Arquivo para 5 de dezembro de 2012

E NEM POR ISTO BAIXOU O PREÇO DO PEIXE

≈           Os vereadores Dr. Gomes (PSD) e Wilker Barreto (PHS), da Câmara Municipal de Manaus, pediram vistas para debater a emenda que pede o fim do auxílio-paletó. A justificativa da solicitação aconteceu devido a possibilidade de devolução aos cofres públicos de todo valor recebido em auxílio durante os quatro anos de mandatos dos vereadores.  Segundo Dr. Gomes, que é a favor da manutenção do auxílio, “a Câmara Municipal vive uma onda de moralidade desnecessária”. E nem por isto baixou o preço do peixe.

         O futuro prefeito ultraconservador do partido paulistano PSDB, Artur “Ilusionista” Neto, com o mesmo papo furado discorrido pelo seu aliado Amazonino Mendes quando assumiu a prefeitura há quatro anos, propôs um “plano emergencial” para a não-cidade de Manaus. De acordo com o tucano, o projeto megalomaníaco pretende trabalhar em cinco frentes: iluminação pública, tapa-buracos, intervenções no trânsito, sistema de distribuição de água e coleta de lixo. E nem por isto baixou o preço do peixe.

≈                 A cantora “material girl” Madonna está fazendo jus ao título de sua canção. Dois de seus famosos sutiãs em forma de cone foram leiloados e adquiridos por um milionário anônimo inglês pela singela babita de R$ 162 mil reais. Além dessas peças, um espartilho, comprado pela bagatela de R$ 108 mil reais, e um bustiê, conseguido por R$ 64 mil reais, também foram à leilão. E nem por isto baixou o preço do peixe.

≈            O papa Bento XVI está entrando nas ondas das teletecnologias. Ele resolveu abrir uma conta na rede social twitter, nesta segunda-feira (03/11). Embora ainda não tenha twittado nenhuma vez, em apenas um dia já adquiriu cerca de 500 mil boas almas seguidoras. De acordo com o Vaticano, o papa começará a twittar sobre temas espirituais a partir do dia 12 de dezembro. O papa é pop. E nem por isto baixou o preço do peixe.

≈               O Circo Brasileiro Futebolístico (CBF) quer obrigar os clubes brasileiros que jogarem na série A depois da Copa do Mundo, evento que deixará apenas maus legados para o Brasil, a mandarem seus mandos de campo para estádios de Cuiabá, de Brasília e de Manaus. Na proposta, cada clube mandaria até duas partidas para um dos estádios dessas cidades. Isso surge como uma tentativa estúpida e alucinada dos dirigentes megalomaníacos de não transformar essas construções em elefantes brancos. E nem por isto baixou o preço do peixe.

              O romance “Cinquenta Tons de Cinza”, da escritora britânica E. L. James ganhou o prêmio de livro de ficção do ano no Reino Unido. O livro, escrito para as eternas adolescentes complexadas leitoras e fãs da saga vampiresca “Crepúsculo”, é o primeiro de uma trilogia e foi catalogado pela crítica como “pornô para mães”. E nem por isto baixou o preço do peixe.

Um sobrevôo pela mídia alemã (I): O jornalismo impresso

A situação da imprensa tradicional na Alemanha é bem mais plural do que a brasileira. Há maior diversidade ideológica entre os periódicos e seu interior, em geral, é bem mais diversificados do ponto de vista ideológico do que no Brasil. Ao contrário dos jornalões brasileiros, é raro os jornais alemães se empenharem em campanhas políticas diretas, embora tenham, é claro, suas posições editoriais e seus articulistas possam defender este ou aquele ponto de vista. O artigo é de Flávio Aguiar.

Flávio Aguiar

Berlim – A paisagem da imprensa escrita e da mídia alemãs é bastante diferente da brasileira. No caso da imprensa escrita, isso começa já com o produto que se tem em mãos. De um modo geral, os jornais alemães – tanto à esquerda como ao centro e à direita – seriam descritos como “conservadores” no Brasil. No mais das vezes suas páginas, desde a primeira, são ocupadas por muito texto, longos artigos assinados, longas reportagens. Há exceções, claro: a mais evidente delas é o jornal diário “Bild”, cujo nome quer dizer “imagem”, ou mesmo “fotografia”. “Bild” é um jornal conservador (do ponto de vista político) e sensacionalista ao mesmo tempo, em formato de tablóide, que trombeteia manchetes e fotos espetaculares.

