geraldo Alckmin, assim como está fazendo com todos os demais governadores do país, para que o estado cumpra as determinações do ECA, principalmente após a entrada em vigor, em fevereiro, da lei que instituiu o sistema nacional socioeducativo. A partir da lei, o governo está elaborando um plano nacional socioeducativo, também com investimentos em estruturas para os cerca de 18 mil jovens internados em todo o país.

“Nós últimos dez anos o governo federal construiu cerca de 60 novas unidades de internação, entregando essas unidades para os estados. Mas não se trata apenas de novas unidades, se trata do projeto que é realizado lá dentro”, disse ela. E citou também parcerias já feitas com prefeituras. “No Brasil nós temos hoje cerca de 60 mil jovens que estão cumprindo medidas socioeducativas em sistema aberto, que as prefeituras têm uma responsabilidade que eles não sejam reincidentes, junto com o governo federal”.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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