Ao contrário dos jornalões brasileiros, é raro os jornais alemães se empenharem em campanhas políticas diretas, embora tenham, é claro, suas posições editoriais e seus articulistas possam defender este ou aquele ponto de vista. Uma exceção recente foi o caso da campanha que levou o então presidente da RFA, Christian Wulff, à renúncia.

Em sua ascenção, Wulff, um político da província da Baixa Saxônia (Niedersachsen), filiado à CDU de Angela Merkel, teve, além do apoio desta, o apoio do jornal Bild. Já outras publicações, como a revista Der Spiegel, preferiam claramente o atual presidente, Joachim Gauck, que concorreu contra ele na eleição indireta que escolhe o presidente.

Posteriormente, por razões ainda mal esclarecidas, caiu em desgraça com Bild. Aqui na Alemanha há um ditado, propalado por um dos diretores do Bild: “quem sobe de elevador com Bild, desce com ele”. Foi o que aconteceu. Bild anunciou ter informações comprometedoras sobre o comportamento de Wulff, que aceitara ficar num hotel de um amigo seu sem pagar, levantando suspeitas de um possível favorecimento (que não se comprovou). Daí Wulff fez dois movimentos errados: primeiro, mentiu que pagara; segundo, ligou, irritado, para o diretor do Bild pedindo – em termos não muito educados – que ele “postergasse” (segundo uns) ou “suspendesse” a publicação da matéria. Aí o caldo entornou, e a questão virou uma matéria de atentado à liberdade de imprensa. Depois de uma penosa batalha de afirmações e desmentidos, Wulff renunciou, acossado por quase toda a imprensa e a mídia alemãs.

No caso de Wulff, a imprensa enveredou (v., p. ex., o caso de Der Spiegel) por um caminho de denúncias pessoais contra o então presidente, esquadrinhando sua vida pessoal, definida como “luxenta” e algo “perdulária”, um problema nesta Alemanha de recorte protestante, mesmo em suas regiòes católicas, como a Baviera. Mas isso é coisa muito rara por aqui. Assim mesmo, nada há de semelhante, por exemplo, ao tratamento completamente desrespeitoso, buscando o avacalhamento grosseiro, que se viu e ainda se vê na nossa imprensa com respeito ao ex-presidente Lula, sem falar em outros políticos. Isso aqui é impensável, tanto para os jornais conservadores, como o Frankfurter Allgemeine e o Die Welt, ou os considerados mais à esquerda, como o Tageszeitung, tam bém chamado de TAZ.

Apesar do público leitor ser muito amplo na Alemanha, a imprensa vem padecendo de problemas financeiros. Dois grandes jornais alemães pediram concordata recentemente, e anunciaram seu fechamento em breve: o Frankfurter Rundschau, tido como mais à esquerda, e o Financial Times Deutschland, do campo mais conservador. No caso mais recente, o do FT Deutschland, versão alemã do FT britânico, mas com muito material próprio, o fechamento representa uma perda de 360 postos de trabalho. Também a DADP, considerada a segunda agência de notícias da Alemanha, anunciara o pedido de uma concordata em Outubro. Essas quebras são vistas, em parte, como a chegada à Alemanha das novas vicissitudes impostas pelo avanço do jornalismo eletrônico.

Aliás, já em 2007, em artigo publicado no site do Goethe Institut, o jornalista Heribert Prantl, diretor do Departamento de Política Nacional do Süddeusche Zeitung, também visto como do campo da esquerda, apontara que a internet vinha criando uma cultura desfavorável à liberdade de informação (apesar da sua ampliação), por favorecer um tipo de reportagem ready made que poderia ser comparada à algo como a fast food. O jornalista, dizia ele, perde a oportunidade da reflexão, transformando-se num espelho automático para a reprodução rápida e barata da informação online.

Por essas e por outras razões, dizia ele no artigo, o que ameaçava a liberdade de imprensa e informação na Alemanha não era o estado, mas a pressa e a ganância das empresas de comunicação, querendo ganhar cada vez mais em menos tempo e com menos despesas. (“Presse Freihait in Deutschland”, )

É claro que a liberdade de imprensa e informação na Alemanha é objeto da Constituição Federal. Porém a legislação estabeleceu a criação de um Conselho Alemão da Imprensa no país, visto como um sistema de auto-controle por parte do jornalismo, livre da ingerência do estado, portanto. Criado em 1956, o Conselho adotou um “Código Ético da Imprensa” em 1973, que tem força de lei. Com sede primeiro em Bonn, durante a divisão alemã, o Conselho hoje tem sede em Berlim.

Tomam assento nele 28 membros, escolhidos paritariamente a partir das duas associações nacionais de empresas de jornalismo e da federação e do sindicato de jornalistas da Alemanha. Esse Conselho recebe queixas (1661 em 2010) de pessoas que se consideram atingidas ou que julgam ter sua privacidade violada, por exemplo, mas também define as regras para atuação das empresas e dos jornalistas, bem como para sua proteção.

Jamais vi, por aqui, alguma reclamação contra a existência desse Conselho, nem sobre a participação dos jornalistas nele em pé de igualdade com os donos das empresas e agências do setor.

Ainda de um modo geral, pode-se dizer que a situação da imprensa tradicional na Alemanha é bem mais plural do que a brasileira. Há maior diversidade ideológica entre os periódicos e seu interior, em geral, é bem mais diversificados do ponto de vista ideológico do que no Brasil.

A seguir: II – Um olhar sobre a televisão.

Igreja Católica argentina abre fogo contra governo

O Episcopado católico argentino anuncia documento mais político e agressivo desde que é presidido por Arancedo. Adiantado em um mês do Natal, denunciará pressões contra a liberdade de expressão e a independência jurídica e se juntará a pauta de reclamações de meios de comunicação e políticos de oposição: o caudilhismo, o aprofundamento dos conflitos em vez do diálogo, a insegurança, o narcotráfico, a politização da juventude e as políticas sociais. Um texto com ritmo de panelaço. O artigo é de Horácio Verbitsky.

Horácio Verbitsky – Página/12

Buenos Aires – A Igreja Católica difundirá hoje um agressivo documento no qual denunciará pressões contra a liberdade de expressão e a independência do Poder Judiciário e incluirá pronunciamentos contra o caudilhismo, ao aprofundamento dos conflitos como forma de construção democrática, a insegurança, as cumplicidades com o narcotráfico, a situação dos jovens que não estudam nem trabalham e sua politização. Também criticará as políticas sociais de transferência direta de recursos aos sectores mais vulneráveis.

Não é habitual que os documentos eclesiásticos natalinos se tornem públicos um mês antes da data. Assim, estas “Reflexões dos bispos ao aproximarmos do Natal” parecem menos pensadas para celebrar o nascimento de Cristo do que o vencimento da medida liminar que vem adiando a aplicação plena da Lei de Serviços de Comunicação Audiovisual.

Outra particularidade é que o documento não foi discutido nem redigido pelos oitenta prelados que compõem a Assembleia Plenária. Esse corpo secionou há três semanas e seu tempo de discussão se dedicou a elaborar a resposta ao grupo de Cristãos para o Terceiro Milênio. Esses laicos, entre os quais estão o ex-embaixador Hernán Patiño Mayer, o deputado Felipe Solá, a defensora pública portenha Alicia Pierini e a socióloga Ana Cafiero, reclamaram pelo silêncio da Igreja diante das provocativas declarações do ex-ditador Jorge Videla a quem, apesar de seus crimes, não foi vedado o acesso a Eucaristia.

O documento elaborado no dia 8 de novembro, o mesmo dia da manifestação opositora no Obelisco, negou uma vez mais a documentada cumplicidade do Episcopado com a ditadura militar. A redação de um documento político de atualidade foi delegada então a uma comissão especial. Desde que o arcebispo de Santa Fé, José María Arancedo, substituiu na presidência do Episcopado o de Buenos Aires Jorge Bergoglio, os documentos eclesiásticos haviam diminuído sua hostilidade ao governo nacional e se concentravam em temas mais gerais de interesse para a Igreja, que se arroga a tutora nacional em questões éticas e sexuais.

Neste caso, porém, reapareceram os temas políticos que caracterizaram a gestão e a pena de Bergoglio. O documento levará a assinatura coletiva da 104ª Assembleia Plenária. Arancedo preside a Conferência Episcopal e o acompanham o bispo de Neuquén, Virginio Bressanelli, como vice-presidente 1º, o arcebispo de Salta, Mario Antonio Cargnello, como vice-presidente 2º, e o bispo auxiliar de Buenos Aires, Enrique Eguía Seguí, como secretário. Bergoglio continua sendo um dos vinte membros da Comissão Permanente, devido a seu cargo como arcebispo da Capital Federal.

“Depois de quase trinta anos de democracia, os argentinos correm o perigo de se dividirem novamente em grupos irreconciliáveis. Estende-se o temor de que se acentuem estas divisões e se exerçam pressões que inibam a livre expressão e a participação de todos na vida cívica”, dirão os bispos. “Todos os habitantes de nossa pátria necessitam sentirem-se respaldados por uma direção que não pense só em seus próprios interesses, mas que se preocupe prioritariamente com o bem comum.” Sem a menor referência à crise internacional e às medidas adotadas pelo governo nacional para impedir sua repercussão sobre o nível de emprego e as remunerações, os hierarcas católicos reclamarão “pela dignidade de nossos irmãos mais pobres em sua vida pessoal e familiar, para que sejam protagonistas de seu próprio desenvolvimento integral. A educação e o trabalho continuam sendo os instrumentos que permitem às pessoas e às comunidades serem artífices de seu próprio destino”. Fazia muito tempo que o Episcopado não questionava as políticas de transferência direta de recursos, como a Asignación Universal por Hijo (algo como o programa “bolsa família” brasileiro), que vários de seus membros elogiaram.

Em um tópico recorrente nos documentos eclesiásticos durante a gestão de Bergoglio e habitual nos pronunciamentos de meios de comunicação e dirigentes políticos da oposição, os bispos pedirão a Cristo “Concede-nos a sabedoria do diálogo” e dirão que a democracia não se constrói aprofundando os conflitos que existem em toda a sociedade, mas mediante os ideais da amizade social. Uma das sombras que os prelados vêm levantar-se contra “uma vigência mais plena da ordem democrática” é a do “excessivo caudilhismo, que atenta contra o desenvolvimento harmônico das instituições, acentua sua degeneração e menospreza a autonomia de cada um dos poderes do estado, tanto na ordem nacional como provincial. Isto é particularmente delicado quando se trata da independência do Poder Judiciário”.

O documento também incluirá uma referência ao federalismo e à república. O fará com uma citação da Oração pela Pátria, que o Episcopado difundiu durante a crise do fim do século, na qual dizia que “nos sentimos feridos e angustiados”. O texto que se tornará público hoje, agregará que o anseio dos bispos está contido na Constituição Nacional. “Queremos ser uma nação baseada efetivamente em um sistema republicano, representativo e federal.” Também não faltará o tópico clássico da reconciliação, que os bispos consideram como uma dívida pendente. “Se faz cada vez mais necessário gerar contextos de encontro, de diálogo, de comunhão fraterna que nos permitam reconhecermos e tratarmos como irmãos, superando o ódio e construindo a paz”, dirá. Esse é o tema em debate entre os bispos e os Cristãos para o Terceiro Milênio, que em sua segunda carta pediram que os bispos “façam cessar o público pecado de escândalo que se configura hoje, quando um criminoso convicto e confesso de delitos de lesa humanidade, sem arrepender-se nem manifestar vontade alguma de reparação das atrocidades cometidas, tem acesso ao sacramento da Eucaristia”.

Segundo os bispos, o país padece uma crise moral e cultural. Seu texto dirá que “a base de todos os direitos humanos” é a dignidade da vida desde a concepção até seu término natural e que o matrimônio entre varão e mulher, “anterior ao Estado, é a base de toda a sociedade e nada pode substituí-lo”. Como para a doutrina católica os pais são os primeiros responsáveis pela educação de seus filhos, o sistema educativo não deve impor-lhes “conteúdos contrários a suas convicções morais e religiosas”. O sistema educativo deve melhorar, de modo que seus principais beneficiários sejam os mais pobres. “A necessária preparação para a vida cívica de crianças e jovens deve excluir a politização prematura e partidária dos alunos.” Há uma enorme quantidade de jovens que não estudam nem trabalham e esta é uma desafiante hipoteca social. Ao referir-se ao que chamam “a proliferação do delito e da conseguinte insegurança”, os bispos as atribuem ao “crescimento do crime do narcotráfico e à rede de cumplicidades que o sustenta”.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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